Apesar da noite amena, a volta para o hotel foi dura. O vento castigava, tornando as roupas molhadas em uma segunda pele fria e desconfortável. Eu tremia inteiro — não só pelo frio, mas pela raiva que ainda fervia, misturada com uma vergonha que me corroía.
Tinha feito papel de idiota na frente de todo mundo, me descontrolando e partindo para cima daquele babaca, sem nem conseguir dar um soco no fim das contas. Parecia um anão histérico ao lado dele, e agora, revivendo a cena na cabeça, me sentia um completo pateta.
Mesmo que minha raiva fosse justificada, já que Murilo havia passado de todos os limites, mostrar todos aqueles sentimentos em público era humilhante. Durante toda a volta fiquei esperando o esporro que ia tomar da minha esposa por ter feito todo aquele papelão, assim que chegassemos no quarto.
Só que, contrariando minhas expectativas, ela não disse nada. Apertou minha mão mais forte enquanto subíamos o elevador, os dedos frios entrelaçados nos meus, o vestido branco agora transparente e colado, marcando cada curva como se estivesse pelada. Chegamos no quarto, joguei a chave na mesa com força e me virei para a parede para não encarar ela. Meu coração ainda martelava descontrolado no peito.
De repente, senti os braços dela me envolvendo por trás, o corpo molhado encostando nas minhas costas. Ela deu um selinho carinhoso na minha nuca, devagar, os lábios frios mas macios, e passou as mãos na minha cabeça careca, acariciando de leve — entendendo que a noite tinha sido um inferno para mim. Aquilo me pegou desprevenido, não era briga, nem acusação. Era compreensão, quase pena. Meu corpo se tensionou, mas não me afastei.
"Amor... relaxa", ela murmurou baixinho, a voz suave, ainda rouca de tanto gritar na praia. As mãos foram para os meus ombros, apertando devagar — uma massagem que começara inocente, mas ia ficando mais firme, os dedos cravando na carne tensa. Ela mordiscou de leve o lóbulo da minha orelha, enquanto o corpo dela se apertava mais contra o meu.
Eu não estava no clima — a raiva ainda me dominava. Mas Carol não parou. Me empurrou para o colchão, e subiu em mim, tirando o vestido num movimento rápido e jogando-o no chão como se fosse lixo. O biquíni por baixo ainda pingava, os mamilos pontudos marcando o tecido fino.
Ela foi em direção a minha bermuda, puxando-a para baixo com pressa, pegou meu pau mole, apertando contra sua mãozinha quente. Começou a me masturbar devagar, subindo e descendo no ritmo certo, as unhas, pintada de verde, tocava a cabeça, até que senti o sangue correndo e o pau endurecendo. "Shhh... me deixa cuidar de você", sussurrou ela, os cabelos ruivos molhados caindo no meu peito enquanto se inclinava, a cabeça quase tocando na minha.
Quando fiquei duro o suficiente, Carol tirou o biquíni por completo, expondo o corpo branquinho e perfeito na luz fraca, que vinha de um poste da rua. Virou-se de costas para mim, as coxas abertas sobre minhas pernas, e ficou de cócoras,. Hipnotizado, me concentrei nos longos cabelos ruivos serpenteando pelas costas dela, enquanto ela descia no meu colo, até meu pau estar totalmente dentro dela.
Havia algo diferente naquela noite — cheguei até a cogitar que alguém havia drogado nossas bebidas. Minha esposa, que sempre se limitava ao básico na cama, rebolava como uma profissional em cima de mim. Os quadris fazendo círculos lentos no início, subindo até a cabeça e descendo com força, a bunda durinha batendo nas minhas coxas, um som molhado tomando conta do quarto. Eu não aguentei, gemi alto e xinguei: "Porra... caralho, que delícia... que filha da puta..."
Carol soltou um risinho, distraindo-se com minha reação. Virou o rosto para mim, mordeu o lábio e fez uma carinha safada. Estava gostoso... E depois de tudo o que havia acontecido naquela noite, eu nunca imaginaria que ela aproveitaria aquele momento para explorar seu novo fetiche. “Não mente para mim, amor… você ficou de pau duro me vendo ser carregada…”
Tentei tirá-la de cima de mim, mas ela me prendeu com os braços e começou a quicar com mais força. Raiva, tesão e humilhação tudo misturado em um turbilhão. Meu pau inchou dentro dela, latejando forte, e eu gozei intensamente naquela “luta”, o esperma jorrando no fundo da buceta da minha esposa, os quadris tremendo enquanto ela continuava rebolando, como se estivesse possuída pelo capeta. Ela parou devagar, soltou um resmungo frustrado, o corpo ainda montado no meu. "Poxa, amor... de novo tão rápido? Eu nem gozei ainda..." A voz saiu manhosa, mas com uma ponta de impaciência, Carol estava bêbada, e a verdade saia dela sem nenhum filtro.
Meu pau amoleceu dentro dela, e ainda assim, ela queria mais. Rolou para o lado, abrindo as pernas e puxando minha cabeça para baixo. Desci, abri a buceta dela com os dedos — a mistura de esperma e excitação escorrendo — e comecei a chupar devagar, rodando a língua no clitóris e sugando os lábios. Ela gemeu alto, as mãos cravadas na minha careca, guiando a pressão.
"Aí, amor... você é um artista. Ninguém sabe usar a língua como você. Eu sou a mulher mais sortuda do mundo."
Acelerei, enfiando a língua fundo e chupando forte, até ela prender minha cabeça entre as coxas. As pernas tremendo enquanto ela gritava. A buceta pulsando na minha boca, Carol gozou em ondas que me afogaram no cheiro e no gosto dela.
Fui direto ao banheiro e liguei o chuveiro para tomarmos banho — roupa molhada, areia, suor: uma nojeira total. Carol esperou um pouco, mas logo se juntou a mim. Tinhamos acabado de ter uma das melhores transas dos últimos tempos, ainda assim algo me incomodava demais. Não consegui guardar dentro de mim e disse: "Carol, eu não tô gostando nada dessa brincadeira de corno. Isso tá fodendo com a minha cabeça, porra. Para com isso."
"Ai, Lucas... para de drama. Foi só brincadeira mesmo. Você sabe que eu nunca trairia você, amor. Relaxa.", respondeu, os olhos caindo de sono.
Remoí aquela última palavra. Relaxar: fácil falar, difícil fazer. Mas ela tinha um pouco de razão. Até aquele momento, não havia motivo concreto para desconfiar da fidelidade da minha esposa. Ela recusara todas as investidas daquele idiota — número falso, respostas secas, tocos na cara dele — sempre voltando para mim, me escolhendo no fim das contas. Ainda assim, eu estava tenso, o peito apertado por uma dúvida que não queria nomear. Fechei os olhos, tentando forçar o sono, mas a imagem de Murilo com minha esposa no colo, o pau balançando pela praia, teimava em voltar. Balancei a cabeça no travesseiro, xingando baixo para mim mesmo.
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