Wendel era um garoto lindo, mas sem noção.
Tinha 19 anos e comia viados por dinheiro, comia garotas novinhas, fazia trabalhos ilegais, até que comeu uma menina de 13 anos de família rica.
A polícia chegou em sua casa e o levou, de camburão.
Esses dois policiais civis não gostavam de quem abusava de meninas novas, e pensaram num castigo humilhante pra ele.
Mandaram ele tirar a roupa, colocar a mão na cabeça e abrir as pernas.
Ele era lindo, magro e delicado.
Mandaram ele se virar de costas, se abaixar e abrir a bunda, mostrando bem o cu.
Um policial colocou luvas e meteu o dedo bem fundo. Ele gemeu de dor.
O policial estava se divertindo demais. Ficou "bombando" o dedo no cu do menino, e com a outra mão ficou explorando a boca dele.
Disse assim:
- Olha, garoto, eu tô a fim de te mandar pra cela e contar pra todo mundo que você comeu uma menina nova. Sabe o que eles vão fazer? Vão te dar muita tapa e fazer fila pra te enrabar. Tem preso que come o viadinho até sair sangue.
Wendel começou a chorar.
- Não, meu senhor, por favor não faça isso.
- Por outro lado... tua bundinha é bem bonita, parece uma garota. Tô muito a fim de comer um cu. Sie você relaxar e deixar eu e o meu amigo te enrabar, a gente te solta depois sem anotar tua ficha.
Wendel pensou bem. Sempre era ativo com viados, mas já tinha sido enrabado uma vez, à força, pelo seu próprio pai.
Chorou de raiva nesse dia, mas agora estava lutando pela própria vida, e achou melhor aguentar e deixar eles meterem nele.
Disse que sim, e imediatamente um deles o colocou de joelhos e mandou ele abrir a boca.
Ela sabia o que viria. Abrir a boca e fechou os olhos. Levou dois tapas:
- Abre os olhos, viadinho! Tu vai engolir essa pica olhando pra mim!
Ele abriu os olhos, e o policial ainda deu dois tapas nele, e depois segurou sua cabeça e meteu a pica bem fundo em sua boca.
Ele engasgou, mas o policial era experiente, metia até quase ele perder o fôlego e depois tirava.
- Abre bem esse bocão! Se encostar os dentes vai pegar uma surra.
Ele tentava usar a mão pra bater uma punheta no policial enquanto chupava, mas ele tirou a mão e gritou:
- Tira a mão. Chupa só com a boca. Soares, algema ele!
O outro policial pegou suas mãos por trás e o algemou, ele ajoelhado. Foi aí que o primeiro se excitou ainda mais, e dava risada enquanto metia a pica até o fim, e o menino gemia e engasgava.
O primeiro policial colocou ele algemado, abaixado na mesa, e algemou as duas pernas nem arreganhadas.
Já estava com o pau duraço e meteu com violência no cu de Wendel, que gritou. O outro policial (Soares) segurou sua cabeça e calou sua boca, metendo a pica nela.
Wendel estava todo amarrado, as penas bem abertas, e levando pica dos dois policiais.
Eles ficaram se revezando, e cada um gozou duas vezes. Wendel foi obrigado a engolir a porra dos dois, e eles depois abriram seu cu e ficaram vendo a porra que estava dentro escorrer.
Depois de se satisfazerem bastante, soltaram o garoto, jogaram as roupas nele e mandaram ele ir embora.
Ele se sentiu arrasado.
De noite, Felipe, um coroa que ele comia por dinheiro, ligou pra ele, convidando-o a dormirem juntos.
Ele foi.
Enquanto estava se amassando na cama, sentiu uma vontade súbita: arreganhou as pernas e perguntou: tu quer me enrabar? Eu deixo.
Felipe era mais passivo, mas amou a ideia, e comeu Wendel com paixão naquela noite.
Wendel estava sendo enrabado e dizia "mete mais", "me arregaça", e Felipe ficava doido, metia com violência (e Wendel deixava).
Percebeu que gostava tanto de ser enrabado por um homem do que comer uma mulher.
E encontrou muitos homens que queriam meter fundo num boyzinho lindo e machinho como ele.