Meu nome é Fischer, sou negro, um metro e setenta, 17 cm de pica e muito amor pra dar. Essa história é antiga e só agora resolvi contar.
Valdete, depois chamada de Val, era minha irmã adotiva. Nos tornamos amigos inseparáveis. Quando ela se foi, já havia um carinho especial entre nós, nada declarado, mas bem nítido pra nós.
Quando fiz 18 anos, fui pro quartel e antes, passei por escola técnica de período integral. As lembranças de Val tinham ficado no passado.
Quando ela fez 20 anos, veio morar na mesma rua que a minha, uma feliz coincidência e melhor, uma mulher linda e surpreendente tinha se formado.
Passei a vê-la na rua, bem como a mãe, mas a vida corrida com trabalho e estudo impediam qualquer contato com mais tempo.
Vieram as férias e eu fiz coincidir com a do trabalho, que consegui depois do quartel.
Um belo dia, nos encontramos na rua e ela me chamou para ir na casa dela, com a desculpa que estava mal em matemática.
Claro que fui e dei a aula, que foram acompanhadas de grandes lembranças e alguns beijos. Não avancei, achava prematuro.
No entanto, a aluna queria aprender mais e numa das aulas, vi minha pica ser agarrada com força e, como não sou de ferro, a vara deu sinal.
Não tive tempo pra nada, pois ela desceu rapidamente e abocanhou. Era uma chupada faminta, sôfrega e desesperada. Só deu tempo de avisar:
- Vou gozar. Estava aberto o caminho da perdição.
Ela tirou da boca e ficou me olhando enquanto punhetava.
Tudo combinado e sem ela saber, no outro dia, à noite, apareci por lá. A mãe deu uma desculpa que sairia, mas se escondeu no outro cômodo e eu parti pro ataque.
Deixei ela calma por causa do retorno da mãe e falei para ela descer para lubrificar o pau. Ela caprichou na mamada, chupou cabeça, bolas, saco e babou muito. Quando ela foi acelerar, pedi pra parar e sentar no sofá.
Aí foi minha vez de meter a língua sem pressa e apreciar a sequência de gozos. Quando ela pensou que era o fim, sentiu no sofá e disse pra ela vir.
Vai ficou com medo, mas veio. Enlaçou os braço no meu pescoço e tentou descer devagar. Se assustou e tentou de novo. Sua buceta não parava de babar e na quinta tentativa ela encaixou o cabeção na buceta. A descida foi torturosa, mas satisfatória é em pouco tempo, ela já tinha guardado tudo.
Vai chorava ainda quando ordenei:
- Mexe.
Aí foi o show dela, pois a dor virou prazer e uma sucessão de gozos inundaram a sala.
Chegou minha hora de gozar. Coloquei ela de quatro e comecei a brincar.
Não acelerei e mexi no botãozinho. Vai teve uma Descarga elétrica e gozou só com o dedinho nele.
Eu mantive o ritmo, mas um pedido acabou comigo.
- Põe um pouco atrás.
Caralho, o que fazer numa hora dessas. Prometi pra mamãe que não faria isso, mas Val gozava, gemia e pedia.
Não teve jeito. Aproveitei os sumos da xana e posicionei atrás. Fui empurrando e Val chorando e gemendo.
Parei, ela num gesto rápido, jogou a bunda pra trás e engoliu metade da pica.
Isso acabou comigo. Um cu novo e apertado, um saco cheio de porra e a certeza que a mãe via tudo.
Iniciei uma sequência de batidas, fortes tapas na bunda e o gran finale: vou encher esse cu de porra, Cachorra.
- Aiiiiiiiiiiii
A situação saiu de controle, Val chorava e gozava enquanto os últimos jatos lavavam seu reto.
Quando tirei, veio um fio de sangue e muita porra.
Corremos pro banheiro, onde ainda ganhei outra mamada completa.
No outro dia, recebi um recado da mamãe dela.
- Parabéns pelo trabalho. Agora ela está realizada.
Foi minha resposta quando entreguei tudo para mãos ávidas.
Sai da casa feito besta. Com a cabeça rodando, depois da mamada dos sonhos.
Como bom professor, era necessário preparar material novo para novas aulas.
Na aula seguinte, o ataque foi meu.
Comecei com beijos, ataquei o pescoço, desci, madeira e fui descendo. Encontrei uma xaninha pequena e babada e lambi como se fosse a última coisa do mundo. Não liguei para a sequência de gozos que ela deu, pois meu objetivo era beber tudo e fiz o possível para beber o máximo.
- Aí Cachorro, que gostoso gozar nessa língua. Aí, que delícia.
Vai ficou estatelado no sofá tentando entender a equação de segundo grau.
O problema, é sempre tem um, é que as pessoas possuem vizinhas e elas observam tudo.
A da frente, cronometrava meu tempo na casa e bateu pra mãe dela. A mãe apertou a Val e ela contou tudo.
Ela me avisou que a mãe sabia e queria conversar comigo, a sós.
Tive que ir num dia e a mãe, que tinha mente aberta, por já ter trabalhado em boate, deu logo o papo: eu sei que ela não vai escapar da sua rola, mas eu quero que seja aqui e eu vou observar pela vitrô da cozinha. Quero sem camisinha e sem anal. Ela precisa sentir tudo.