Capítulo 6: A Ordem do Fazendeiro
O relógio na parede marca 1:02 PM, o sol de junho entrando pelas janelas e aquecendo o quarto enquanto Thiago se ajeita na cadeira, os olhos ainda arregalados da última história. Ao seu lado, uma enfermeira nova, Carla, de uns 25 anos, pele morena e cabelo preso num rabo de cavalo, se junta, curiosa, trazendo um copo d’água pra mim. “Seu Alexandre, o que o Heitor fez depois daquela noite com a Clara?” Thiago pergunta, ansioso. Carla ri baixo, inclinando-se pra frente. “Eu ouvi dizer que suas histórias são loucas. Conta mais!” Eu dou um riso rouco, a voz tremendo com o peso das memórias. “Calma, rapazes. O dom me tirou da casa do Heitor, mas me jogou num jogo ainda mais sujo. Volta comigo pra 73, que te conto.”
Depois daquela madrugada com Clara, a tensão na casa do Heitor ficou sufocante. Ela me evitava, os olhos baixos, as mãos trêmulas ao passar o café, enquanto Heitor me olhava com um cenho franzido, como se cheirasse algo podre no ar. O dom pulsava em mim, um fogo que não apagava, e eu sabia que não podia ficar. Uma semana depois, um amigo do bar, Zé, me chamou pra um trampo numa fazenda a 20 quilômetros dali. “O dono tá precisando de um peão forte, Páris. Vai lá,” ele disse, batendo no meu ombro. Peguei minha mochila, o corpo ainda carregando o peso da culpa, e pedalei até lá, o sol escaldando a nuca, a poeira das estradas de terra grudando na pele.
Cheguei à Fazenda Santa Cruz ao meio-dia, o portão de madeira rangendo ao abrir. A casa era maior que a do antigo patrão, paredes brancas descascadas, um alpendre com cadeiras de palha. O fazendeiro, um homem alto e barrigudo chamado Otávio, me recebeu, os olhos escuros me avaliando. “Você é o Páris? Ouvi dizer que você tem um jeito especial com as mulheres,” ele disse, um sorriso torto no rosto. Antes que eu respondesse, ele apontou pra dentro. “Minha esposa, Dona Marta, tá lá. Quero que você a foda na minha frente. Se fizer bem, te dou o emprego.” Fiquei paralisado, o dom me queimando, mas o desespero de um trampo falou mais alto. Assenti, o coração disparado.
Entrei na sala, o chão de tacos rangendo, o cheiro de cera e perfume caro no ar. Dona Marta tava lá, 40 anos, uma mulher de curvas generosas, pele branca como leite, o cabelo loiro preso num coque frouxo. O vestido verde escuro abraçava os seios fartos, os mamilos marcados contra o tecido, a cintura fina descendo pra quadris largos e coxas grossas. Os olhos azuis me encararam, um misto de vergonha e excitação, e o dom explodiu, forçando-a a se render. Otávio se sentou numa cadeira, os braços cruzados, um charuto aceso na mão. “Vai, Páris. Mostra o que sabe,” ele ordenou, a voz grave.
“Você me quer, né?” rosnei, avançando e agarrando o cabelo dela, puxando com força. Ela gemeu, o som doce ecoando, e eu dei um tapa leve no rosto, a bochecha corando. “Então me dá o que eu quero,” ordenei, rasgando o vestido, expondo os seios grandes, os mamilos rosados e duros, a barriga ligeiramente arredondada, e a buceta, os lábios inchados e rosados, cobertos por um tufo loiro, já brilhando de umidade. Ela caiu de joelhos, as mãos trêmulas desabotoando minha calça, o pau duro saltando pra fora.
“Chupa,” rosnei, puxando o cabelo e guiando-a. A boca dela, quente e úmida, envolveu a ponta, a língua lambendo devagar, provando-me como se fosse um ritual. Eu gemi, as mãos apertando o cabelo, forçando-a a me engolir inteiro. A garganta apertou, quente e molhada, e ela engasgou, os olhos lacrimejando, mas cheios de desejo. “Isso, engole tudo,” eu disse, metendo na boca, o som molhado ecoando na sala, misturado ao barulho do charuto crepitando nas mãos de Otávio. Ela sugou com fome, a língua dançando nas veias, as mãos agarrando minhas coxas, as unhas cravando na pele.
Puxei o cabelo com mais força, fazendo-a engasgar enquanto metia, o pau batendo na garganta. “Você é boa nisso,” rosnei, sentindo o prazer subir, bruto e selvagem. Ela olhou pra mim, as lágrimas escorrendo, e acelerou, a boca tremendo, o som da saliva enchendo o ar. O primeiro orgasmo dela veio sem aviso, o corpo tremendo, as mãos agarrando minhas pernas enquanto ela gozava só de me chupar, a buceta visível sob o vestido rasgado encharcando a coxa, o líquido pingando no chão. “Porra, ela gozou!” Otávio riu, batendo o charuto no cinzeiro.
Eu a levantei, empurrando-a contra a mesa, o tampo de madeira rangendo. Levantei o que restava do vestido, expondo a buceta pulsante, e alinhei-me, metendo de uma vez. O calor úmido me engoliu, e ela gritou, as mãos cravando na mesa. “Páris!” ela arfou, o corpo se arqueando, e eu comecei a foder, os quadris batendo contra a bunda redonda, o som molhado ecoando. Puxei o cabelo de novo, forçando a cabeça pra trás, e dei um tapa na bunda, a pele branqueando e vermelhando. “Aguenta,” rosnei, metendo mais fundo, a buceta pulsando em volta do meu pau.
O segundo orgasmo explodiu, o corpo dela convulsionando, um gemido alto escapando enquanto a buceta se contraía, o líquido quente escorrendo pelas coxas e pingando no chão. “Ai, meu Deus!” ela gritou, as pernas fraquejando, os olhos revirando. Eu não parei, fodendo com mais força, o terceiro orgasmo se aproximando. Ela agarrou a mesa, as unhas arranhando a madeira, e gozou de novo, o corpo tremendo, o suco jorrando e molhando a mesa, o gemido rouco ecoando enquanto Otávio acendia outro charuto, os olhos fixos.
“Mais!” ela implorou, a voz quebrada, e eu a virei de lado, uma perna levantada, metendo mais fundo. O quarto orgasmo veio rápido, o corpo se arqueando, os seios balançando, o líquido jorrando e pingando no chão. “Páris, eu… ai!” ela gritou, o prazer a fazendo desmaiar por um instante. Eu a segurei, fodendo sem parar, o quinto orgasmo explodindo, a buceta se contraindo num ritmo frenético, o corpo colapsando contra a mesa, o suco escorrendo em riachos.
O gozo me pegou, um rugido escapando enquanto eu puxava o pau pra fora e gozava na cara dela, o esperma quente jorrando, escorrendo pelo rosto, pingando no queixo e nos seios expostos. Ela arfou, o rosto marcado, os olhos fechados em êxtase, o corpo ainda tremendo. Otávio bateu palmas, rindo. “Belo show, Páris. O emprego é seu.” Levantei a calça, o coração disparado, sabendo que o dom me dera um trampo, mas também um mestre perigoso.
Thiago e Carla trocaram olhares, o rosto dele vermelho, o dela pálido. “Seu Alexandre, isso… é inacreditável,” Thiago disse, a voz trêmula. Carla balbuciou, “Você realmente fez isso?” Eu ri, a voz fraca, os olhos perdidos. “Fiz, rapazes. O dom me dava poder, mas me tornava escravo. Quer saber o que Otávio exigiu depois?” Eles assentiram, hesitantes, e eu sorri. “Amanhã te conto, se eu aguentar.”
