A Branquinha que Me Comeu sem Coleira

Um conto erótico de João Submisso
Categoria: Trans
Contém 706 palavras
Data: 09/03/2026 12:34:34

Depois daquela primeira vez com a morena alta que me colocou coleira e me transformou em putinho de verdade, eu não conseguia parar de pensar em rola. A dor inicial, o tesão misturado com vergonha, a sensação de ser preenchido... aquilo virou vício rápido. A dominatrix que me atendeu antes (sim, vi esses dias que ela ainda atende em SP, mesma de sempre) tinha sido ótima pra acordar minha submissão, mas agora eu queria mais, queria variar, queria sentir diferente.

Voltei pros sites de acompanhantes, dessa vez com mais coragem. Filtrei por “ativa”, “linda”, “bem dotada”. Parei num anúncio que me chamou atenção: uma trans branquinha, pele clarinha, barriga chapada, corpo definido, sorriso safado nas fotos. Devia ter uns 1,75, altura perfeita pra me dominar sem me fazer sentir um anão. O texto do anúncio era inteligente, sem vulgaridade barata, falava em “encontros intensos com submissos respeitosos”. Não tinha local próprio, então motel na certa. Meu pau já dava sinal só de ler.

Mandei zap, perguntei valores, se fazia tudo que eu queria (anal ativo, sem frescura), se podia cuspir, se gozava dentro da camisinha... Ela respondeu rápido, educada mas firme: “Sim, amor, faço tudinho. Vem que eu te mostro.” Marcamos pra dali uns dias. O frio na barriga voltou forte, igual da primeira vez, mas agora misturado com uma ansiedade gostosa de “já sei mais ou menos o que esperar”.

Cheguei na rua combinada, coração acelerado. De repente vejo ela descendo de um carro, JBL no ombro tocando um funk alto, bolsa jogada no braço, shortinho colado marcando tudo. Linda pra caralho. Mais bonita pessoalmente do que nas fotos, pele branquinha brilhando sob a luz da rua, cabelo solto, corpo malhado mas feminino, e aquele volume discreto mas prometedor na frente. Ela sorriu, me deu um beijo no canto da boca e falou baixo: “Relaxa, vai ser bom.”

Fomos pro motel rapidinho. No quarto, sem enrolação: luz baixa, ela tirou a roupa devagar, eu tirei a minha tremendo. Começamos nos beijando forte, língua na língua, mãos dela apertando minha bunda. Ela era cheirosa, gosto bom na boca. Me empurrou de leve na cama, abriu minhas pernas e começou a chupar meu pau enquanto masturbava o dela. Quando vi, já estava duro, uns 19 cm, não era gigante como a primeira, mas grosso pra cacete, cabeça rosada, veias marcadas. Pau branquinho combinando com o corpo dela.

- “De quatro, putinho. Mostra o cuzinho pra mim.”

Obedeci na hora. Ela cuspiu na minha bunda, passou lubrificante, colocou a camisinha com calma. Senti a cabeça grossa pressionando. Doeu menos que da primeira vez (já estava um pouco mais acostumado), mas ainda ardia gostoso. Ela entrou devagar, segurando meus quadris, gemendo baixo: “Que cu apertadinho... relaxa que eu te abro todinho.”

Foi entrando tudo. Quando chegou no fundo, parou um segundo, depois começou a bombar. Devagar no começo, depois mais forte. Me virou de bruços, meteu por trás batendo a virilha na minha bunda. Depois de lado, uma perna minha levantada, ela segurando firme e socando fundo. Cuspiu na minha cara duas vezes, rindo: “Gosta de ser minha vadia, né? Geme alto.”

Eu gemia sem vergonha, pedindo mais. Meu pau babava na cama sem nem encostar. Ela mudou de posição várias vezes, missionário com minhas pernas nos ombros dela, de quatro de novo, eu cavalgando um pouco (ela guiando meus quadris). O ritmo aumentou, ela apertou meus mamilos, mordeu meu pescoço de leve.

- “Vou gozar dentro dessa camisinha, mas você vai sentir tudo pulsando.”

Acelerou forte, grunhiu alto e gozou. Senti o pau inchar e pulsar dentro de mim, jatos quentes presos na camisinha. Ela ficou parada uns segundos, respirando pesado, depois saiu devagar.

Tirou a camisinha, mostrou cheia, riu: “Olha o leitinho que você fez sair.” Infelizmente não tomei na boca dessa vez, mas o tesão foi foda mesmo assim.

Pix feito, roupa no corpo, beijo de despedida. Saí do motel com o cu latejando gostoso, pernas moles, cabeça cheia daquela pica branquinha grossa me fodendo. Voltei pra vidinha de trabalho no dia seguinte, mas toda hora lembrava dela descendo do carro com a JBL, do cuspe na cara, da grossura abrindo meu cu.

Aquela foi a segunda. E eu já sabia: não ia parar tão cedo.

Fim.

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