Quando minha mãe Paula acordou bem mais tarde após ter dormido desde aquela manhã quando fiz massagem nela e fizemos amor, encontrou o jantar pronto feito por mim e me deu um abraço enorme de agradecimento, estando cheirosinha e com os cabelos úmidos.
Ficamos conversando muito mais sobre a massagem que a relaxou dando um sono reconfortante, do que sobre o sexo. Ela confessou que não via a hora de contar para Lorena de como tinha se soltado fazendo amor comigo, porque era algo que sua amada insistia que ela fizesse.
Mais tarde minha mãe Lorena chegou e esquentei a comida e a servi, e empolgado como eu estava percebeu que havia algo. Estávamos Paula e eu fazendo companhia durante seu jantar.
– O que houve que você está tão animado filho, perguntou com seu sorriso lindo.
– Muitas coisas boas, mas é a Paula quem vai te contar quando estiverem sozinhas.
Paula balançou a cabeça confirmando e nosso assunto mudou.
Mais tarde quando saí de meu quarto as ouvi fazendo amor e elas já não se continham como antes, mas eu estava tão satisfeito com o que fiz com Paula pela manhã que não me excitei as imaginando. O que realmente senti foi alegria por elas estarem se pegando mostrando que eu não interferia no relacionamento sexual delas, o que era muito bom para mim pois não se sentiriam culpadas por gostar de fazer amor comigo.
O sexo com Paula ficou bem frequente, ainda menos do que com Lorena. Tarado eu tomava a maioria das iniciativas para fazer amor, mas com frequência Lorena e Paula também iam direto ao assunto ou davam indiretas que davam início a mais uma sessão de amor.
Depois daquele dia que fiz massagem em Paula, Lorena ficou sabendo de tudo o que aconteceu e quando conversamos estava feliz pelas decisões concordando com todas, inclusive que eu agora era o homem da casa e delas duas assumindo as responsabilidades de cuidar das contas, manutenções, assinaturas e etc, que acontecem em uma casa. No nosso caso, apartamento.
Só não assumi ser o provedor, pois não me deixaram porque eu deveria estudar e me formar para orgulho delas e com certeza daria esse orgulho.
Em uma noite em que as duas tinham trabalhado pela manhã, após jantarmos juntos e deixar tudo arrumado em três, fui para meu quarto e elas ficaram na sala. Uma hora depois quando decidi buscar algo para tomar na cozinha, fui pelo corredor e quando cheguei a sala tive uma visão emocionante.
Sem que elas me vissem, parei no início do corredor e fiquei olhando aquelas duas mulheres maravilhosas, diferentes uma da outra, de pijaminhas de shorts e blusinha sentadas um de frente para a outra no sofá com as pernas envolvendo o corpo da parceira. Elas trocavam carinhos não sexuais, mas o que mais me chamou atenção eram seus olhares apaixonados uma para a outra, mostrando todo o amor que sentiam.
Meu coração acelerou com o romantismo da cena e por serem as duas mães que eu amava e era muito bom que elas se amassem tanto. Naquele exato momento me veio em mente que eu seria muito egoísta de me intrometer na relação afetiva delas e mais ainda na sexual. O desejo de fazer cada uma delas gostar mais de fazer amor comigo do que com a outra evaporou. Para que? Elas já faziam amor comigo e gostavam e não cabia esse desejo imaturo e infantil de ser melhor. Podíamos conviver muito bem com todos gostando de fazer amor com todos.
Nesse caso separadamente como 3 casais sendo o segundo desejo a se evaporar, quando me dei conta que não queria mais fazer amor com as duas juntas como havia sugerido em diferentes oportunidades a elas. Não poderia de forma alguma macular o relacionamento delas com minha intromissão e porque eu precisaria, se elas duas já me davam o privilégio de fazerem amor comigo também. Foram tão fortes esses sentimentos que desejei falar a elas, mesmo as atrapalhando, então fiz ruídos para perceberem minha presença.
– Ham, ham. Por favor não parem, pois nunca vi uma cena de amor tão linda. Só preciso falar algo e logo as deixo sozinhas novamente.
Elas pararam os carinhos, mas não se moveram do lugar e Lorena quis justificar o que não precisava ser justificado.
– Uma das coisas boas que aconteceu é que não precisamos mais ficar escondendo nossos carinhos de você.
– Não precisam mesmo. Vocês não sabem quanto estou feliz de ver como se amam e as vendo assim tomei duas decisões.
– E quais são, Paula perguntou com as duas olhando por mim.
– Eu tinha falado para você mãe Lorena e até dando indiretas a você mãe Paula que queria fazer amor com as duas ao mesmo tempo, mas depois de ver essa cena não quero mais. Vocês devem ter seus momentos íntimos com sempre tiveram, sem que eu atrapalhe. Já me bastam tudo o que me dão e é melhor continuar com estamos fazendo amor separadamente.
As duas se entreolharam e sorriram parecendo aliviadas e felizes.
– Nosso jovem filho já é adulto e maduro, Paula falou a Lorena.
– É sim. Acho que o criamos bem.
– Sim, nós o criamos. Ele tem me surpreendido muito. Você disse duas decisões, Paula cobrou.
– Não sou tão maduro, pois um de meus desejos era querer que vocês gostassem mais de fazer amor comigo, algo bem infantil. Muita idiotice, pois, um não precisa ser melhor do que o outro se cada um é bom para quem está fazendo seja com quem for de nós. Me perdoem pensar assim.
– Só prova que você é maduro tendo superado esses desejos e você mesmo já deu a resposta. O que importa é que estejamos gostando e fazendo com quem amamos, seja quem for o outro entre nós. Já te disse que gosto muito de fazer amor com você, mas não vou gostar mais do que gosto com a Lorena, pois envolve muito mais do que sexo.
– Eu também sinto o mesmo amor, Lorena falou a Paula.
– Estamos todos bens e vou dormir muito feliz e aliviado por ter tomado essas decisões depois de ver essa cena linda de amor entre vocês, mas sério, ainda não sou tão maduro, brinquei sorrindo.
– Porque não Lorena, perguntou.
– Hoje vi uma cena romântica entre vocês, mas pelo mens um vez, gostaria de ver uma cena com vocês fazendo amor, falei sorrindo.
Elas se olharam e Paula me deixou ainda mais feliz e empolgado.
– Pela relação que temos com você agora, não temos mais fechado as portas todas as vezes, então qualquer hora, você pode ir até ela quando escutar algo e assistir o que você quer ver.
– Obrigado. Obrigado, minhas mães lindas. Agora se divirtam, pois, só vou pegar uma bebida e vou para meu quarto pensar nessa conversa. Amo vocês. Boa noite.
As duas me deram boa noite e rapidamente fui buscar algo na geladeira e fui direto para meu quarto. Além da conversa e da cena linda que vi delas, estava empolgado por terem me liberado assisti-las fazendo amor. Pelo menos uma vez, mas pelo jeito que Paula tinha falado, poderia mais vezes se a porta estivesse aberta enquanto se amavam, mas certamente não iria abusar.
Se não estava no colégio e uma delas chegava cansada, virou comum fazer massagem para relaxa-las. Nem sempre terminava em sexo e das vezes que terminava era mais um papai e mamãe para finalizar o relaxamento. Poucas vezes ficava intenso como na primeira vez com Paula ou Lorena, mas acontecia.
Estava vivendo no paraíso e mesmo todos os percalços que a vida trás eram enfrentados por nós com muito mais disposição. Tendo aliviado muito o trabalho duplo delas de também cuidarem do bom andamento da casa, elas tinham mais disposição e vontade de fazer amor comigo e claro, entre elas.
Uma tarde, eu e Paula fizemos um papai e mamãe muito intenso e não bastou, mas estávamos no intervalo de descanso deitados abraçados trocando carinhos e conversando, e eis que curiosa faz um pergunta que abriu uma oportunidade de revelar a elas meus desejos.
– Filho, tem algum jeito que ainda não fizemos amor que você gostaria de fazer?
Sabia que ela perguntava sobre alguma posição que não tínhamos feito, sabendo que eu gostava de testar varias, a maioria não sendo como imaginava. No entanto, fui muito safado.
– Tem dois jeitos que faço com a Lorena e ainda não fizemos, mas no caso dela, partiu dela, pois não teria coragem de propor.
– E como são, perguntou ingênua ainda pensando ser sobre novas posições.
– Oral e anal.
Ela levantou o rosto de meu peito e me olhou chocada.
– Sabia que ela fazia, mas não que partiu dela.
– Estávamos naquela dela testar fazer sexo com homem, então quis testar tudo, no fim gostou.
Paula ficou um pouco pensativa.
– Você disse que não tem coragem de propor, então gostaria de fazer comigo?
– Ahh Paula. Sou um jovem de 18 anos que tem duas mães lindas e gostosas que fazem amor comigo. As duas com bumbuns de torcer o pescoço e o seu é de verdade exageradamente lindo e gostoso. Claro que eu gostaria, mas não preciso.
Novamente ela ficou pensativa por alguns segundos.
– Sempre tive certeza absoluta que jamais gostaria de fazer sexo sendo penetrada e por fim você me fez gostar e estou adorando. Como te amo muito, para realizar seu desejo talvez eu possa experimentar cada um desses desejos. Se por acaso gostar, continuamos.
Meu coração começou a bater forte como se fosse um tambor de escola de samba contra o seio espremido de Paula. Meu pau ganhou vida em segundos ficando duro, muito duro.
Eu nem consegui falar antes de ela perceber minhas mudanças físicas.
– Pelo jeito você quer mesmo o bumbum de sua mãe. Seu coração está pulando e seu pau cresceu na hora. Nunca vi tão rápido, falou sorrindo.
– Não faz falta você sendo tão deliciosa, mas sou homem. Só que é uma situação muito dominante do homem. Tem certeza que vai ficar bem, perguntei preocupado não querendo a obrigar fazer algo que a deixaria mal.
– Tem alguma posição que eu fique por cima? Talvez você tenha razão e amei você preocupado comigo assim. Por isso você é e será o único com quem faço essas coisas.
Na hora me veio em mente ela montando em mim ou em meu colo me dando a chance de brincar com seus seios. Deixaria que ela escolhesse.
– Se você montar em mim, não será nada dominante de minha parte, pelo contrário porque você controla tudo. Pode ser também em meu colo que é quase igual, mas me dá a chance de poder mamar também.
– Uhmmmm. As duas são boas, mas como será muito difícil eu gozar só montando, teria uma chance com você mamando.
– Você pode se tocar enquanto me monta e conseguir gozar e terei uma visão que me dará muito tesão vendo esse corpo lindo me montando fazendo o que estaremos fazendo.
– Seu safadinho. Com a Lorena você tem algo para ajudar e não machucar?
Fui pego de surpresa porque imaginei que aquela conversa nos levaria a tentar em uma próxima vez e não naquele momento.
– Você está pensando em fazer agora? Pensei que era para uma próxima?
– Por que? Você não quer agora? Se deixar para depois talvez eu desista quando pensar bem, me provocou.
– Claro que eu quero e tenho sim um gel. No início a Lorena usava, mas agora não precisa mais.
– Aquela safadinha. Ela ama fazer amor com você. Na verdade, eu também estou amando. Pelo menos em relação a você tenho que admitir que não sou mais só lésbica.
Dei um sorriso imenso por sua confissão que eu sabia ser muito difícil para ela admitir. Brinquei com ela.
– Continue assim para sempre não sendo só lésbica só para mim.
– Não tem perigo nenhum de mudar. Amo a Lorena e com você é bom pois te amo mais do que tudo por nossas relações afetivas e de sangue. Vá lá buscar o Gel antes que eu desista, falou saindo de cima de mim me liberando.
Fui pegar o gel e ver sua cara safadinha quando retornei não tinha preço. Não só Paula era lésbica como sempre tinha uma postura mais séria e ela estava totalmente diferente. Entreguei a bisnaga para ela e me deitei no centro de minha cama de casal comprada semanas antes.
Paula sentou em minha coxas, abriu a bisnaga e levou a mão entre as pernas espalhando bem por seu rego e cuzinho. A observar fazendo isso, já quase me fazia gozar. Em sequência, besuntou todo meu pau exageradamente, mas quanto menos sentisse dores, mais chances de fazermos novamente. Paula estava concentrada no que fazia e eu já pensava em mais sacanagem.
– Se você gostar ao ponto de repetirmos, na próxima gostaria de você de 4.
– Como você me poupou dessa posição hoje, eu deixo, mas vamos ver antes se gosto.
Paula se levantou de minhas coxas e ajoelhada se posicionou sobre meu pau. Então o pegou o posicionando na vertical e se agachou até o sentir em seu cuzinho.
– Não acredito que estou fazendo isso e dessa vez nem foi você quem me convenceu, falou soltando levemente o peso colocando pressão.
– Querer eu queria muito, mas nunca iria te obrigar.
– Você nunca nos obrigou a nada e mesmo assim conseguiu tudo. Aliás, se tivesse obrigado não conseguiria. Ahhhhhhuuuuuu, deu um gritinho quando minha glande abriu suas preguinhas e entrou metade.
Eu tinha puxado travesseiro e ainda cruzei meus braços por baixo de minha cabeça me dando o ângulo para assistir aquele corpo deslumbrante de minha mãe Paula sobre o meu enterrando seu rabinho em meu pau que ela ainda segurava. Tinha a visão da penetração me fazendo temer gozar antes da hora. Felizmente tínhamos feito amor pouco antes.
Senti que Paula relaxou seu anelzinho e soltou mais peso engolindo minha glande inteira.
– Ohhh deus, ele é tão grandeeee, mas não estou sentindo dores tão fortes. É mais um desconforto.
Com aquela visão a minha frente, me vendo penetrar no cuzinho daquele corpo divino de minha mãe, percebi que não conseguiria me segurar, então infelizmente tive que pensar em algumas coisas ruins para não gozar. Enquanto isso, milímetro por milímetro Paula se afundava dando gemidos intensos de prazer.
– Ahhnnnnnnnn. Mummmmmmmmmm.
Nossos olhos se cruzavam aumentando o prazer.
– Você é tão apertadinha mãeeeeee.
– Culpa desse pau tão grossoooo. Uhhhhuuuuuu.
Metade ela já tinha engolido e eu já não sabia se preferia ela de 4 ou naquela posição, me dando toda a visão de seu corpo sinuosos e tonificado, mas faltava a visão de seu bumbum. Se ela gostasse, eu realizaria esse desejo. Até aquele momento Paula não parecia estar desgostando.
Nada do que vi em vídeos eróticos antes tinha me preparado para aquela visão e não tinha como mesmo. Aquela deusa loira era minha mãe, minha irmã de sangue, tinha um corpo delicioso e por amor a mim, se entregava a algo que nunca aceitou fazer antes. Do nada saiu lá de dentro de meu peito.
– Eu te amo mãe.
Em meio a suas caretas de desconforto ela sorriu.
– Você já realizou seu desejo. Ahhhnnnnn. Não precisa me convencer, brincou.
– Não falo por estar realizando meu desejo, mas por aceitar fazer isso por mim. Sei que me ama e te amo de volta.
– Pode ter certeza que foi por muito amor, mas acho que estou gostando. Ahhhuuuu, gemeu faltando uns 3 centímetros para se enterrar toda.
– Eu também, falei o obvio sorrindo.
Alguns segundos depois ela sentou aquele bumbum fofo em minha coxas.
– Ahhhhhh, foi tudoooooooooooooo.
Meu olhos estavam vidrados no encontro de nossos corpos onde meu pau não podia mais ser visto e saber que estava inteiro enterrado em seu cuzinho me levava perigosamente a beira do gozo, mas eu me controlava.
– Não está fácil me segurarrrrrr, a avisei.
– Me espera. Vamos tentar juntos.
Depois do presente gigantesco que me deu, precisava ao menos atender seu pedido, mas tendo aquela visão não era fácil.
– Vou começar a me mover um pouquinho e me tocar.
Quando começou ir e vir escorregando em minhas coxas, Paula levou seus dedos femininos a sua bucetinha muito aberta naquela posição e com o dedo médio, começou a esfregar seu grelinho exposto.
– Ahhhhhnnnnnn. Tão bommmmmm.
Não bastasse tudo o que eu já via, pela primeira vez a vi se masturbando enquanto tirava e colocava meu pau em seu cuzinho todo esticadinho. Com duas mães tão gostosas e lindas era difícil classificar o que era mais lindo e excitante, mas aquela visão certamente estaria nas top 5.
Seus movimentos de ir e vir ficavam mais longos me dando a visão de meu pau saindo mais e desaparecendo. Paula olhava para mim mostrando estar muito excitada e eu pouco falava, pois já estava difícil me segurar.
–Ahhhhhhuuu. É tão safadooooo, falou levando a mão livre para um seio o apalpando.
Foi então que decidi sair do imobilismo da contemplação para a ação e levei minhas mãos para seus seios afastando a sua. Aquelas gotas grandes, cheias e firmes começaram a ser amassadas por 3 dedos enquanto os outros dois seguravam seus mamilos os apertando de leve.
Dois minutos ou mais se passaram, eu segurando meu gozo e Paula chegando ao seu, até que tudo aconteceu.
– Aperta mais forte os biquinhos da mamãe, filho.
Naquelas semanas que fizemos amor Paula nunca mostrou apreciar as dores, mas naquele momento ela estava desesperadamente tarada e saber que repetiríamos, destruiu todas minhas resistências. Apertando e torcendo mais forte seus mamilos eu gozei.
– Ohhhhhhh mãeeeeeeeeeeee. Estou gozandoooooooooo.
Mesmo tendo gozado antes, senti que ejaculava um volume maior do que o primeiro e em um ponto sem volta, Paula também gozou sentindo-se inundada de meu esperma.
– Oh deus. Oh deus. Oh deus. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.
Seus olhos que me encaravam se fecharam, tamanho foi seu orgasmo. Vários jatos de meu sêmen iam lubrificando seu cuzinho deixando ainda mais gostoso aquele vai e vem que ela diminuiu, mas não parou. Era um momento que ficaria para sempre em minha memória, se bem que nada do que fazia com minhas mães lindas e deliciosas seriam esquecidas pois momentos marcantes e deliciosos são impossíveis de se esquecer.
Percebendo seu orgasmo diminuir e ela parar se esfregar seu clitóris, parei também de apertar seus mamilos e só acariciava seus seios, até que por fim ela terminou e se deitou sobre meu peito para descansar e curtir o prazer que a tomou que se ia devagar.
Enquanto descansávamos, com meu pau ainda preso por seus músculos anais, eu a acariciava cheio de amor, pois se o sexo era sempre maravilhoso, só era por sentirmos muito amor um pelo outro. Enquanto nossas respirações iam desacelerando pensei que só houve um problema em fazermos amor daquela forma.
– Foi tudo tão maravilhoso e gostoso e espero que tenha sentido o mesmo, mas para nossa tentativa de engravidar, não ajudou.
Não era porque sabia que minhas mães gostavam de sentir meus cuidados e preocupações com elas que fazia isso. Na verdade, acho que é por eu ser assim é que gostavam tanto. Deitada em meu peito, nem abriu os olhos para me responder.
– Já tínhamos feito antes então não é um momento perdido. E não é que faremos uma vez assim para cada uma vez normal. Acho que para muitas do jeito normal, será uma assim, então não vai atrapalhar, principalmente se você aguentar duas como hoje.
Não me segurei de felicidade quando ela disse que faríamos novamente e sabendo que poderia usufruir daquele bumbum delicioso, conseguiria nem que fosse o quarto gozo em sequência quando repetíssemos.
– Então você gostou?
– Deu para ver, né? Claro que do outro jeito é melhor, mas já que você deseja e gostei, vamos sim repetir. Só que seu outro desejo deixaremos para outro dia.
– Ahhh, mãe. Você foi sempre tão séria. Nunca imaginei que gostaria de fazer amor assim. Sem pressa nenhuma. Só não vá desistir, brinquei
– Não vou. Pelo menos experimentar eu prometo. Você tem me deixado mais descontraída, não só fazendo amor, mas tirando outras responsabilidades de minhas costas, afinal agora é o homem da casa, sorriu.
– Estou gostando dessas responsabilidades pois não me sinto mais tão inútil.
– Não disse que você está bem maduro por sua idade?
Nesse momento senti meu pau finalmente sendo liberado de seu rabinho e sabia que ela precisava de um banho.
– Não posso ter só os benefícios, falei sério, mas sorrindo.
– Você está certo. Tudo tem seu preço, mesmo que adoremos faze-lo.
– Vamos tomar banho mãe. Eu te lavo. Esse é um de meus trabalhos, sorri.
– Safadinho. Vamos.
De tudo que poderia fazer com minhas mães, entre nós, só faltava Paula fazer o oral que ela prometeu que faria. Estava exultante e nunca estudei tanto e fiz tantas coisas para nossa casa.
As situações iam evoluindo com Paula e com mamãe Lorena já fazíamos tudo e conforme ela ia sabendo que Paula se entregava ia ficando mais leve para fazer amor comigo de formas bem safadinhas. Se sua esposa gostava, não precisava mais sentir remorsos de adorar fazer amor comigo.
Eu não tinha as assistindo fazer amor ainda, mas imaginava que era um amor mais maduro e com menos picos de prazer compensando com orgasmos mais longos, diferentes do que tinham comigo.
Lorena aceitava tudo sempre cedendo quando eu tomava as atitudes, mas sempre a respeitando como minha mãe. Nos orais, eu já segurava em sua nunca indo e vindo em sua boquinha, mas nunca a fazendo engasgar e no momento de gozar, sempre a liberava para agir como quisesse.
Um dia enquanto tomávamos banho Lorena me surpreendeu do começo ao fim, pois foi quem quis me fazer um boquete ajoelhada e estava mais safadinha do que nunca e quando gozei, após o terceiro jato ele tirou da boca e apontou os outros para seu rosto quase me matando do coração, pois nunca teria coragem de fazer daquele jeito e nem precisava.
Quando os jatos terminaram, ela voltou a chupar por alguns segundos e quando terminou olhou para mim com o rosto todo escorrido.
– Faz tempo que tenho vontade de fazer isso para você, falou muito safadinha.
– Não precisava mãe. Sério.
– Sei que não, mas eu quis. Desculpe ter tomado a atitude. Você gostou?
Se ela quis fazer aquilo por mim, não ia lhe dizer o quanto estava desconfortável, mas claro que era excitante.
– Por você ter tomado a atitude e feito por mim, claro que adorei, mas já estava gozando de qualquer forma.
– Sei que você está se sentindo desconfortável por ter feito isso em sua mãe, mas por tudo que já fazemos, não precisa. E não é que vou fazer todas as vezes, mas se um dia eu repetir, só curta sem remorsos como agora, falou sorrindo.
– Está bem, mas só para me vingar vou levar você na cama e lamber sua bucetinha até você gozar 3 vezes, falei a levantado e o colocando sob a água para lavar seu rosto.
Fiz o que prometi e a deixei largada de tanto gozar em minha língua e ainda terminei com um papai e mamãe muito intenso.
Mamãe Lorena poderia nunca demonstrar, e eu não precisava saber, mas só considerando o sexo nu e cru, sem levar em conta seus sentimentos por Paula, ela era um pouquinho mais hetero do que bissexual. Talvez por ser safadinha e ter mais opções nessa forma de sexo.
Fazia algum tempo que eu queria fazer algo diferente com elas, com um pouco de adrenalina, nada muito perigoso, só não sabia como. Uma tarde que saí com Lorena, para ir ao banco, estava tão calor que ela foi de vestidinho de alças e uma sandalinha nos seus pezinhos lindos.
No dia anterior as duas tinham ficado de folga em casa e fora aquela primeira vez com Paula, quando Lorena estava junto, nunca fiz amor com uma enquanto a outra estava também em casa por respeito, então tinha passado em branco.
Quando chegamos ao nosso prédio, tive uma ideia safada antes de apertar o 8 de nosso andar. Eu conhecia aquele prédio de cabo a rabo por ter passado minha infância nele, brincando com outros garotos naquelas escadas de incêndio. Em nenhuma delas tinha câmeras e então apertei o andar 7 e quando chegamos, Lorena percebeu o erro, mas a puxei para fora do elevador.
– Vem, vamos pela escada. É só um andar.
Ela sorriu e me acompanhou me dando a mão. Fomos até a porta da escada de incêndio que abria para dentro da escada tendo que a empurrar. Ao chegar em nosso andar sob aquela luz fraca de emergência, parei pouco antes da porta, peguei minha mãe pelos 2 braços e a encostei na parede e só deu tempo de ver seu olhar surpreso, sem tempo para ela reagir.
A beijei fogoso e ela aceitou parecendo tão taradinha quanto eu. Com aquele beijo intenso, tirei sua bolsa do ombro e a larguei no chão. Aproveitando minha mão livre, afastei um pouco a parte de baixo de meu corpo e abri minha calça e abaixei com a cueca.
Beijando com os olhos abertos vi sua surpresa, mas comecei a sentir seus gemidos sendo abafados tendo a certeza que estava gostando. Mais certeza tive quando afastei a calcinha e segurando meu pau logo achei a portinha, pois ao invés de me recusar, se agarrou em meu pescoço.
Não acreditava que ir comer minha mãe na escada de incêndio de meu prédio e que ela não só não tinha recusado, como parecia estar adorando. Fui a penetrado com os joelhos dobrados para dar altura, mas sendo mais safada do que eu deu um jeito de levantar as pernas e as cruzar atrás de minhas costas.
Livre do apoio do chão me levantei e no movimento meu pau entrou inteiro tirando um gritinho sufocado em minha boca. Percebi que não poderia parar de beija-la para não fazer ruídos, mas raramente alguém ia para as escadas sem a energia ter terminado.
Eu estava descontrolado de tesão e a estocava tão forte que em 2 minutos, explodimos juntos em um orgasmo avassalador e empolgante. Quando terminei descobri que queria mais, mas mamãe ainda gozava e não sabia se ela ia querer ou estaria preocupada querendo sair logo daquele lugar. Continuava a estocando fogoso, mas quando percebi seu orgasmo perdendo forças, parei ainda encaixado.
Foi quando percebi ela interrompendo o beijo bem mais calmo com nossos orgasmos tendo acalmado, o meu terminado.
– Porque parou seu safado? Já se satisfez de comer sua própria mãe na escada de incêndio, me provocou deliciosamente.
Nem respondi sua provocação e voltei a beija-la e a estoca-la ainda mais poderosamente fazendo suas costas subirem e desceram pela parede. Com sua provocação e saber que ela estava adorando, não bastou mais só a comer na escada de incêndio de nosso prédio, onde todos nos conheciam.
Como ela estava muito bem presa em minha cintura com suas pernas me envolvendo e seu corpo preso na parede pelo meu peito, com as mãos livres peguei cada uma das suas e as levei para o alto da cabeça esticadas até que as segurei pelos pulsos apenas com uma de minhas mãos grandes.
Mamãe nunca esteve tão sob meu domínio, nem quando meu corpo grande cobria o seu. Ela sentiu isso e seus gemidos ficaram ainda mais intensos. Com a mão livre fui entre nossos rostos os afastando até que nosso beijo se desfez e tapei sua boca com a palma de minha mão.
A sensação de a dominar completamente era poderosa e ela também parecia gostar com seu corpo tremendo e seu gritos se abafando em minha mão. Fiquei com tanto tesão por aquele domínio que liberei meus sentimentos.
– Adoro te dominar assim e fazer o que eu quero com você mãe. Você também gosta?
Na hora ela balançou a cabeça concordando.
– Você está tarada?
Ela virou os olhos mostrando que estava muito.
– Vai querer fazer assim perigoso outras vezes.
Ela concordou.
– Você é deliciosamente safadinha. Vou pensar em outras maneiras de fazer amor assim.
De novo ela concordou.
– Vai contar para sua esposa que fez amor comigo aqui.
Sabia que ela contava tudo a Paula e vice-versa, mas era só para a lembrar e a excitar mais. De novo ela concordou rapidamente enquanto eu a estocava sem descanso, nós dois suados naquela escada quente em um dia de verão.
– Ela é mais responsável que você, mas se ela não recusar, não vai demorar e farei isso também com ela.
Mamãe virou os olhos de tesão enquanto balançava a cabeça como se dissesse para fazer com Paula também. Foi impossível aguentar mais.
– Vou gozar de novo mãeeeee. Tome meu espermaaaa. Ahhhhhhh.
No mesmo instante minha deliciosa mãe de sangue Lorena teve um gozo tão poderoso que depois de alguns segundos senti seu corpo se amolecendo, suas pernas caindo de minhas costas e parecendo desfalecer e precisei ser muito rápido soltando de suas mãos no alto e sua boca, para ir a segurar pelo bumbum para não cairmos juntos.
Ainda a estoquei por segundos terminando de jorrar mais uma quantidade enorme de sêmen direto na portinha de seu útero, pois não a estocava mais. Quando terminei não sabia o que fazer. Se saísse dela teria que a carregar para o apartamento o que era perigoso se alguém saísse ou chegasse no andar naquele momento. Se não a carregasse teria que a deitar no chão, então decidi permanecer onde estava torcendo para ninguém aparecer e ela acordar rápido.
Por sorte acordou antes de 2 minutos um pouco zonza.
– Eu desmaiei?
– Algo assim mãe.
– Foi muito, muito intenso. Acho que por estar na vertical faltou sangue no cérebro, falou a enfermeira.
– Melhor sair daqui. Você consegue ficar em pé.
– Se eu conseguir fechar as pernas depois de me arreganhar tanto, acho que consigo, brincou.
Tirei meu pau daquela delicinha melada, voltei a calcinha e a coloquei em pé contra a parede. Ela estava um pouco cambaleante, mas enquanto vesti minha cueca e minha calça, se recompôs. Antes de sairmos, deu um jeito no cabelo e quando saímos foi sem tentar nos esconder pois poderia ser mais suspeito, mas felizmente ninguém apareceu o que era normal pelo pouco movimento com só 2 apartamentos por andar.
Dentro do apartamento, fomos para o sofá e nos sentamos lado a lado para tomar folego, até minha mãe começar a fazer perguntas por estar curiosa.
– Desde quando você planeja isso, perguntou sorrindo.
– Só pensei na hora que entramos no elevador, mas penso em fazer fora do apartamento há algum tempo, mas nunca soube como. Pensei que você não iria aceitar.
– Você toma a atitude e eu aceito, lembra disso? Só não nos coloque em muito risco. Aceitei, pois, sabia que você conhece bem as escadas de tanto brincar lá. Não sei se a Paula aceitaria, pois você sabe como ela é toda preocupada.
– Quando a deixo bem excitada, ela não é tão rígida, falei sorrindo.
– Seu safado. Consegue dela coisas que não consigo.
– Claro, vocês são um casal e tem uma relação adulta e as preocupações são maiores. Tem ciúme?
– Não mesmo. A amo muito e adoro a ver feliz e mais solta como está agora. De forma positiva, ela tem me surpreendido muito cedendo a você. Você até conseguiu o bumbum dela, o que achei que seria impossível.
– Bem que eu queria ter tomado essa atitude, mas não tive coragem. Foi ela quem quis experimentar.
– Eu sei, ela me contou, mas você a manipulou falando que fui eu quem quis.
– E não foi? Não manipulei, mas aproveitei a brecha em uma pergunta que ela fez, falei safadinho.
– Imagino.
Contei a ela como tinha acontecido.
– Você só foi muito esperto, como sempre alias. Agora só falta fazer uma coisa que ela já prometeu, sua mãe me contou.
– Sim, mas não sei como vai ser. Estou meio ansioso. Não sei se ela tem coragem de ir até o fim e engolir e se eu pedir, pode ficar chateada.
– Ela me perguntou como é engolir.
Olhei para minha mãe surpreso, curioso e ansioso.
– O que você disse?
– A verdade. Que adoro a sensação de fazer, adoro te fazer gozar e também gosto do sabor cada vez mais por ser seu.
– E ela?
– Não respondeu, mas acho que ficou dividida em partes iguais entre engolir e não engolir. Você não disse que quando a deixa tarada, ela se solta. Faça isso e veja se consegue.
Pensei um pouco e me veio uma ideia na cabeça.
– Mãe, posso te fazer uma pergunta bem intima entre vocês. Se não quiser, não precisa me responder, mas me ajudaria.
– O que você quer saber?
– Ela gosta do sabor dela lá de baixo. Depois de uma fazer oral na outra vocês se beijam?
– Sim, ela gosta. O que você pretende?
Dando um intervalo pela surpresa de seus pensamentos Lorena continuou.
– Não me diga que vai fazer o que estou pensando?
– Se é pedir para ela me chupar quando eu tirar da bucetinha dela sim. Se eu fizer amor bem intensamente antes a deixando bem excitada, mas não a fazendo gozar, posso interromper e pedir a ela para fazer isso.
Mamãe me olhou chocada.
– Pode dar certo. No meu caso gosto quando vem também com seu esperma e meu caldinho, mas primeiro ela precisa aceitar engolir e se estiver excitada sabendo que seu pau tem o sabor dela, ela pode ceder. Seu safado, safado. Me deixou excitada de novo dizendo que vai fazer isso com minha esposa. Será que ele ainda está com meu sabor?
– Eu que sou safado, é? Deve ter bastante ainda, dos dois. Você quer?
– Querooo. Você deixa?
– Desde quando você precisa pedir? Sei que gosta que eu tome as atitudes e faço sempre isso, mas você é minha mãe e pode tomar também quando sentir vontade. Nunca vou te negar nada.
Sem dizer nada, desceu do sofá ficando de joelhos e vindo entre minhas pernas abriu minha calça e a puxou pela cueca já achando meu pau duro pela conversa sobre minha mãe Paula e seu pedido.
Tinha muito de nossos fluidos misturados e ela se esbaldou bem tarada, mas percebendo que estava por demais excitada e ficaria na mão se eu gozasse de novo em sua boca, esperei ela deixar meu pau bem limpinho e a interrompi.
– Você já lambeu tudo e disse que está tarada, então fique de 4 aí no tapete porque vamos gozar juntos.
Seu sorriso foi enorme me dando a certeza que tinha feito a coisa certa e a levei a um outro orgasmo a comendo deliciosamente de 4 sobre o tapete, saciando o seu e o meu tesão naquela tarde. Tomamos banho juntos, mas só um lavando o outro com quase nenhuma sacanagem.