Depois de duas semanas de ter conseguido o bumbum de minha mãe Paula e fazer amor arriscado na escada de incêndio com minha mãe Lorena, estava a sós com Paula e tínhamos começado a fazer amor em sua cama em um papai e mamãe muito intenso, como ela gostava cada vez mais. Intenso mesmo de nossos corpos estalarem ao se encontrarem, da cama ranger e de seus gritinhos quase irem além das paredes de nosso apartamento.
Com minha deliciosa missão de tentar a engravidar, preferia sempre gozar a primeira vez com muito esperma em sua bucetinha aumentando as chances, mas naquele dia eu estava determinado a quebrar o ultimo tabu de minha linda e gostosa mãe lésbica.
Quando era assim bastante vigoroso ela gozava uma vez antes de mim sozinha e depois outra vez quando sentia meu esperma fértil inundando seu útero em busca de um ovulo. Além de nossas ligações, pensar em estar sendo engravidada ou estar a engravidando era um estimulante poderoso para nós.
Porém, naquela tarde, quando ela se encaminhava para seu primeiro orgasmo, parei de estocar sua bucetinha e saí dela me deitando a seu lado.
– Mãe, você disse que atenderia meu último desejo e como acho que está com receio vamos terminar com isso e quero que você faça agora, a não ser que tenha desistido.
– Você parou me deixando perto de um orgasmo por isso?
Não menti.
– Sim. E também porque sei que você gosta de seu sabor e meu pau está inteirinho com ele.
– Ahhh Lorena, falou sem estar brava.
– Fui eu quem implorou a ela para me dizer.
Paula ficou de lado olhando para mim e para meu pau brilhando de seu caldinho.
– Implorou? Ela faz tudo o que você quer.
Uma onda de ousadia me tomou inesperadamente.
– Faz mesmo. E você faz o que eu quero?
– Tenho feito. Olha minha situação quase implorando para você por seu pau em minha buceta e me fazer gozar deixando de lado que sou lésbica.
Uma emoção imensa me tomou, pois, minha mãe respondeu muito fácil exatamente como eu queria ouvir. Não, ela foi mais longe dizendo que quase implorava por meu pau. Se tinha dado certo até ali, poderia continuar dando.
– Sem atrapalhar sua relação e seus momentos privados com a Lorena, quero que você se entregue a mim como ela, que não resista mais e me deixe fazer o que eu quiser com você.
Ela me olhava muito tarada. Claro, não só pelo que eu falava, mas por a ter deixado a beira de um orgasmo.
– Já é mais ou menos o que está acontecendo, falou evitando se render.
– Não porque tenho receios com você que não tenho com a Lorena.
– Você quer ser o homem da casa com duas mulheres a sua disposição 24 horas?
Senti que era mais um desafio do que ela estar brava.
– Não 24 horas, pois não vou me meter em seus momentos com a Lorena. Tem mais seu trabalho e a hora de dormir, então não vão sobrar muitas horas por dia. Sei que você odeia esse negócio de obedecer aos homens, então veja isso como atender o desejo de seu filho com benefícios.
Ela sorriu.
– Filho com benefícios? Você é isso mesmo, um filho com muitos benefícios. Benefícios que adoro.
– Mãe, chega de conversa. Faça o que eu quero, chupe meu pau e me faça gozar em sua boca com você engolindo tudo. Se fizer, estará aceitando se entregar a mim sem limites como a Lorena. Se não fizer, vamos continuar de onde paramos e nunca mais falo nisso e nem peço o que estou pedindo.
Ela ficou olhando para mim pensando por uns 30 segundos e quando achei que minha mãe Paula não cederia, ela começou a se levantar e se sentou a meu lado olhando para meu pau. Meu coração disparou e então ela o pegou o colocando em riste e se inclinou mais começando a lambe-lo sorvendo seu precioso caldinho de mulher.
– Hummmm. Hammmm, ela lambia gulosa.
Lamber era sua especialidade e ela me levou próxima do orgasmo me lambendo toda a volta de meu pau deliciosamente.
– Ohhhh, que delicia mãe.
Quando sorveu tudo, nem parou para me dizer que não tinha pratica, pois era obvio, mas sua habilidade e seu instinto tomaram conta e com parte de meu pau dentro de sua boca, sua língua habilidosa rodava em torno de minha glande me levando ao êxtase.
Não tinha a mesma habilidade de Lorena, mas em sua primeira vez era mais habilidosa do que Lorena foi em sua primeira vez fazendo um boquete em mim.
Não acreditava no que estava acontecendo, muito menos por ela ter se entregue a mim. Não seria nenhuma submissão daquelas que assistia nos vídeos, mas como Lorena que confiava em mim para fazer as melhores escolhas para nos dar prazer e até melhorando nosso relacionamento.
Paula era poderosa demais, mas certamente via a situação que propus como uma brincadeira gostosa e prazerosa e se eu passasse dos limites cortaria minhas asinhas na hora, mas eu ia usufruir dessa situação para o prazer de nós três. Fazer minha amadas mães terem orgasmos, já era um orgasmo para mim.
Paula era intensa talvez me querendo fazer gozar para voltarmos ao que fazíamos antes a fazendo ter seu gozo interrompido. Ainda não acreditava na possibilidade de ela estar gostando tanto, mas era impossível não gostar com toda sua ânsia.
– Ahhhh mãeeee. Assim vou gozar, falei me retorcendo na cama, sem que ela soltasse meu pau o segurando pela base.
Sua voracidade me surpreendeu e acabou com minha resistência e a gota d’água foi ela olhar para mim com um terço de meu pau em sua boca, pois não tinha como ir mais.
– Vou gozar, avisei.
Paula parou de lamber e puxou meu pau deixando só a glande na boca, certamente para ter lugar para meu esperma que jorrou com um volume e intensidade como só outras 2 ou 3 vezes em minha vida.
Eu via sua garganta se movendo engolindo meu esperma, mas era demais e algo escapava por seus lábios com suas bochechas estufadas. Conforme os jatos foram perdendo força lá pelo quarto ou quinto ela começou a dar conta de engolir ainda com dificuldade. Quando terminei, ela engoliu tudo e ficou me chupando e lambendo com uma carinha de safada. De repente ela para e olha para mim, segurando meu pau em sua bochecha.
– É assim que você me quer? Bem putinha?
Ao invés de excitação, senti uma facada no peito por minha mãe estar se sentindo denegrida por mim.
– Nunca pensei nisso mãe, falei desesperado.
– Mas é assim que estou me sentindo agora, falou dando uma lambida em meu pau murcho.
– Então nunca mais faremos isso e esqueça tudo que conversamos antes. Fica como se nunca tivéssemos chego a esse ponto.
– O problema é que gostei muito dessa situação de me sentir sua e fazer o que acabei de fazer.
– Podemos fazer isso sem esse negócio de putinha, falei ainda desesperado.
– É o que sempre pensei das garotas que se entregam assim aos homens, fazem o que eles querem e ainda engolem o esperma deles. Como eu nesse momento.
– Mãe, essa garotas de quem você fala, quase na totalidade fazem isso em troca de algum benefício financeiro ou de outro tipo. Em nosso caso é por amor. Ninguém está trocando sexo por benefícios.
– Lembre-se. Você é o homem da casa e fez tudo isso acontecer comigo e sua mãe Lorena. Estávamos bem em nossa vidinha tranquila e você nos envolveu nesse turbilhão de prazeres destruindo nossas crenças do que éramos, então agora você tem que se responsabilizar pelo que nos transformou. Sei que a Lorena também age como uma putinha sedenta por um pau. Agora também estou sedenta.
– Acho melhor ir embora dessa casa então. Desde o começo pensei que a única coisa que não poderia acontecer era atrapalhar a relação de vocês.
– Cadê o homem da casa? Isso seria atitude de moleque. Você não atrapalha em nada. Mesmo sentindo o que sentimos com você, nunca estivemos tão apaixonadas e taradas pela outra. Você levou nossa libido lá em cima e estamos tão intensas que em alguns momentos para ficar mais quente chamamos a outra de putinha, com todo amor e respeito, falou sorrindo.
– Não sei o que fazer, falei preocupado.
– No momento você vai fazer sua putinha gozar porque me deixou tarada e tem uma tarefa de me engravidar. Depois espero que queira gozar de novo e me faça gozar também, pois é você quem decide agora.
– Então você vai me obedecer. De agora em diante vai me procurar para fazer amor toda vez que estiver com vontade.
Ela me olhou sorridente.
– Acabou de ganhar todo esse poder e já quer dividi-lo?
– Não é bem assim. Eu praticamente quero fazer amor todo meu tempo livre, mas porque penso que você não quer, as vezes não faço. Você fazer o que mandei me fará não perder nenhum momento que você esteja tarada e será bom para a tentativa de te engravidar. Se deite aí que vou terminar o que comecei.
– Ahhhh, isso filho. Você disse que eu era cheia de precauções, mas você também estava comigo. Se solte amor.
A deitei de costas e voltei ao papai e mamãe com meu pau tendo voltado a crescer depois do susto. Quando comecei a estocar com fúria, ela se agarrou em meu pescoço gemendo.
– Me chama de sua putinha que eu gozo na hora.
Não poderia a chamar de putinha, mas a atenderia.
– Você é a mãe que eu amo de paixão por quem faço qualquer coisa e que quando brincamos é minha putinha deliciosa e safadinha.
Até eu gostei do que falei, mas minha mãe Paula gostou mais.
– Ahhhhh. Simmmmmm, sou sua putinha filho. Estou gozadooooo tão forteeeeeeeeeee.
Seu corpo convulsionava sob o meu e mesmo a estocando com muita intensidade, me levantava da cama a cada uma delas. Era imensamente excitante por nossa conversa anterior e também explodi em um novo orgasmo, agora em sua bucetinha deliciosa, quentinha, apertada e macia.
– Ohhhhhh. Uhhhhh, eu gemia enquanto os gemidos de minha mãe iam ficando roucos.
O meu terminou rapidamente, mas o dela se prolongou e felizmente consegui cumprir meu papel indo e vindo em sua bucetinha, mesmo não estando na dureza máxima. Foi muito longo seu orgasmo, talvez o mais longo que a tinha visto ter e quando acabou, cai de seu lado cansado, mas fiquei de lado dando mais amor a enchendo de carinhos. Quando recuperou o folego, olhou para mim sorrindo.
– Viu o que você fez me deixando quase perto do gozo e depois parando? Fiquei tão tarada, que me entreguei a você, chupei seu pau, engoli seu esperma e ainda me declarei putinha.
– Então agora que está satisfeita, vai retirar tudo o que disse, a provoquei.
– Você sabe que não volto atrás no que falo. Só se me provarem que estou errada. Acho que não é o caso do jeito que você gozou, me provocou.
– Não terei argumentos, mas se em qualquer momento, quiser revogar qualquer coisa que decidiu sob coação de tesão, pode cancelar, falei sorrindo, mas sendo sério.
– Só se você me faltasse com o respeito, mas te conheço e sei que nunca vai acontecer. Só aproveite a realização de todos seus desejos.
– Vou com certeza. Vai querer gozar de novo?
– Se você quiser eu quero. Foi talvez meu maior orgasmo, mas foi só um e você gozou duas, não que eu possa me equiparar, brincou.
– Amo ver você assim descontraída e feliz.
– Minha vida está muito boa. Amo meu trabalho, amo minha esposa e amo meu filho e me divirto com os dois.
Descansamos mais e conversamos bastante até voltarmos a fazer amor para encerrarmos e é claro que usando meu novo poder a mandei ficar de 4. Como se eu não tivesse já feito isso diversas vezes sem esse novo “poder”.
Com minhas provocações safadas Paula nem precisou de uma ajudinha no clitóris para gozar e quando finalizamos fomos tomar um banho e admirando aquele corpo pensei comigo mesmo que se ela quisesse, eu é que seria totalmente submisso para poder continuar o usufruindo, mas safadinha como estava ela não iria querer essa situação.
Alguns dias depois eu nem pensava sobre isso quando as escutei fazendo amor e era perceptível que tinham deixado a porta aberta. Fui chegando em silencio e quando me coloco diante da porta aberta tive um visão de tremer os pilares de concreto daquele prédio. As duas fazendo um 69 com Paula por baixo e Lorena por cima, as duas no sentido inverso de suas camas de lado para a porta.
Era evidente que tinham planejado que eu visse as duas de lado e fazendo um barulhinho para que soubessem que eu estava ali continuaram como se eu não estivesse. Nunca vi uma imagem tão excitante como aqueles dois corpos perfeitos e nus que eu conhecia tão bem trocando carinhos de sexo com amor, muito amor.
Meu pau ficou duro na hora me dando muito tesão, mas não iria de forma alguma me masturbar até gozar, pois iria gozar outra hora com um das duas ou com as duas em momentos diferentes, mas isso não impediu que esfregasse meu pau aliviando a tensão.
Acho que ficaram mais de 15 minutos, eu as admirando respeitando ainda mais o amor de uma para a outra que um dia me produziu, mesmo que fisicamente Paula não tenha participado, mas foi ela a arquiteta de tudo ou eu não existiria.
Quando chegaram a orgasmo com seus gemidos bem mais suaves do que davam comigo, foi sereno, suave e longo, muito longo com seus corpo lindos se contorcendo. Nem esperei que acabassem e me fui para deixarem finalizar em sua intimidade e as tendo visto, só tive mais certeza que nunca iria querer fazer amor com as duas ao mesmo tempo.
Se houvesse oportunidade, certamente assistiria de novo e talvez houvesse, pois em nosso momento no dia seguinte, Paula confessou que as duas ficaram mais excitadas e animadas sabendo que eu assistia. Só não podíamos deixar se tornar trivial para que quando acontecesse fosse um evento que daria muito tesão a nós três, elas se amando e eu assistindo.
Percebi com o tempo que quando compravam lingeries novas, iam mudando o padrão. Não as de trabalho que deviam ser as mais confortáveis possíveis, mas a de uso fora do hospital e de ficar em casa. Eram mais sensuais, nada exagerado até porque com seus corpos não era necessário nenhum adorno. No entanto gostei por saber que essa mudança era para mim, porque eu era o elemento novo na relação.
Meu ciúme era grande por elas, principalmente trabalhando em locais com tanta gente, mas pelo menos seus uniformes eram aqueles verdes largos que não revelam demais suas formas.
Não sei como fizeram porque era raro tirarem férias, mas conseguiram 10 dias no mesmo período durante minhas férias e viajamos para alguns lugares bem tranquilos de montanha para que elas descansassem. A solução para podermos fazer amor foi alugarmos 2 quartos, pois se ficássemos em um nunca teríamos privacidade só em dois, então, eu tinha meu quarto para que elas me visitassem e até dormiram comigo 2 noites cada uma, nos dando muitos momentos as sós.
Depois de 8 meses fazendo amor com Paula, mesmo com todo meu empenho não consegui a engravidar, começando a desanimar, então voltei a ler sobre o assunto e o problema seria meu esperma achar seu ovulo, que por ter ovários policísticos, tinha ciclos totalmente incontroláveis. Sabendo disso tive uma ideia extremada que dependeria muito da vontade de Paula, por causa de seu trabalho.
Estávamos os três juntos quando contei sobre minha ideia.
– Mãe Paula. Por tudo que li, de novo, seus óvulos não tem nenhuma chance de serem previstos, então a única chance é se fizermos amor todos os dias. Sei de seu trabalho cansativo que muitas vezes só te deixa querendo ou precisando descansar e dormir, mas faríamos só um papai e mamãe rápido e me responsabilizo por todo o trabalho. E isso a qualquer hora do dia, independentemente de seu turno eu estaria disponível.
Paula e Lorena se olharam certamente achando que eu estava maluco, mas por seu desejo irrefreável de gerar um filho e estar nos últimos anos tendo essa possibilidade, Paula me deu ouvidos. Claro, citando os empecilhos.
– Você daria conta? E a Lorena?
– Nem são todos os dias que consigo fazer amor com uma de vocês e se quando for fazer com ela, se fizer só uma vez com você, com certeza dou conta. Sei que depende de seus horários, mas quando der, melhor ser a primeira ejaculação minha do dia pois será mais intensa.
– Você sabe que tenho horários malucos. As vezes teria que acordar ainda de madrugada, outras ir dormir muito tarde.
– Não é para a vida toda, mas um ou poucos meses até engravidar ou vir a menstruação. Se não engravidar, damos uns 2 ou 3 meses antes de tentarmos de novo.
– Quer tanto assim me engravidar? Te deixa tarado?
– Sim e sim, mas o que mais quero de longe é realizar seu desejo e te deixar feliz, porque eu te amo e você me deixou feliz realizando muitos desejos meus.
– Ahhhn, então você quer me comer todos os dias, provocou.
– É a única chance de meu esperma estar lá quando seu ovulo sair para passear, brinquei.
– Tem lido muito mesmo. Só por todo esse esforço, sei que é por amor. O que você acha Lorena? Está quieta. Isso vai te afetar também, mesmo que ele diga que não.
– Por mais que eu goste e sinta falta, ficaria meses sem fazer amor com nosso filho se isso garantisse sua gravidez. Sou totalmente a favor, porque sei que te deixará muito feliz e ficaremos felizes junto com você.
– Então vamos fazer isso. Quando começamos?
– Por mim hoje, mas teremos que fazer algo que nunca fizemos que é eu fazer amor com uma enquanto a outra está em casa. Tudo bem mãe Lorena? É você quem mais vai saber que estamos lá em meu quarto.
– Tudo. Só vou ficar taradinha, confessou sorrindo.
– Te juro que não vai passar necessidade.
– Você está nos convencendo a fazer mais uma loucura, Paula brincou.
– Eu vou te engravidar mãe. Tenho certeza, falei convicto.
– Seria muito bom, mas se não acontecer teremos passado bons momentos.
– Sim, teremos. Deliciosos momentos. E quando estiver descansada ou de folga, não será só uma vez não, a provoquei.
Os dias foram passando e fazia amor com Paula todos os dias, alguns como previ com ela cansada, só eu fazendo tudo com ela as vezes nem gozando por causa do cansaço. Dia após dia em diferente horários, tínhamos nosso momento mesmo com Lorena em casa. Nessas ocasiões fazíamos o mínimo de barulho possível, para não deixar com vontade, mas a verdade é que ela estava sendo satisfeita em suas necessidades safadinhas como nos meses anteriores.
Como sua menstruação as vezes demorava meses para chegar, seria complicado saber se Paula não menstruou por estar gravida ou por seu ovulo não ter desgrudado de seu ovário, então precisaríamos de alguns sinais para realizar um teste, que Paula já tinha comprado aos montes os deixando em espera.
Dois meses depois de começarmos, Paula começou a sentir algumas alterações no corpo, como ter mais sensibilidade nos seios e estar com mais fome, então foi ao banheiro fazer o famoso xixi com Lorena a seu lado e quando voltaram tinham um sorriso que já denunciava qual tinha sido o resultado. Abraçadas em pé me chamaram e quando cheguei me abraçaram amorosas.
– Você vai ser papai Felipe. Parabéns.
Foi só depois de me contar que Paula se soltou e começou a chorar de felicidade, nos abraçando forte. Depois abraçou só a mim, pois certamente já tinha abraçado Lorena quando viram o resultado. Eu não me continha de alegria de dar aquela felicidade a ela, mas também por saber que seria pai sendo tão jovem.
Passada a euforia, foi Paula quem nos fez colocar os pés no chão.
– Temos que ir devagar com essa euforia. Tenho 3 condições que podem trazer problemas. Uma a idade, outra ter os ovários com problema, se bem que agora o que vale é o útero e ser meia irmã de sangue do Felipe. Primeiro preciso conseguir o segurar até os 3 meses e se conseguir, fazer exames que dirão se está tudo bem com o bebê. Vou ter que pedir licença no hospital para ficar mais tranquila em casa e melhor sem fazer amor, falou olhando para mim, parecendo se lamentar.
Eu brinquei.
– Que bom que fizemos todos os dias nos últimos dois meses. Consigo esperar mais dois, pois um já passou, mas depois vou descontar.
– Mesmo depois teremos que ir com calma se der tudo certo.
– Vai dar e não se preocupe. Não vou querer nada que prejudique nosso bebê.
– Nosso bebê, repetiu sorrindo parecendo ainda não acreditar.
Lorena entrou na conversa.
– Você só vai ter que contar uma boa mentira quando pudermos dizer que você está gravida. Todo mundo vai perguntar sabendo que é casada comigo. Principalmente seus pais.
– Direi que para não frustrar ninguém se não desse certo, fiz inseminações de doadores anônimos e deu certo. E se o bebê parecer com o Felipe, nenhum problema pois parecerá comigo e com meu pai.
Todos sorrimos e apesar de felizes conversamos muito dali em diante sobre o que aconteceria nos meses seguintes, claro que esperando só o melhor, mas sabendo que deveríamos estar preparados para o pior.
Se fiz muito amor com Paula nos últimos dois meses até a engravidar, nos dois meses seguintes tirei o atraso com Lorena, pois Paula até perdeu o tesão pelas preocupações e por temer o sexo, mas Lorena já tinha me contado que uma gravida fica mais tarada e logo, se tudo desse certo, ela estaria muito desejosa e pela primeira vez faria amor com uma gravida. Na verdade, já tínhamos feito com ela gravida, porém sem sabermos.
Por ser tão profissional, Paula se afastar do trabalho já chamou atenção de meus avós, mas ela inventou que estava à beira da exaustão e precisou de uma licença. Quando 3 meses se completaram e conseguiu segurar o bebê e os exames vieram que estava tudo bem e era um menina, explodimos de felicidade comemorando e depois saindo juntos para jantar só nós três.
O passo seguinte foi ela contar a meus avós e a felicidade pôr a filha realizar seu desejo, fez com que tudo o mais fosse relevado como a questão de quem era o pai, mas ficaram sabendo que tinha sido um “doador” anônimo, só nunca saberiam que fui eu esse “doador anônimo”.
Preocupado com a filha, meu avô, meu pai de sangue decidiu passar metade de seu patrimônio para Paula para que ela pudesse viver sem precisar trabalhar e tendo todo o tempo de cuidar da filha que ela sempre tanto desejou. Nós, é claro, ficamos felizes por essa ajuda, mas Paula falou que mesmo se fosse em um clínica particular voltaria a ser enfermeira quando a bebê estivesse na idade escolar.
Liberada de todos seus estresses, imediatamente a libido maior de Paula se manifestou e dois dias depois de ter tido os resultados dos exames, após eu voltar das aulas ela me esperava ansiosa e excitada. Assim que a encontrei na cozinha, mesmo antes de dar o beijinho por estar chegando já foi direto ao que queria.
– Você está com muita fome?
– Um pouco, mas dá para aguentar. Porque?
Seu olhar safadinho eu conhecia muito bem, mesmo se fiquei sem o ver nos 2 meses anteriores.
– Estou muito tarada e quando digo muito é muito mesmo. Acho que preciso gozar umas 3 vezes para me satisfazer. Não preciso nem de preliminar, falou sorrindo.
Empolgado e com saudade de fazer amor com aquela deusa loira que ainda não demonstrava sinais de gravidez, fui até ela e a beijei fogoso e apaixonado correndo minhas mãos por seu corpo delicioso. Era tão bom a ter de volta com sua excitação em alta, que decidi não perder tempo indo para o quarto.
Paula estava com um vestidinho confortável de ficar em casa e interrompendo o beijo a peguei pelas axilas e a levantei colocando-a sentada na pia. Quando me viu abrindo a calça e abaixando a cueca, se animou.
– Ahhhh. Isso, me come aqui pois não quero mais esperar e essa posição é muito boa para a bebê, pois não a espreme.
Se já tinha me deixado tarado pedindo sexo depois de 2 meses, me dizer que estava gravida me fazendo lembrar que era minha filhinha quem estava na barriga de minha mãe e irmã de sangue o fez ir as estrelas.
Levantei seu vestido, afastei sua calcinha e levei meu pau a sua fenda encharcadíssima, mas pela sensação que tive estava menos liquida e mais espessa, talvez pelas alterações hormonais em seu corpo. Quente e melada da mesma forma, ajudou a me deixar ir penetrando aquele pocinho fervente ainda mais apertado pela falta de sexo.
– Ohhh deus, como senti falta, falou assim que a cabeça toda estava encaixada.
– Ficou sem sentir falta por 40 anos, agora sentiu só por causa de 2 meses sem, a provoquei, enfiando mais um pouco indo com calma curtindo o retorno aquela bucetinha tão deliciosa.
– Ahhhmmmmmm. Culpa sua por ter me viciado nele e dele por ter me engravidado. O amo ainda mais por isso, falou safadinha.
– Achei que era impossível, mas também te amo ainda mais por carregar nossa filhinha aí em seu ventre.
– É tão safadoooo o que fizemos e tão quente e excitante. Engravidar do filho e irmão biológico. Acho que vou gozar. Aaaaaahhhhhhuuummmmmmmmmmmm.
Só me segurei um pouco porque não estava todo enterrado e queria gozar lá no fundo. Enquanto Paula gozava estrondosamente fui a penetrando com certa dificuldade e quando cheguei ao fundo, liberei meu gozo que chegou explosivamente.
– Estou gozaaaaaaaaando, anunciei injetando rios de esperma em seu útero fechado por estar trabalhando em nossa bebê.
– Ahhhhhiiiii, que quente e gostoso.
Se perdi aquele tesão por ter a possibilidade de a estar engravidando que senti enquanto tentávamos, ganhei a excitação por ela estar já gravida de uma filha minha que eu desejava que fosse parecida com a linda mãe.
Paula tinhas os braços apoiados em meus ombros e me olhava mostrando todo o prazer que sentia, como certamente eu também fazia. Nem de longe cheguei à intensidade que costumava usar quando estávamos muito tarados naquele momento. Já sentindo a força dos nossos orgasmos, Paula envolveu as pernas em meu corpo não me deixando sair assim que terminasse e quando acabou, ela mostrou mesmo como estava insaciável.
– Essa posição é muito boa. Podemos fazer assim de novo?
Desde que se entregou a mim, Paula levava isso mais a sério do que eu. Talvez porque muito safadinha, se excitasse.
– Se não negava nada a minha mãe e se sempre fazia o que minha mulher pedia, como vou negar o que a mamãe de meu filho pede. Eu te amo muito e de todas as formas possíveis, falei mantendo o vigor nas estocadas cadenciadas.
– Ahhhhhhh. Também te amo. Estou tão excitada, falou puxando o vestido embolado em sua cintura o tirando pela cabeça me presenteando com aqueles seios divinos em forma de gotas que pareciam um pouco maiores.
Se não tinha como me curvar e o mamar, levei as mãos a eles os sentindo levemente maiores. Nosso tesão acumulado não tinha sido satisfeito e já gemendo a caminho de outro ainda um pouco longe, mas o adiantei com o que falei.
– Ahhhhh. Estão tão lindos e ainda mais gostosos assim um pouquinho maior. Com certeza ficarão ainda mais cheios de leite e como eu disse lá no começo quando propus te engravidar, você vai poder amamentar agora com leite também seu filho que não amamentou quando era bebê.
– Ohhhhuuuuuuu, seu safadinho delicioso. Vou adorar te dar meu leite. Estou gozaaaaaando.
Paula estava mesmo com falta dos prazeres do sexo e com minha provocação gozou rápido demais, mas tudo o que eu queria era antes dar todo o prazer que ela quisesse e depois ter o meu.
Quando seu gozo se desfez, ela ainda estava animada e não me soltou de suas pernas e sem eu ter gozado, continuei o ir e vir gostoso.
– Sabe. Durante meu repouso pesquisei as posições menos arriscadas, não que não se possa fazer as demais com cuidado, mas por causa de meus riscos maiores não quero abusar.
– E quais são, perguntei já imaginando quais poderiam ser.
– Essa não tinha na lista, mas é muito boa. Parecida com sentar em seu colo sentado em uma cadeira. Tem também sentada em seu colo na cama ou montada em você. Muito segura e confortável é de conchinha e a que você vai adorar é de 4. Nenhuma delas fica apertando a barriga.
– Vou adorar todas e faremos muitas vezes cada uma delas e se você continuar a dormir uma ou duas noites da semana comigo, poderemos fazer a conchinha durante a madrugada.
– Ahhhhh, assim me deixa tarada de novo. A Lorena sempre tem horários noturnos e acho que pelo menos uma vez por semana, talvez duas podemos dormir juntos. Só que terá que recompensar a ela, pois não quero privilégios e a deixar triste.
– Pode deixar que dou conta de minha outra mãe safadinha. Ela não vai passar nenhuma vontade. E agora, qual posição segura faremos?
– Já tomei atitude antes indo além do que me é permitido. Então é você quem decide como sempre, me provocou.
Paula deveria imaginar que eu iria a querer de 4, apesar de adorar cada uma daquelas possibilidades que descreveu. No entanto, tinha ficado muito excitado quando falamos que eu ia mamar em seus seios cheios de leite e decidi que só queria os saborear naquele momento mesmo se fosse uma posição parecida com aquela na pia.
– Quero mamar nesses seios deliciosos que não mamo há dois meses e que um dia vou mamar cheios de leite. Vamos para o sofá e você senta em meu colo. Só tira também a calcinha que quero ir acompanhando as mudanças nesse corpo lindo. Tenho a certeza que ficará lindo também bem redondinho, falei puxando meu pau para fora.
– Seu safado. Estou me cuidando muito bem, para não engordar muito, mas priorizando a saúde da bebê. Não vai faltar nada a ela.
Ao chegarmos ao sofá da sala, tirei toda minha roupa e sentei. Paula tirou sua calcinha me dando a visão daquela bucetinha linda parecendo recém depilada de tão lisinha. Nem bem ela tirou, já me montou e se enterrou devagar vazando muito esperma o que me fez pegar minha camiseta e a enfiar entre minhas pernas para não escorrer para o sofá.
– Ohhhhhuuuu. Amo muito esse colo e essa posição. Confortável. Nossos corpos fazem muito contato. Entra bastante e você brinca com seus amores me excitando falou se referindo a seus seios assim que tinha novamente meu pau enterrado todinho em sua buceta pequena.
Nem a esperei terminar direito e já tinha avançado para seu seio o beijando e lambendo por todo o volume como se fosse a primeira vez que eu o encontrava. Paula ia e vinha em meu colinho com as duas mãos em minha nuca como se me segurasse em seu seio, mas não pressionava deixando que eu fizesse o que queria.
E o que quis foi levar sua aréola e mamilo para dentro de minha boca começando a suga-los. Paula estava impressionantemente tarada após dois orgasmos.
– Isso filho. Vai treinando para quando a mamãe tiver leite para você.
Comecei a sugar com tanta fome por sua provocação que senti algo saindo e tendo um gostinho muito alcalino me deixando ainda mais tarado. Sabia que não era leite, mas mostrava que aqueles seios maternos se preparavam para produzir o leite para nossa bebezinha e que eu também usufruiria um pouquinho para não roubar nada dela.
Sua provocação me levou à beira de um gozo poderoso, pois só tinha tido um antes e precisei me segurar para brincar também com o outro. Segurei, segurei e segurei enquanto mamava nos dois. Paula parecia também perto de seu terceiro orgasmo em 30 minutos, tamanha sua necessidade.
Quando gozei murmurando com seu mamilo em minha boca, minha mãe sentiu meu esperma quente e gozou muito forte novamente.
– Oh deus. Que deliciaaaaaa.
Por fim, quando terminou dessa vez, minha mãe Paula estava satisfeita. Por ora.
– Ahhh. Quero descansar assim, falou se inclinado para meu peito soltando o corpo
A acariciava enquanto também descansava cheio de amor. Recuperada me ameaçou deliciosamente.
– Esteja preparado, pois finalmente a libido de grávida que as mulheres tanto falam despertou e vai sobrar para você e a Lorena, falou sorrindo e muito feliz.
– Felizmente sou jovem e tenho muito tesão por minhas mães e estando grávida de mim, ainda mais, então com certeza estou bem preparado.
Nos meses seguintes quando sua barriga começou a crescer, minha mãe Paula se transformou em uma linda gravida. Fiquei muito tarado por ela e soube que entre elas, Lorena também estava. Se um dia Paula fez amor com Lorena gravida, agora era a vez de Lorena fazer com a amada esperando um filho.
Estando mais feliz do que nunca por estar gravida e sem as preocupações do trabalho, Paula estava lindamente sorridente contagiando a nós e aos familiares e conhecidos. Ficando muito tempo em casa se resguardando fazíamos amor quase todos os dias. E quando eu estava nas aulas e Lorena em casa, sabia que também se pegavam bastante.
Meu aniversário de 19 e o de Lorena de 39 que aconteceram nesse período de gravidez, foram devidamente comemorados com festinhas e também com sexo entre elas e comigo separadamente. Tive até a surpresa de cada uma delas usar lingeries mais sensuais do que usavam me deixando muito tarado.
Fazer amor arriscado, ficou em pausa com Paula não podendo e não a querendo deixar triste por não poder, eu e minha mãe Lorena decidimos esperar o momento oportuno.
Um mês antes da data prevista do parto, paramos de fazer amor não querendo que nada desse errado na etapa final e quando teve a bebê, tudo correu tão bem que Paula brincou que poderia ter outro porque teve uma gravidez feliz, sendo cuidada pelo filho e pela esposa e o parto natural foi muito tranquilo.
Nossa bebê era lindinha e os seios da mamãe estavam volumosos e cheios de leite. Lindos e apetitosos, mas daria um tempo até minha “irmãzinha” ficar mais forte, para começar a roubar um pouquinho do leite dela.
Lorena parecia até mais feliz do que Paula vendo que a amada realizou seu desejo de gerar um filho e em como ela estava sendo uma ótima mãe. Desde o primeiro dia em casa de nossa bebê, já comecei a ajudar no que poderia, mas Lorena também estava disponível tendo tirado uma licença.
Descobrimos que toda criança tem o direito de ter na sua certidão o nome dos pais, sendo eles quem sejam e até se foi fruto do incesto, porem colocar meu nome como pai geraria um tumulto familiar, então ela foi registrada com “pai desconhecido”, mas no futuro não muito distante e antes que ela entenda assumirei como filha mudando seus documentos.
Nossas ligações ficaram ainda mais fortes, pois fora as que já tínhamos afetivamente e de sangue, outras aconteceram. Mamãe Lorena agora era avó de minha filhinha, sua filha com sua esposa. Paula era mãe e tia de sangue, além de avó afetiva.
Criamos um união impossível de ser desfeita, mesmo se nos separarmos o que nunca vai acontecer. Todos meus desejos machistas de querer as duas ao mesmo tempo e de que gostassem mais de sexo comigo que eu já tinha deixado de lado, ficaram ainda mais claros em minha mente me dando a certeza e tranquilidade que tinha tomado a melhor atitude.
Até aquela de querer engravidar Lorena depois de uns 2 anos de minha filhinha com Paula nascer já não me parecia tão atraente me achando egoísta e não insistiria mais sobre isso a não ser que elas quisessem mais um filho, o que não parecia necessário pois todos os desejos foram realizados e os riscos de tentar novamente são maiores por ser minha mãe biológica, mas as vezes Lorena dá sinais de que vai querer.
Os amor entre elas que me trouxe ao mundo, mesmo sem eu ser religioso considerava cada vez mais sagrado a antes de primeiro defender minha relação com cada uma, defenderia a relação de amor verdadeiro entre elas.
Paula continua a desejar voltar a exercer a profissão de enfermeira, mas não ainda quando nossa filhinha chegou ao primeiro ano de vida. Após desejar tanto gerar um filho ela não aceita abrir mão de ser mãe por completo.
Lá atrás com nossa bebê ainda com 2 meses enfim pude mamar em minha mãe Paula e a emoção foi imensa para nós dois que adoramos o ato, mas também nos excitando terminando por fazer amor. Repeti muitas outras vezes e podia brincar que finalmente tinha mamado em minhas duas mães.
Não tinha mais a desculpa de engravidar Paula e nem precisava, pois ela adora fazer amor comigo de todas as formas, só que ela tem que fazer algo que nunca precisou fazer na vida por ser lésbica e ser quase impossível engravidar que foi começar a tomar pílula. Foi lhe receitada uma que não atrapalha a amamentação que ela quer manter até seu leite acabar. Um ano depois ainda não acabou.
Minhas mães aos olhos dos outros ainda são lésbicas convictas, mas agora é também conveniente pois mesmo que seja difícil desconfiar de uma relação que envolve sexo com um filho, se as mães são lésbicas é que ninguém vai desconfiar mesmo.
Posso fazer programas individuais com cada uma dela e até estar ao lado de Paula em publico com nossa filhinha no colo ou carrinho que ninguém desconfia que seja minha filhinha.
Minha proximidade a elas é visto por eu ser muito família e maduro devido a criação que me deram, o que deixa a todos com a certeza que sou apenas um filho raro em minha idade.
Felizmente nossa filhinha puxou a mãe Paula na opinião de todos. Entre nós sabíamos que nem poderia ser diferente pois sendo seu irmão de sangue, era muito parecido com ela e nós dois parecidos com nosso pai, que trato como avô.
Vivemos como 3 casais independentes no sexo, mas envolvidos em todo o resto. O sexo com cada uma delas é muito ardente e especial por nossas ligações e com sinceridade meu desejo é continuar com essa relação para sempre. Como nos amamos muito de todas as formas, tudo fica mais fácil e o que nunca vou perder é o entendimento que a relação entre elas está acima da minha com cada uma, mesmo se no dia a dia, nada mude.
Minhas mães lésbicas tem um status agora que nem elas conseguem definir porque o interesse pelos homens continua zero, mas adoram fazer amor comigo, mas quem se importa com rótulos onde existe tanto amor?
Final