O amante imaginário da minha mulher se tornou real

Um conto erótico de Fábio
Categoria: Heterossexual
Contém 1133 palavras
Data: 05/03/2026 14:27:01
Última revisão: 14/05/2026 02:05:22

O Diário, A Fantasia e A Realidade

Tudo começou no dia 23 de fevereiro de 2024. Eu cheguei mais cedo do serviço e encontrei o quarto arrumado, mas a gaveta da cômoda entreaberta. De lá, caiu um caderno de capa dura, que eu nunca tinha visto antes: o diário de Letícia. Ao ler, senti um misto de choque e excitação que não imaginava ser possível. Nas páginas, ela não falava apenas de um caso qualquer; descrevia uma obsessão inteira por um homem chamado Raul. Segundo suas palavras, ele tinha por volta de 40 anos, jeito rústico de quem nasceu e cresceu no campo, descendente de alemão, pele branca marcada pelo sol, mãos grandes e fortes e um sorriso safado que fazia qualquer mulher perder o juízo.

Ela escrevia com detalhes como eles transavam por todos os cantos da casa — na cozinha, na sala, na varanda — enquanto eu, Roberto, seu marido, estava por perto, trabalhando ou assistindo televisão, sem saber de nada, ou como ela mesma escreveu: "cego para o que realmente mexe comigo". Confessava que a fantasia era tão forte que já não sentia mais desejo por mim. O trecho final era uma promessa escrita com letra apertada de tanta vontade: “Na próxima vez, ele vai tomar o meu cuzinho pela primeira vez. Vou me entregar inteira para o Raul, do jeito que sempre sonhei.”.

Ao invés de confrontá-la ou brigar, eu decidi transformar aquele desejo dela em um projeto meu. Comecei a observar os funcionários da minha pequena empresa de materiais de construção, procurando exatamente o perfil que ela idealizava. Foi então que encontrei Fernando. Tinha 42 anos, voz grave, porte físico forte, mãos calejadas de carregar peso todos os dias, e o mesmo jeito simples e rude que ela descrevia.

Durante algumas semanas, nos aproximamos em conversas de fim de expediente, regadas a cerveja gelada e histórias de sacanagem. Até que um dia mostrei a ele trechos do diário, expliquei tudo e ofereci um bom dinheiro para que ele se tornasse o tal Raul, transformando o sonho dela em realidade. Ele topou na hora, sorrindo daquela forma característica. Combinamos que ele usaria o apelido de Seixas, se apresentaria como entregador de cimento e que manteria sempre o jeito rústico e dominador que ela esperava.

Na semana seguinte, preparei tudo. Instalei câmeras 4K discretas em todos os cômodos: sala, quarto, corredor e área dos fundos. Saí de casa às 08h00, como de costume, mas fiquei escondido no carro na rua de cima, observando tudo pelo celular. Às 08h30 em ponto, ele chegou conduzindo uma carroça puxada por um cavalo, vestido apenas com um macacão de brim surrado, sem camisa por baixo, chapéu de couro na cabeça. Vinha exalando cheiro de suor de trabalho e fumo de corda, tudo exatamente como planejamos.

Quando Letícia abriu a porta, o choque foi visível no seu rosto. Ela paralisou por segundos, reconhecendo ali o homem que só existia nos seus pensamentos e nas páginas do diário. Fernando não pediu licença nem explicou nada. Entrou pisando forte, prensou ela contra a parede da entrada, segurou o pescoço dela com aquela mão enorme e calejada, enquanto a outra mão já invadia o robe de seda leve que ela usava. Começou ali a posse que ela tanto desejava, beijos rudes, apertos fortes, como se ele fosse o dono de tudo.

No quarto, a cena foi intensa, exatamente como nas suas fantasias. Ele a tratou com a força de quem domina a situação, segurando-a firmemente pelos cabelos, empurrando com uma potência que fazia a cama bater contra a parede e os gemidos dela ecoarem pela casa toda. Entre um suspiro e outro, ela gritava que eu era um homem fraco, um frouxo, e pedia para ser rasgada e usada por ele, o tal Raul que ela esperava há tanto tempo.

Depois de horas de prazer intenso, chegou o momento registrado no diário. Ele a virou de quatro, espalhou bastante óleo quente e, devagar mas com firmeza, invadiu a entrada que ela guardava como um desejo secreto. O grito dela foi misto de dor e libertação, como se todos os anos de repressão finalmente tivessem acabado. Ele gozou dentro dela com força, deixando seu corpo e os lençóis todos sujos, marcando-a como propriedade sua, com o desprezo e a autoridade que ela sempre pediu.

Por volta do meio-dia, eu entrei em casa normalmente. Letícia estava sentada na beira da cama, pálida, as pernas ainda trêmulas, a pele brilhando de suor. Fernando continuava deitado nu, com o corpo musculoso à mostra, como se estivesse na própria casa. Eu subi devagar, sentei ao lado da cama, a poucos centímetros do amante dela, e comecei a tirar os sapatos, agindo como se ele não estivesse lá.

Ela me olhava desesperada, confusa entre a realidade e a loucura que havíamos criado. Fernando se levantou calmamente, vestiu o macacão na minha frente, deu um beijo demorado e cheio de desejo na boca dela e saiu sem dizer uma palavra. Eu apenas comentei sobre o cansaço do dia de trabalho e que o tempo parecia que ia mudar. Ela desabou no chão, chorando de emoção, completamente perdida entre o marido que ignorava tudo e o homem que realizou os seus sonhos mais profundos.

No dia seguinte, oficializei o acordo com Fernando. Ele agora tinha passe livre na minha casa. Deveria vir duas ou três vezes por semana, usá-la da forma que quisesse, explorar cada parte do seu corpo, mantendo sempre viva a imagem do Raul que ela amava. O pagamento estava acertado, e a fantasia dela já era rotina.

Na última sexta-feira, o jogo ganhou uma nova proporção. Eu estava deitado no sofá da sala, fingindo estar dormindo, enquanto ele subia para o quarto. O som dos corpos se chocando e dos gemidos dela preenchia cada canto da casa. Depois de horas sendo usada de todas as maneiras possíveis, exausta e completamente entregue, ela olhou para ele com os olhos brilhantes e deu o próximo passo da nossa história:

— Na próxima vez, traz outro cara. Tem que ser alguém igual a você, rústico, forte, que saiba dominar. Quero que vocês dois me usem juntos nesta cama, me dividam, enquanto o Roberto fica aí embaixo fingindo que não vê nem ouve nada.

Ela não queria apenas o homem dos sonhos, queria a destruição completa do seu papel de esposa tradicional. Queria ser dividida, compartilhada, humilhada e satisfeita por dois estranhos, enquanto eu, o marido, permanecia ali, ignorando ou assistindo a tudo de perto. E para mim, que transformei o seu diário em vida real, esse era apenas o começo de uma nova fase de desejos, fetiches e prazeres sem limites.

Observação: Esta história narra relações consensuais entre adultos. A narrativa é uma obra de ficção, sem intenção de incentivar práticas que contrariem a lei ou os bons costumes.

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Comentários

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guri, tu vai apanhar dos caras, kkkk. ótimo ótimo ótimo trabalho. show é pouco, amei muito

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Muito empolgante e exitante esse começo, torcendo para que o seu plano de certo, e sua esposinha se divirta e goze muito na caceta desse comedor, e de outros que com certeza virão.

Também sou Agricultor e talvez me enquadrace no perfil do amante imaginário da sua esposinha, e uma pena que moro muito longe.

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nossa muito bom mesmo, nao se importe com ofensas, sao pessoas invejosas que nao tem coragem de escrever o que sentem

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Verdade que ele falou, tenha esperança, fe, reze muito, faça yoga tome remediar calmamente, e bola pra frente, bem vindo

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kkk, bem vindo pra ser ofendido por dar entretenimento pra pessoa incrível e pra pessoas sem nível algum pra entender que estamos trabalhando pra satisfazer o nosso desejo e realizar as fantasias de todos. gostei muito do conto, continue sendo este escritor real

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é a minha primeira vez que escrevo um relato, peço desculpas por quaisquer erros gramaticais, prometo que vou aceitar qualquer crítica construtiva e sabia, só não vou aceitar ofensas pessoais, pois vou responder no mesmo patamar, espero que entendam esse o meu pensamento, pois vejo tantas pessoas agredindo atores incríveis sendo ofendido de forma infinita. obrigado por tudo

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Vai defender com os chifres né

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ACHO que vc está aprendendo como fazer pra descobri os seus.

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poderia dormir sem essa, kkk. não tem necessidade de ser tão baixa assim, mas cada um com a sua natureza.

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