Como Eu Fodi Com Meu Filho - Capítulo 14: Meu Filho Chupou Todo Meu Melzinho

Um conto erótico de Marta, a Mãe Reprimida
Categoria: Heterossexual
Contém 5258 palavras
Data: 07/03/2026 12:48:32

Ajeitei-me sobre os cotovelos, arqueando o corpo como se estivesse me oferecendo em um altar de sacrifício para uma plateia de um só. Meus seios pendiam com o peso da gravidade, as pontas ainda brilhantes e eretas pela saliva dele, enquanto Miguel se encaixava entre minhas pernas com a reverência de quem entra em um templo e o medo de quem sabe que será devorado.

É engraçado como a biologia reduz um homem a um estado quase catatônico. Ali estava ele, o meu "projeto de homem", me encarando com uma expressão que oscilava entre o terror religioso e a fome de um animal que acaba de descobrir que a presa não morde — ao menos, não agora. Eu sabia exatamente o que passava por aquela cabeça juvenil: ele estava prestes a devorar uma vulva de verdade, sem o filtro pixelado da pornografia ou a distância higiênica da imaginação.

Meus olhos deslizaram do rosto suado dele para o vão das minhas pernas. A calcinha de renda negra estava um caos. O tecido fino, que deveria ser uma barreira de decência, tinha se tornado um mapa hidrográfico do meu pecado; a umidade era tão evidente que o centro da peça estava escurecido, colado à minha pele, pulsando conforme o latejar lá embaixo se tornava insuportável. Era patético, se você pensar bem. Uma mulher da minha idade, com a minha bagagem, derretendo-se diante da hesitação de um garoto que mal sabe a diferença entre carinho e conquista.

— O que foi? — minha voz saiu cortante, um estalo de chicote no silêncio abafado do quarto. — Perdeu o fôlego ou esqueceu como se respira?

Miguel engoliu em seco, os dedos grandes e desajeitados apertando a pele das minhas coxas com uma força que me deixou marcas instantâneas.

— Eu... eu nunca... — ele balbuciou, a voz falhando de um jeito que quase me fez rir. Quase.

— Eu sei.

Inclinei o quadril levemente para frente, sentindo o atrito da renda úmida contra o meu clitóris, uma faísca elétrica que percorreu minha espinha e me fez perder o ar por um milésimo de segundo. O tesão era uma entidade física entre nós, um cheiro de almíscar e suor que o ar-condicionado não conseguia dissipar.

— Olha para isso — comandei, apontando para o centro da minha calcinha. — Veja o que você fez.

Ele seguiu meu dedo, os olhos dilatados, a pupila engolindo o castanho do olho enquanto ele observava o brilho da minha própria excitação atravessando a renda. A respiração dele ficou curta, errática.

— Tira — ordenei, sem espaço para réplicas. — Quero que você tire isso de mim agora.

Miguel avançou como se estivesse desarmando uma bomba prestes a explodir, mas com a delicadeza de um rinoceronte em pânico. As mãos grandes dele se engancharam no elástico lateral da renda com uma pressa desajeitada, puxando o tecido com tanta força que o fio quase cedeu. Ele estava trêmulo, uma pilha de hormônios e ansiedade que mal conseguia coordenar os polegares. Se eu o deixasse continuar naquele ritmo, a única coisa que ele conseguiria seria um rasgão no meu conjunto favorito e uma frustração precoce.

— Calma — interrompi, segurando os pulsos dele por um segundo. — Não é uma corrida, filho. Tire devagar. Sinta o que você está fazendo.

Ele respirou fundo, as narinas inflando, e relaxou a tensão nos dedos. Dessa vez, deslizou a seda preta com uma lentidão torturante, centímetro por centímetro, revelando a pele pálida das minhas coxas até que a peça caiu, esquecida, sobre o lençol.

Foi então que o silêncio do quarto mudou de textura.

Fiquei ali, completamente nua da cintura para baixo, aberta para o escrutínio do meu próprio filho. Minha vulva estava saturada, as pétalas internas inchadas e brilhantes sob o reflexo da lua, exibindo um rastro de umidade que descia em direção ao períneo. O ar frio do quarto atingiu a mucosa quente, e eu senti um espasmo involuntário, um latejar que parecia convidar o olhar dele para o abismo. Eu era um mapa de carne exposta, sem filtros, sem pudores.

O choque visual de Miguel foi quase cômico, se não fosse tão visceral. Ele estacou, os olhos fixos no centro da minha nudez com uma expressão de quem acabara de descobrir o segredo do universo ou de testemunhar um acidente de proporções bíblicas. As pupilas dele estavam tão dilatadas que o castanho dos olhos era apenas um aro fino e vibrante. Ele não conseguia piscar; parecia hipnotizado pela visão daquela fenda úmida e proibida que, afinal, era a sua origem e agora o seu destino.

Ele era o retrato da adoração profana. O "menino" tinha morrido ali, naquele vácuo de silêncio, substituído por um homem que não sabia se rezava ou se avançava.

E então, em um gesto que beirou o teatral, ele se inclinou e pegou a calcinha descartada. Com uma solenidade que me lembrou um sommelier de vinhos baratos, ele levou a renda ao nariz, fechando os olhos enquanto aspirava o cheiro de suor, seda e o aroma metálico e doce da minha excitação.

Não consegui me conter. O cinismo que é minha marca registrada rompeu a barreira da luxúria e eu soltei uma risada curta, carregada de sarcasmo.

— Sério, Miguel? — debochei, observando a cena clichê. — Você realmente vai fazer o papel do cachorro que fareja o rastro da dona? Só falta começar a abanar o rabo.

Ele abriu os olhos, ainda segurando a peça contra o rosto, mas não parecia nem um pouco ofendido. O brilho de desafio que ele me devolveu foi a prova de que a minha risada, longe de desarmá-lo, só tinha servido para validar o poder que o meu cheiro exercia sobre ele.

Ele não desviou o olhar. Pelo contrário, manteve a renda próxima ao rosto por mais um segundo, inalando o que restava da minha decência com uma insolência que me pegou desprevenida. Ele me encarou por cima da peça, os olhos castanhos escurecidos, sem qualquer traço daquele garoto obediente de antes.

— É o seu cheiro...— ele soltou, a voz grossa, quase um rosnado. — O que você queria que eu fizesse?

O cinismo na minha mente deu um estalo de aprovação. Eu adoro quando o bicho resolve morder a mão que o alimenta; torna a corrupção muito mais real. Ajeitei-me melhor nos travesseiros, sentindo o colchão afundar sob o peso dele, e fiz um gesto curto com o dedo indicador. Vem. Foi o que bastou.

Miguel avançou com tudo. Ele se lançou sobre mim, os joelhos batendo na cama enquanto ele mergulhava a cabeça em direção ao meu ventre com a pressa de quem está morrendo de sede. Mas antes que a boca dele encostasse no que eu ainda tentava controlar, levantei o pé direito e o espalmei com força no meio do peito dele.

Travei o avanço dele ali mesmo.

Senti o calor da pele dele na sola do meu pé, os músculos do tórax retesados e o coração batendo tão forte que eu podia sentir a vibração nos meus dedos. Ele parou, arfando, as mãos cravadas no lençol ao lado dos meus quadris, me olhando com uma mistura de ódio e necessidade.

— Para. — eu disse, a voz baixa, sem o menor lirismo. — Se for pra ser esse atropelo, a gente para agora.

— Eu não aguento... — ele balbuciou, a voz falhando. — Mãe, eu tô...

— Você tá o quê? Com pressa? — cortei, sentindo o prazer daquela pequena humilhação. — Esquece. Se for pra ser assim, você volta pro seu quarto e se resolve sozinho. Aqui você faz do meu jeito.

Retirei o pé lentamente, deslizando a sola pelo pescoço dele até o queixo, sentindo a pele dele arrepiar. Abri mais as pernas, deixando o ar frio do quarto bater na minha umidade, o que só serviu para me deixar mais alerta.

— Provoca primeiro — ordenei, apontando com o queixo para a parte interna das minhas coxas. — Começa por aqui. Beija a minha coxa... por dentro. Sobe devagar. Bem devagar.

— Só sobe quando eu deixar — avisei, sentindo o primeiro contato da boca dele com a minha pele sensível, longe da zona de perigo, mas perto o suficiente para me fazer fechar as mãos contra o lençol. — Entendeu?

— Entendi — ele murmurou contra a minha pele, o hálito quente enviando um choque direto para o meu ventre.

Observei a cabeça dele descer, os fios de cabelo escuro contrastando com a brancura das minhas coxas sob o luar pálido. Eu ainda tentava manter aquele distanciamento cínico, a ideia de que aquilo era uma aula, uma experiência controlada. Mas a verdade é que o meu corpo estava cagando para os meus conceitos intelectuais.

Quando a boca dele encostou na pele fina, logo acima do meu joelho, eu senti um solavanco que quase me fez perder o apoio dos cotovelos.

— Isso... — soltei, a voz saindo mais como um suspiro do que como uma ordem. — Mais... pra dentro.

Miguel obedeceu. Ele não beijava como um amador agora; ele usava a ponta da língua para traçar uma linha úmida que subia milímetro a milímetro. O hálito quente dele batia na minha pele e, logo em seguida, o ar frio do quarto transformava aquela umidade em uma fileira de agulhas de gelo. Eu estava em brasas. O cheiro de nós dois — o suor dele, o meu tesão, o perfume barato do sabonete — estava impregnado no ar.

— Devagar... filho... — minha respiração estava ficando curta, as frases saindo em pedaços. — Não... não sobe... direto.

Ele parou no meio da coxa, a bochecha encostada na minha pele. Eu sentia os músculos da mandíbula dele retesados. Ele estava sofrendo tanto quanto eu, e essa percepção me dava um prazer doentio. Eu era a mestra daquela tortura.

— Continua — ordenei, as unhas cravando no lençol. — Beija... aqui... mais pra cima.

Ele retomou o caminho. A língua dele era plana, quente, explorando cada poro. Senti o rastro de saliva secando enquanto ele avançava. Minha perna direita deu um espasmo involuntário, e eu a abri ainda mais, expondo o que restava da minha dignidade. Eu sentia o latejar lá embaixo, uma pressão rítmica que parecia querer explodir através da pele.

— Para — sussurrei, mas ele não parou. Ele subiu mais um centímetro. — Eu disse... pra parar...

— Você... não quer... que eu pare — ele murmurou contra a minha pele, a voz tão rouca que eu mal reconheci.

Ele estava certo, o desgraçado. Eu não queria. Eu queria que ele devorasse cada pedaço de mim até que não sobrasse nada da "Mãe" que eu fingia ser. As ordens começaram a sair erráticas, perdendo o sentido.

— Aí... não... mais pro lado... isso... sobe... agora...

O rosto dele estava agora a um sopro da minha intimidade. Eu sentia o calor da respiração dele diretamente na minha mucosa, um vapor quente que fazia meu ventre se contrair em ondas. Ele parou. O nariz dele roçou de leve nos pelos, o suficiente para me fazer arquear as costas e soltar um som que eu nunca admitiria ter produzido.

Miguel ficou ali, estático. A boca dele estava a um milímetro do centro do meu caos, o topo da língua quase tocando o brilho da minha umidade exposta. O silêncio era absoluto, quebrado apenas pelas nossas respirações pesadas que se chocavam naquele espaço minúsculo de pele e pecado.

Ele estava no limite. E eu, pela primeira vez na vida, não tinha a menor ideia do que ordenar a seguir.

Miguel não se mexeu. Ficou ali, estático, os olhos fixos na minha nudez como se estivesse esperando que o mar se abrisse ou que eu desse o sinal de partida. Ver ele paralisado por um punhado de carne úmida e o cheiro da própria mãe... meu ego inflou tanto que quase esqueci da náusea moral. Quase. Na verdade, o fato de ele ser meu filho era o tempero que tornava o triunfo mais viciante. Eu era a dona do controle remoto de um desastre iminente.

— Você é um bom menino, Miguel — sussurrei, a voz saindo mais arranhada do que eu gostaria.

Segurei o queixo dele com força, sentindo a barba rala pinicar a palma da minha mão e o suor frio que escorria pelo rosto dele. Inclinei meu corpo para frente, sentindo a gravidade puxar meus seios enquanto eu avançava sobre o vão que nos separava. Nossos lábios se encontraram em um beijo rápido, amargo e carregado de uma eletricidade que quase me fez perder os sentidos. Não foi um beijo de filme; foi um contrato selado com saliva e urgência.

— Agora — soltei o queixo dele e dei a ordem, curta e grossa. — Pode ir.

Ajeitei-me novamente sobre os cotovelos, escancarando as pernas até sentir os músculos da virilha reclamarem. O ar frio do quarto bateu direto na minha mucosa, e o contraste com o calor que subia das minhas coxas era quase insuportável.

— Mas escuta bem — respirei fundo, tentando manter o tom de autoridade enquanto meu baixo ventre latejava. — Não vai no meio ainda. Esquece o clitóris por enquanto.

Ele me olhou de baixo, os olhos perdidos.

— Beija só os lábios — ordenei, as frases saindo em pedaços. — Por fora. Contorna as bordas... devagar. Eu quero sentir a sua língua mapeando tudo, mas se você encostar onde não deve antes da hora, eu te tiro daí.

Ele assentiu, a respiração batendo pesada contra a minha pele, e finalmente mergulhou. Senti o primeiro contato da língua dele, plana e quente, contornando a entrada da minha vulva. Fechei os olhos com força, cravando as unhas no lençol. O "aluno" estava finalmente começando a lição prática, e a professora estava prestes a esquecer tudo o que sabia.

Senti a primeira investida da língua dele. Foi um choque térmico: o calor úmido contra a minha pele que o ar-condicionado já tinha deixado fria. Miguel começou a contornar os grandes lábios, mas a execução era um caos. Ele usava a língua inteira, lambendo sem direção, como um cachorro sedento que encontrou uma poça d'água.

Meu ego, esse monstro insaciável, vibrava com a devoção dele, mas a minha libido — que é bem mais pragmática — começou a reclamar do amadorismo.

— Mãe. .. — ele murmurou entre uma lambida e outra, a voz abafada pela minha carne. — Você tem... um gosto...

— Fala — ordenei, fechando os olhos e sentindo o rastro de saliva secar e queimar.

— É forte... — ele arfou, o hálito quente batendo direto no meu clitóris, embora ele ainda não o estivesse tocando. — Tem gosto de... mulher. De verdade. E o cheiro... eu podia morrer aqui.

Sorri no escuro. A sinceridade bruta dele era o melhor afrodisíaco. Mas os movimentos continuavam erráticos. Ele pressionava demais num ponto, depois sumia, depois voltava com uma pressa que só servia para me deixar irritada.

— Para. — Segurei o cabelo dele, forçando-o a estacar. — Você tá lambendo um sorvete ou tá tentando me dar prazer?

Ele levantou o olhar, os lábios brilhantes, parecendo um animal acuado.

— Eu... eu não sei... — ele balbuciou. — Eu quero tudo ao mesmo tempo.

— Pois escolha uma coisa e faça direito. — Soltei o cabelo dele, mas mantive a mão por perto. — Esquece a língua inteira. Usa a ponta. Firme. Contorna a borda esquerda... sobe... e desce. No mesmo ritmo. Sem pressa, Miguel. Eu não vou a lugar nenhum.

Ele recomeçou. Dessa vez, senti a ponta da língua dele, tensa e precisa, desenhando o relevo da minha vulva. Ele foi subindo, contornando a entrada, mapeando a fronteira do meu prazer com uma calma que ele claramente estava arrancando do fundo da alma.

— Isso... — gemi, deixando minha cabeça cair para trás. — Desce agora... de novo.

Ele encontrou o trilho. O movimento tornou-se rítmico, uma cadência hipnótica que fazia meu ventre contrair em espasmos lentos.

Ele lambia a borda externa, sugando levemente a pele sensível antes de retomar o caminho com a língua. O amadorismo estava dando lugar a uma intuição carnal perigosa. Miguel tinha finalmente entendido que, ali embaixo, a constância valia muito mais do que a força.

Senti o meu corpo amolecer, a resistência cínica sendo lavada pela saliva dele. Ele tinha encontrado o ritmo. E o pior — ou melhor — é que ele sabia disso.

— Fica... só aí... não muda o ritmo — ordenei, ou tentei.

A voz saiu como um resto de autoridade que já não servia pra mais nada. Eu estava com os dedos enterrados no lençol, sentindo cada nervo da minha bacia pulsar em sincronia com aquela lambida rítmica e torturante nas bordas. Era um jogo sádico: eu o obrigava a me dar apenas as sobras do prazer enquanto o prato principal latejava a milímetros de distância, gritando por atenção.

Eu queria manter o controle. Queria provar que, mesmo nua e vulnerável, eu ainda era a mestre daquela porra toda. Mas o cinismo da minha mente estava sendo afogado pela biologia. O meu corpo era um traidor barato.

— Miguel... — arfei, a cabeça pendendo para o lado. — Não... não sobe... continua... nas beiradas...

Eu já não conseguia formular uma frase com sujeito e predicado. O "aluno" percebeu. Senti a pressão da língua dele mudar levemente. Ele não era mais o garoto assustado que tropeçava no próprio desejo; ele estava ali embaixo, sentindo o meu cheiro, provando o meu gosto e, principalmente, sentindo como o meu corpo reagia a cada movimento dele. Ele sentiu a minha coxa tremer. Ele ouviu o meu fôlego sumir.

Ele sentiu o poder.

E, pela primeira vez, ele decidiu que a aula era dele.

Sem esperar por uma ordem, sem pedir licença, ele parou o movimento circular. Senti o hálito quente dele bater direto na minha abertura por um segundo eterno. Então, ele deu uma lambida longa, firme e absurdamente macia, que começou lá no final da minha vulva e subiu, desenhando uma linha de fogo úmido por toda a fenda, até atingir o ápice.

A ponta da língua dele bateu direto no meu clitóris.

— Ah... porra... — o grito saiu rasgado, sem filtro, sem ironia.

O choque foi tão violento que meu corpo arqueou como se eu tivesse levado uma descarga elétrica. Eu não tive tempo de repreendê-lo pela audácia, nem de ser sarcástica sobre a sua desobediência. A surpresa me desmontou por completo. A "Mãe" controladora, a professora cínica, a mulher que falava com o teto... tudo isso evaporou num segundo.

Eu me entreguei de vez. Abri as pernas até o limite, oferecendo tudo o que eu tinha, sentindo o latejar rítmico e insuportável buscar a boca dele como se a minha vida dependesse daquilo.

— Faz... — eu sibilou entre dentes, os olhos revirando. — Faz o que você quiser... Miguel...

Ele não precisou ouvir duas vezes. O deserto da minha autoridade tinha acabado, e agora eu estava em pleno mar aberto, afogando na língua do meu próprio filho.

A barreira da minha civilidade não apenas caiu; ela foi implodida. Eu sentia o meu corpo se contorcendo, os calcanhares cavando o colchão enquanto a língua de Miguel fazia um estrago que nenhum manual de boas maneiras poderia prever. O cinismo que eu usava como armadura tinha derretido, restando apenas uma massa de nervos expostos e um desejo tão sujo que nem o banho mais longo do mundo conseguiria limpar.

E a verdade? Eu estava adorando o lixo em que me transformara.

— Isso... — minha voz saiu como um latido, crua e desprovida de qualquer elegância. — Chupa... chupa a sua mãe, Miguel...

A palavra "mãe" saiu da minha boca carregada de um veneno doce. Era o ápice da profanação, o prego final no caixão da minha decência. Eu queria que ele soubesse exatamente o que estava fazendo, quem ele estava devorando. O prazer era tão violento que o vocabulário "pedagógico" foi substituído por uma vulgaridade que eu nem sabia que possuía.

— Chupa... com força... — eu arfei, as pernas tremendo tanto que eu mal conseguia mantê-las abertas.

Miguel parou por um milésimo de segundo. Ele subiu o olhar, os olhos castanhos faiscando de uma satisfação predatória que me gelou a espinha. E então, ele fez. Com a boca ainda colada na minha vulva, toda brilhante de saliva e da minha própria umidade, ele abriu um sorriso. Um sorriso de canto, carregado de triunfo, de quem sabia que tinha acabado de quebrar a última resistência da mulher que ele sempre chamou de autoridade.

Aquele sorriso acabou com o resto da minha sanidade. Foi o insulto final. Ele não era mais o aluno; ele era o dono da situação, e ele estava rindo da minha rendição.

— Você está achando engraçado? — eu sibilou, a fúria e o tesão se misturando numa mistura explosiva.

Cravei os dedos nos cabelos dele com uma força que certamente deixou marcas no seu couro cabeludo. Eu não queria delicadeza agora; eu queria submissão. Puxei a cabeça dele para cima e a afundei de volta contra a minha intimidade com um movimento violento, esmagando o rosto dele contra a minha carne aberta.

— Não para... — ordenei, os dentes cerrados, sentindo o nariz e a boca dele serem pressionados contra o meu clitóris. — ... agora... me faz gozar, seu moleque... anda!

Eu não era mais a professora. Eu era a possessa, e Miguel estava enterrado no centro do meu furacão, servindo ao propósito para o qual eu mesma o tinha treinado. O silêncio do quarto foi substituído pelo som úmido da sucção e pelos meus gemidos que, agora, não tinham mais vergonha de serem ouvidos por quem quer que estivesse do outro lado da porta.

Puxei a cabeça dele para cima com tanta força que ouvi o estalo do pescoço dele. Eu precisava que ele me olhasse, que visse o estrago que estava fazendo na mulher que o colocou no mundo. Miguel me encarou, os lábios vermelhos e brilhantes da minha própria umidade, a respiração tão pesada que parecia que ele tinha acabado de correr uma maratona. O cinismo na minha mente gargalhava: ali estava meu filho, reduzido a um bicho faminto entre as minhas pernas.

— Me diz, Miguel... — sibilei, a voz saindo num fio de som carregado de escárnio. — você sabe onde fica o ponto G?

Ele hesitou por um segundo, os olhos perdidos na minha nudez, e então apontou com o queixo para o meu clitóris, aquele pequeno botão latejante que ele estava massacrando com a língua. Soltei uma risada seca, uma mistura de deboche e puro tesão.

— Errado. Isso aí é o brinquedo dos preguiçosos — soltei o cabelo dele e segurei sua mão, guiando o dedo médio dele para a entrada da minha buceta, que estava tão aberta e quente que parecia um convite para o inferno. — Enfia. Agora.

Ele obedeceu, deslizando o dedo para dentro daquela caverna úmida. O choque da invasão me fez perder o ar.

— Mais fundo... isso — eu arfei, as pernas tremendo. — Agora faz um ganchinho com o dedo. Como se estivesse chamando alguém. Sente essa parte rugosa aí em cima?

Miguel moveu o dedo, tateando a parede anterior da minha vagina. Quando ele encontrou o ponto exato, a textura diferente, eu senti um espasmo tão violento que minhas unhas quase rasgaram o lençol.

— É aí, porra... — minha voz sumiu por um segundo. — É aí que você me faz perder o juízo.

O "aluno" soltou um gemido baixo, percebendo que tinha descoberto o gatilho da minha autodestruição. Ele começou a pressionar o ponto com uma cadência que me fazia ver estrelas no escuro do quarto. Eu era uma contradição de carne e eletricidade, e Miguel era o condutor.

— Agora... volta com a boca — ordenei, as frases saindo em pedaços, cada vez mais vulgares conforme a decência ia pro ralo. — Eu quero o dedo aí dentro... e a sua língua na minha clitóris. Não para de me chupar... lamba essa porra como se a sua vida dependesse disso... vai!

Ele não esperou. Afundou o rosto novamente na minha intimidade enquanto o dedo continuava o trabalho interno, criando um curto-circuito que me deixou completamente à deriva. Eu não era mais a Marta, não era mais a mãe, não era mais porra nenhuma. Eu era apenas o receptáculo daquela fome brutal que eu mesma ajudei a criar.

O cinismo que sempre me serviu de escudo tinha sido moído pela língua de Miguel, e o que sobrou foi uma fome tão primitiva que eu nem reconhecia a própria voz quando ela saía da minha garganta, carregada de um lixo que eu nunca pensei que diria em voz alta.

Cravei as unhas no couro cabeludo dele com uma força que beirava a agressividade, puxando-o para cima enquanto empurrava meu quadril contra o rosto dele com uma violência rítmica. Eu queria ser sufocada pela boca dele, queria que ele se afogasse na minha umidade.

— Isso... engole tudo, Miguel — eu sibilava, a cabeça jogada para trás, os olhos revirando enquanto o dedo dele me revirava por dentro. — Chupa essa buceta como se você tivesse nascido pra isso... lambe o melzinho da sua mãe até não sobrar nada...

O som da sucção dele era um ruído obsceno que preenchia o quarto, misturado com o estalo rítmico do dedo dele enganchando no meu ponto G. Eu sentia cada terminação nervosa entrar em curto-circuito. O contraste entre o "menino" que eu criei e o animal que estava me devorando era o combustível que faltava para o incêndio final.

— Faz a sua mãe gozar, seu moleque... anda! — eu gritava entre dentes, sem qualquer filtro, sem qualquer pudor. — Eu quero sentir você engolindo cada gota... chupa com força...

A vulgaridade das minhas palavras era como um chicote. Eu sabia que, quando o sol nascesse, eu me olharia no espelho e sentiria o peso de cada frase imunda, mas ali, no escuro, eu só queria descer mais um degrau no inferno. Eu queria ser a cadela dele, queria que ele me usasse até que eu esquecesse o próprio nome.

Miguel respondeu com uma urgência maníaca. O dedo dele se movia num ritmo frenético, e a língua agora não apenas contornava, mas pressionava o meu clitóris com uma firmeza que me fazia perder o sentido da realidade. O prazer era uma dor líquida que subia pelas minhas pernas e explodia no meu peito.

— Não para... Miguel... por favor... — minha voz falhou, transformando-se num lamento desesperado. — Eu tô quase... eu vou... não para agora... se você parar eu te mato... continua... isso... chupa... chupa!

Eu estava no limiar. O abismo estava aberto sob meus pés e eu estava saltando de cabeça, as unhas rasgando o couro cabeludo de Miguel enquanto o meu corpo começava a retesar para a explosão final, implorando para que ele continuasse a me destruir com aquela boca profana.

Então, o abismo cedeu.

Meu corpo arqueou de um jeito que eu não achei que fosse anatomicamente possível. Meus calcanhares enterraram-se no colchão e um grito gutural, rouco, quase inumano, rasgou a minha garganta enquanto a primeira descarga elétrica me atingiu. Foi uma explosão de dentro para fora, um colapso rítmico que me fez perder a visão por alguns segundos. Eu sentia cada contração da minha vulva apertando o dedo de Miguel, enquanto a língua dele recebia o jato quente da minha própria derrota.

Eu era uma ruína de cetim e fluidos.

Meus braços perderam a força e eu desabei de volta nos travesseiros, o corpo mole, os pulmões lutando para encontrar oxigênio num quarto que parecia ter ficado sem ar. O silêncio que se seguiu foi ensurdecedor, quebrado apenas pelo som da minha respiração errática e pelo ruído úmido de Miguel se afastando.

E aí, o peso caiu.

A náusea moral, que eu vinha mantendo à distância com doses cavalares de cinismo, voltou com a força de uma ressaca violenta. Olhei para o teto, sentindo o suor esfriar na minha pele e a umidade entre as minhas pernas agora parecer algo sujo, errado. As palavras que eu tinha gritado — mãe, moleque, chupa — ecoavam na minha mente como um tribunal de acusação.

Eu não tive coragem de olhar para ele. Miguel continuava ali, entre as minhas pernas, o rosto brilhante com a minha própria excitação, os olhos castanhos provavelmente carregados de um triunfo que eu não suportaria testemunhar agora. A vergonha era uma película viscosa que cobria o meu corpo. Eu tinha quebrado a última barreira, tinha descido ao porão mais imundo da minha psique, e o pior de tudo: eu tinha levado meu filho comigo.

— Sai... — sussurrei, a voz agora apenas um rastro de som, despida de qualquer autoridade. — Sai de cima de mim, Miguel. Agora.

Ele se ajoelhou no meio da cama, e quando abri os olhos, dei de cara com a ereção dele, pulsante e impaciente, apontada para mim como uma arma carregada. Ele achava que a "formatura" era agora. Que depois do banquete que ele me serviu, eu abriria as pernas para a sobremesa.

O pânico foi mais rápido que o tesão.

— Para — sibilou a minha voz, ou o que sobrou dela. — Para agora, Miguel.

— Mãe... eu achei que... — ele balbuciou, a mão já segurando a base do pau, os olhos vidrados em mim.

— Você não tem que achar nada — disparei, tentando desesperadamente costurar os retalhos da minha pose de professora.

Avancei pelo colchão como uma possessa e agarrei o lençol de cima, puxando-o com tanta força que quase derrubei os travesseiros. Enrolei-me no tecido até o pescoço, criando um casulo de algodão entre a minha nudez humilhada e o desejo escancarado dele. Eu precisava de um muro. Qualquer coisa que me fizesse esquecer que, há dois minutos, eu estava empurrando a cabeça dele contra a minha virilha.

— Sai — ordenei, apontando para a porta com um braço que ainda tremia. — Sai da porra desse quarto. Agora.

Respirei fundo, fechando os olhos para não ter que encarar aquela ereção que era, no fim das contas, obra minha. A náusea moral estava subindo pela minha garganta.

— Desculpa, Miguel... tá? — forcei as palavras, tentando amaciar o tom para não perder o que restava da minha influência sobre ele. — Só... foi demais. Pra mim, pra você... pra essa casa. Eu preciso respirar. Minha cabeça tá girando.

Ele continuou parado, o pau ainda rígido, o retrato vivo de um cavalo que foi freado bruscamente no meio do galope.

— Eu te recompenso depois, eu prometo — murmurei, escondendo o rosto atrás da dobra do lençol. — A gente continua essa "aula" em outro momento. Mas agora... se você tiver um pingo de consideração por mim, você vai embora. Eu preciso ficar sozinha.

Miguel me encarou por mais alguns segundos, o peito subindo e descendo. Ele parecia processar a minha súbita mudança de humor, a transição da loba vulgar para a mulher acuada. Por fim, ele guardou o pau com um movimento brusco, bufando de irritação, e caminhou em direção à porta.

som que ouvi na noite. Quando a porta finalmente se fechou, eu me encolhi em posição fetal, sentindo o cheiro do meu próprio erro. O projeto "Mãe Educadora" tinha acabado de colidir com a realidade, e o estrago era muito maior do que eu tinha planejado.

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