“Enorme!”
“Não acredito! Você deu pro meu pai?”
“Você disse que podia! Que tudo bem.”
“Eu não disse que podia. Disse que estava com pena dele, coitado. Mamãe não queria mais nada com ele. O velho está subindo pelas paredes, um nervo.”
“E aí você ofereceu. Disse até que duvidava que ele topasse.”
“Tô decepcionada. Nunca imaginei… que meu pai. Coitada da minha mãe.”
“Culpa sua, agora já era. Comeu e pelo jeito gostou.”
“Você não vale nada, Patrícia.”
“E foi bom. Hmmm! Primeira vez que eu gozei com um homem. Armando é tão gentil, tão carinhoso. Adorei seu pai. Sua mãe não sabe o que está perdendo.”
“Nunca gozou com um cara, você?”
“Nunca, nunquinha. Só na …, igual você.”
Fez o gesto com os dedos.
“Eu! Que isso, com o Miguel eu… Também tava apaixonada.”
“Miguel era um tarado isso sim. Se aproveitou de você. Agora seu pai não, aquilo sim é um homem. E o melhor de tudo é que ele é grosso, muito grosso.”
“Chega Pat, eu não quero detalhes.”
***
“Então você é amiga da Valéria. Desde quando?”
“Desde o colégio, depois a gente seguiu caminhos diferentes. Eu fui estudar psicologia e ela preferiu enfermagem.”
“Bem que eu achei que te conhecia de algum lugar. Minha memória não anda valendo nada.”
“Que isso, o senhor é um homem que qualquer garota quer. Um gato! Tô com inveja da Telma.”
“Me chame de você, me chame de Armando.”
Beberam seus drinks. Patrícia exibida cruzou as pernas morenas, sedosas. E ajustou a saia curta com a mão.
Ele suspirou, eles se encararam. Sorriram. Patrícia mostrou o sorriso meigo, meio devasso.
“E você está gostando do seu curso?”
“Tô amando. Eu gosto de pessoas, sabe? Gosto de entender o que elas pensam, a mente humana é incrível. Os conflitos entre a razão e as emoções. Me atrai, sabe? O ser humano me atrai, de diversas formas.”
Os olhos dela faiscaram, o riso marcado na face, o olhar profundo provocando o pai da Val.
“Porque você está me olhando assim?”
“Eu! Por nada, porque não posso te achar atraente?”
As orelhas de Armando esquentaram, um volume foi ganhando vida dentro da calça. O coração acelerando. Ele suspirou novamente nitidamente envergonhado.
“Não diga essas coisas, garota. Eu podia ser seu pai.”
“E eu ia adorar que você fosse meu pai. Ia mesmo. Amo de paixão, homens da sua idade.”
“Ainda bem que eu não sou seu pai.”
“Um problema a menos, mas também, uma culpa a menos.”
Ela riu insinuante, ele latejou, quase engasgou.
***
Patrícia gemeu fundo quando ele apertou num abraço forte. A mão pesada na nuca, a outra lhe apertando a cintura.
A língua bruta invadiu sua boca. Ansiosa, ávida lambendo tudo. Se enrolando na sua, se afundando até a garganta. Os seios crescendo e a buceta queimando.
“Aah! Armando, hmmm!”
Se viu deitada na mesa de vidro. A blusa meio desabotoada, um seio à mostra. Patrícia estufou os peitos e abriu as pernas.
Armando agarrou suas tetas, beliscou seus bicos.
“Aaaanh! Uuuh!”
Ele deitou e mamou nas tetas da moça. Ela o abraçou com as pernas.
“Me come, come.”
“O que? O que foi que você falou.”
Pat não teve coragem de repetir, nem precisava. Ele entendeu e ela sentiu o tronco massageando sobre a sua calcinha. Pesado e grande.
“Tira Armando, tira.”
Ele tirou, tirou e olhou, examinou a bucetinha da amiga da filha. Os pentelhos curtos no alto, os lábios macios ainda rosados, levemente molhados. A curvatura das ancas durinhas deixava a paisagem excitante. Armando salivou de desejo.
Desceu o zíper, puxou e mostrou. Ela assustou com o tamanho da cabeça roxa, a grossura morena da rola madura. As veias pulsando na pele esticada.
Boquiaberta ficou e ele notou.
“Não quer?”
“Claro que quero. Quem não quer uma coisa linda como você?”
“É muito grosso, você é nova. Vai te machucar garota.”
“Vai nada, e eu quero. Quero você dentro de mim, Armando. Pai.”
“Não fala assim que eu não gosto.”
“Desculpa, mas eu gosto de homens como você.”
“Aposto que ainda virgem.”
Ela riu por dentro, se ele soubesse. Encheu o peito, entumesceu o monte. Quase numa ereção masculina. Mostrou que queria, a vagina pulsava, e até brilhava.
Mais que um convite, um presente pro pai da amiga.
“Virgem como a Valéria. Eu podia ser seu pai.”
Patrícia ficou tesa, ainda mais excitada. Suava. Se não gostava, porque falou que podia ser meu pai? Ela pensou.
“E eu dava pra você, mesmo que você fosse meu pai. Aaaiii!”
Se olharam, os olhos grudados, os dois tensos, vibrando de desejo.
Armando pincelou a cabeça rombuda na xana da amiga. Massageou no meio dos lábios. Esfregou o grelo escondido, alisando de leve.
Depois apertou o tronco com força, apontou e olhou. Veio um silêncio e ele não se aguentou e entrou.
“Aaa! Aaaah!”
Ela gemendo com a boca se abrindo e ele afundando na gruta apertada.
Entrou lento com medo de arregaçar a amiga da filha. Deslizou devagar entre os lábios macios, a temperatura da xota esquentando e a verga morena começando cozinhar.
“Oooh! Aaah!”
Ela queimava e minava os sucos lubrificando a entrada.
“Aaaanh! Aaah!”
Gemeram juntos sentindo o momento. Ele se sentindo um bosta, comendo a amiga da Val. Ela vitoriosa, finalmente fodida pelo pai da amiga.
Armando agarrou a cintura, ela lhe abraçou outra vez com as pernas. As bombadas foram perdendo a vergonha. O tronco bruto abrindo as pregas da xota. Rasgando a Pat por dentro.
Aquilo ardendo e ela sentindo a buceta ganhar vida. Cremosa, melosa, o pau grosso furando cada vez mais fundo. Patrícia sentiu as dores de uma virgem.
“Aaah! Aaaah!”
“Vem, vem papai!”
As trombadas ficaram intensas, a mesa rangia. Patrícia melava e molhava o cacete do Armando. Tanto que pingava na mesa, na saia.
Armando se agarrou as tetas macias da moça. Espremeu e puxou. Malvado, maldoso, ansioso. Enquanto ela sentia o ventre esquentar, entrar em ebulição. A vista turvando e o tremor vindo sem controle, como uma torrente forte. Sentiu a vulva piscar e tremor alongado das pernas.
“Papaiiii! Ar, Armando!”
Ela sofria e gemia. Intensa com as bochechas vermelhas. Um gozo longo e profundo fazendo a garota se arrepiar toda.
Foi a vez dele de se aliviar. As mãos ainda presas nas tetas e o pau grosso começou a cuspir, vomitar sua nata jateando a buceta da moça.
Armando encheu Patrícia de porra, enquanto Valéria sorria pra ele.
“Val! Val!”
“O quê?”
Ela perguntou, mas ele não quis responder. Apenas se deitou entre os seios da Pat. Vendo os bicos duros subindo e descendo.
“Nossa! Adorei, sabia? Adorei!”
“Não, desculpa, a gente não devia.”
“Meu sonho, você sempre foi, Armando. Papai.”
“Não, não fala assim.”
“Mas é, toda menina sonha com um homem como você.”
“Chega!”
***
“Chega mesmo, não quero mais saber. Esquece do meu pai.”
“Sua mãe é que é a culpada. Deixou um homem como seu pai dando sopa. Dá nisso.”
“Armando não! Senhor Armando. Que isso! É a primeira e a última vez. Não quero mais saber de vocês.”
Patrícia mordeu os lábios e viu Armando guardando os sacos e passando a pica grossa na cara dela. O cheiro de porra e as gotas do creme escorrendo na face, pingando do queixo.
Ele apontou e ela carinhosa lhe deu um beijo de língua, um carinho na glande.
“Que cara é essa Pat? Que é que você está lembrando?”
“Que lembrando garota. Só estava pensando numa coisa que eu tenho que fazer amanhã.”
Patrícia franziu a testa segurando o riso. Valeria balançou a cabeça inconformada digitando no Insta.
