Me chamo Edu, 32 anos, sou casado há 4 anos com a Mara, uma Loira de 28 anos que parece ter saído de um catálogo de praia. Corpo escultural, com aquela marca de biquíni que parece pintada, e um bumbum tão suculento que é a minha vista favorita em qualquer cômodo, seios Fartos e gostosos. Ela é do tipo cavalona, sabe? Energia alta, personalidade forte. A gente ainda não tem filhos – ela sonha, mas entre minhas viagens constantes a trabalho e a rotina corrida, o assunto sempre foi adiado.
Nossa vida sexual era um incêndio constante, um fogo que a gente alimentava com vontade e sem pudor. Eu era, e ainda sou, completamente obcecado por aquela bunda. Não era só um bumbum bonito; era uma obra de arte viva, suculenta, com curvas que desafiavam a física e uma pele macia como seda. Perdia horas adorando-a. Beijava, mordiscava de leve, e chupava seu rabinho sempre que ela permitia – o que era sempre. Era meu ritual, minha forma de posse e devoção. E para minha eterna sorte, Mara não apenas aceitava, ela adora. Era mais do que adepta ao sexo anal; ela tinha um caso de amor com ele.
Me acabava no meio daquelas carnes, perdendo a noção de tudo. Adorava metê-la de ladinho na cama, segurando seu quadril firme, e sentir a resistência inicial daquele cuzinho apertadíssimo cedendo, abrindo-se só para mim, até engolir meu pau por completo. Ela gemia de um jeito diferente – mais profundo, mais rouco, quase um uivo abafado no travesseiro. Tenho certeza, no fundo da alma, que ela gostava mais de foder o cuzinho do que a buceta. A reação dela era outra. Quando eu estava lá dentro, movendo-me devagar, sentindo cada centímetro de calor e aperto, ela chegava a ter orgasmos múltiplos, consecutivos, que faziam seu corpo inteiro tremer como uma folha e seu cuzinho se contrair em espasmos loucos, quase me expulsando enquanto tentava me sugar mais fundo. Eu castigava aquela bunda deliciosa com tapas que deixavam marcas rosadas em sua pele morena, marcas que ela exibia com orgulho no dia seguinte, nosso segredo sujo.
Meu pau, nem tão colossal, encaixava-se de maneira incrível nela. Era como se tivéssemos sido moldados um para o outro naquela posição. Ela dizia que acertava um ponto lá dentro que a levava direto ao êxtase, sem escalas.
E não era só na cama. Nosso apetite era voraz e não respeitava cenário. Quantas vezes a peguei de quatro no sofá da sala, com a TV ligada em algum programa qualquer? Bastava um olhar mais demorado, uma mão que deslizava pela sua cintura, e já estávamos em guerra. Não tinha lugar ou hora. A cozinha, contra a geladeira; o banheiro, com o vapor do chuveiro embaçando os espelhos; a varanda, à noite, com o risco de um vizinho ver. Não existia foda ruim pra gente. Cada uma era uma aventura, uma reconquista, uma celebração do tesão que nos unia.
Minha mulher era fogosa, sim, e fazia questão de me mostrar. Ela não era passiva. Ela cavalgava em mim com uma fúria que me deixava sem ar, ela me virava e me empurrava na cama, ela me dizia o que queria, como queria. E eu adorava tudo aquilo.
Adorava especialmente comê-la de frente, com suas pernas abertas repousando sobre meus ombros ou envoltas na minha cintura. Dessa forma, eu podia ver tudo. Os peitos grandes e perfeitos dela balançando no ritmo das nossas estocadas, os mamilos duros pontilhando o ar. E, principalmente, a cara de prazer que ela fazia. Seus olhos se fechavam, a boca entreaberta soltava gemidos que eram música pra mim, e suas sobrancelhas se franziam numa expressão de entrega total. Eu era fissurado nela. Em cada detalhe, em cada som, em cada tremor. E ela sabia. Usava esse poder com maestria, com um sorriso safado quando me via olhando para ela na rua, com um toque proposital quando estávamos perto de outras pessoas.
A empresa onde trabalho abriu uma filial em uma cidade do interior e, como eu seria o responsável pela implantação, tivemos que nos mudar. Alugamos uma casa espaçosa, com um quintal grande e, nos fundos do terreno, um barracão antigo onde morava um tal de José Carlos, mas que todo mundo chamava de Jegão. O nome já dava uma dica: ele era um negrão de quase dois metros de altura, mas não era daqueles sarados. Era grande, sim, mas com uma barriga sólida, aquele tipo forte de quem carrega peso, não de quem malha. Trabalhava como borracheiro numa oficina perto dali.
Eu, sendo fácil de fazer amizade, logo puxei papo. Descobri que ele era fanático por futebol e, para minha sorte, torcia pro mesmo time que eu. Virou rapidinho meu parceiro de cerveja e jogo. A Mara, no entanto, não foi com a cara dele. Na primeira vez que ele veio assistir a uma partida em casa, ela deu um sorriso seco, foi pro quarto e trancou a porta. Ficamos só nós dois na sala, bebendo e falando alto até altas horas. Por volta das duas da manhã, ele voltou pro seu barraco e eu fui me deitar. A Mara já estava dormindo.
No dia seguinte, ela acordou com a cara fechada.
— Amor, você é louco de trazer um estranho pra dentro de casa? — ela falou, os braços cruzados. — E sua mulher andando de calcinha e camiseta por aí? Ele me viu!
Eu ri, tentando abrandar a situação.
— O que tem, Mara? Ele é gente fina. E foi por acidente, você tava indo pro quarto. Não vou me privar das minhas amizades por causa disso. Se te incomoda, você que se tranque, ué.
Ela me olhou com um misto de raiva e algo que parecia… um aviso.
— Tá bom, Edu. Depois não diz que eu não te avisei.
— Você é nem louca! — respondi, dando risada.
Ela soltou uma risada curta, seca.
— Veremos.
Os dias foram passando. O Jegão continuava vindo para os jogos, e a Mara começou a aparecer um pouco mais. Certa noite, ela entrou na conversa.
— Ei, Jegão, você ficou com uma amiga minha que trabalha com o Edu, né, amor? A Paula? — ela perguntou, com um tom de voz que não era de reprovação, era de curiosidade.
— É, dei uns pegas nela sim, faz tempo — ele respondeu, sem cerimônia.
Eu não sabia disso, mas não dei muita importância. Aí veio outra descoberta: o Jegão era viciado em UFC, e a Mara, que eu não fazia ideia, adora lutas. Eu acho brutal, sem graça. Aos poucos, vi uma mudança. A Mara começou a ficar mais à vontade com ele, até demais. Ela passou a andar de shortinho curto e top em casa, e começou com umas brincadeiras que eu não entendia direito.
— E aí, Jegão, se você é jegue, tem que cruzar com uma cavala, né? — ela disse uma vez, rindo. Os dois riram juntos, e eu só acompanhei, sem pegar o duplo sentido.
Uma noite, estávamos bebendo pesado. Eu estava no limite, quase desmaiando no sofá. A Mara e o Jegão estavam sentados na poltrona oposta, e baixaram o tom de voz. Mas no silêncio momentâneo da sala, consegui ouvir.
— Quer dizer que você é um jegue mesmo, é? — foi a voz suave e provocante da Mara.
— Quer ver? Tá duvidando? — a voz grave dele, desafiadora.
— Não duvido não… — ela respondeu, num tom que não era de negação.
— Quer experimentar? — ele insistiu, mais baixo ainda.
Ela deu uma risadinha baixa, carregada.
— Quem sabe um dia…
No dia seguinte, tinha um evento grande de UFC na TV, mas a luta principal seria só à uma da manhã. Como precisava acordar às cinco para trabalhar, já tinha decidido que não assistiria. Foi quando a Mara me surpreendeu.
— Já que você não vai ver, amor, eu vou lá no barracão do Jegão assistir. Ele tem a TV grande e a assinatura do canal.
Fiquei surpreso, mas não desconfiei.
— Tá bom, mas não fique até muito tarde.
Mais tarde, já na cama, meio sonolento, vi o vulto da Mara saindo pela porta dos fundos, em direção ao barracão. O volume da TV dele estava altíssimo, dava pra ouvir os comentaristas de longe. Acabei pegando no sono.
Por volta das duas da manhã, um silêncio repentino me acordou. A TV do Jegão tinha sido desligada. Minutos depois, ouvi a porta de casa abrir e os passos leves da Mara. Ela entrou no quarto, e pela fresta da luz do corredor, a vi tirando o short, ficando só de calcinha e sutiã. Pensei que fosse deitar, mas ela sussurrou:
— Acordei agora, tô sem sono. Vou ver um pouco de TV na sala até pegar no sono. Dorme aí.
Ela saiu e encostou a porta do quarto. Estranhei aquele gesto – ela nunca fechava a porta quando ia pra sala à noite. Mas o cansaço falou mais alto e dormi de novo.
Às três da manhã, outro barulho me acordou. Era um som distante, mas inconfundível: o rangido ritmado de uma cama de madeira velha, acompanhado de gemidos baixos, femininos. Me virei na cama. O lugar da Mara estava vazio. Pela fresta debaixo da porta, via o reflexo piscante da TV da sala. "Ah, ela deve ter dormido no sofá", pensei.
Mas então prestei atenção. O som não vinha da sala. Era mais distante. Abri a janela do quarto discretamente. A noite estava silenciosa, e o som ficou nítido: vinha da direção do barracão do Jegão. Lembrei do que meus colegas de trabalho tinham comentado uns dias antes, que o Jegão estava saindo com uma mulher nova na cidade. "O cabra não perde tempo", pensei, com uma ponta de inveja da disposição noturna dele. Voltei pra cama e ignorei.
Às cinco da manhã, meu despertador tocou. Me arrumei em silêncio. A Mara não estava na cama, nem no sofá da sala. A coberta que ela usava estava dobrada, mas o sofá não parecia ter sido usado. "Ela deve ter ido pra academia cedinho", racionalizei, embora fosse muito cedo até para ela. No caminho para o carro, passei pelo barracão. A porta estava trancada por dentro. Por um buraco na madeira velha da parede, consegui espiar. A luz do amanhã entrava pouco, mas deu pra ver uma peça de roupa clara no chão de cimento, perto da cama. Parecia uma calcinha. Não deu tempo de esperar, tinha que ir trabalhar.
O dia foi longo. Tentei ligar pra Mara várias vezes, ela só atendeu no fim da tarde, com a voz meio apressada.
— Oi, amor, tudo bem? — falei.
— Tudo, Edu, tô ocupada aqui, arrumando umas coisas. Precisa de algo?
— Não, só quis saber se tá tudo certo.
— Tá sim, lindo. Depois a gente se fala, tá? Beijo.
Ela desligou rápido. Estranhei o tom.
No final do expediente, a Paula, a amiga da Mara que trabalhava comigo, me pediu ajuda.
— Edu, você entende de notebook? O meu não liga a tela, fica tudo preto, mas ele tá ligado.
— Deixa eu ver.
Ela saiu para lanchar e eu fiquei tentando resolver. Depois de várias tentativas, consegui fazer a tela voltar. Quando ligou, estava aberto o Messenger do Facebook dela. Ela conversava com alguém chamado "Ana". A última mensagem estava visível:
Ana: Amiga, não te conto o babado. A CAVALA não resistiu e deu pro Jegão, o borracheiro.
Paula: Nossa! Foi MESMO?
Ana: Foi MESMO. Ela disse que o homem é um animal. Eu tinha ficado com ele uma vez e ela ficou curiosa, me perguntava todo dia como ele era na cama. Quando eu contei o tamanho do pau dele, ela ficou LOUCA. Disse que deu pra ele de tudo que foi jeito a noite toda. E no outro dia, umas 7 da manhã, quando acordou, ele já estava em cima dela de novo, de "frango assado".
Meu sangue esfriou. A Cavala. Era um apelido que a Ana às vezes usava pra Mara, por causa do corpo e do jeito "cavalona". O notebook tremeu na minha mão. Fiquei ali, paralisado, olhando para a tela, as peças do quebra-cabeça se encaixando com um ruído ensurdecedor na minha cabeça: a desconfiança dela, a intimidade com o Jegão, a noite do UFC, a porta trancada, a calcinha no chão do barracão, a voz apressada no telefone…
A porta do escritório se abriu. Era a Paula, voltando com um sanduíche na mão.
— E aí, Edu, conseguiu? — ela perguntou, com um sorriso inocente.
Apenas Respondo que sim, com a incerteza de saber se Aquela CAVALONA, Era Mesmo a Minha Mulher...
Continua...
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