Só lembro que cheguei e já fui prensada contra a parede, com a mão no meu pescoço e a roupa sendo arrancada. É, parece agressão, mas é assim que o meu negão me trata sexualmente. Sou a Kelly, uma negra obesa, bem safada, e dei a sorte de conhecer o meu negão por conta de um comentário bobo em uma conversa informal num grupo de amigos.
Lembro que disse gostar de sexo anal; fui reprimida pela mulherada, mas, por ele, tudo mudou. Desde então, percebi os olhares diferentes e os comentários de duplo sentido que ele imediatamente passou a dirigir a mim. Já se passou quase uma década. A primeira vez que dei para ele foi no nosso trabalho; tive que encarar aquela "tromba de elefante" entrando no meu rabinho, calada, sem falar nada, porque não podíamos ser flagrados. Fora a covardia dele: sabendo que eu não podia reclamar, ele comia meu cu sem pena, sem carinho, e ainda arreganhava minha raba, facilitando a penetração e me maltratando. Parecia que eu estava sendo esquartejada.
Aliás, maltratar é o tom de toda a nossa foda. E eu, piranha que sou, amo ficar marcada, sentir a dor no dia seguinte e saber que foi por conta do sexo. Passei o "bizu" de alguns segredinhos, inclusive sobre os meus seios, que ficam ardidos por conta das mordiscadas nos mamilos, mas ultimamente o foco tem sido no meu rosto e no pescoço.
Voltando ao início do relato: saíamos de uma resenha de pagode onde havia vários pretos, cada um mais gostoso que o outro. Verdade que eu estava com o meu, mas não estou morta. Na fila do banheiro, lembro de um que roçou a mão nos meus seios — acho que foi sem querer. Fiquei toda arrepiada. Eu trajava um vestido modelo tomara que caia azul; quase caiu por mim, minhas "muchibinhas" ficaram salientes, mas foi só um esbarrão por conta da superlotação.
Enfim, zeramos o evento. Era sábado de madrugada, voltamos para a casa dele e foi aí que tudo ocorreu. Fui maltratada. Basta beber que sempre vem a vontade de foder. Marcus me agarrou pelo pescoço, arrancou minha roupa e disse com veemência que eu estava olhando para outros machos e que iria me punir. Perguntou se faltava pau em casa e, antes que eu falasse algo, enfiou a mão direita dentro da minha calcinha e começou a dedilhar meu clitóris, que imediatamente ficou molhado. A mão esquerda permanecia apertando meu pescoço; o cara estava transtornado e a força impossibilitava que eu falasse. Minhas mãos estavam inertes; eu estava animada e queria "pagar a dívida" que ele inventou. Estava cheia de fogo no rabo, encararia uns três machos. Tinha bebido muito. Com os dedos na minha bucetinha, minha expressão facial e meu olhar davam o tom ao clima. Marcus me xingava e eu já rebolava nos seus dedos, até que ele tirou de supetão a mão da calça e deu três tapas fortes na minha cara — o último foi com o dorso da mão. Me virou de costas e, puxando minhas madeixas, socou no meu cu como sempre faz, sem qualquer comunicação prévia.
O pau dele entra no meu rabo sem dificuldade; já me sinto arrombada. Outro dia sujei a calcinha por conta de uma tossida; já falei, mas ele não está nem aí, diz querer arrancar minhas pregas. Me comeu com o mesmo discurso de que eu estava olhando outros homens, e eu passei a concordar que estava. Empinando a bunda para trás, os xingamentos de vagabunda, puta e piranha eram o revide para minha confissão. Falei com detalhes dos homens que paquerei, falei do negão que roçou em mim e ainda inventei algumas situações. Percebi que estava deixando meu negão excitado, diferente das outras vezes, mas, em contrapartida, foi difícil encarar a volúpia de suas penetrações. Tive que apelar para uma masturbação enquanto a outra mão estava na parede. Após alguns minutos, senti o jato de porra invadindo meu cu, e eu no vai e vem, para frente e para trás. Ele urrava no meu ouvido, eu gozava por conta da masturbação e o clima estava muito sexy e quente.
Me virei. O Marcus ainda estava com a camisa e a bermuda caída nos pés, a cueca para o lado. Agachei e chupei seu pau sujo de porra, dizendo que queria chupar outros machos, que no pagode tinha escolhido uns três a dedo. O Marcus ouvia me olhando; aproveitava o momento da pausa em que eu fazia a provocação para bater na minha cara, e o pau cresceu novamente. Galinha boa é assim, sabe fazer o pinto crescer. Percebi que o boquete e as palavras, de alguma forma, mexiam com ele.
Excitado novamente, a "espada do meu Lion" tinha crescido como a do Thundercats. Ele me puxou pelos cabelos para a cama — sim, não tem nenhum carinho comigo — me jogou e fez o que sabe fazer de melhor: me chupou divinamente. E eu gemendo, de pernas arreganhadas, sem controle sobre elas. Tremia muito; meu corpo todo tremia de forma involuntária. Gemendo e sentindo algo que nunca senti, ele chupava minha bucetinha. Meu clitóris é pequeno, mas ele sabe estimular o meu pinguelinho. Eu dizia:
— Me chupa ou eu terei que arrumar alguém para isso...
Eu já tinha gozado mais três vezes só na língua dele. Ele subiu com uma fúria e o pau entrou na minha grutinha. Mais uma vez, meu pescoço foi agarrado, e a velha posição de "papai e mamãe" deu lugar a uma versão 3.0: socadas fortes e firmes, mão no pescoço e tapas na cara. Eu o chamava de covarde, fdp, safado; dizia que estava daquele jeito porque tinha olhado para outros machos lindos e gostosos, e aí é que ele me penetrava mais forte. Sentia o pau dele tocando no meu útero; aquilo de alguma forma também estava bom para mim, já que gosto de sexo selvagem. Marcus gozou na minha ppkinha e, desta vez, foi "romântico", já que ele caiu por cima de mim e nos beijamos.
Eu queria mais e, já por cima dele, pude cavalgar. Os beijos continuaram e eu no vai e vem. Falava que, se tivesse outro macho ali, estaria empurrando no meu rabinho, que queria fazer uma DP (dupla penetração). Perguntei se ele deixaria; ele concordava com a cabeça e eu estava no estágio de ser motivada pelas suas concordâncias.
Depois de quase uma hora fudendo — porque não foi amor, e sim sexo sujo e gostoso — fomos para o banho. Voltamos para a cama porque o cardio foi pesado e bebemos uma cerveja gelada, pelados, assistindo à TV. Para nossa grata surpresa, passava um filme adulto gravado em um clube de swing: a mulher no glory hole e o marido pegando-a enquanto ela mamava rolas de desconhecidos.
Fogo e álcool não têm diálogo. Assistindo à cena, acendeu um negócio em mim. Passei a chupar o Marcus com os olhos fitos na tela. A mulher chupava os paus sem saber de quem eram; muito excitante. E o marido penetrando-a; não dava para saber onde era a pirocada, já que o ângulo da câmera focava bem nos boquetes. Eu me via naquela condição, até pelo que tinha vivido minutos antes. O negão perguntou se eu estava me vendo no lugar da puta; com a mão em sinal de positivo, eu concordava, já que não queria parar de chupar. Novamente fui xingada de vadia e piranha, o que para mim soava como melodia. Marcus também estava gostando; jogou o restinho de porra na minha boca.
Levantei e, calada, fui para a poltrona. Fiquei de quatro, bem empinada. Marcus ousou dizer que não aguentava mais; eu disse que ia chamar o garçom. O negão levantou e começou com o pau mole, mas foi entrando no ritmo. Eu chupava meus dedos e os dele com os olhos fechados, lembrando da cena que tinha assistido. Foi intenso para mim; claro que gozei.
No dia seguinte, o famoso day after, percebemos as consequências. Eu estava muito dolorida, rouca por conta dos apertos na garganta, com a bunda marcada e prontinha para o segundo capítulo. Tivemos vários momentos picantes como este, mas o ápice foi no clube de swing. Foi a exigência que fiz como presente de aniversário. Ele me levou sabendo que eu iria aprontar. Fui sem calcinha, com o mesmo vestido do pagode. Nos dias que antecederam, enviei várias mensagens de safadeza e vídeos com nudes dizendo o que eu iria fazer. E ele só podia ficar comigo; não podia pegar ninguém. Foi maravilhoso.
Conto em outro momento. Até a próxima!
