Após a cena chocante no parque, Rufus passou a noite em claro, rolando na cama com imagens de Gislaine sendo fodida pelos dois garotos ecoando em sua mente. A dor da traição misturava-se a uma excitação confusa que o envergonhava – seu pau endurecia involuntariamente ao lembrar dos gemidos dela. No dia seguinte, no colégio, ele a puxou para um canto isolado atrás do prédio, o coração acelerado: "Gislaine… eu vi tudo ontem no parque. Você de quatro, levando pau daqueles idiotas… rindo como se fosse normal. Como você pôde? Isso é traição!"
Gislaine, com seu rosto delicado e inocente, não negou – em vez disso, sorriu sagaz, os olhos verdes brilhando com uma malícia que Rufus nunca notara antes. "Ah, amor… você viu? Desculpa, mas não é bem traição. Eu sempre fui assim – dou pra quem quero, desde antes de te conhecer. Mas você é especial, meu namoradinho fofo." Ela se aproximou, tocando seu braço: "Quer saber? Vamos fazer um teste pra provar se você realmente se importa… ou se no fundo gosta da ideia." Rufus franziu a testa, confuso: "Teste? Que teste?" Ela explicou, a voz baixa e sedutora: "Eu dou pra outro na sua frente. Se você se excitar, se masturbar e gozar assistindo, prova que tem tesão em ser corno. Aí a gente continua juntos – você como meu namorado de fachada, bonitinho e oficial. Eu dou pra todos da escola, como sempre fiz, e você curte de longe. Se não se excitar… terminamos, e eu sigo minha vida." Rufus hesitou, o orgulho ferido, mas a curiosidade (e um resquício de tesão) o fizeram aceitar: "Tá… mas só pra provar que não sou isso que você diz."
A tarde veio rápida – eles se encontraram no mesmo canto isolado do parque, mas dessa vez com três garotos da escola: Lucas e Pedro (os do dia anterior) e um terceiro, o grandalhão do time de basquete, chamado Tiago. Gislaine sorriu para Rufus, mandando-o sentar numa pedra próxima: "Fica aí, amor… assiste e vê se aguenta." Ela se despiu devagar, revelando o corpo magrinho e branquinho, os peitinhos firmes e a boceta rosada já úmida. Os três a cercaram, paus duros para fora das calças, e começaram: Lucas a penetrou por trás de quatro, estocando forte na boceta apertada, enquanto Pedro e Tiago alternavam na boca dela, fodendo a garganta com risos: "Putinha safada… chupa esses paus!"
Gislaine gemia alto, rebolando contra Lucas, mas seus olhos estavam fixos em Rufus, provocando: "Olha só, corninho lindo… tá gostando de ver sua namoradinha levando rola de três? Ahh, mais forte, meninos… me quebra!" Ela ria entre os gemidos, gozando rápido quando Tiago trocou e a fodeu no cu, o pau grosso esticando o buraco apertado: "Ahh, corninho… seu pau é gostoso, mas esses aqui me comem de verdade!" Os garotos riam, chamando Rufus de "corno manso" e dando tapas na bunda dela, alternando posições – dupla penetração com um na boceta e outro no cu, enquanto o terceiro fodia a boca, porra escorrendo pelos cantos quando Pedro gozou primeiro, enchendo a garganta dela.
Rufus assistia paralisado, o rosto vermelho de raiva e humilhação, mas seu pau o traía – endurecendo na calça, latejando dolorosamente. Ele não se masturbou, cruzando os braços para resistir, mas o tesão venceu: ao ver Gislaine gozar gritando "Corninho lindo, olha como eu sou puta!", ele gozou tanto na calça que manchou o tecido, uma poça úmida se formando. Os três riram alto: "Olha o corno gozando sem nem punhetar! Que isso!" Gislaine, ofegante e suada, terminou de ser fodida pelos outros dois – Lucas enchendo sua boceta e Tiago o cu, jatos quentes escorrendo pelas pernas magrinhas.
Mas curiosamente, Gislaine se compadeceu – em vez de rir, ela se aproximou de Rufus, ainda nua e pingando, ajoelhando-se para abrir sua calça e limpar o pau mole e lambuzado com a língua, lambendo o gozo com carinho: "Ah, meu corninho lindo… gozou tanto, né? Prova que você gosta. Mas ei, quer me foder também? Posso te dar um gostinho agora." Rufus, ofegante e confuso, olhou para ela: "Quero… mas e aí?" Ela sorriu, sagaz: "Pra isso, a gente continua namorando – você meu namorado oficial, o gatinho da escola.
E eu, liberada pra dar a vontade, pra quem quiser. Senão… terminamos de vez."
Rufus ficou numa encruzilhada – o tesão ainda latejando, a humilhação queimando, mas o amor (ou obsessão) por ela o segurando. Talvez algo mais, até. Aceitar ser o "corno de fachada" e continuar com ela, assistindo (e talvez participando) de suas aventuras? Quem sabe, aproveitar e aprender algo. Ou terminar tudo e seguir em frente, livre mas sozinho?