Eu me visto com cuidado. Sempre de forma respeitável e profissional. Blusa de seda, saia na medida certa, salto discreto, maquiagem que não grita. Tudo calculado para parecer composta, profissional, quase intocável.
Mas enquanto assino uma ata, anoto uma ação ou finjo prestar atenção no slide, meu rosto pode atrair um leve sorriso, um aceno educado.
Bom, eu sou uma puta. Uma puta chique, mas uma puta mesmo assim. Não no sentido de que eu pratico sexo em troca de dinheiro, mas no sentido de que eu fujo do padrão esperado de “mulher decente”.
Naquele dia em específico, finalzinho de tarde, última reunião com clientes importantes do escritório. Os clientes, concentrados e preocupados, nem sonhavam que a advogada magrinha de rosto angelical, que explicava cláusulas complexas com voz calma, estava, naquele exato momento de silêncio, imaginando-se de quatro, sendo usada de formas que não caberiam em nenhum relatório jurídico. Sem rodeios, sem joguinhos de sedução sutil, eu simplesmente decidi flertar abertamente, descaradamente com o único homem naquela sala que poderia me dar exatamente o que eu queria naquela noite.
Terminado o expediente, entrei no carro e dirigi uns bons 30 minutos na direção oposta de casa. Sabia que minha noite ia ser longa. E errada. E boa. Antiético? Com certeza. Imoral? Provavelmente. Mas o fato é que um homem com o dobro da minha idade, bem-sucedido, casado, pai de família exemplar, não hesitou nem por um segundo quando dei o primeiro sinal claro. Ele nem me cumprimentou direito. Não ofereceu um gole do vinho que bebia sozinho. Apenas deu ordens curtas, secas, me transformou em puta antes mesmo de eu cruzar a porta do seu escritório.
Ele me despiu devagar, peça por peça, até que eu ficasse completamente nua. Depois me guiou até o banco acolchoado no canto do escritório e me colocou de quatro, joelhos abertos, bunda empinada na direção dele. Pelo reflexo do espelho grande na parede, eu o via parado ali, mordendo o canto do lábio inferior, olhos cravados na minha buceta exposta. Ele segurava o pau ainda meio mole se masturbando, mas a cada segundo que passava olhando para mim, aquilo engrossava, subia, ficava grande e vermelho na mão dele. Sem dizer uma palavra, sem preliminares, sem tocar minha buceta. Ele simplesmente se aproximou, cuspiu na palma da mão, passou no pau agora completamente duro, encostou a cabeça grossa direto no meu cu. Empurrou devagar no começo. Senti o anel resistir, queimar, ceder aos poucos. Ele segurou firme minha cintura com as duas mãos e foi afundando mais fundo a cada estocada. Quando finalmente entrou até a base, soltou um rugido baixo e começou a socar de verdade. Não estava preparada, mas aguentei. Gemia alto, um gemido rouco misturado de dor aguda e tesão descontrolado. O som dos quadris dele batendo contra minha bunda ecoava no escritório vazio. Ele acelerava, perdia o ritmo, ficava mais bruto. Em poucos minutos já tremia inteiro, rugindo “caralho… caralho…” e então gozou forte, jatos quentes enchendo meu cu até transbordar. Quando saiu de mim, o pau ainda pulsando, ele deu um tapa leve na minha nádega e ordenou com voz grossa:
— Chupa. Limpa meu pau, sua puta do caralho. Deixa ele brilhando.
Ajoelhei no chão frio, boca aberta, e engoli o pau melado de porra e lubrificação anal. Chupei com vontade, língua rodeando a cabeça, descendo até a base, limpando cada centímetro enquanto sentia o gosto forte dele na boca. Minha bunda, ainda aberta e relaxada, não parava de vazar. Filetes grossos de esperma escorriam pelas coxas, pingavam no carpete cinza do escritório, formando pequenas poças. Ele agarrou meu cabelo com força, puxou minha cabeça para baixo e apontou para o chão.
— Lambe. Tudo. Deixa meu chão limpo, vadia.
Obedeci. Curvei o corpo, língua no carpete, lambendo o esperma morno dele misturado com o meu próprio gosto. Ele gemia de satisfação, segurando minha nuca, me guiando como se eu fosse um objeto. Quando terminou de me humilhar, me soltou. Fiquei ali alguns segundos, ofegante, rosto quente, bunda ardendo, cu latejando, boca com gosto de porra e humilhação. Saí do prédio com as pernas bambas, sem calcinha, sentindo o esperma ainda sujo na minha bunda enquanto descia as escadas. Entrei no carro, fechei a porta e, só então, permiti que uma das mãos descesse até meu clitóris . Gozei em menos de um minuto, relembrando cada segundo: o jeito que ele me abriu, me fodeu sem pedir licença, me fez lamber o próprio chão. Cheguei em casa usada, suja, dolorida e absurdamente excitada. A melhor sensação daquela noite não foi só ter sido fodida — foi ter sido completamente dele, sem resto de pudor, e ainda querer mais.
