A imagem de Suely de calcinha e sutiã permaneceu em minha cabeça, mas tratei de afastar qualquer pensamento malicioso, seria muita sacanagem querer tentar algo com a amiga da minha esposa que estava hospedada em nossa casa.
No encontro no motel, senti Mauricio mais solto, fazendo comentários ousados do tipo:
-Olha isso, Vitão, vou fazer tua mulher gozar de novo, olha como ela tá gamada na minha pica. Ele gosta de vara como a minha. – disse socando forte nela de 4 que berrava suada.
Também notei que ele e Vivi estavam se beijando cada vez mais e até cochichavam e riam. Aquilo me despertou um certo ciúme, medo que a coisa tomasse outro rumo, mas fiquei na minha. Mauricio estava louco para comer o cuzinho dela, que seguia negando por medo.
Suely continuava procurando emprego, mas não surgia nada. Com minha esposa, ela se soltava e conversava bastante, mas comigo, sentia que ficava um pouco retraída, porém era muito educada e sempre tratava de fazer algo como cozinhar, limpar, arrumar, mesmo a gente tendo uma senhora que vinha 2 vezes na semana.
Ela completou um mês morando em nossa casa. Vez ou outra, eu me pegava olhando para o seu corpo tentador que contrastava com sua timidez e desejava-a. Eis que um dia minha esposa me surpreendeu na cama, falando em tom de brincadeira:
-Fala a verdade, amor, você com a Suely aqui sozinhos vários dias na semana, vai dizer que já não teve vontade de pegá-la?
-Tá maluca, Vivi?! Desde que a Suely chegou aqui, tenho todo o respeito por ela. Pergunte a própria se tiver dúvida.
Ainda em tom de brincadeira, mas que poderia ser um teste, minha esposa prosseguiu:
-Ah, mas seja sincero, ela não é gostosa e bonita? Tem um corpão! Aquela noite que a vimos dormindo de lingerie, você fez uma cara de tarado encarando o bumbum dela.
-Nem vi direito, fiquei surpreso apenas porque esbarramos na porta e lá estava ela, quase pelada. Ainda bem que dormia no último sono, pois ia ser bem constrangedor.
-Mas então fala, acha ela atraente? Não minta.
Resolvi ser sincero, afinal de contas, seria hipocrisia negar o óbvio:
-Sim, muito bonita, tem um corpo esguio, cintura fina e um belo bumbum, tá satisfeita? Só não alimente a paranoia de que vou transar com a Suely pelas tuas costas e ainda mais na nossa casa. O fato de sermos liberais não quer dizer que vale tudo.
Vivi ficou olhando para o nada por uns segundos e depois me perguntou:
-Pelas costas não, seria uma traição, mas e se eu deixasse?
Tive certeza de que minha esposa estava me testando. Vai ver que ficou com ciúme de ter uma amiga bonita dentro de casa o dia todo comigo e agora queria caçar motivo, mas tratei de não entrar na dela.
-O que você está querendo com essa conversa? Alguma confissão de que estou doido para comer tua amiga? Agora, você me irritou. – disse me sentando na cama e me preparando para me levantar.
Vivi segurou em meu braço e disse com um tom de voz calmo:
-Não, amor, estou apenas tendo uma ideia maluca aqui. E se eu revelasse a ela que somos liberais? Assim como quem não quer nada, dizer que não me importo que você transe com outras, assim como você também não liga que eu me envolva com outros? Aí, eu jogaria uma sementezinha, dizendo que você se sente atraído por ela e...
-Puta que pariu, Vivi! Nem pense em falar um negócio desses para a Suely. Se ela for ficar mesmo na cidade, num futuro próximo, pode contar a uma amiga, um cara que se envolver e cairemos na boca do povo. Sem contar, que as coisas não funcionam assim, não é porque você “deixa” que a tua amiga vai querer.
Vivi disse sorridente:
-Ah! Quanto a isso, não sei não, a gente conversa muito, a Suely tá numa seca danada, mesmo antes de terminar o casamento com o traste, estavam sem transar há um tempão, ela me contou que não quer nem pensar em se envolver com ninguém a sério, mas que está subindo pelas paredes ahahaha. Além disso, uma noite, me falou que achava você muito bonito, que parecia um jogador espanhol que foi casado com a cantora Shakira, mas disse isso fazendo questão de frisar que era com todo respeito. É por isso que a minha ideia, mesmo sendo doida, pode dar certo. Eu não estou há meses dando gostoso para o teu amigo, Mauricio? Não vejo problema de você trepar com a Suely, desde que fique claro para ela que é só sexo.
Aquela naturalidade de Vivi não me soava bem, praticamente empurrando a amiga para mim e pior, a amiga que morava na nossa casa. Tratei de cortar aquela conversa, precisava entender se não tinha nenhuma armação por trás de tudo isso.
-Não, não vou querer me envolver com a Suely, para falar a verdade, não vejo a hora de comer novamente a Eliana, aí sim, uma mulher do meio liberal, fazemos swing, nos esbaldamos e pronto, sem rolos depois.
Vivi também encerrou, mas com uma nova brincadeira:
-Se mudar de ideia, posso fazer a frente. Confio em você e sei que será só sexo, assim como eu com o Mauricio.
Mais algumas semanas se passaram, houve mais um encontro de Mauricio com a gente, no sábado, porém, no domingo, fizemos algo que já tínhamos conversado vagamente, mas Vivi agora quis pôr em prática: dela ir transar com ele e eu ficar esperando. Fiquei tenso, pois não sabia como seria a minha reação e também temi que alguém pudesse ver os dois entrando no motel, mas resolvi aceitar.
Vivi inventou para Eliana que visitaria uns parentes chatos e voltaria no começo da noite. Não foi muito arrumada para não dar pinta. Antes de sair, me deu um selinho e cochichou em meu ouvido:
-Te prepara, porque em menos de uma hora, tua testa estará ardendo de tanto chifre que vai levar, meu corno maravilhoso.
Fiquei numa tensão monstro. Pouco mais de 1h30 depois, ela me mandou fotos, uma em que estava de quatro e o pau de Mauricio quase todo dentro de sua boceta, outra o punhetando com as duas mãos, mas sem mostrar o rosto e mais uma com seios, barriga e pelos da boceta cobertos com grossos pingos da porra farta do amante. Fiquei doido de tesão, mas não quis tocar uma.
Um bom tempo depois, chegou um vídeo em que ele a filmava de cócoras subindo e descendo no pau dele enquanto dava gritinhos. Mauricio a incentivava dizendo “Isso goza na rola do teu macho, mostra para o corno do teu marido quem é o dono dessa boceta”. A filmagem terminou com os dois gozando aos berros e vi a porra dele saindo da xana da minha esposa e caindo na cintura e barriga do mesmo. Foi um misto de tesão e agonia, queria fodê-la, mas ainda tive que esperar um bom tempo.
Quando finalmente, Vivi chegou já eram mais de 20h. Suely estava entretida vendo algo na TV e ao mesmo tempo mandando mensagens para a irmã que morava nos EUA. Ela conversou rapidamente com a amiga e subiu para o nosso quarto, onde eu já estava. Entrou com uma cara séria de hotwife.
-Demorou, hein? – Reclamei.
-Xiuuuuuu. (com o dedo colado na boca). Fica quietinho, meu corno e vem aqui.
Vivi tirou a saia, a blusinha o sutiã e a calcinha, colocou a perna esquerda na cama e permaneceu com a direita no chão. Mostrou bem sua boceta vermelha e inchada para mim e disse em tom imperativo:
-Vem me chupar, tomei um banho no motel, mas ela ainda está com um pouco do cheiro e do gosto do sexo gostoso que fiz. Vem, eu sei que ama isso.
Vê-la ali exibindo a boceta recém-comida e por horas e ainda agindo como uma hotwife, me deixou maluco, aproximei-me para chupá-la. Vivi me puxou pelos cabelos e esfregou sua boceta em meu rosto, me fazendo sentir o cheiro e o gosto. Chupei-a com vontade e depois fodemos tentando não fazer barulho. Demos 2 fodas, sendo que em uma, comi seu cuzinho. Achei a experiência de esperar excitante, mas disse que preferia estar junto nas próximas.
Também tivemos outro encontro com o casal Ézio e Eliana e pude desfrutar daquele corpo maravilhoso. Novamente, rolou anal, que cu a morena tinha, sem contar a bocetona que tinha um mel farto.
Tenho que admitir que durante essas semanas, passei a olhar mais ainda para Suely. Ela tinha começado a correr praticamente toda a tarde, por volta das 16h, num parque perto de nossa casa e ia sempre com calças legging que me permitiam ver ainda melhor como seu bumbum era delicioso e sua boceta tinha uma testa gostosa. Em casa, também, de maneira discreta a admirava, com suas bermudas apertadas, saias rodadas e calças jeans.
Após 2 meses morando em minha casa, Suely arrumou emprego num hotel resort que ficava na estrada que ligava a cidade a outras rodovias. Sua escala seria de 12/36, ou seja, trabalharia um turno de 12 horas e depois teria um dia e meio de folga. A única coisa ruim é que no começo, entraria às 20h e sairia às 8h da manhã seguinte.
Suely ficou muito feliz. Passou por um treinamento, lhe deram uniformes elegantes e logo começou a trabalhar.
Eu seguia tendo pensamentos libidinosos envolvendo-a, não queria, mas era impossível tirar da minha mente. Até que houve um fato que me deixou ainda mais tarado por Suely. Como citei, ela gostava de fazer caminhadas à tarde e em um de seus dias de folga, botou uma calça legging branca, marcando tanto a boceta e o rego da bunda que fiquei literalmente de boca aberta, enquanto a mesma acabava de arrumar algo no tênis. Minha hóspede notou meu olhar que parecia estar vendo-a nua e ficou visivelmente tensa, vermelha, olhos de susto, quase tropeçou ao sair. Fiquei bem constrangido, eu também estava saindo para comprar algumas coisas no centro e fui me xingando dentro do carro.
Quando voltei, já no finalzinho da tarde. Guardei o que havia comprado. Meu quarto é com suíte, , mas na parte debaixo, temos outro banheiro, muito bonito também, onde Suely tomava banho. Fui até ele, querendo urinar, mas eis que vejo a porta semiaberta e uma cena impactante: Ela embaixo do chuveiro tocando uma siririca. Congelei ali ao vê-la com parte das costas colada no azulejo bege, as pernas um pouco abertas e se tocando com vontade. Seus seios eram perfeitos, redondos, com aréolas marrons claras pequenas, não dava para ver bem a boceta, pois a mão impedia, mas notei que tinha os pelos no formato de um triângulo ao contrário. Ela virava a cabeça para os lados, para cima, sentia a água caindo em seu rosto, olhava para a própria xana. Acelerou mais com os dois dedos, deu um gemido mais alto e aí sussurrou: “Vítoooor!”
Levei um choque ao ouvir meu nome, Suely estava se tocando pensando em mim. Resolvi sair dali, pois se ela me visse, seria algo infinitamente mais embaraçoso do que ocorrera antes da caminhada. Subi para o meu quarto e pensei em tocar uma de tanto tesão que fiquei, mas conseguir me conter.
Entretanto, à noite, quem pagou o pato foi Vivi, acho que pela primeira vez, a fodi pensando em outra. Ela ainda achou que era por causa do meu tesão de corno e me provocou bastante, mas, na verdade, em minha mente só vinha Suely nua, se tocando e dizendo meu nome.
Segui alguns dias com essa fixação, até que em outra transa minha com Vivi, já tínhamos tomado algumas taças de vinho e acabei falando como quem não quer nada:
-Sabe se agora que a Suely começou a trabalhar, já transou com alguém?
-Não, me disse que tem vários hóspedes que tentam cantá-la sutilmente e também um cara que trabalha no resort e até já a chamou para jantarem num dia de folga.
Fiquei em silêncio, enquanto minha esposa alisava meu pau. Vivi era esperta e perguntou:
-Tá interessado na proposta que te fiz?
-Claro que não... – respondi sem convicção.
Porém, ela insistiu e decidi falar:
-Acho ela muito gostosa, mas creio que ela não toparia e mesmo que topasse, meu medo é o clima estranho que ficará na casa depois.
-Por que clima?
-Você e o Mauricio se veem a cada 15 dias, já ela e eu estaríamos todo dia aqui, você poderia pirar de ciúme, achando que seria deixada de lado, que eu estaria apaixonado, essas coisas...
-Isso é bobeira, mas claro que seria importante termos uma conversa explicando tudo a ela, e também não ia ser uma coisa de todo dia os dois transarem.
Segui achando que era arriscado, mas no meio da trepada, Vivi me tentou e acabei aceitando que ela conversasse com Suely.
Alguns dias depois, durante uma das folgas de Suely, Vivi me disse que à noite conversaria com a amiga. Fiquei no quarto após a janta e com uma puta tensão. Foi uma conversa longa, coisa de horas. Finalmente, minha esposa veio para o quarto e perguntei como tinha sido a conversa:
-Bom, ela ficou bem impressionada com a revelação que somos liberais, expliquei tudo com calma. Depois, entrei no papo de que não teria problema se ela e você transassem, comigo junto, expliquei que nada mudaria, mas que tinha que ser totalmente discreto. Também disse que você não sabia da conversa, que era uma iniciativa minha.
-E ela? – perguntei tenso.
-Ahhh...ela achou um absurdo, disse que não faria isso comigo, porque estragaria a nossa amizade...
-Sabia! Ela pode ser quietona, mas é sensata, o foda que agora a Suely sabe que somos liberais...
-Calma! Fiquei um bom tempo explicando a Suely como funciona comigo e com um amigo seu, há meses. Falei da troca de casais que fizemos e disse que nada mudou e que assim será se ela quiser transar com você de vez em quando. Disse que você a achava linda e gostosa e notei que ela gostou apesar de disfarçar. No final, acabou me dizendo que seria difícil aceitar um negócio doido desses, mas deixou escapar um sorriso, quando disse que ela iria adorar a tua pegada na cama.
-Ela não vai aceitar, o melhor que temos a fazer é esquecer essa porra de ideia.
Nos dias seguintes, notei que Suely ficou ainda mais tímida perto de mim, fiquei sem graça, mas tratei de disfarçar e procurei conversar mais com ela, como se não soubesse nada da conversa entre Vivi e ela. Porém, houve algumas trocas de olhares, parecia que a amiga da minha esposa queria dizer algo, mas se segurava.
Até que uma tarde, Suely me perguntou se poderia levá-la para o hotel resort, pois a amiga que lhe dava carona, avisou em cima da hora que não poderia ir e não daria tempo de pegar o único ônibus que passava próximo ao seu trabalho. Claro que concordei.
No caminho, Suely, com seu uniforme impecável e bem perfumada, parecia inquieta, mas decidiu falar:
-A Vivi me contou sobre como é a relação de vocês...
Fingi surpresa, mas confirmei:
-Sim, nós resolvemos fazer como muitos casais, mas isso não afetou em nada nosso relacionamento, ao contrário, melhorou.
-Nossa! É algo bem diferente...
-É libertador. Não somos promíscuos de sair fazendo com várias pessoas, é algo assim a cada 15 dias, talvez 10.
-Entendi.
Ficamos em silêncio até chegarmos à frente do hotel resort, foi quando Suely tirou o cinto, me agradeceu, abriu a porta e fez menção de levantar, mas então, se virou para mim, me olhou por uns segundos e de maneira inesperada me beijou. Abracei-a com força. Foi um beijo longo, depois ela desceu do carro rapidamente, sem dizer nada.
Cheguei em casa, iria contar a Vivi, mas antes, ela me perguntou com um ar ansioso:
-E aí, comeu a nossa hóspede?
-Como assim?
-Não transaram?
-Claro que não! Eu a levei ao trabalho por causa de um problema com a carona dela.
-Ah! Que estranho! Achei que iria rolar hoje...
-Por que achou isso? Perguntei desconfiado. Aquilo estava bem estranho.
Vivi me puxou pelo braço e nos sentamos no sofá:
-Hoje cedo, estávamos tomando café, e a Suely fez um monte de perguntas, dando a entender que tinha topado, parecia interessada, mas com medo que depois eu ficasse brava. A convenci e disse que poderíamos fazer os 3, mas ela veio com uma outra proposta, de na 1ª vez transarem sem a minha presença, porque acha que vai ficar inibida comigo, por isso, achei que tinha rolado.
Expliquei que não houve nada durante o dia, mas que no carro, Suely fez umas poucas perguntas e depois me beijou. Vivi respondeu que então seria logo, bastava eu tomar a iniciativa.
Mais tarde, estávamos tomando um vinho e disse à minha esposa:
-Não consigo acreditar que você esteja levando tão de boa toda essa loucura, amor. Tem hora que acho até que é alguma armação, teste, sei lá...só não sei o motivo.
Vivi me abraçou e disse:
-Você me deu um tremendo presente, deixando que eu transasse com o Mauricio. Nunca imaginei que esse mundo liberal poderia ser tão bom. Está na hora de eu retribuir. Trepe com a Suely amanhã, só não faça na nossa cama, só quando eu estiver junto.
-Não sei, amanhã, ela chega aqui quase 9h, aí dorme até umas 3h da tarde, faz uma refeição rápida e depois vai correr, mais fácil ser depois de amanhã.
Em seguida, Vivi me beijou e disse que como sempre, chegaria lá pelas 19h30.
No dia seguinte, quando Suely chegou, eu já estava em meu home office, mas fiquei de ouvido em pé. Escutei-a caminhando pela cozinha, depois foi para o banho e em seguida para o seu quarto. Puxar 12 horas não era fácil, pensei. Segui trabalhando. Por volta das 15h, ela acordou e como de costume, comeu algo e se aprontou para correr. Nesse momento, decidi ir até a sala, a amiga de minha esposa mal conseguia me encarar após o beijo que trocamos na noite anterior. Apenas disse um “oi’ tímido. Já eu, ao vê-la com aquela calça legging branca que já me deixara doido de tesão em outra ocasião, além de um topzinho da mesma cor, não disfarcei e olhei demoradamente para o seu corpo sem me importar que a mesma notasse.
O tempo estava meio nublado, mesmo assim, Suely disse, sem me encarar:
-Vou correr, quer alguma coisa da rua?
Eu a surpreendi e disse:
-Gostaria que ficasse.
Suely, já perto da porta, se virou surpresa, mas antes que dissesse algo, fui até ela, segurei em sua mão e disse:
-O tempo está ameaçando chover, não gostaria de ficar comigo nesse resto de tarde?
Em seguida, passei meu braço por sua cintura, trazendo-a de encontro a mim e a beijei sendo correspondido, porém, pouco depois, Suely disse:
-Não, Vítor, acho que isso é um erro. A Vivi é minha amiga, vocês estão sendo tão legais demais comigo, não quero estragar isso..
Ainda segurando-a pela cintura, disse:
-A própria Vivi disse a você que não tem problema, o único motivo para não transarmos é você não sentir atração por mim, mas se for por medo de qualquer confusão, fique tranquila, a Vivi não irá se zangar. Você quer, não quer? Perguntei apertando-a contra o meu corpo.
Suely ficou alguns segundos indecisa, depois acabou me beijando. Trouxe-a para o centro da sala e continuamos nos pegando. Num dado momento, beijei seu pescoço e coloquei minha mão em sua bunda maravilhosa ainda por cima da calça, apalpei e depois cutuquei seu rego. A mulher realmente estava sedenta de sexo e já deu um gemido mais alto, jogando a cabeça para cima.
Seguimos nos pegando, depois passei a despi-la, primeiro tirei seu topzinho e vi seus seios perfeitos, beijei-os rapidamente. Ela tirou os tênis, um pé forçando para tirar o outro. Fiquei de joelhos, virei-a e fui baixando lentamente sua calça apertada, vendo surgir aquela bunda maravilhosa com uma calcinha branca. Beijei e mordi suavemente suas nádegas num misto de admiração e tesão por ser tão gostosa. Coloquei meu rosto entre sua bunda, respirei fundo, depois me levantei. Suely acabou tirando a calcinha e já passou a me ajudar a tirar a camisa e bermuda. Fiquei só de cueca.
Em seguida, deitei-a no sofá espaçoso e pude ver melhor aquele corpo lindo de 22 anos e que há tempos não era explorado por um homem. Mamei seus seios, fazendo-a se arrepiar e gemer. Após um bom tempo, desci para a sua boceta que apesar de grande, tinha os pequenos lábios finos e o clitóris pequeno e eram rosados. Passei a chupá-la com calma, novamente percebi que Suely estava com muito tesão guardado, pois além de deixar a timidez de lado e gemer alto, ficou rapidamente ensopada.
Chupei seu clitóris com maestria, fazendo minha língua deslizar num ritmo gostoso, subia, descia, fazia giros, tentava suga-lo, mesmo sendo pequeno. O mel daquela boceta escorria e o lambi com gosto, senti seu cheiro de fêmea. Os gemidos de Suely se tornaram gritos desesperados e logo começou a dar trancos com os quadris e gozou em minha boca, berrando como se estivesse chorando. Que cheiro aquela boceta exalou!
Após ficar um tempo deitada me olhando incrédula, Suely veio para cima de mim e me beijou com vontade. Depois tirou meu pau para fora, deve ter gostado por ver que era grosso e tinha um bom tamanho. Fiquei sentado no sofá e ela se posicionou de joelhos, no chão, entre as minhas pernas, passando a me chupar.
Não digo que Suely era uma expert em boquetes com minha esposa, mas também estava longe de ser uma inexperiente, pois soube mamar gostoso e ainda demonstrava vontade em fazer aquilo. Tentava engolir o máximo que dava, chupava num vai e vem frenético, de repente, diminuía, lambia a cabeça, as bolas, batia com ele na linguinha, deslizava pelos lábios levemente carnudos e, demonstrando que queria me agradar, me perguntava se estava bom. Num dado momento, ela, já ficando excitada novamente, disse:
-Que pau lindo. Assim como você. Vai enfiar ele em mim? Me comer gostoso, seu safado.
Fiquei louco de tesão, coloquei-a de 4 no sofá e passei a penetrá-la. Como Suely ficava sexy naquela posição, puta que pariu tive que me segurar, pois sua boceta era apertada e eu estava muito excitado. Passei a socar de maneira cadenciada, segurando-a pela cintura. Ficamos assim por um tempo, depois acelerei ao ponto de nossos corpos se chocarem furiosos. Meu pau sentia o calor e o mel daquela xana sedenta por pica. Ela passou a gemer alto e disse com voz embargada:
-Quanto tempo que não me sinto mulher. Nossa como esse pau é gostoso! Me fode, Vítor, faz o que quiser comigo, eu quero...muito
-Você quer muito? Mas agora você vai ter sempre, vou comer muito essa boceta deliciosa. -Respondi socando mais forte e puxando seus cabelos castanhos.
Trocamos de posição, passei a fodê-la num papai e mamãe selvagem. Suely começou a falar tudo enrolado, eu só entendia: “come...come...come”. Mais um pouco, senti que ela gozaria, acelerei ferozmente e também me deixei levar, gozamos juntos, ela simplesmente cravou as unhas em minhas costas e gritou. Enchi sua boceta de porra e desabei em cima dela.
Suely estava vermelha, suada, descabelada e com um sorriso de satisfação. Ficamos deitados nus e abraçados no sofá. Mas logo, ela ficou preocupada, repetindo a mesma coisa. Tratei de cortá-la:
-Como já te explicamos, somos liberais, meu amigo de infância come a Vivi há meses, vem a cada 15 dias e transam aqui em nossa casa e depois que você chegou, no motel. Também saímos com um casal uma vez por mês, faço de tudo com a mulher do cara e ele com a minha. Fique tranquila, vocês continuarão amigas, você continuará morando com a gente enquanto quiser, mas agora, poderemos transar, exceto se não tiver gostado.
Suely deu um sorriso maroto e relaxou. Depois, caminhou nua em direção à cozinha e disse seu eu queria algo para beber, respondi que não e fiquei apreciando sua bunda e seu andar tranquilo.
Pouco depois, voltamos a nos pegar, mas dessa vez fomos para o quarto dela, onde fizemos um 69. O cheiro de sua boceta estava intenso após 2 orgasmos e fiquei maravilhado. Passamos a transar, peguei-a de frango assado, socando fundo, depois, me sentei na beira da cama e Suely veio por cima, sentando em minha pica, enquanto eu mamava seus seios. Eu sentia as paredes de sua boceta subindo e descendo, agalhando meu pau. Deslizei minha mão até a sua bunda, cutuquei seu cuzinho e enfiei meu dedo médio esquerdo nele.
Suely estava desesperada, quicando forte em meu pau. A amiga tímida de minha esposa estava se revelando boa de cama, sabia mexer legal. Após alguns minutos assim, ela gozou urrando e arreou em meus braços, tamanha a intensidade do gozo.
Ficamos abraçados um tempo, cheirando a sexo. Até que ela passou a me mamar meio de lado na cama. Voltei a enfiar um dedo em seu cuzinho e no auge do tesão, disse:
-Sua bunda é gostosa demais, Suely, desde que te vi no 1º dia, fiquei fascinado pela perfeição desse rabo, promete que outro dia vai me dar esse cuzinho?
Ela parou de me chupar e disse:
-Quer agora?
-Deixa para outro dia, você está cansada.
-Não, eu dou. Você merece comer a minha bunda, me fez gozar gostoso. – Disse subindo um pouco e me beijando.
Mais que depressa, fui ao meu quarto e peguei uma pomadinha. Coloquei-a de 4 e antes de passar, dei uma bela lambida no cu suado de Suely, que se arrepiou toda. Finalmente, passei a pomada e com muita calma consegui enfiar em seu rabinho. Foram necessárias várias tentativas, quando entrou um pouco, dei um tempo, depois enfiei mais um tanto e passei a me movimentar suavemente, porem aos poucos, aumentei o ritmo e logo estava socando forte naquela bunda maravilhosa, fodi com vontade. Aguentei ao máximo, porque aquilo era muito gostoso, até que gozei urrando, mandando um monte de porra para dentro do cuzinho de Suely que ficou bem dilatado quando saí dela.
Exaustos, mas satisfeitos, tomamos um longo banho, onde um lavou o outro, com direito a muitos beijos.
Aquela trepada de fim de tarde faria com que muitas coisas mudassem. Logo, minha casa se tornaria um templo de luxúria maravilhosa, com muitas surpresas, ciúmes e revelações.
