Na Praia, Ela só queria Atenção!!!

Um conto erótico de Dotado Safado
Categoria: Heterossexual
Contém 879 palavras
Data: 09/03/2026 12:39:40
Última revisão: 09/03/2026 12:41:50
Assuntos: Heterossexual

A espera de Isa

Segue relato de dois anos atrás..

Época em que fomos passar feriadão na praia em SC, de inicia iriamos em duas famílias, mas de ultima hora meu cunhado teve de trabalhar e no fim veio filho com noiva e mais um a amigo deles com a namorada.

Dito isso vamos aos fatos, praia, calor e bebidas, sempre são uma forte combinação para uma aventura, mas a principio não imaginava nada do que poderia acontecer,

Mateus e a noiva foram para praia junto com Lucas e a Namorada (ISA), mas não deu uma hora e todos já estavam ali na casa de novo.

Todos os jovens ali estavam na casa dos seus 20 anos, um pouco menos ou mais...

Mas os meninos pareciam dois adolescentes vidrados em Game, com isso dava pra notar a insatisfação das meninas.

Mas vou fazer uma narrativa, para contextualizar tudo..

Falando de Isa e como tudo começou...

Ela não sabia bem quando começara a sentir. Talvez fosse quando Alex cruzara a sala pela primeira vez, descendo a escada com a toalha nos ombros, o short de malha colado nas coxas. O volume à frente chamara atenção com naturalidade indecente. Isa não conseguira desgrudar os olhos. Desde então, o corpo dela parecia ligado a um circuito que só ele comandava.

Matheus não via. Camila, a noiva dele, estava no quarto, descansando.

Lucas, o amigo, estava louco pra zerar o jogo. Isa, então, ficava ali, no limbo entre o tédio e o desejo, com o olhar traçando rotas invisíveis pelas formas de Alex.

Ele, por sua vez, sentira o peso daquele olhar. Não dissera nada, mas sentira. À noite, quando todos jantaram, ele sentara-se de frente pra ela, cruzara as pernas de forma casual, e mantivera a postura fechada, mas provocativa. O bastante pra que ela reparasse. O bastante pra que ela voltasse.

Na tarde seguinte, enquanto o sol batia forte fora, e os dois rapazes estavam de volta ao game no quarto de cima, Isa resolveu descer. Usava apenas um short jeans curto e um top branco fino. O cabelo preso em coque alto mostrava o pescoço suado.

Alex estava na cozinha, de costas, abrindo uma gelada. A porta da geladeira fechou com estalo. Ele a viu. Não disse nada. Apenas fitou.

Isa sentiu o corpo inteiro vibrar. Sem rosto de safado, sem olhar de cúmplice. Apenas o silêncio carregado. Ela se aproximou, devagar, parou a um palmo de distância. O olhar dele desceu, cruzou os seios firmes parados no tecido, parou um segundo na cintura, e voltou a encarar.

•Os meninos não param de jogar, né? — ela disse, voz baixa, mas firme.

•Dão valor pra coisa errada — respondeu Alex, sem sorrir.

•O gelo da garrafa derretia na mão dele. Ela estendeu o braço, puxou a cerveja, tomou um gole direto da boca da garrafa. A boca molhada brilhou. Ele seguiu com os olhos. A tensão, ali, era real, sem teatros.

Isa deu meia volta, subiu os degraus da sala, com a certeza de que ele acompanhava com o olhar. Parou no corredor. Virou. Alex já estava a dois passos atrás. A casa estava em silêncio, os sons do jogo abafados pela distância.

Ele se aproximou.

Parou.

A mão dele tocou a cintura dela, firme, sem perguntar. A respiração dela estalou. Ele a virou contra a parede, a boca já colada na nuca. O corpo dela se arrepiou inteiro, um calor subindo entre as pernas enquanto ele pressionava de trás.

Nenhuma palavra. Apenas o som das respirações. A mão dele desceu, entrou dentro do short e roçou a seda da calcinha. Ela estava molhada. Ele percebeu. Apertou. Um gemido escapou abafado.

Alex puxou o short para baixo, deixou o corpo dela aberto. A sua mão foi direta, sem rodeios, abriu as coxas, encontrou o calor, e entrou. Dois dedos, firme, fundo. Isa perdeu o ar. A cabeça bateu leve na parede, mas ela não queria escapar. Queria mais.

Ele, com a outra mão, abriu o zíper dele. O volume que Isa reparara dias atrás, duro, pesado, saltou pra fora. Ele guiou ela de volta, dobrando-a leve, colocando-a de quatro no corredor mesmo, encostada ao batente da porta.

Empurrou. A entrada foi lenta, mas firme. Ela gemeu alto, abafou a boca com o braço. Ele segurou a cintura, começou o vai-e-vem, ritmo leve. Cada soco de carne entrava com som úmido, com força. O corpo dela tremia, apertando, aceitando, implorando por mais.

O corredor inteiro virou quarto. A luz do sol, cortando cortina veneziana, cobria as formas nus. Isa perdeu a noção de tempo. Só sentia o corpo sendo tomado, sem camisinha, sem pedido, sem pedido de desculpas.

Quando ele puxou pra fora, gozou nas costas dela, quente, grosso, escorreu pelas costelas abaixo. Ela ficou ali, sem se mexer, a respiração pesada. Ele se ajeitou, guardou, virou de costas. Nenhuma palavra de fim.

Isa limpou-se com a própria calcinha, jogou-a no lixo do banheiro. Desceu as escadas como se nada tivesse acontecido. No sofá, Matheus e Lucas ainda vibravam com o game. Ela sentou, cruzou as pernas, sentindo o ar arder entre elas. Sorrindo, por dentro.

E, do corredor, Alex desceu, de toalha nova, passando por ela sem olhar...

Continua?

Ou melhor na primeira pessoa mesmo?

email

amigo.dotado.safado.36@gmail.com

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Dotado Safado 38 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários