A porta se fechou e o ar ficou pesado, denso, carregado do cheiro de desejo que já emanava da nossa pele antes mesmo de qualquer toque. Meu coração batia acelerado não de medo, mas de antecipação - eu ia ver minha esposa, a mulher que eu amava há dez anos, ser desejada por cinco homens ao mesmo tempo, e isso me excitava mais do que qualquer coisa na vida. Você olhou para mim por cima do ombro, os olhos verdes brilhando com uma mistura de luxúria, amor e confiança absoluta, e eu soube que estávamos prontos. Toquei seu rosto, passei o dedo nos seus lábios, e você beijou minha ponta do dedo. "Eu te amo", eu sussurrei. "Eu sei", você respondeu. "Vamos. Me dá essa noite. Me dá eles."
O moreno não esperou nem um segundo. Colou em você por trás, as mãos grandes e quentes subindo das suas coxas até seus seios num movimento lento, dono, possessivo. Você sentiu o pau dele, duro, enorme, pressionando sua bunda por cima da seda, e já gemeu baixinho, a cabeça inclinada para trás, se aninhando no ombro dele. A boca dele encontrou sua nuca, mordendo de leve, chupando, marcando a pele. Senti uma onda de orgulho e tesão ver você tão entregue, tão desejada.
"Você é minha agora", ele murmurou, a voz rouca, e as mãos dele apertaram seus peitos, os dedos encontrando seus mamilos através do vestido, beliscando, puxando, torcendo de leve. Você arqueou as costas e empinou a bunda contra o pau dele, que já pulsava, molhando a calça. "Delícia de peito... duro na minha mão. Sente como tão durinhos? Parecem duas pedrinhas."
"Sim", você gemeu, a voz trêmula. "Sinto... puxa mais. Torce eles. Quero sentir seus dedos apertando."
O grisalho veio até mim. Olho no olho, ele desabotoou minha calça com uma calma deliberada, a mão quente envolvendo meu pau já duro, já latejando, já escorrendo líquido na ponta. "Relaxa, deixa com a gente", ele sussurrou, e começou a me masturbar lento, firme, o polegar passando na cabeça, espalhando o líquido, fazendo círculos, me fazendo perder o fôlego. "Você tá nervoso?", ele perguntou, os olhos nos meus.
"Um pouco", admiti, a voz falhando. "Mas é bom... muito bom. Meu coração tá acelerado. Ela é tudo pra mim."
Com a outra mão, ele puxou meu rosto e me beijou, a língua quente invadindo minha boca, e eu gemi contra ele, sentindo o gosto de desejo, de tabaco, de homem, a barba dele arranhando meu queixo. "Relaxa", ele repetiu. "Hoje é sobre prazer. Sobre vocês dois. Deixa acontecer. Ela tá segura, você tá seguro. Ninguém vai machucar vocês."
O de barba não perdeu tempo. Puxou a alça do seu vestido, e a seda escorregou, revelando seus seios perfeitos, os mamilos já duros, já oferecidos, já rosados. Ele se inclinou e chupou um deles com uma devoção lenta, a língua circulando, os lábios sugando, puxando, enquanto as mãos dele apertavam sua cintura, puxando você contra o pau dele que já pulsava por baixo da calça. "Seus peitos são perfeitos", ele murmurou entre uma chupada e outra. "Macios, quentes... eu podia passar a noite toda aqui. Sinto seu mamilo endurecer na minha língua, você sente? Fica durinho quando eu chupo."
"Sim", você respondeu, ofegante. "Sinto sua língua quente... tão bom. Mais, chupa mais. Não para."
Você arqueou as costas, oferecendo mais, e ele alternava entre um seio e outro, babando, chupando, mordiscando de leve, os dentes arranhando a pele sensível, fazendo você gemer sem parar, as mãos dele descendo para sua bunda, apertando, puxando você contra ele, o pau dele pressionando seu ventre. "Isso... não para", você gemeu, as mãos nos cabelos dele. "Puxa mais, morde. Quero sentir seus dentes amanhã. Quero acordar lembrando de você."
O magro de olhos claros se ajoelhou aos seus pés. Abriu suas pernas com delicadeza, passou as mãos pelas suas coxas, sentindo a pele arrepiada, e quando a língua dele encontrou seu clitóris por cima da calcinha, você gemeu tão alto que todos nós ouvimos. "Meu Deus", você suspirou, as pernas tremendo. "Isso é tão bom... sua língua tão quente mesmo por cima do pano."
Ele puxou a calcinha para o lado com os dentes e lambeu você com calma, com fome, a língua deslizando no seu sexo molhado, os dedos deslizando para dentro da sua boceta, sentindo você aberta, pronta, encharcada. "Você tá tão molhada", ele disse, a boca ainda encostada em você, a voz abafada. "Tão quente... parece que já estava esperando a gente. Sinto seu mel escorrendo, tão doce. Já escorre no meu queixo, escorre pelo meu pescoço."
Dois dedos, depois três, entrando e saindo num ritmo que fazia seus quadris se moverem sozinhos, enquanto a boca dele não parava de chupar seu clitóris, lambendo, sugando, fazendo círculos, e você já rebolava na cara dele, os gemidos cada vez mais altos, as mãos nos cabelos dele, puxando. "Mais fundo", você pediu, a voz falhando. "Por favor, mais fundo. Quero sentir seus dedos lá dentro, bem no fundo. Dobra eles, faz aquele movimento de vai e vem."
O moreno, atrás de você, não ficou parado. As mãos dele estavam nos seus seios, nos seus mamilos, puxando, apertando, torcendo de leve, enquanto a boca dele mordiscava sua orelha. "Você vai chupar a gente todinha hoje?", ele perguntou, a voz rouca, e você respondeu com um gemido abafado quando o magro aprofundou os dedos e encontrou seu ponto G, aquele ponto que fazia suas pernas tremerem e sua boceta se contrair violentamente em volta dos dedos dele.
"SIM!" você gritou, o corpo inteiro sacudindo. "Ali, ali, não para! Meu Deus, tô sentindo tão fundo... isso, isso, continua! Vou gozar, tô quase... não para, não para..."
O grisalho me puxou para perto de vocês. "Quero ver vocês dois", ele disse, e eu deitei no tapete macio. Você veio até mim, montou no meu rosto, e eu senti seu peso, seu calor, o gosto doce de você escorrendo na minha língua. Comecei a chupar seu clitóris com a fome de sempre, lambendo, sugando, enquanto você cavalgava meu rosto, se esfregando, gemendo, as mãos nos meus cabelos, puxando, guiando minha boca exatamente onde você queria, e eu sentia sua boceta escorrendo na minha cara, o mel escorrendo pelo meu queixo.
"Isso, amor, assim", você gemeu, os olhos fechados, a cabeça jogada para trás. "Sua língua é tão perfeita... não para. Sinto você lambendo cada pedacinho de mim. Te amo tanto. Tão bom, tão familiar. Sua língua é a minha favorita."
O de barba se posicionou atrás de você. Passou as mãos na sua bunda, abriu, e a língua dele encontrou seu cu. Lambeu devagar, circular, molhando, empurrando a língua para dentro, e você gemeu meu nome, o nome dele, sons que se embaralhavam. "Isso... eu nunca...", você tentou dizer, mas as palavras morreram num gemido. "Tão estranho... tão bom... nunca imaginei que ia gostar tanto. A língua dele tão quente ali... entrando..."
Dois dedos dele entraram no seu cu, depois três, abrindo, preparando, enquanto a boca do magro ainda chupava sua boceta por baixo de mim, agora com os dedos dele remexendo lá dentro também, um dueto de dedos e línguas nos seus dois buracos, e você já estava louca, os quadris girando, procurando mais, implorando por mais, a boca aberta num gemido contínuo.
"Assim, gente, assim", você pedia, a voz entrecortada. "Não quero que pare nunca. Tô sentindo vocês dois dentro de mim ao mesmo tempo... tão cheia... os dedos de um, a língua do outro... isso é loucura. Nunca senti tanto prazer."
O moreno veio por cima de mim. O pau dele, enorme, grosso, veiudo, roçou minha boca, e eu abri, recebi, chupei com gosto, sentindo o tamanho, o calor, o líquido escorrendo na minha língua. "Isso, chupa assim", ele gemeu, segurou meu cabelo com carinho, guiando, e eu aprofundei, lambendo a cabeça, passando a língua no corpo, chupando as bolas enquanto ele arfava e rebolava na minha cara, o pau escorregando na minha garganta. "Que boca gostosa... você chupa tão bem. Sinto sua língua quente, tão macia. Isso, mais fundo. Quase na garganta. Deixa ele entrar tudo."
O grisalho estava atrás de você agora, o pau enorme passando na sua boceta, molhando na sua lubrificação, provocando, a cabeça deslizando entre seus lábios, entrando e saindo só a ponta. "Quer?", ele perguntou, e você tirou a boca do meu pau por um segundo, ofegante, os olhos vidrados, a baba escorrendo: "Quero, por favor. Enfia fundo. Enfia tudo. Preciso sentir você dentro de mim. Sua cabeça já me deixando louca."
"Assim que eu gosto", ele disse, a voz grave. "Mulher que sabe o que quer. Que gosta de sentir sendo preenchida."
Ele enfiou. Devagar, profundo, centímetro por centímetro, e você gemeu contra o pau do moreno que voltou à sua boca. Cada centímetro entrando, preenchendo, e você apertava ele, a boceta pulsando, espremendo, querendo mais, as paredes se contraindo em volta do pau dele, e ele gemeu junto, sentindo você apertar. "Porra, que boceta apertada", ele murmurou. "Parece que foi feita pro meu pau. Sinto você me apertando, me espremendo... tão quente por dentro. Parece que tem mão aqui dentro, me massageando."
O de barba ainda tinha os dedos no seu cu, remexendo, abrindo, preparando para o que viria. "Já posso entrar?", ele perguntou, a voz ansiosa. "Ela já tá tão molhada aqui também. Sinto ela pulsando nos meus dedos. Tão apertada, tão quente. Ela já tá pronta. O cu dela já tá pedindo."
"Espera mais um pouco", o grisalho respondeu, ainda bombeando devagar na sua boceta. "Deixa ela sentir bem cada centímetro. Deixa ela gozar primeiro se quiser."
O magro se levantou e colocou o pau na sua mão, e você começou a masturbar ele enquanto era fodida, enquanto chupava, enquanto tinha os dedos no cu, a mão dele guiando a sua no próprio pau, e ele gemia alto, a cabeça jogada para trás, as bolas balançando. "Isso, mais rápido", ele pedia. "Aperta mais na cabeça. Sinto sua mão tão macia, tão quente. Assim, assim. Quase lá. Não para."
O moreno gozou na minha boca. Senti o jorro quente, grosso, jorrando fundo na minha garganta, e engoli tudo, lambendo, chupando até o fim, sentindo ele murchar na minha boca, o gosto dele escorrendo, e eu lambi a cabeça, limpei, chupei mais um pouco, querendo cada gota. "Porra, que isso", ele suspirou, se afastando. "Você chupa como se tivesse com fome. Nunca ninguém chupou tão bem. Que boca."
Ele se afastou, e eu voltei a chupar você, agora com mais fome, enquanto o grisalho te comia e o de barba finalmente tirava os dedos do seu cu e posicionava o pau.
"Vai com calma", o grisalho avisou. "Ela já tem um dentro, vai devagar pra não machucar. Sente como ela já tá apertada. Vai sentindo."
"Pode vir", você disse, tirando a boca do pau por um segundo. "Quero sentir vocês dois. Quero sentir vocês me preenchendo toda. Meu cu já tá esperando, já tá molhado de língua e dedo."
O de barba enfiou. Devagar, centímetro por centímetro, no seu cu enquanto o grisalho estava na sua boceta, e vocês três formaram uma conexão perfeita. Dois paus dentro de você ao mesmo tempo, preenchendo cada centímetro, as cabeças se encontrando dentro de você separadas por uma fina parede de carne. Você gritou, um grito agudo de prazer, a boca aberta, os olhos revirando, a língua para fora, o corpo inteiro tremendo.
"AI, MEU DEUS!" você gritou. "TÔ CHEIA, TÃO CHEIO DENTRO DE MIM! Sinto vocês dois, cada movimento... as cabeças dos paus de vocês se encontrando... isso é loucura! Nunca senti nada igual. Tão preenchida."
Eu lambia seu clitóris, sentindo os movimentos dos dois homens dentro de você, sentindo cada estocada, cada vibração, o ritmo dos dois se acelerando, um dueto de carne te fodendo de todos os lados, e você só gemia, os quadris rebotendo contra eles, querendo mais fundo, mais rápido.
"Assim?", o grisalho perguntou, acelerando. "É assim que você gosta? Sente meu pau batendo no fundo da sua boceta?"
"SIM, MAIS RÁPIDO", você respondia, a voz falhando. "BATE MAIS FORTE. Quero sentir vocês dois me fodendo... isso, isso, assim. O de trás também, mais fundo. Entra tudo."
O magro estava na sua cara agora, o pau roçando seus lábios, e você abriu, chupou ele enquanto era fodida pelos outros dois. Três buracos ocupados. Três paus te preenchendo ao mesmo tempo. Eu via seu olhar vidrado, perdido no prazer, a baba escorrendo pelo canto da boca enquanto você chupava, os seios balançando a cada estocada, os mamilos duros, e sabia que você estava no paraíso, que você nunca tinha sido tão preenchida, tão completa.
Lágrimas escorriam do seu rosto - não de tristeza, mas de prazer tão intenso que transbordava. Você olhou para mim, os olhos vermelhos, e sussurrou, mesmo com a boca ocupada: "Te amo... obrigada... nunca pensei que pudesse sentir isso... tão plena... tão amada..."
O grisalho gozou primeiro. Gemeu alto, enterrou fundo na sua boceta, e eu senti o tremor, ouvi seu gemido abafado contra o pau do magro. "VOU GOZAR", ele urrou. "VOU ENCHER ESSA BOCETA GOSTOSA. Toma, tudo dentro de você... sinto você me apertando, querendo cada gota..."
Ele tirou e o esperma escorreu pelas suas coxas, grosso, branco, quente, escorrendo até o tapete, formando poça. Você gemeu sentindo o calor, o escorrer. O de barba acelerou no seu cu, bateu mais forte, mais rápido, e gozou segundos depois, jorrando dentro, enchendo você de mais porra quente. "AGORA É MINHA VEZ", ele gritou. "TOMA TUDO NO CU. Sinto você me apertando, me espremendo... que cu gostoso... tão apertado... vou encher você."
Você apertou ele, espremeu, querendo cada gota, o cu pulsando em volta do pau dele, massageando. "ASSIM, GOZA DENTRO", você pedia, a boca ainda ocupada. "Quero sentir tudo... quero sentir vocês dois dentro de mim... mais, mais..."
O magro gozou na sua boca, e você engoliu tudo, a língua lambendo a cabeça, o queixo babando, a boca cheia, o gozo escorrendo pelo canto, e você lambeu os lábios, a língua para fora mostrando que tinha engolido tudo, a mão ainda no pau dele, bombeando mais um pouco, tirando as últimas gotas.
Os três caíram para os lados, exaustos, e você ficou de quatro, ofegante, os buracos escancarados, vazando. Seu cu pulsava, escorrendo esperma grosso, uma cachoeira branca escorrendo pela sua bunda, pingando no tapete, formando poça. Sua boceta inchada, vermelha, gotejando uma mistura branca, os lábios abertos, pulsando, o mel escorrendo misturado. Sua boca aberta, a língua pra fora, lambendo os lábios, o queixo sujo de porra.
"Olha pra você", eu disse, maravilhado. "Tão linda assim, toda cheia. Você é a mulher mais linda do mundo."
Você sorriu, um sorriso cansado, satisfeito, os olhos ainda marejados. "Tô tão cheia", você murmurou. "Dá pra sentir escorrendo por dentro. Cada gota... amo você, amor. Obrigada por me dar isso. Por confiar em mim."
O moreno, que já tinha gozado na minha boca, estava duro de novo. Ele me puxou. "Agora você", ele disse. Me colocou de quatro ao seu lado, e eu senti a língua do grisalho no meu cu, quente, macia, molhando, empurrando para dentro, lambendo, chupando, abrindo, a língua entrando fundo, fazendo círculos. "Relaxa", ele disse entre lambidas. "Deixa eu preparar você. Sente minha língua... quente, molhada... abrindo você."
Depois o pau do moreno, deslizando devagar, entrando centímetro por centímetro, até estar inteiro dentro de mim. Eu gemi, enterrei o rosto no tapete, sentindo cada movimento, cada centímetro dele preenchendo, o pau grosso abrindo meu cu. "Isso...", eu gemia. "Assim, devagar. Tão cheio... nunca pensei que fosse tão intenso. Tão quente."
"Gostoso?", ele perguntou, a voz rouca.
"MUITO", eu respondi, o corpo inteiro tremendo, o pau vazando líquido no tapete. "Nunca imaginei que fosse tão bom. Sinto você tão dentro de mim... tão quente... parece que vou gozar só de sentir."
O de barba veio para perto da minha cara, e eu chupei ele enquanto o moreno me comia, o ritmo lento, gostoso, profundo, cada estocada fazendo eu gemer no pau dele, a língua lambendo a cabeça a cada investida. "Isso, chupa assim", ele pedia. "Enquanto ele te come. Sinto sua língua quente... isso, mais. Quase na garganta."
O magro estava atrás de você de novo, enfiando na sua boceta, e o grisalho no seu cu. Vocês dois, lado a lado, sendo fodidos em sincronia, os gemidos se misturando, o prazer se multiplicando. Eu via você de quatro, os seios balançando, a boca aberta gemendo, os dois homens te fodendo, e isso me deixava mais duro dentro da boca do de barba, o pau dele pulsando na minha língua, crescendo.
"Olha pra ela", o moreno sussurrou no meu ouvido enquanto me comia. "Olha como ela aguenta dois. Linda, né? Tão entregue... tão gostosa. Ela ama você."
"LINDA", eu gemi, a boca cheia. "A mulher mais linda do mundo. Minha esposa... tão perfeita. Tão corajosa."
O moreno gozou no meu cu. Jorrou quente, fundo, e eu gozei junto, sem tocar no pau, só com a sensação de ser preenchido, o esperma escorrendo pelas minhas coxas, quente, grosso, escorrendo até minhas bolas, formando poça no tapete. "TOMA", ele urrou. "GOZA JUNTO. Sinto você se contraindo... isso, isso..."
O de barba gozou na minha boca, e engoli, sentindo o jorro quente descendo goela abaixo, lambendo, chupando até o fim. Vocês dois gozaram dentro de você mais uma vez, e você gemeu, o corpo inteiro tremendo, os olhos encontrando os meus, um sorriso torto nos lábios, a mão estendida para mim.
Ficamos todos no chão, um amontoado de corpos suados, ofegantes, satisfeitos. Você veio para perto de mim, se aninhou no meu peito, e eu senti o esperma dos outros escorrendo de você em mim, quente, escorregadio, molhando minha perna, minha barriga, escorrendo pelo meu corpo, misturando com o meu. Beijei sua testa, e você sorriu, a mão passeando no meu peito, os dedos brincando nos meus pelos, descendo até meu pau, que já começava a reagir, a ficar duro de novo com o toque dos seus dedos.
"Tá bom?", eu perguntei, baixinho.
"Perfeito", você respondeu, me beijando. "Nunca me senti tão amada, tão desejada. Tão... completa. Obrigada por isso. Por dividir isso comigo."
O moreno se levantou, foi até a mesa, pegou uma garrafa de água. Bebeu, passou pra gente. O grisalho acendeu um cigarro, ofereceu. O de barba passou a mão nas suas costas, no seu cabelo, nos seus seios ainda sensíveis, nos mamilos que endureceram de novo com o toque, beliscando de leve. "Cansada?", ele perguntou.
"Um pouco", você admitiu. "Mas feliz. Muito feliz. Vocês foram tão gentis... tão gostosos."
O magro deitou do outro lado, a mão na sua coxa, os dedos deslizando até sua boceta, brincando com o esperma que ainda escorria, empurrando para dentro, sentindo você pulsar, contrair em volta dos dedos dele, e você gemeu baixinho. "Ainda tão sensível", ele observou. "E tão molhada. Sinto você me apertando ainda. Delícia."
"Ainda tem homem duro aí", você sussurrou, apontando pro moreno que já se recuperava, o pau já meio duro de novo, e pro grisalho que guardou o cigarro e já olhava você com fome, a mão já no próprio pau, bombeando lento, a cabeça já aparecendo.
"Então a noite não acabou", eu respondi, beijando sua boca, sentindo o gosto de todos nós nela, o gosto doce de você misturado com o esperma dos outros, a língua encontrando a sua, os dentes mordendo seu lábio, a mão no seu rosto. "Vem cá, deita aqui no meu colo. Deixa eles verem você de perto. Deixa eles verem como você ainda tá molhada, como você ainda pulsa."
E enquanto você se aninhava em mim, de costas no meu peito, as pernas abertas, oferecendo sua boceta e seu cu ainda vazando para eles verem, os outros quatro se aproximaram, prontos para recomeçar, prontos para mais uma rodada de prazer, os olhos fixos em você, as mãos já nos paus, bombeando lento, esperando apenas um sinal.
O moreno se ajoelhou entre suas pernas, passou o dedo na sua boceta, colheu o esperma que escorria e levou à boca, chupando o dedo com gosto. "Deliciosa", ele disse. "Melhor que qualquer coisa." E se inclinou, passou a língua no seu clitóris, lambendo devagar, provando a mistura.
"Assim", você gemeu, a mão nos cabelos dele. "Devagar, bem devagar. Sinto sua língua tão macia... tão quente... lambendo tudo."
O grisalho veio por trás de mim, passou a mão no meu peito, desceu até meu pau, começou a me masturbar enquanto eu via você ser lambida. "Você gosta de ver ela assim?", ele sussurrou no meu ouvido.
"Amo", eu respondi, a voz falhando. "Ela é tão linda sendo desejada. Tão solta, tão feliz. É a coisa mais linda que já vi."
O de barba se ajoelhou ao lado do moreno, passou a língua na sua coxa, subindo, lambendo o esperma que escorria. "Quero provar também", ele disse, e começou a lamber sua boceta junto com o moreno, as duas línguas se encontrando no seu clitóris, se revezando, se misturando, uma subindo, outra descendo.
O magro colocou o pau na sua mão de novo, e você masturbou ele, os dedos deslizando, enquanto as línguas dos dois homens brincavam na sua boceta e no seu clitóris, e você gemia, pedia, rebolava contra as bocas deles.
"Vou gozar de novo", você avisou, a voz aguda. "Tô quase... não para... isso, isso, assim... as línguas de vocês juntas... tão bom..."
"Goza", o moreno ordenou, a boca ainda em você. "Goza na nossa cara. Quero sentir você. Quero sentir seu gosto."
E você gozou, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo, alto, libertador, enquanto os dois homens bebiam cada gota do seu prazer, as línguas ainda se movendo, prolongando seu orgasmo.
Eu gozei na mão do grisalho, sem nem perceber, de tanto tesão de ver você.
E a noite continuou.