Chamei vocês aqui pra contar o que realmente aconteceu. Fica todo mundo falando na televisão, nos jornais, na internet, me culpando porque abandonei o Betinha. Não foi isso, eu só me separei dele, não sabia que iria se perder, ficar esse tempão desaparecido, não sabia que isso tudo ia acontecer... Bom, se soubesse também não faria nada diferente, ah, ninguém pode me criticar, veja, o menino é engana bem, é bonitinho, inteligente, mas quando você conhece é um desastre, não é de jeito nenhum o que eu pensava que fosse, entende? Ele é um bosta! Começamos a subir a porra da montanha e ele todo cheio de dedos, todo gentil, todo educado, esquisito, sei lá. É bonito? É, mas é muito chato ser assim o tempo todo, me entende? Olha, saímos tarde q quando chegamos no nível 1 já tinha escurecido, ele é lerdo pra caminhar, mas até aí tudo bem, já tínhamos combinado de passar a noite ali. Nossa gente, ele é muito lerdo, estava frio e ele demorando o maior tempão pra montar a barraca, tive que ir lá e fazer eu mesma, entende? Estava um chuvinha fina, frio, e ele todo preocupado em desenrolar isso, embalar aquilo, guardar direitinho, aff, fui lá e fiz eu mesma. Finalmente entramos na barraca já com nossas roupas praticamente molhadas, tínhamos que tirar pra poder descansar um pouco, então fiquei só de calcinha e sutiã, tudo bem, não tenho vergonha, mas ele? Nossa, fez o maior charme pra tirar sua roupa até ficar só de cueca – uma cuequinha ridícula, diga-se de passagem, com a lateral fina, justinha, assim, que dava na cara que o que escondia é coisa pequena, minúscula, uma decepção – e ainda assim, só de trajes mínimos dentro da barraca, só um cobertozinho, eu ainda ansiando por uma noite quente, ele se fez de difícil, agindo como se EU que tivesse que implorar pra ele me tocar, ah, VSF! Não pedi, é óbvio que não pediria, e ainda aguentei o tempo todo ele falando bobagens sem parar, só bobagem o tempo todo até que apareceu um outro trilheiro chamado Paulo, nos chamou do lado de fora, abrimos a barraca e ele entrou. Mesma situação, estava molhado, precisava de um abrigo pra descansar um pouco, claro que concordamos, aliás, ele que concordou antes de me perguntar, como se eu nem estivesse na barraca. Eu não iria me opor, claro, muito melhor ele descansar dentro da barraca, ainda que fosse apertada, trilheiro é assim, precisa ser solidário, e o Paulo tem aquele sorriso bonito que é difícil de negar alguma coisa. Ainda falou que precisava tirar aquela roupa molhada para descansar um pouco, lógico que concordei. O problema é que ele falou me olhando nos olhos, sabe, eu estava sentada no chão da barraca e ele olhava meu soutien, depois olhava minha boca, meus olhos, ele era bonito, sabe, ele até perguntou se a gente queria que ele se trocasse fora da barraca, mas era lógico que deveria fazer isso dentro da barraca. Respondo que era óbvio que não, que ele se trocaria ali dentro, e ele foi tirando a roupa úmida e demonstrando um corpo muito mais bonito que o Betinha, sem exageros, seus músculos eram bem definidos, e sua cueca, ai, ali ele pegou pesado, não tem nem comparação, uma cueca samba canção, sabe, folgada, que deixava as coisas de dentro balançarem à vontade, ele humilhou o Betinha com aquela cueca. É assim que um homem deve ser, sabe, sem nada de repressão, sou totalmente a favor da liberdade... Ele pediu água para encher sua garrafa que era pequenininha e nosso cantil não estava dentro da barraca, olhei para o Betinha e ele se justificou:
- Escondi nossas coisas embaixo de uma árvore, não cabia aqui dentro
- Então vai buscar, oras
Ele abriu o zíper pra sair da barraca e lhe estendi o cobertor para não se resfriar. O Paulo me olhou o corpo todo, deslizou o olhar pelas coxas, sabe, eu sei que tenho o corpo bonito e ele ficou com aquele olhinho passeando pelos meus peitos, pela minha cintura, com aquela cara, sabe, aquela cara de fome, ai. E eu vi que dentro da cueca as coisas foram se avolumando, eu olhava aquilo crescer com a mesma vontade que ele olhava meu corpo, ai
- Deita aqui, Paulo, você está frio e eu vou te esquentar
Ele se deitou com os joelhos encolhidos e me deitei em cima dele para esquentá-lo, seu negócio, sabe, ele é homem, né, o coiso dele, ai, como dizer isso, o membro, entendeu? Então o membro dele endureceu na hora com o peso do meu corpo quente em cima dele, eu só de calcinha, assim, esfregando pra esquentar ele, nossa, um homem de verdade não se controla, fica excitado mesmo, até eu molhei todinha por dentro. Aí me chega o empata foda do Betinha abrindo o zíper e me vê em cima do Paulo. O Paulo deve ter pensado que éramos namorados, sei lá, por que ficou assustado, talvez achando que podia dar confusão, briga, ele não conhecia o Betinha, não tinha como saber que o Betinha é betinha, fraco e chato, ai, que foda. Eu não me importava de continuar ali aquecendo o belo corpo dele, sentindo aquela coisa dura me pressionando bem em cima da..., da calcinha, sabe, tudo bem, ui, eu ficaria ali, sem problemas, mas o Paulo ficou um pouco envergonhado e o Betinha entrou com a água na mão esticada para ele e me entregando o cobertor que, sinceramente, eu nem precisava mais. O Paulo cobriu com a mão sua ereção, e ficamos ali conversando nós três, o Betinha fala tanto, mas tanto, que cada palavra dele me dava raiva, ele não tem ideia do quanto é chato, eu já queria que ele saísse e me deixasse sozinha com o Paulo, mas a barraca era dele, não podia pedir pra ele sair, mas tive uma ideia
- Vamos trocar um pouco dos nossos alimentos
Paulo concordou na hora, e, pra variar, como eu já imaginava, nossos alimentos estavam juntos com a água debaixo da bendita árvore
- Mas é que nossos alimentos estão lá fora
Não aguentei
- Então vai lá buscar, ora! Tá esperando o quê?
Joguei o cobertor na cara dele
- Leva isso
E o coitado foi. Coitado não, nessa hora não era coitado ainda, era mais um imbecil mesmo. Ele saiu e o olhar do Paulo voltou a ficar nervoso, me olhar com fome, com desejo, eu sentada na posição de lotus e ele me olhando no meio das pernas. Eu sei que meu..., ah, meu grelo, vocês são mulheres sabem o que é isso, os homens não, minha nossa, como tem homem que não sabe o que é um grelo de uma mulher, mas o Paulo não, ele me olhava direitinho no grelo, e o meu, eu devo confessar que gosto muito, sabe, o meu é bem avantajado, chega a fazer volume na calcinha, ainda mais quando fico excitada, e eu estava naquele momento, sabe, então, sem esperar muito perguntei
- Gostou?
- Muito
- Pode pegar então
Ele já foi se deitando no espaço que dava, chegando a cabeça no meio das minhas pernas, eu as estiquei me deitando e apoiando nos cotovelos, dobrando os joelhos, ele respirou quente por cima da calcinha, me deu uma mordida com calcinha e tudo que me arrancou um suspiro. Puxou a lateral com o dedo e me abocanhou a..., a..., como que eu vou falar isso, me..., ah, vocês já entenderam, me abocanhou a piriquita com um chupão que eu quase gozei de primeira. Ele me abriu com os dedões e enfiava sua língua dentro de mim, me chupava e mordia nos cantos, ai, que boca gostosa, meu corpo começou a tremer, minha boceta começou a tremer na boca dele, ele engolia e chupava gostoso meu grelo inteiro, meu gozo estava chegando, fechei sua cabeça com minhas coxas e puxei com as mãos a cabeça dele de encontro ao meu colo assim, bem na minha..., ah, não vou ser puritana, vocês já entenderam, ele chupou minha boceta com tesão, entende, eu sentia a língua dele deslizando, me chupando, ele estava sugando e meu orgasmo estava chegando, ai que caralho, e nesse momento o zíper começou a abrir novamente. Eu relutei em soltar a cabeça do Paulo, ele tentava erguer o corpo e eu segurava a cabeça dele até que minhas mãos escorregaram pelos cabelos ainda molhados e ele se ergueu e o Betinha entrou. Sinceramente a situação mais chata que já vivi na minha vida, o Betinha não sabe o lugar dele, é um sem noção completo, nem com todas as dicas do mundo ele se toca, a lateral da minha calcinha não voltou a posição normal, fiquei com metade da minha bocetinha exposta, incluindo meu grelo, molhada, pulsando ainda, e o Betinha viu, deu uma olhada demorada para ela ao me entregar de novo o cobertor, como que jogando em cima para cobrir, sei lá, pra tampar, mas não me preocupei com isso, eu não me preocupo com essas frescuras, sabe, o corpo humano é lindo, não tenho vergonha nenhuma da minha intimidade, entende?. Mas eu senti raiva dele, que cara indiscreto, um verdadeiro empata foda mesmo, minha respiração estava ofegante, meu gozo estava parado na portinha, mais uma chupadinha e eu ia explodir bem gostoso, só uma deslizada da língua assim em cima do meu grelo, um beijinho quente, demorado nele, ai, que merda, esse Betinha é um merda! Fui tentando me recompor, o Paulo foi mais para o canto tentando se sentar, o Betinha entrou com uns biscoitos, o Paulo tentava esconder a ereção com o antebraço apoiado em cima do, ai caramba, eu não quero ser pornográfica, mas colocou o braço em cima do pau dele, entendeu? Ele colocava o punho assim, pesando para o lado para não ficar duraço pra cima. O Betinha viu o estado do Paulo e começou a falar de comida, eu queria partir pra cima dele aos tapas e bofetões, o Paulo tentando disfarçar, mas ao trocarem de comida o Paulo tirou o apoio do punho e o pau dele subiu. Nossa! É muito pau! Olhei admirada praquilo, me deus, que homem bem feito, minha boca secou, senti novamente meu gozo na portinha, senti uma gotinha escorrer lá de dentro, ai que vontade de sentar em cima, vi de relance o olhar do Beta também estava preso no pau dele e estranhei. Ele olhava com naturalidade, observava sem fazer nenhuma expressão critica, e sem tirar os olhos, sem reclamar, sem brigar, sem nada, que homem bosta, um outro homem de pau duro na barraca com a acompanhante dele e ele sem reação, um bosta. Ele olhou minha calcinha, viu que meu grelo duro exposto, viu meus lábios sedentos, ai, minha bocetinha é linda, depois olhou novamente para o pau do Paulo e elevou as sobrancelhas em exclamação, como se pensando, nossa, será que caberia? Você acredita nisso? É um bosta com B maiúsculo
Fiquei sem reação, não só pelo comportamento do Betinha mas também porque eu queria gozar e fui bruscamente interrompida. Eu não falava mais, o Paulo, nitidamente, também estava desconcentrado, só o Betinha falava, falava, falava como um papagaio, falava tanto que até o pau do Paulo foi amolecendo. Nisso ele falou
- Se você quiser, Paulo, pode se deitar um pouco com a gente. Você deita aí, eu no meio e a Thay onde ela está?
Olhei animada com o convite, mas vi no olhar desse ser imbecil o que ele estava planejando. Ele não é beta, ele é gay! Ou bi, não sei, ele estava tentando ficar no meio pra se encostar no Paulo, ele viu o pauzão dele ereto, duro, grande, ele queria ficar se encostando no pau do Paulo, que babaca. O Paulo olhou minha bocetinha sedenta, quase pingando de tesão, acho que ele também percebeu o interesse do Betinha e respondeu
- Agradeço, Betinha, mas eu precisava descansar só um pouquinho, eu vim preparado para ir direto, sem dormir
- Sem dormir? Então sua resistência está em dia
Paulo respondeu olhando minha bocetinha querendo sair da calcinha
- Sim, sou bem resistente
- Nossa, estou impressionado
E foi se deitando onde falou que deitaria, olhando pro Paulo, quase babando pra ele, me forçando a olhar a cuequinha ridícula dele e a cueca do Paulo, que diferença monstruosa, que coisa absurda, e foi se erguendo pra se vestir novamente. Betinha foi abrindo o zíper da barraca novamente pra se despedir do lado de fora, e eu fiquei do lado de dentro e ainda dei um beijo na boca do Paulo, e o ajudei a tirar da língua um pentelho da minha boceta. Ele me disse com cara de safado que me encontraria no alto do pico e eu, só pensando em ver a pica dele dura novamente. Que homem gostoso.
Bom, a partir daí o Betinha se deitou ao meu lado e eu fiquei de lado com a bunda virada pra ele, só queria que o tempo passasse rápido, queria encontrar o Paulo novamente, aí o Betinha se chegou, colou seu corpo ridículo em mim, enfiou a mão debaixo do meu braço e ficou me alisando o bico do peito. Confesso que, instintivamente, sem pensar, juro que foi sem pensar, eu rebolei algumas vezes passando minha bunda no pau dele, eu estava excitada, minha boceta estava molhada, insisti rebolando mais forte, meu peitinho estava inchado, meu gozo estava tão pertinho, mas o bosta nem endureceu. Acredita? Eu rebolei no pau dele e ele não endureceu? É um gay mesmo! Na hora pensei no enorme volume na cueca do Paulo e fiquei morrendo de raiva, brigando comigo mesma, como fui deixar isso acontecer? Por que foi deixar aquele homem escapar sem me comer? Esse Betinha é um bosta! Então, mesmo com meu peitinho gostando
- Tira a mão daí e desencosta, seu merda!
Ele retirou imediatamente
- É que eu vi que o cara ficou excitado te olhando, e vi que você estava excitada também, então eu pensei que...
- Pensou merda, foi isso que você pensou. Pensou merda! Aliás você só pensa merda, só fala merda, você é um merda, desencosta!
E a partir dali até a gente chegar no alto do pico fui destilando todos os adjetivos que conheço para desclassifica-lo, foi um vômito de ofensas. Ofensas não, adjetivos justos para essa situação, todos eles, não estava nem aí pra ele, queria era ele longe de mim, aquele imbecil, aquele bosta! Assim que saímos do nível 1 já fomos alcançado por um grupo que também estava subindo, e que passou por nós feito um foguete, o Betinha é muito lerdo, inacreditavelmente lerdo, eu que ia puxando ele, levei mais coisas pra ele ficar mais leve e andar mais rápido, não podia deixar o Paulo ir embora, tinha que alcançar ele em cima do pico, e esse bostinha me atrasando. Finalmente chegamos e o Paulo ainda estava lá, nossa, foi ver ele e minha bocetinha deu sinal de vida, nós vimos o sol nascer, o dia estava chuvoso mas o Paulo, opa, quer dizer, o espetáculo é lindo, realmente vale o esforço, vale o cansaço subir aquele morro e encontrar aquele homem lá em cima, meu ventre me lembrando que meu gozo ainda estava esperando, eu olhava o nascer do sol, olhava o Paulo e pensava em como seria bom montar a barraca ali e ficar com ele o tempo todo dentro... Resolvi descer com o Paulo e o Betinha veio junto. O Paulo é experiente, anda rápido, e eu acompanhava o ritmo dele, mas o Betinha estava nos atrasando, como me atrasou o tempo todo, pedindo para o esperar, implorando para poder repetir novamente uma boa foda de se realizar. É isso que você quer, seu merda? Então finalmente me posicionei, não ia ficar decepcionada comigo 2 vezes
- Betinha, vou indo na frente com o Paulo, você pode esperar o outro grupo e seguir com eles
- Não, a gente não abandona companheiro na trilha, você sabe disso, é melhor irmos juntos
- Não, Betinha, você está muito devagar, eu já estou de saco cheio de você, vou com o Paulo porque é mais o meu estilo de vida, entendeu? Se quiser esperar o outro grupo você espera, senão pode ir sozinho, seu merda, adeus!
Foi assim que nos separamos, entende? O Paulo ainda me perguntou se eu tinha certeza do que estava fazendo e eu respondi que sim, falei que ele é muito lerdo e que ele ia esperar o outro grupo pra voltar com eles, que a gente podia ficar tranquilo e seguir num ritmo mais rápido, do nosso jeito, do jeito que ele quisesse, fazer o que ele quisesse. E continuamos bem mais rápido mesmo, quase correndo, nem meia hora depois já estávamos saindo da trilha, ele me deitou no mato, tirou minha roupa, abriu minhas pernas, me chupou com sua língua maravilhos e sugou de mim, finalmente, aquele gozo que passou a noite inteira pedindo pra ser expulso da minha boceta, porra, foi uma explosão, depois me deu seu cacete enorme, lindo, uma cabeça enorme, lisinha, gostosíssima para chupar, o maior que já vi na minha vida, e depois me fodeu como um mestre. Socou em mim me arrancando mais uma dúzia de gozos intensos, ai que homem o Paulo, eu sabia, ele gozou hurrando lindamente dentro de mim. Voltamos pra trilha sem saber mais do Betinha, podia ser que já tinha passado por nós, não ouvimos, e aí apareceu um reguinho dágua e pedi para sairmos novamente da trilha para encher nossas garrafinhas e poder me lavar porque a porra dele estava me descendo pela coxa, sabe, mas aí ele me pegou de novo, me beijou, me mostrou aquele cacete gostoso, socou forte na minha garganta, de alguma forma ele me conhecia por dentro, sabe, ele sabia que eu aguentava porque ele forçou até eu engolir inteiro, ele não me perguntou, não teve medo nem nada, ele sabia que eu não ia recusar, sabia que ia aguentar, simplesmente socou até enterrar o cacete inteiro na minha garganta, depois se deitou e eu subi no pico de novo, no pico do pau dele, entende, nossa, isso sim foi uma escalada que valeu a pena, desci atolando o cacete gostoso dentro de mim, ele me mamava os peitos para eu rebolar no pau dele, gozando igual uma égua no cio, ele mordia meus peitos assim, ai, no biquinho, depois engolia inteiro, ai que foda que foi, gozei mais um monte. Aí voltamos de novo para a trilha e esquecemos de vez o Betinha, acreditamos, nós dois, que ele já tinha passado por nós e estava bem a frente. Mas um tempinho depois e o Paulo me puxou de novo para fora da trilha, ai meu deus, que homem, ele é insasiável! Nossa, que foda, ele tirou minha roupa e me colocou de quatro em cima de uma folhas de bananeira, abriu minha bunda assim, com os dedos, ai, deu uma cuspida no reguinho, e meteu, menina, meteu de um jeito no meu cuzinho, ai, nem sei como aguentei, nem sei como a montanha inteira não ouviu, eu gritei igualzinho uma putinha. Falei lá embaixo que tinha gritado e quiseram me culpar dizendo que eu sabia que ele estava perdido e por isso tinha gritado. Não foi isso não, e ninguém me perguntou porque eu grito. Vocês ficam me olhando assim porque? Nunca viram uma mulher gritar não? Hã? Por que eu grito? Sabe, nossa, dou cada berro, eu grito mesmo, não quero nem saber, meu cuzinho é apertadinho e o pau dele ó, é enorme, um caralho enorme, imagina.... Meteu tudo, minha nossa, como é que não grita? Ai, como eu gozei, fiquei molinha, acabei deitando e ele socando em cima de mim, o Paulo é demais, ele mordia meu pescoço, aqui ó, tá vendo a marca do chupão? Ele lambia minha orelha e metia com força, metia sem dó, sem mi mi mi, sem conversinha, sem encheção de saco, só metida forte do jeito que um homem de verdade faz, um homem com h maiúsculo, homem com um pau grande, pau com p maiúsculo, minha nossa, como ele me fodeu, ai, eu nem aguentava gozar mais, acho que até perdi a voz até ele me encher o cu de porra. E quanta porra o Paulo tem, ô louco, muita porra, porra quente, acabou comigo. Tive que entrar até a cintura na água depois pra me lavar, deixar a água gelada curar minhas feridas, meu deus, foi muita foda, muita foda.
Vocês entenderam agora? Não dava mais pra eu segurar aquele tesão todo, o Betinha é um porra de um gay, um fracote que fala mais que a língua, e só fala bobagens. Não é igual o Paulo, que encosta a boca no ouvido da gente fala: ‘ que boceta gostosa, vou te foder a trilha inteira, abre essa bundinha gostosa pra mim, vai, abre, puta merda que bunda gostosa, vou desbravar essa bunda agora com meu cacete, vou te foder o dia inteiro’, ai, essas coisas gostosas da gente ouvir, faz a gente derreter por dentro, entende? O Betinha não fala nada disso, só encheção de saco!
Aí, quando chegamos na fazenda da entrada da trilha, as pessoas vieram me perguntar dele. Sei lá dele? Pra mim já deveria estar na casa dele, oras. E ficaram me olhando com aquela cara de desconfiança, de julgamento, ah, ninguém sabe o que eu passei, ninguém. Pensam que aguentar o Betinha é fácil? Vocês não sabem de nada, ninguém nesse mundo tem paciência pra aguentar aquilo não. Ainda mais se aparecer um Paulo pra comparar... Qualquer mulher no meu lugar teria feito o mesmo, duvido que não teria. Só o Paulo não me criticou, e fez mais, me chamou para ficar na casa dele enquanto faziam as buscas. Claro né, claro que fiquei, e reclamam de mim por não ficar esperando aqui na entrada da trilha pra ter notícias. Claro né, claro, aqui fica todo mundo me criticando, na casa do Paulo não, só eu e ele, gente, vocês não fazem ideia, a gente se sente livre, nem precisa vestir roupa. Claro que dei muito ainda, minha nossa, como não, já pensou perder uma só foda com aquele homem? Se no meio do mato, no barro, ele me fodeu de tudo quanto foi jeito, imagina o que ele fez comigo em cima de uma cama, ele passou a noite inteira me fodendo, passei a noite inteira gozando no pau dele. Tudo bem, eu vi que ainda saiu notícia de que eu estava com uma expressão abalada, cansada, agradeço falarem que seria por causa do Betinha mas na verdade não é não, é de tanto dar pro Paulo. Aí fica esse monte de jornalista querendo saber o que estou pensando, se estou preocupada. Preocupada? Ah, me deixa, me esquece, deixa eu ficar fodendo esse cacete gostoso, que se dane o Betinha, não estou nem aí pra ele não, eu quero é dar. Eh, desculpa, me empolguei, vocês não tem nada a ver com isso...
- Heim? Não sei onde ele está, está sumido, vocês não...
- Hã, o Paulo? Não, o que você quer com ele? Ehh, conheço esse olhar, o Paulo está acompanhado, ouviu, ele está comigo! Melhor tirar esse olho grande dele, sei bem o que vocês estão querendo, pode parar! Que coisa feia... Vocês estão aqui por causa do Betinha, vão lá procurar ele, oras... Deixa que o Paulo cuido eu. Ai, meu telefone está tocando, dá licença..., oi? Tá, tá bom amor..., Olha, eu preciso entrar, o Paulo está me chamando, ele está precisando de mim, depois eu volto, dá licença.
***
- Nossa, vocês ainda estão aí? Não acharam o Betinha ainda não? Ai que pena, né?
- Hã? O que eu estava fazendo? Ah, tava lá dentro, cuidando do Pau...
- Paulo, eu falei Paulo, não coloca palavras na minha boca não, so o Paulo pode colocar o que quiser na minha boca
- Contar? Ê, curiosidade de vocês, heim, contar o que?
- Ah, tá bom, tá bom, vou contar só um pouquinho, ééééé..., eu tava dando de novo
Hã? Verdade? Pronto, acharam o coitado, agora vocês vão ver como tenho razão, ele é insuportável. O que? Vocês ficam me perguntando o que eu fiz? Fiquei dando 5 dias sem parar, esse homem não cansa de me comer. Ai, espera aí, aí, tá me ligando, quer que eu entre, tá com aquele cacete duro de novo, daqui a pouco eu volto, mas agora que acharam o chato vocês nem vão mais se lembrar de mim, não é? Vão lá confirmar tudo que eu disse, eu só falo a verdade, vão lá confirmar que vou ficar bem feliz aqui.
Ai, ai. Então, ai como é bom dar a bunda, porra...!