Quando meu pai avisou que o Sandro chegaria lá em casa por volta das dez da manhã, meu cu já pegou fogo logo de cara.
Não tem nada melhor do que ficar sozinho com um cafução rústico que adora andar pra cima e pra baixo sem cueca, não é verdade? Tudo bem que eu detesto acordar cedo, mas se for pra fazer companhia ao Sandro, acordo até de madrugada.
O cara é vizinho aqui em Madureira, mora no pé da comunidade do Cajueiro, é casado, pai de três filhos e deve ter entre 38 e 41 anos, a julgar pela aparência. Ele é moreno, usa cavanhaque e já tem uns fios cinzas, é um coroa inteiraço e gostoso dos pés à cabeça. Tem o corpo largo de quem luta capoeira, é alto e forte, eu chutaria 1,85m. Braços fortes, bíceps marcados nas regatas, peito aberto, rasgado no meio e cheio de pelos enroladinhos.
Além de amigo do meu pai e capoeirista, Sandro é daqueles maridões de aluguel que entendem um pouco de tudo, desde se fantasiar de Homem-Aranha e panfletar no Mercadão de Madureira até bater laje e levantar casa. O cara é faz-tudo dos bons, é mestre de obras, já trabalhou de pedreiro e foi por isso que meu pai pagou pra ele fazer a reforma do muro lá de casa, que veio a baixo no último temporal de fevereiro.
Você não imagina o tamanho da minha secura na sexta-feira, quando escutei o assobio no portão e me deparei com o peitoral desnudo e cabeludo desse peão delicioso. Era uma manhã abafada, Sandro apareceu com a blusa jogada no ombro, o calção caindo na cintura e a descidinha do quadril exposta, com o início da trilha de pelos surgindo no púbis.
- Fala, moleque. Te acordei? Foi mal.
- Bom dia. Não, meu pai falou que cê vinha. Entra aí.
Ele tava com a pá e a marreta numa mão, a outra segurava o martelo no meio das pernas e seus pés largos pareciam maiores que as Havaianas gastas. Eu poderia comentar da coçada que ele deu no saco ou de como seu sovacão cabeludo encheu minha boca d’água, mas acho que o que me pegou foi o visual dos mamilos, mais escuros que sua pele morena.
- Tomou café, Sandro?
- Tomei nada, acordei e vim. Licença.
- Toda. Já ouviu que saco vazio não para em pé? Tem que comer, ainda mais que vai fazer serviço braçal. Vai tirar energia de onde, homem? – fui pra cozinha, mostrei a mesa posta e ele hesitou.
- Termino o serviço em cinco minuto, filhão, é jogo rápido. Nem preciso comer.
- Tá doido? Come, ó. Tem pão, biscoito, presunto, queijo, café... Leite. Pra fazer serviço de bofe tem que estar bem alimentado.
Foi eu usar a gíria “bofe” e ele me olhar torto.
- Bofe, é? – e riu.
- Bofe, sim. Serviço de macho, trabalho de peão. – apertei o muque dele, ele levou na esportiva e ficou rindo.
- Tá certo. Então vou pegar um pão desse, já que tu tá insistindo muito. Hehe.
- Pega mesmo. Mata a fome, cara, fica à vontade. Senta, não tem pressa pra começar o trabalho.
- Valeu, Felipe. É Felipe, né? – antes de sentar pra tomar café, ele puxou o calção na cintura e eu não nego que meus olhos correram pra manjar as curvas volumosas no tecido.
- Isso, Felipe.
Eu não soube qual detalhe físico ganhou mais minha atenção, se foram os pezões veiúdos feitos em tamanho de prancha no chão da cozinha, se foi a montanha de caralho que se acumulou entre as coxas dele depois que sentou na cadeira, ou se foi novamente a pentelhada da axila dando o ar da graça conforme ele moveu os braços pra partir o pão. Até o jeito como esse homem devorou o sanduíche em duas mordidas me deixou seco.
- Tamo junto, Felipinho. Salvou o café. Vou lá começar o trampo. Fica tranquilo que não vou fazer barulho, valeu?
- De boa, Sandro, pode fazer. Quem não gosta de barulho é meu pai, hoje tô sozinho em casa.
- Já é. Ele deixou cimento, tudo separado lá trás?
- Deixou. Qualquer coisa que precisar, só falar.
- Já é, moleque. – levantou da cadeira, beliscou o piru no short e eu me controlei pra não olhar na cara dura.
Pronto, não tive mais paz pelo resto do dia. Antes tivesse alguma coisa pra fazer, mas era uma sexta-feira de ressaca pós carnaval, eu tava à toa em casa e acabou que tirei a manhã e a tarde pra supervisionar a reforma do Sandro no quintal... Mentira. A única coisa que eu supervisionei mesmo foi o vai e vem do bichão solto no calção, especialmente quando o macho abaixou de cócoras e as nozes quase vazaram pela saída da perna.
- Vai uma aguinha gelada, Sandro? – apareci na porta da cozinha.
- Quero mesmo, moleque. Tu parece que leu minha mente agora, já ia pedir.
- Tá na mão. – enchi o copo, entreguei a ele e passei alguns segundos ali parado, debaixo do sol forte e lado a lado com um dos homens mais gostosos que já conheci pessoalmente.
Seu corpo escultural e o fato de ele estar ensopado de suor enquanto dava goladas no copo d’água fizeram eu parar de me mexer. As veias estavam em alto relevo pra dar conta do esforço físico, a melanina reluzindo em meio ao calor escaldante, as gotas pingavam do corpo e eu completamente hipnotizado nas várias camadas de masculinidade que compunham Sandro.
- “Esse cara é um espetáculo!” – pensei alto.
Até que ele esbarrou o dedo calejado no meu braço, devolveu o copo vazio e enxugou os beiços, só então voltei a mim.
- Quer mais?
- Quero não, valeu. Queria é tomar um gelo, mas tô sem grana.
- Cedo assim? Deu nem meio-dia ainda. Hahaha.
- Carnaval ainda não acabou, não, Felipinho. Heheh.
- Não seja por isso. – fui na geladeira, busquei a bendita cerveja e ele achou que fosse zoação.
- Caô?
- Bebe aí. – abri, enchi o copo e o safado se ouriçou fácil.
- Porra, sarneou muito! Me deixou forte, moleque, é assim que se faz! – ele virou tudo numa golada só, encheu o copo de novo e repetiu a dose.
Uma mão no copo, a outra apertando o martelo no calção, a roupa descendo ligeiramente a cada patolada e eu desnorteado, doido pra ajoelhar no quintal e enfiar o nariz na virilha do pedreirão.
Tudo que eu queria era sentir o cheiro quente da intimidade de um macho rústico e viril feito o Sandro, ainda mais naquele estado suado e com os músculos inchados devido ao trabalho braçal, mas obviamente me controlei e fiquei apenas na observação, de olho em seu púbis pentelhudo quase aparecendo.
- Acho que seu celular tá tocando, Sandro. – vi o aparelho vibrar na cadeira.
- Vê quem é pra mim, fazendo favor. – ele pediu.
- Tá escrito “Dona Encrenca”.
- Ih, pó deixar tocar. É minha mulher, tá querendo zoar meu plantão.
- Vish... Tão brigados, é? – puxei assunto.
- Ela enche a porra do saco, Felipe, passa dos limites. Sabe onde eu tô, sabe o que eu tô fazendo e quer perturbar, porra, num fode. Dá um tempo. Deixa tocar, que se foda.
- Mas e se for importante, cara?
- Se for importante, ela vai ligar de novo.
O telefone parou de tremer, a gente se olhou e aguardou pelo próximo toque, mas ele não veio. A esposa parou de ligar, Sandro deu um riso cínico de canto de boca e voltou a pegar no martelo. Sempre que ele erguia os braços pra marretar o que sobrou do muro, suas axilas felpudas apareciam e dava pra sentir o cheiro de mormaço de longe. Aquele cheiro forte de ferro que alguns homens têm, já sentiu?
- E vem cá, sua mulher é controladora? – fiquei curioso.
- Ô, se é! Aquela lá é ditadora feroz. Se deixar, controla até minha respiração.
- Eita. Mas você, até onde eu sei, não é nenhum santinho, seu Sandro. Fala a verdade. – zoei.
- Ah, moleque, eu sou homem. Homem é safado mesmo, homem não presta. Hehehe! – outra martelada, mais suor pingando e eu hipnotizado por cada detalhe físico dele.
Mais uma vez as veias do corpo cresceram, seus pés fixaram no chão e ele puxou o ar com tudo pros pulmões, repetindo os movimentos de marretar o resto do muro e suspender o short na cintura. O triste é que ele suspendia, a tromba marcava contra o tecido, projetava sua curvatura grotesca no pano e eu me sentia seco, ao mesmo tempo que a boca inundava de saliva.
- Cadê, tem mais? – Sandro matou o primeiro latão e partiu pro segundo.
- Tá na mão.
- Valeu, moleque. Representou. – ele mostrou o polegar em sinal positivo.
O meu erro nessa manhã de sexta foi ter me deixado levar pelo suor e pelo cheiro do morenão. Inventei de beber junto com ele enquanto observava a reforma do muro, fiquei ali fazendo companhia e conversando da vida íntima do Sandro. Ele, por sua vez, embalou no papo, entrou no brilho da cerveja e não custou a ficar altinho.
- Amo minha mulher? Amo, me amarro nela. Mas porra, tem que deixar o maluco livre. Gosto que fique muito em cima de mim, não, Felipe, dá agonia. Sou bicho solto, tu tá ligado?
- Entendi. Desculpa perguntar, Sandro, mas você... Trai ela? Tipo, muito?
- Porra, garotão, te falar... Deixa quieto. – ele coçou o pau e desconversou.
- Ah, fala. Tamo entre amigos, pode confiar. – enchi seu copo e o meu, brindamos e tome gelo.
- Minha mulher não gosta tanto de trepar. Ela é mais “amorzinho”, se ligou? Com ela é só às vezes, comigo tem que ser todo dia.
- Ahn, e aí?
- E aí é que eu vou pra rua caçar putaria, não sou de dizer não. Não tenho culpa se ela não quer dar a buceta e eu preciso esvaziar o saco, moleque. Homem é homem, homem tem que fuder. Se eu não fodo, não consigo fazer mais nada. Qual é o infeliz que gosta de ficar de saco cheio, fala tu?
- Eu sabia que você era safado, só não sabia que era tanto assim. Hahaha! Buceteiro. – botei lenha na fogueira.
- Ah, sou mesmo. Nasci pra comer buceta, vou mentir pra quê? Gosto muito. – o puto beliscou o prepúcio no short, perdeu a pouca timidez que tinha e encheu a mão em afofadas no piruzão, visivelmente instigado com o papo sincero.
A vontade de pedir pra dar um cheiro gostoso na mão dele foi enorme, mas eu não pedi, só observei e dei prosseguimento à conversa.
- É por isso que sua mulher fica na cola, tá vendo aí? Ela não é boba, Sandro. Sabe o marido que tem.
- É foda, moleque. Ela andou pegando umas coisas no meu celular, agora tá boladona. Se antes não era de fuder, agora que nós não mete mais. Tem duas semanas que eu a patroa não damo dentro, Felipe.
- Caralho! Que tipo de coisa ela viu no seu telefone, posso saber?
- Ah, uns papo doido aí... – o sacana tentou desconversar.
- Tava mandando foto da rola pra outra mulher, né, safado? Aposto. Hahaha! – brinquei.
- Pior que tava mesmo. As piranha pede, eu mando logo. Comigo não tem frescura, rapá. Heheheh! – ele comprou meu papo.
- Que isso! Bahaha! É só pedir pra ver que você mostra?
- Na hora! Ainda mais se a mulher for rabuda, mando até vídeo. Tehehe! – Sandro amassou a marreta, patolou duas vezes e não tirou a mão dela, toda hora apertando e amaciando a bichona.
- Quer dizer então que você gosta de rabão?
- O quê!? Porra, fico galudo! Única coisa que eu gosto mais que varar buceta é comer cu, moleque! Tem nem comparação, é tiro e queda. – dessa vez ele perdeu a timidez, pôs a mão dentro do short suado e resolveu coçar o bichão ao vivo, sem pudor de estar na minha frente.
Mais uma vez a fome me consumiu, a sede me matou e eu tremi de vontade de cheirar os dedos grossos e temperados do pedreirão. Depois que ele tirou a mão lá de dentro, o calção escorregou mais do que deveria, deslizou lentamente na cintura e a floresta de pelos do Sandro surgiu, tão suada quanto ele.
- É sério que você tem fetiche em sexo anal? – não acreditei.
- Papo reto, filhão. Antes eu era meio cabreiro com essas paradas e a dona encrenca liberava a buceta em casa. Mas aí comi uma piranha que liberou o cuzinho e a vida nunca mais foi a mesma. Virei comedor de carteirinha, Felipe. Hehehe!
- Tá me zoando, Sandro?
- Tô nada, porra! Sem neurose. Pode perguntar pras piranha que eu panho na rua, elas confirmam.
- Mas por que você prefere cu? Qual a diferença?
- Ah, cuzinho é mais apertado que xota. Dá tesão quando tu enfia a pica e sente o furico abrir nela, ficando larguinho pra te aguentar. Depois tu pega assim, ó, começa sem pressa e vai metendo. Metendo, metendo... – o desgraçado pôs as mãos pra frente, mexeu a cintura como se estivesse transando, fechou os olhos e mordeu a boca.
Suas cinturadas fizeram a espada sacudir no short, o contorno dela ficou maior e Sandro não conseguiu esconder: ele ficou excitado só de falar em comer cu. E não parou por aí, o moreno seguiu justificando seu amor por sexo anal, cresceu na velocidade e danou a mexer a cintura pra simular como fazia na hora de torar um cuzinho.
- Depois que pega o embalo, tu acelera e soca firme. O bom do cu é que a piroca vai até o final, na xota não. Tem buceta que não aguenta o pau todo e tu tem que ficar só na cabecinha, é foda.
- Mas isso só acontece se o cara for dotado, Sandro. Não é todo homem que passa por isso. – dei trela.
- Né querendo me gabar, não, mas tu acha que eu sou o quê? – ele me encarou, flexionou os braços pra baixo e fez pose de machão.
Em seguida segurou a berinjela, sacudiu ela no calção e achou graça, querendo se exibir e pagar de dotado. O mais foda de tudo é que o Sandro nem precisava se mostrar, pois dava pra ver o calibre grosso que ele portava através do short suado. Daí pra frente eu não consegui mais disfarçar e minhas olhadas ficaram cada vez mais descaradas, perdi a vergonha de manjar o volumão dele.
- Vai dizer agora que você é o cavaludo? Fala sério, Sandro. – eu fingi que não acreditei.
- Tá dando pra ver não, moleque? Ó. – ele esticou o pano do short, mostrou a curvatura massuda e mexeu a cintura de novo, só pra fazer o caule da verdura chacoalhar.
- Ver o quê? Que você tá de pau duro com a conversa?
- Hehehe! Duro nada, isso aqui é mole.
- Não! – quase caí pra trás quando percebi que nem meia bomba estava.
- Tô dizendo, cuzão. Tehehe! Não preciso ficar discutindo, eu mato a cobra e mostro o pau. Heheheh!
- Caralho! – fiquei sem palavras.
- Caralho mesmo, Felipinho. Grande, grosso, cabeçudo e pesado, eu me garanto. Tamanho da lapa de caralho, ó. – o puto esticou a mão, tentou medir o malote e precisou de mais que um palmo pra mensurar a extensão.
Mais um pouco e a chibata daria meia volta na cintura, de tão comprida. E larga, há que se dizer. O mais impressionante é que, como ele falou, não tava nem perto do início da ereção e já era imensa! Gorda, delgada, macia, o tipo de vara que chama atenção na cueca, na sunga, no pijama, no short, na calça e em todas as outras roupas possíveis, pra não falar do macho extremamente gostoso que é dono dela.
- Que coincidência, Sandro. – a cerveja bateu junto com o tesão, eu perdi a linha e não deu mais pra segurar.
- Qual coincidência? – ele ficou curioso.
- Você é roludo e eu sou rabudo. – desci a parte de trás da bermuda, mostrei o bundão redondo e me apoiei no resto do muro pra empinar o lombo.
- Porra é essa, moleque, tá maluco de mostrar a... Eita, porra! Mó rabetão! Não é que tu é rabudo mesmo? Caralho! – primeiro Sandro reagiu mal, depois viu o tamanho da minha garupa, arregalou os olhos e mudou totalmente de discurso. – Como tu esconde uma rabeta dessa numa bermudinha, Felipe? Que isso, fera! Gehehe!
- Gostou?
- Pra caralho! Sou de elogiar homem não, mas na moral... Que esculacho. Mó rabão, mané. Hehehe!
- Comeria um rabão desse? – mandei na lata.
- Ah, qual foi? Gosto de cu de mulher, não curto homem.
- Minha pergunta não foi essa, Sandro. Quero saber se você comeria um cuzinho desse, é sim ou não. – tirei a bermuda toda, virei de costas, arreganhei as nádegas e mostrei meu anel lisinho e rosinha piscando.
Antes mesmo do canalha responder, a caceta deu um pinote em falso dentro do short e indicou o que ele sentiu de verdade ao ver minhas pregas pela primeira vez. Não sei exatamente o que ele pensou, mas o morenão veio no canto do murinho, botou a tromba pra fora e largou mijão no chão perto de nós.
- Puta pauzão enorme! – tive que dizer.
- Gostou, viado? – ele arregaçou o prepúcio, cuspiu a cabeça avermelhada e seguiu mijando sem parar.
- E como. Grande, bonito, bem feito. Será que cabe na minha boca, Sandro? – zoei.
- Será? Hehehe! – o safado sacudiu a giromba e levou na esportiva.
Zoação daqui, piada dali, eu falei sério, cheguei do lado dele e ajoelhei pra ficar na mesma altura do picão mijando. Segurei no talo pesado, Sandro deixou eu tocar e essa foi a deixa que eu precisava pra sentir o peso daquela piroca cabeçuda na mão. Assim que toquei, ela encorpou, dobrou de tamanho e eu não soube mais me controlar. Resultado: dei-lhe aquela chupada na chapoca, o peão ouriçou e gemeu.
- SSSS! Duas coisas que eu nunca recuso no calor: gelo e boca. Hehehe! Sabia que tu tava sedento pra mamar.
- Sabia, macho?
- Sabia. Desde que eu pisei aqui que tu não para de manjar, seu puto. Eu coçando o saco e tu olhando, olhando. Era só pedir, passa vontade não. FFFF! Isso, chupa! Engole, vai?
- Você é um gostoso do caralho, isso sim! Olhei mesmo. Não tem como não olhar uma rola desse tamanho marcando no short, ainda mais com você sem cueca. Hahahah. Cê gosta de provocar.
- Caiu na rede é peixe, moleque. Tu não queria serviço de macho? Te mostrar o serviço de macho. Mmmm! – ele abriu a mão calejada na minha nuca, prostou o corpo na ponta dos pés e debruçou a cintura no meu rosto.
A pica viajou pro fundo da minha garganta, eu lambuzei a porra toda de saliva e lacrimejei de nervoso nessa hora, mas um nervoso bom, nervoso de quem tomou cabeçada na goela e se emocionou quando o nariz plantou na pentelhada do pedreirão.
- SSSS! Ó, essa parada é só entre nós, hein.
- Claro, ninguém precisa saber.
- Tá ligado que eu tenho mulher e não quero complicação pro meu lado, Felipe.
- Eu sei, relaxa.
- Então mama aí, fica à vontade. FFFF! Pode mamar, se acaba no meu cacete. – ele esfregou a cabeça nos meus lábios, jogou no céu da boca e voltou pra garganta.
A sensação de ter ambas as mãos desse homem prendendo meu crânio pra ele varetar minha goela foi luxúria demais, só eu sei como o cuzinho piscou adoidado. Enquanto eu engasgava, Sandro abaixou, esticou o braço, lançou o tapa no meu lombo e afastou minhas nádegas pra alisar meu cuzinho.
- Mmm... Sabia que cê ia endoidar no meu cu.
- Se fosse um tempo atrás, eu não ia comer, não. Mas hoje a história é outra, se ligou? Hoje eu sei o que é fome de cu, moleque. E não passo mais essa fome, de jeito nenhum. – a piroca cresceu na minha língua.
- Não é pra passar mesmo, meu cu tá aqui pra você.
- Vai deixar eu dar uma voltinha, vai?
- Sempre que você quiser, Sandro.
- Então deixa meu caralho bem babado pra eu socar ele no teu furico, deixa? Engole no talo, isso! SSSS! – prendeu minhas orelhas, fez de alças e começou a cavalgar no meu rosto, ele praticamente transou com a minha garganta.
Se antes eu lacrimejei, agora foi choro mesmo, mas choro de vaidade. Choro de quem segurou nas coxas do peão, sentiu o tranco delas e se deleitou com o engate arrogante do saco batendo no queixo. A cada bombada na minha cara, Sandro fazia expressões de prazer, abria a boca, gemia e suava de pingar. Foi sexo oral com todo o tempero que apenas um pedreiro gostoso pode oferecer.
- Até o gosto do teu suor é uma delícia, cara. Tomar no cu! Hmmm. – dei-lhe uma boa sugada nos bagos, inalei o puro aroma dos pentelhos e até nas axilas peludas passei, foi impossível resistir.
- Lambe, me chupa todo. Faz o que tu quiser com essa pica, moleque. SSSS!
- GLUGH, GLUGH, GLUGH... – meus gargarejos ecoaram no fundo do quintal.
Pra ser franco, nem eu acreditei que consegui tragar 22cm de piroca torta sem reclamar, me descobri guerreiro nessa manhã acalorada de sexta. Deixei o cabeçote inchado, mamei até ver meu reflexo na glande e ela pareceu um morango pulsando no céu da minha boca.
Quanto mais chupei, mais meu queixo ficou com cheiro de saco, meu buço ganhou o tempero da pentelhada e a língua salgou na babosa da caceta.
- Xô dar uma olhada nesse cuzinho teu, pra ver se é apertado. – ele me virou de costas e me colocou apoiado na mureta da varandinha.
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