Tenho 36 anos e sou casada com o Mauro. Ele foi o meu primeiro namorado e o meu único homem. No inicio do casamento tínhamos uma vida muito ativa, mas com o passar dos anos, ele foi-se interessando mais pelo trabalho e posso contar pelos dedos de uma mão o número de vezes que transamos por ano.
Eu tento me vestir de forma mais ousada para chamar a atenção dele, mas a única coisa que consigo é a atenção de outros homens na rua. Tenho uma cara que chama a atenção, lábios carnudos, olhos grandes, cabelo negro e curto, a minha estatura é média, seios avantajados, mas durinhos, talvez porque nunca tivemos filhos. Gosto de usar saias curtas, deixando as minhas pernas bem torneadas expostas e realçando a minha bundinha.
Foi desabafando com uma amiga e ela me contou dos swings em que participa com o marido. Falei para ela que nunca teria coragem. Ela contou-me também da transa que teve com um cara que conheceu nas redes sociais e até me mostrou o conto que ele tinha escrito. Disse-me que nunca tinha visto homem tão dotado e contou-me o prazer que isso lhe tinha dado, descrevendo-me a rola dele grossa e um pouco torta.
Nessa noite, quando o meu marido adormeceu, eu liguei o computador e li o conto de que ela falava e me toquei, coisa que já não fazia desde que era novinha.
Nos dias seguintes fiquei pensando no que a minha amiga me tinha contado e numa noite inevitavelmente, me liguei na rede social do cara. Chamava-se Edgar, vi com atenção as fotos do cara, era baixo e entroncado, não era bonito, mas atraente e só passado algum tempo percebi que ele estava online. Nessa altura começámos a falar.
Nos dias seguintes à mesma hora voltámos a falar, e logo percebi que ele era um homem interessante. Obvio que com o passar dos dias, fomos ficando mais íntimos e eu falei-lhe no que a minha amiga me tinha contado e como estava curiosa em relação à pica dele. Ele então disse-me que só a mostraria se eu ligasse a câmara e me mostrasse também para ele. Eu liguei a câmara e ele comentou que me achava muito bonita. Gostei de ser elogiada, mas ele queria ver mais e que só nessa condição me mostraria a pica dele.
Nessa noite não tive coragem, mas na noite seguinte, abri o robe e me mostrei em lingerie, que por acaso era bem curtinha, deixando os meus peitos bem apertados, e saindo quase todos de fora do soutien. O cara me elogiou bastante e se mostrou também, mas apenas de cueca, por acaso bem apertada, o que dava para ver que era dotado e então disse-me que só tiraria a cueca se eu mostrasse mais de mim para ele. Recusei, mas nessa noite corri para o banheiro e me toquei, pensando nele, me beijando, e metendo a rola em mim.
Estava ficando tarada e pensando só em sexo. Aquele homem estava me enlouquecendo. Na semana seguinte, o meu marido viajou em trabalho e ficaria dormindo fora de casa por 3 dias.
Ganhei coragem e combinei com o cara nos encontrarmos, com a condição que era só para jantar. Dizia para mim mesmo, qual era o mal? era só para flirtar! mas no intimo, ansiava por algo mais.
Conversámos como velhos amigos, o seu papo era cativante e ao fim de duas taças de vinho eu já falava que queria ver o membro dele torto e grosso.
Ele me levou para um motel com a promessa que seria só para eu o tocar e masturbar. A minha vergonha era enorme, se apoderando de mim o receio de que alguém conhecido me visse. Cada carro que passava eu escondia o rosto.
Quando chegámos ao quarto e trancámos a porta senti um enorme alivio. Tudo o que fizesse ali, ninguém ia ver.
O cara logo me agarrou, com a sua lingua procurava a minha e eu me entreguei. Entre amassos, nos fomos despindo. Fiquei só com um conjuntinho de licra, meias presas a um cinto de ligas, calcinhas e soutien da mesma cor. Só deixei tirar o soutien e ele ficou logo tarado, lambendo e chupando os meus seios, o que me deixou mais acesa.
Então ele segurou na minha mão e me levou até à cama. Fiquei sentada na ponta da cama, e ele me empurrou o tronco para trás com delicadeza e eu me deixei cair e institivamente coloquei os pés em cima da cama e abri as pernas e ele automaticamente me começou beijando e lambendo as coxas e depois afastou o elástico das minhas calcinhas, expondo a minha bucetinha. Aí ele exclamou que eu era bem bucetuda e eu obvio que corei.
Estremeci quando a lingua aspera e húmida dele começou a passar nos meus lábios vaginais. Ah como ele lambia e chupava gostoso! O elástico da calcinha atrapalhava. Logo a calcinha que eu não queria tirar, estava abaixada e presa apenas na canela. Eu agarrava pelos cabelos, gemia e dizia para ele não parar. A minha buceta pingava de tesão. Que orgasmo forte me arrebatou. Nessa noite percebi o que era levar um banho de lingua.
Fiquei mole na cama, completamente entregue, já sem me importar em oferecer resistência. Tudo o que queria era que aquele homem me penetrasse, me possuísse. Naquela hora, podia ser qualquer homem que tivesse pica, não pensava em mais nada.
O cara estava todo nu na minha frente e eu só tinha olhos para a pica grossa e torta dele. Deu-me muita vontade de pegar nela e chupar. Não sabia chupar muito bem, mas fi-lo com vontade, ao mesmo tempo que o masturbava, sentindo-me cada vez mais acesa. Até que ele me fez deitar de costas novamente e se deitou em cima de mim, num papai mamãe, esfregando o membro dele bem na entrada da minha grutinha. Naquela altura estava prestes a acontecer, não dava mais para voltar para trás. Ia ser possuída por outro homem, que não o meu marido.
De repente o pau desse cara estava entrando em mim, entrando na minha xaninha apertada, me arregaçando. Era pele com pele. O ser algo proibido, naquela altura ainda me acendia mais, e fui deixando acontecer e quando dei por mim, estava rebolando, me ajustando ao ritmo das bombadas, deixando escapar gemidos e palavras soltas, pedindo para ele meter mais, para meter mais forte, e mais gemidos roucos de desejo, até chegar ao climax, forte, como há muito não tinha. O meu corpo estremeceu e depois ficou mole, enquanto o coração batia descompassadamente, enquanto o cara continuava me possuindo, me chamando de gostosa, falando o quanto eu era apertada, me chamando de safadinha, de casada que dá para qualquer um e aí eu caindo na real, passando pela minha cabeça o risco de poder engravidar ou de contrair doenças sexuais. Até que de repente o ritmo dele aumentou, o corpo tremeu e de repente parou e eu senti os jatos de semen dele invadirem a minha grutinha.
Corri para o banheiro, me lavei e me vesti rapidamente. Tudo o que queria era sair rapidamente dali. Cheguei a casa e me sentia suja, diferente, como tinha sido possível trair o meu marido? Sentia que ele podia me olhar e perceber no meu rosto. Eu o amava, tinha sido só por prazer. Passado alguns dias tudo normalizou e eu me acalmei.
Hoje o arrependimento passou e só me lembro como foi gostoso e de como fui muito bem fodida.