Eu sou João, casado, 65 anos, aposentado. Tenho boa saúde, me cuido razoavelmente. Nada de exageros. Minha esposa Maria tem 61 anos, muito bonita, corpo ainda atraente. Ela ainda chama muito atenção. É falsa magra.
Sempre nos demos bem na cama, ela perdeu sua virgindade comigo e nunca teve intimidade com outro homem. Eu, antes de casar tive algumas namoradas e diversas transas. Após nosso casamento fui homem de apenas uma mulher. Já estávamos perto de completar 40 anos de casado. Filhos criados e completamente independentes. 4 netos que vez ou outra eram nossas companhias. Mas invariavelmente estávamos sozinhos. Aproveitávamos para viajar e curtir nossa casinha de praia. Nunca tivemos fantasias sexuais extravagantes. Para nós valia tudo no sexo, mas sempre entre nós. Achamos nestes quase 40 anos que nos bastávamos. Nunca tivemos ciúmes um do outro. As vezes o sexo esfriava por um tempo, mas sempre voltava a ficar quente. As vezes víamos um filme de sexo, não falávamos sobre, mas sentíamos que apimentava a noite. Em uma destas viagens para a praia, justamente quando o sexo estava um pouco frio conhecemos um casal na nossa faixa etária que havia comprado uma casa vizinha a nossa. Jonas era parecido comigo e logo elas falaram que eramos irmãos. Já Beatriz esposa dele era bunduda e peituda, diferente de Maria que tinha seios lindos, mas pequenos, bunda bem torneada, mas de média para pequena. Ambas eram mulheres maduras, mas ainda em plena forma. Eles eram extremamente simpáticos e alegres. Começamos a fazer alguns programas juntos. As mulheres se deram muito bem. Falávamos de tudo, mas sempre com muito respeito. As vezes eles recebiam visitas dos filhos, já que moravam lá. Nós começamos a passar mais tempo na praia. Algumas vezes levavamos os netos que acabaram fazendo amizade com os netos deles. Acabamos fazendo uma grande amizade. A brincadeira de sermos irmãos acabou contaminando as famílias que já nos chamavam de tio. Era tio João para a família dele e tio Jonas para a minha família. Tudo ia muito bem e tranquilo até que um pequeno incidente começou a mudar as coisas. Era uma sexta, Maria e Beatriz estavam na praia as duas. Jonas me manda uma mensagem perguntando se podia tomar banho lá em casa pois o encanamento de água havia rompido na sua casa e ele precisava ir ao médico. Disse que fechará o registro de água e que após voltar da consulta iria me chamar para avaliar o que havia acontecido. Eu claro disse que ele poderia vir em minha casa tomar banho. Ele chegou com as roupas e tolha na mão e logo entrou no banheiro. Eu lembrei que tinha que podar uma planta atrás da casa e fui para lá deixando meu amigo no banho. Lá de trás da casa vi que Maria e Beatriz chegaram da praia. Beatriz entrou em sua casa e Maria na nossa. Momentos depois lembrei que Jonas estava no banho e fui até lá avisar a Maria, já que ela tinha o costume de entrar nua no banheiro. Assim que entrei na casa escutei Maria falando: "Desculpa, não sabia que estava aí, desculpa."
Ao que Jonas respondeu: "Desculpa eu, deixei a porta aberta, costume lá de casa."
Pronto, a merda estava feita. Jonas saiu do banheiro me pedindo desculpa e aparentemente sem graça. Eu disse que a culpa tinha sido minha que não tinha avisado a Maria que ele estava no banheiro.
Assim que ele saiu Maria veio brava. Ela: "João, devia ter me falado que o Jonas estava usando o chuveiro. Agora estou morrendo de vergonha. Abri a porta pelada e dei de cara com ele. Merda João, que merda." Eu meio sem saber o que falar pedi desculpa e disse que era para esquecer o que havia acontecido. Ela: "João como vou encarar a Beatriz e o Jonas, estou morrendo de vergonha. Que constrangedor." Eu: "Amor, vamos levar isso como um incidente, que foi, e não vamos fazer tempestade em copo d'água."
A tarde Jonas volta da consulta e me chamou para ver se podíamos nos mesmos consertar o rompimento do cano. Conseguimos, fiquei na casa deles para tomar café. Beatriz entrou no assunto do ocorrido pela manhã. Como nos tratavamos como irmãos ela me chamava de cunhado. Ela: "Cunhado, tadinha da Maria, deve estar sem graça. Seu irmão é que é um idiota e não trancou a porta. Tem este hábito de deixar a porta destrancada. Aliás eu e ele. Bom, daqui a pouco vou lá dizer para ela esquecer o ocorrido e também ela não viu grandes coisas. Agora, ele viu grandes coisas. Cunhado, Maria ainda é uma mulher linda e tem um corpo perfeito." Eu meio sem saber o que responder acho que piorei as coisas ao dizer que ela também tinha um corpo lindo. E no final disse que achava, já que ainda não tinha visto. O Jonas logo falou: "Uai irmão, quer ver o corpo de minha mulher?" Eu disse que havia me enrolando com a resposta. Beatriz riu. Fui para minha casa.
Voltamos aos afazeres. A noite eu disse a Maria como havia me enrolando com a Beatriz. Ela disse que a Beatriz havia contado e que estava rindo de minha falta de graça. Eu: "E você amor, o que viu?"
Maria: "João, o cunhado tem um instrumento enorme. Parece que ele estava lavando-o. Ele segurava com uma mão e sobrava espaço para mais uma, e estava mole. A cabeça é uma chapeleta rosa e o corpo é moreno. Deve ser maior que os caras dos filmes. Claro que é maior que o seu, que não é tão pequeno."
Eu: "Porra amor, teve tempo para reparar tanto?"
Ela: "Entrei e vi aquilo João. Acho que fiquei hipnotizada, só depois me atinei. Amor fora o seu e de nossos filhos eu nunca vi outro tão perto. E só depois coloquei as mãos nos seios e na xoxota e saí puxando a porta e pedindo desculpas."
Eu: "Será que ele viu que ficou olhando para o pau dele?"
Ela: "Não sei, ele não tirou os olhos de meus peitos."
Eu: "Será que ele comentou algo com a cunhada?"
Maria: "Ela não falou nada."
A noite deitamos e Maria quis fazer sexo. Ela estava muito excitada. Claramente o que acontecera pela manhã havia mexido com ela. Não falei nada, mas também me senti excitado com o que ela me falou. Só aí percebi que nunca havíamos usado nada além dos filmes para nos excitarmos.
Dia seguinte encontramos os quatro na praia e tudo ocorreu quase que normalmente. Disse quase porque notei que o Jonas olhou mais demoradamente para a bunda de Maria e logo vi que ele teve uma ereção. Ele ficou claramente incomodado. Ficou sentado até a ereção passar. A noite novamente Maria estava excitadíssima e transamos como a muito não transavamos. Ela gemia, pedia mais, me puxava para dentro dela e rebolava. Ficou de quatro, abriu o cuzinho e pediu para eu comer sua bunda com força. Aquilo nunca havia acontecido. Ela estava como as mulheres dos filmes. De madrugada mais uma coisa inédita aconteceu. Ela me acordou chupando o meu pau. Logo sentou nele e começou a me cavalgar. Quando fui gozar ela tirou meu pau de sua xoxota e tomou minha porra. Estava claro que algo tinha mudado. No outro dia na praia eu reparei nela olhando na direção do pau do Jonas. Neste dia ele quase não olhou para ela, acho que Beatriz também reparou e deve ter falado algo com ele.
A noite deste dia Beatriz nos chamou para tomar uma cerveja na casa deles, comer uns petiscos e jogar baralho. Como em outras vezes, fomos.
Depois de umas cervejas e muita conversa fiada Beatriz falou: "Quer dizer Maria que a senhora viu o pau do meu marido?" Maria quase caiu da cadeira, Jonas disse: "Que isso amor, está deixando a cunhada e João sem graça." Beatriz: "Não é para deixar. Só quero saber se ela gostou do que viu? E se gostou tem bom gosto." Maria ficou sem graça e disse que não havia reparado. Que era melhor mudar de assunto.
Beatris: "Linda, deixa de ser boba. Já estamos bem experientes para deixar este assunto nos deixar sem graça. Vocês nunca falam de outras pessoas na cama. Nunca falaram de desejos, de fantasias. Desculpa cunhado, mas ontem Jonas me fudeu pensando nos peitos de Maria. Ele diz que são lindos. Disse que a xoxota dela é bem desenhada. Isso só nos deu mais tesão." Eu: "Relmente não temos o costume de falar, a gente vê filmes, com certeza fantasiamos, mas não falamos." Jonas: "Amigo, a gente fala. Não fiquem sem graça, mas várias vezes fantasiamos estar com vocês em nossas transas. Respeitamos muito vocês, mas fantasiamos. Antes eu só imaginava a cunhada, agora sei mais ou menos como ela é. A Beatriz imagina você e goza horrores. São fantasias."
Beatriz: "Agora estou em desvantagem, Maria viu o pau do Jonas, mole, mas viu. Ele viu os peitos e a xoxota dela. Eu só imagino como deve ser o seu pau amigo. Duvido que não transaram estes dias pensando em nós. João pode até não ter pensado, mas Maria imaginou o pauzão do Jonas duro."
Maria surpreendentemente e para confirmar minha suspeita, disse: "Se é para falar a verdade, sim, desculpa amor, mas sim, pensei nele duro entrando em mim, me fudendo, assim como penso naqueles atores. Claro que você sentiu que estou excitada João, só não falamos. Fiquei boba de ver que o pau do cunhado mole seja daquele tamanho." Eu: "Eu senti como estava excitada estes dias. Fizemos amor no dia do acontecido e ontem. Ela estava mais excitada do que nas nossas primeiras transas. Ela estava insaciável."
Beatriz: "Estão vendo, não é um bicho de sete cabeças. É comum e não me incomoda em falar e muito menos em sentir. A anos atrás eu fiquei encantada por um cara excitado na praia. Falei com o Jonas e transamos imaginando o cara me fudendo. Dias depois voltamos a encontrar com ele na praia e ele ficou excitado novamente olhando minha bunda. Jonas se aproximou dele, conversaram e fizeram uma rápida amizade. O cara era casado e a esposa estava viajando. Jonas disse a ele que percebeu que ele tinha ficado com tesão na minha bunda. E disse que transamos pensando nele. Ele na hora voltou a ter ereção. Eu entrei na conversa e o convidei a ir em nossa casa. Ele foi e me fudeu na frente de Jonas. Me comeu de todo jeito. Jonas não se sentiu chifrado. Foi a primeira vez que fazíamos isso. Dias depois a esposa dele chegou e ele a levou em nossa casa. Jonas arrombou a xoxota dela. Foram ótimos dias. Então amigos, para nós não tem novidade. É só prazer."
Maria: "Que louco. Nunca falamos disso, mas confesso que adoraria ser arrombada por um pau igual ao do Jonas. Não sei se João deixaria."
Eu: "Sempre imaginei você dando para aqueles atores e de comer aquelas atrizes, mas nunca tive coragem de falar, tinha medo de ser mal interpretado e de te perder."
Ela veio até mim e me beijou apaixonadamente e disse: "Devia ter me falado. Te amo."
Neste momento Beatriz olhou para a minha mulher e disse: "Quer ver e pegar no pau do Jonas? Quer sentir ele pulsar na sua mão. Tenho certeza que o João não vai ficar com raiva." Maria olhou para mim esperando que eu desse algum sinal para ela. Eu a beijei e disse no ouvido dela: "Te amo e confio em você. Você merece conhecer outro homem." Ela me beijou e foi para perto do Jonas. Beatriz o beijou, saiu do lado dele e sentou ao meu lado. Ela disse no meu ouvido: "Relaxa, sua mulher vai estar cada dia mais apaixonada por você. Veja como ele vai dar prazer a ela. Saiba que eu também sei que deseja minha bunda. Hoje ela vai ser sua." Me beijou e começou a acariciar meu pau sem tirar os olhos de minha mulher e seu marido. Minha mulher sentada ao lado do Jonas tinha os seios acariciado por ele. Ele logo tirou sua blusa e começou a mamar nos lindos seios de Maria. Ela gemia com os olhos fechados. Ele colocou a mãozinha de Maria no seu enorme pau. Maria ainda com os olhos fechados apaupava o pau de Jonas ainda abaixo do calção. Ela segurou no elástico do calção e o puxou para baixo. Ela expôs um imenso pau de 23cm de comprimento e muito grosso. A chapeleta era enorme e rosa. Ela começou a punhetar aquele pau descomunal. Sua mão vinha da base até a glande. Ele começou a beijá-la enquanto era punhetado lentamente por minha mulher. Ele tirou todo o calção expondo as bolas enormes. Ele tirou a blusa dela e o seu shortinho, deixando-a só de calcinha. Ele a fez ficar ajoelhada de frente a ele e puxou a cabecinha de Maria até que sua pequena boca tocasse a chapeleta. Ela tentava abocanhar a cabeçorra do pau de Jonas, mas era uma tarefa difícil. Devagar ela foi se ajustando. Quase rasgando os cantos da boca fez aquela chapeleta sumir na sua boquinha. Engolir o pau de Jonas era impossível para ela. Mas até onde dava ela ia. Sua saliva escorria por todo os 23cm até a base. Ela segurava as bolas com uma das mãos e com a outra segurava firme o monstro de pau. Ficaram assim por muito tempo. Beatriz me punhetava olhando para eles e as vezes me beijava. Ela olhando para mim disse: "Quer ver ele deflorar sua mulherzinha ou prefere não ver?" Eu: "Quero ver." Ela: "Ela vai gritar e chorar, mas vai ficar bem. Ele é carinhoso." Virando para eles disse: "Vamos para o quarto amor. "
Jonas levantou, pegou Maria pela mão e a levou para o quarto. Beatriz tirou minha roupa e a sua e fomos atrás. Ela tinha peitos e bunda lindos. Lá o marido deitou na cama com o mastro para cima. Minha mulher deitou ao lado dele e o beijou sem tirar a mão de seu pau. Ele começou a mamar nos seios dela. Também começou a tocar uma siririca nela. Senti que ela gozou. Eu e Beatriz estavamos sentados numa poltrona bem posicionados em frente aos dois. Beatriz mordia os meus peitos e batia punheta para mim. Logo ela começou a chupar o meu pau. Meu cacete não era pequeno, mas comparado ao marido dela, era.
Jonas tinha uma barriguinha proeminente, ao contrário de mim. Maria começou a acariciar a barriga de Jonas parecendo gostar do que ela não me deixava ter. Ela sentou sobre as coxas dele e começou a chupar com gosto o enorme cacete de Jonas. Lambia as enormes bolas e subia sua boca até a glande. Segurava o pau do Jonas com as duas mãos e lambia a chapeleta como se fosse um sorvete. Chupava cada gotinha que saia do pré-gozo daquela rola imensa. Era a primeira vez que via minha mulher naquela situação. Meu coração disparava e era acalmado por Beatriz. Quase enfartei quando vi minha mulher passar para a barriga do Jonas e com uma das mãos posicionar a enorme cabeça na entrada de sua xoxotinha. Na hora pensei em tirá-la de lá. Beatriz falando baixo - está pronto cunhado para ver sua mulher rebolar em outra vara? - disse que estava, mas era mentira. Maria olhou para trás buscando minha aprovação. Não sei como estava minha cara nesta hora, mas Beatriz depois disse que eu estava apavorado. Como não manifestei ela foi sentando e subindo, fez este movimento diversas vezes até a metade da chapeleta entrar. Neste momento ela gemia alto, mas não parava os movimentos. Ela rebolava e deixava mm por mm entrar na sua vulva depilada e pequena. Num movimento combinado ela levantou uma pouco o corpo e desceu com mais velocidade, ele ergueu os quadris empurrando o pau. Ela deu um urro que deve ter sido ouvido por todos os vizinhos. Neste momento a cabeça desapareceu na sua xoxota. Parecia que ela ia ser partida ao meio. Jonas a segurou pela cintura e empurrou mais. Ela gritava, rebolava e o pau entrou mais. Parecia que ela chorava, mas não saia de cima. Rapidamente uns 15 cm havia entrado. A visão que tínhamos era perfeita. A cada subida dela via que o pau de Jonas ficava mais molhado. Ela estava escorrendo de tesão. Ele em um golpe empurrou mais. Não pude acreditar que havia entrado mais uns 5cm. Ela rebolava chorava, gemia, gritava e apertava a barriga de Jonas. Ela subia até a cabeça começar a sair e descia até entrar uns cms a mais. Não acreditava no que estava vendo. Aí ela começou a falar: "Isso pausudo me arromba. Mostra para meu marido que a mulher dele aguenta uma vara. Minha buceta deve estar toda arrombada. Está gostoso. Vou gozar neste pintão. Amor estou gozando. Olha sua putinha. Olha como sua putinha goza nesta rola." Estremeceu o corpo e gozou. Deixou o corpo descer mais e quase o pau dele todo estava dentro dela. Ele a segurou mais forte e começou a meter forte na buceta dela. Do nada ele a tirou de cima, posicionou ela de quatro na beira da cama expondo uma buceta arrombada e vermelha como sangue. Pincelou seu pau e enfiou sem dó na ex-bucetinha de minha mulher. Suas bolas batiam na bundinha dela. Ela rebolava e pedia mais. Ela: "Olha corninho como um macho me comi." Senti muito ofendido por ela me chamar de corninho. Jonas que até aquele momento só gemia olhou para mim e disse: "Olha amigo, como arrombei sua mulher. Vou gozar nesta buceta e ela nunca mais vai esquecer da gozada que vai tomar. Olha como ela goza no pau do seu amigo." A filha da puta estremeceu e gozou novamente. Beatriz: "Não fique com raiva por ela te chamar de corninho. Também chamava ele quando tomava rola de outro. Ela vai continuar te amando. Note que você está com muito tesão. Seu pau esta cada hora mais duro. Vem me comer ao lado deles. Vem comer minha bunda. Goza no meu cu que eu gosto." Ela levantou, ficou de quatro ao lado de minha mulher, beijou a boca da amiga. Pôs a cabeça no colchão, arreganhou a bunda com suas mãos expondo um cuzinho que se notava ja arrombado. Eu enfiei meu pau em sua buceta que estava toda melada, tirei e coloquei no seu cuzinho. Ela gemeu e empurrou a bunda para trás. O marido dela lhe deu um tapa na bunda. Minha mulher: "Regaça o cu desta vadia meu corninho. Mostra para ela que seu pau é gostoso e grosso." Jonas acelerou e gozou fartamente na buceta da minha mulher. Tirou e ficou admirando o estrago que fez nela. Ela levantou o corpo e escorreu uma quantidade enorme de dentro dela. Ela pegou a minha mão e passou na sua buceta. Era incrível o estrago que o Jonas tinha feito. Ela levantou, me abraçou por trás e ficou beijando o meu pescoço enquanto eu bombava no cu da amiga. Beatriz tocava uma siririca e gozou. Eu olhei para aquela bunda linda e dura e gozej também fartamente no seu cu. Assim que eu tirei meu pau e minha porra começou a brotar de dentro dela minha mulher deitou a amiga e começou um 69. Maria chupava o cu de Beatriz que chupava a buceta de Maria. Jonas sentado no sofazinho observava tudo. Meu pau ainda estava duro, enfiei na buceta de minha mulher. Não achava mais as paredes de sua bucetinha, era um grande buraco. Enquanto eu metia em Maria a Beatriz lambia o meu saco. Não me lembrava de quando foi a última vez que tirei duas seguidas. Meu pau não abaixava e eu empurrava com força e raiva na buceta de minha mulher. Comecei a bater na bunda dela e ela gemia. Ela: "Está vendo corninho como a buceta de sua putinha está grande." Tirei o meu pau todo melado de sua buceta e de um só golpe meti no seu cuzinho. Beatriz já havia saído e estava brincando com o pau mole de seu marido. Maria gritou e puxou o lençol com força e rebolou. Maria: "Isso amor, enchi o cuzinho de sua esposinha de porra. Ele sempre será só seu. Bati amor, bati na sua puta." Eu batia e socava. Dei um grito e gozei no cuzinho dela. Ela ficou com os buracos bem arrombados. Era impossível acreditar no que tinha acontecido. A noite ela reclamou de dor na xoxota, dizia que havia arrebentado algo. Na verdade, estava rasgadinha na costura perto do cuzinho. Ela: "Que loucura amor, nunca pensei ter esta coragem. O segundo pau de minha vida tinha que ser este pauzão. Imagina que este cara tem a sua idade. Já pensou este homem a 40 anos atrás. E agora como vamos ficar?" Eu: "Ainda estou assimilando tudo, até você me chamar de corno." Ela: "Brincadeira amor, você também estava comendo a mulher dele. E pelo jeito ela gostou do seu pau."
Eu: "Queria saber como vamos estar amanhã?" Ela: "Eu arrombada. Mas falando sério já estamos com mais de 60 anos, nunca vou deixar de te amar. Mas de vez em quando não fará mal a gente transar com eles. Tudo bem discretamente." Assim aconteceu. De vez em quando transavamos os quatro. Tudo bem discreto. A buceta de minha mulher nunca mais ficou apertadinha. Até hoje somos amigos e amantes
Fim.