Capítulo 25: O Prazer da Pele

Um conto erótico de Paula Crossdresser
Categoria: Trans
Contém 1152 palavras
Data: 08/03/2026 16:35:30

A cobertura em Mayfair recepcionou Julian Vance com um silêncio opulento, mas o ambiente estava longe de ser pacífico. Ao fechar a porta pesada, o mundo exterior — as lentes, o Hyde Park e o burburinho de Londres — desapareceu, restando apenas a tensão crua entre o artista e sua obra-prima. Julian, um homem acostumado a dirigir as maiores modelos do mundo, sentia-se agora como um amador diante da presença avassaladora de Fernanda.

Ela caminhou pelo mármore frio com a confiança de quem nasceu para ser adorada, sua pele brilhando sob os lustres de cristal. Fernanda parou no centro da sala de estar, virando-se para Julian com um sorriso que prometia tudo e não pedia permissão para nada.

— Suas câmeras são ótimas para capturar a superfície, mas agora você está diante da profundidade. Tire essa roupa. Eu não tolero barreiras no meu domínio.

Julian obedeceu. Havia algo na autoridade sensual de Fernanda que tornava qualquer resistência impossível. Enquanto ele se despia, Fernanda o observava com um olhar clínico e predatório, as mãos traçando o contorno de seus próprios seios firmes.

— Eu decidi que hoje você não será o fotógrafo — ela ordenou, caminhando em direção à suíte master. — Hoje, você será apenas o instrumento do meu prazer. Você vai me usar, Julian, mas vai fazer isso sob as minhas regras. Eu quero sentir cada grama da sua luxúria, mas quem dita o ritmo, a intensidade e a profundidade... sou eu.

No quarto, a luz de Londres entrava pelas frestas das persianas, desenhando listras de sombra sobre a cama king-size. Fernanda deitou-se de costas, abrindo as pernas com uma naturalidade que era, ao mesmo tempo, um convite e um comando. Ela exibia seu pau ereto e seu cú com um orgulho que desafiava Julian a perder o controle.

— Ajoelhe-se — ela comandou, a voz rouca e carregada de palavras de baixo calão que faziam o sangue de Julian pulsar com força.

Julian mergulhou no desejo. Ele explorou cada centímetro dela com a boca e as mãos, tratando-a com a reverência que dedicara à sua câmera no parque. Fernanda gemia alto, um som visceral que preenchia o quarto. Ela era inteiramente passiva na ação física, deixando que ele a explorasse, mas sua voz continuava a dominar o ambiente, dando ordens, pedindo que ele fosse mais fundo, mais rápido, mais agressivo.

Quando Julian finalmente a penetrou, Fernanda arqueou as costas, as unhas cravando-se nos lençóis de seda. Ela entregou-se ao prazer de ser possuída, mas nunca deixou de ser a senhora da situação.

— Isso... me fode como o animal que você esconde sob esse cachecol de seda — ela rosnou, o rosto transfigurado por um êxtase que unia poder e vulnerabilidade. — Eu quero sentir você em cada fibra do meu ser. Me mostra que sua admiração artística é tão forte quanto o seu caralho.

O ritmo era ditado pelos comandos dela. Seus gemidos eram uma melodia de submissão voluntária; ela se permitia ser levada pelas ondas de prazer anal, celebrando sua feminilidade transsexual em cada estocada de Julian. A passividade de Fernanda era uma escolha deliberada de poder: ela permitia que ele a usasse porque ela era a única dona daquele corpo e daquele momento.

Quando o ápice chegou, Fernanda gritou o nome de Julian, um som que selou o pacto de luxúria que haviam iniciado no parque. Eles desabaram nos lençóis, o suor misturando-se à fragrância do ambiente.

Fernanda foi a primeira a se recuperar. Ela se sentou na cama, os cabelos despenteados e a pele brilhando, olhando para Julian ao seu lado.

— Você é um bom fotógrafo, Julian — ela sussurrou, acariciando o rosto dele com uma mão, enquanto a outra repousava casualmente sobre seu próprio quadril. — Mas é um amante ainda melhor quando aprende a obedecer. As fotos da revista The Models serão lendárias, mas o que aconteceu aqui... isso fica guardado na sua memória.

Ela se levantou, caminhando nua até a varanda para observar Londres uma última vez antes de se recolher. Julian a observava, sabendo que, a partir daquele dia, nenhuma outra imagem que ele capturasse teria o mesmo peso, o mesmo cheiro ou a mesma verdade do que acabara de viver.

O silêncio que se seguiu à partida de Julian Vance foi breve. Fernanda não era mulher de se demorar na melancolia do pós-coito. Assim que a porta se fechou, ela caminhou até o espelho de corpo inteiro da suíte, observando as marcas leves que a noite de luxúria deixara em sua pele. Ela sorriu para o próprio reflexo, passando a mão pelos seios e sentindo a vibração de sua própria energia. Ela estava no topo, e Londres era apenas mais uma cidade conquistada por sua nudez e sua inteligência.

Ela pegou o smartphone e caminhou até a varanda. O vento frio de Mayfair cortava a noite, mas Fernanda, completamente nua, parecia imune ao clima. Ela posicionou o aparelho, ajustando o ângulo para que o troféu de Influencer do Ano, estrategicamente colocado sobre uma mesa de cristal, ficasse visível ao lado de sua silhueta.

— Boa noite, meus amores... — ela iniciou a live, e em questão de segundos, o contador de visualizações saltou para a casa dos milhões. — Eu sei que vocês não conseguem dormir sem um pouco de mim.

Ela aproximou a câmera do rosto, os olhos ainda carregados da languidez da noite com Julian.

— Vocês já sabem, não é? — ela disse, apontando o dedo para o troféu antes de descê-lo lentamente pelo próprio pescoço, parando entre os seios. — A estatueta é linda, mas convenhamos... o prêmio real sou eu. Este cristal é frio; a minha pele, como vocês podem imaginar, está fervendo.

Ela começou a se exibir com uma safadeza refinada, girando o corpo para que a câmera capturasse a perfeição de sua bunda contra as luzes da cidade, e depois descendo o foco para seu pênis, que ela acariciou levemente enquanto falava.

— Hoje eu fui imortalizada pelas lentes de Julian Vance, para a revista The Models. Foi uma sessão... intensa. Selvagem. Exatamente como eu gosto. Eu mostrei para Londres o que é o poder de uma mulher que não tem vergonha de nada, especialmente do que carrega entre as pernas. Espero que as fotos façam vocês gozarem tanto quanto eu gozei hoje.

Fernanda soltou uma risada abafada e sensual, o tom de voz baixando para um sussurro que parecia lamber a tela dos celulares de quem assistia.

— Mas Londres já teve o suficiente de mim por enquanto. Eu sinto falta do calor de verdade, do toque que não tem medo do escândalo. Por isso, preparem os corações e as câmeras... Amanhã, volto para casa. Amanhã, eu estou de volta ao Brasil.

Ela finalizou a live com um movimento pélvico ousado, uma última visão de seu pau ereto e de sua pele brilhante antes da tela escurecer. Fernanda Martins estava voltando, e o Brasil não perdia por esperar o tsunami de erotismo e poder que estava prestes a desembarcar de volta em solo tropical.

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