Quem Desdenha Quer Enrabar

Um conto erótico de Deco
Categoria: Heterossexual
Contém 2380 palavras
Data: 01/03/2026 23:13:06

Eu já estava com mais de 40 anos, barriguinha inflando graças à cerveja, 1m75, à época uns 85 kg, negro, mas não limpo, um neguinho, um pardo, moreno ou o que valha, nariz grosso, boca grande e lábios grossos, que eu acho que formam o que realmente é bonito em mim, tenho um bom pau, no mais sou um sujeito comum, recém separado depois de pouco menos de 10 anos de casado, dois filhos, de saco cheio de compromisso sério.

Mas surge na minha vida uma menina de 23 anos, quase 20 a menos que eu, com uma bunda absolutamente majestosa, trabalhávamos no mesmo prédio e almoçávamos no mesmo lugar, a bunda da menina era o destaque, ela se mostrava incomodada com a atenção que seu traseiro despertava e nem exagerava com roupas apertadas ou coisas assim, usava umas calças de algodão, linho ou algo assim, nunca muito apertadas, mas nada disso impedia que sempre olhassem sua bunda quando passava, lembro de ela ter me dito:

─ Será que todo homem acha que sou a Raimunda?

Brinquei:

─ Seria uma injustiça, pois você tem várias qualidades físicas, não sou dos adeptos a tratar traseiros como órgão sexual, afinal bumbum todos temos, né? Você tem uns seios médios bem bonitos, um bom porte, barriga lisinha, cintura fininha, sorriso encantador e o conjunto todo do rosto é bem gracioso.

Sei que dito assim parece muito polido, mas eu ainda não tinha intimidade o bastante pra elogiar seus marcantes peitinhos médios e bicudinhos e sua cinturinha que deixava aquele tesão de bunda mais gostosa ainda.

Ela, me agradeceu e. parecendo querer me testar, ficou a pouquíssima distância de mim à frente do caixa, quase deixando aquela raba delícia pra ser encoxada, mas eu resisti.

Mas o tempo foi passando e acabamos tendo um romance, e mesmo assim eu evitava até olhar praquele rabo divino.

Antes da nossa primeira transa ela me disse:

─ Deco, nem pense em sexo anal comigo, tá? Eu não faço, nunca fiz e nunca farei e eu gosto do jeito que você me trata, não me enxerga como uma bunda que tem uma mulher.

Deco, foi como ela inventou de me apelidar, meu nome é André, mas ela nem imaginava o quão sacrificante era ter aquela bundinha à frente e resistir aos olhares, às vezes uma ou outra encoxada quando juntos no transporte coletivo e ela até percebia toda dureza do meu pau, mas era banal meu pau ficar duro até nos beijos na boca.

E um belo dia fomos a um motel e ela estava particularmente gostosa, usava uma camisa, blusa que amarrava na frente e deixava a barriguinha de fora (depois descobri que se chamava cropped).

Ela fez questão que eu fosse ao banheiro pra uma chuveirada primeiro, fui e voltei só de cueca e de pau absurdamente duro, deitei na cama e arranquei a cueca, ela, antes de ir à chuveirad0a, deu um beijo no meu pau, uma chupadinha na cabeça, tirou toda a roupa e foi à ducha, deu pra dar uma olhada rápida em seu magnífico rabo e ainda escapar da virada súbitas que ela deu pra ver se eu estava olhando, como eu já sabia que isso a irritava, eu só olhava quando ela estava distraída e dessa vez, olhei alguns segundos e “desvi” rapidinho antes que ela virasse pra ver se eu estava olhando, mas eu desenvolvi uma espécie de alarme pra quando ela ia virar pra ver se eu estava olhando e na gigantesca maioria das vezes eu acertada, quase toda vez que ela virava eu já não estava olhando.

Mas eu teria um problema, obviamente eu tinha um puta tesão de foder aquela raba sublime, mas fiz tanto discurso antibunda, antianal que não sei o que faria...

Bem... Quando ela voltou à cama e engoliu meu pau, eu tive que me segurar, pois a menina fazia um boquete absurdamente delicioso, enfiava todo o pau na boca, passava a língua na extensão e enfiava todo o que podia na boca, inclusive ela comentou que meu pau era grande e foi o primeiro que ela não conseguiu engolir tão fácil e eu só pensei que a impressão dela sobre o tamanho do meu pau seria mais um obstáculo pra comer aquela rabeta, que era melhor do que parecia, tinha um risco grande, era arrebitada, o furinho (que era fechadinho mesmo) quase no meio do vão das nádegas e a cinturinha bem fina ajudava a deixá-la mais bonita ainda.

Passei a lambê-la na xota, fiz o que o manual manda, grandes, pequenos lábios até chegar à vagina, tive trabalho pra descobrir o clitóris, mas passei a dar toques com a língua devagar, descobri o ponto exato e ela quase gritava, minha mão passeava pela bunda, mas nunca descia até o cuzinho, só pegava nas bandas da bunda, nem passava perto do rego, era só a mão cheia na bunda mesmo, ela parecia com muito tesão e eu insistia em dar linguadas no seu grelinho, até que ela falou no meu ouvido:

─ Vamos fuder, mete esse cacetão na minha xoxota!

Fiquei um tanto surpreso com a fala, pois ela quase não falava palavrão, mas claro que a obedeci, mirei o pau naquele bucetão (era um bucetão mesmo!) e fui enfiando o pau com gosto, cheguei ao fim e fiz o vai e vem durante um bom tempo, pedi pra ela ficar de quatro, ela ficou, não sem antes lembrar:

─ Sem tentar meter no rabo, tá?

─ Claro! Minha intenção não é anal. – menti, mas surpreso com o tom... E meti mais uma vez naquele bucetão.

A visão era deliciosa, mas torturante, aquelas nádegas inchadinhas, o cuzinho quase no meio do rego, a vontade de dar uns tapas e meter o dedo e o pau no buraquinho eram tentadores.

Arrisquei uns tapinhas e ela pareceu ter gostado, rebolou gostoso a rabeta e me torturou mais um pouco.

O rebolado estava irresistível, tive que diminuir a velocidade, dar uma freada e ir mais lentamente senão gozaria logo, nas ela insistiu no rebolado, lento e ritmado, aí resisti ainda um bom tempo e ela, parecendo já cansada, parou um pouco com o rebolado e foi abaixando até cair de bunda pra cima, meu pau ainda encaixado na buceta, aí comecei a acelerar e em certo momento enfiei até o fim e gozei litros naquele bucetão.

Permaneci ainda um bom tempo encostado naquela maravilha, quando o pau amoleceu todo, saí devagarinho, e até fiquei alguns poucos segundos admirando aquelas nádegas imponentes, dei um tapinha e as abri um pouco pra olhar o cuzinho, ela virou-se rápido, mas eu a confortei:

─ Só queria saber se dava pra ver a xoxota, mas não deu...

Ela virou-se, abriu a bucetinha e falou:

─ Meu taradinho, pode ver à vontade!

Depois virou, abriu os montes do prazer e me deixou ver o cuzinho e ainda falou:

─ Ver, pode, pode ver o cu sim e a bunda pode lamber, pode morder e só poderia comer se fosse canibal. Aliás, embora me irrite quando ficam olhando, estranhei um bocado que você não olhasse tanto, se bem que quando te percebia olhando nem te encarava pra não te intimidar, em uma dessas vezes sua cara de canalha me deixou com tesão! Mas gosto um bocado desse jeitão de desinteressado, de quem tá pouco ligando pra me enfiar o pau no cu.

Dei uma risada e aproveitei pra desfazer uma dúvida:

─ Algo que estou estranhando, embora eu até goste, é da sua mudança com palavrões, estão cada vez mais sujos e você cada vez mais safada pra falar.

─ De verdade, eu acho legal esse papel de safada, de putinha, desbocada, acho que uma mulher tem que satisfazer seu homem, acho que o homem não pode ser afoito, mas também tem que ter pegada. – respondeu.

Dali fomos à hidromassagem, relaxamos e conversamos mais um pouco e aproveitei pra saber algo:

─ E outra dúvida... Você já deu o cu? – perguntei.

─ Puxa, foi bem direto!!! Mas não, tenho medo, o máximo que aconteceu foi um cara que me enfiou dois ou três dedos e doeu um bocado, a ponto de me atrapalhar pra sentar, mesmo tendo esse bundão.

─ Olha, não olho tanto mesmo, mas nem acho que seja um bundão, é uma bunda justa pra você, pra sua altura e peso, a cintura fina ajuda na delícia da bunda. – afirmei.

─ Pra quem não olha, você tá sabendo bem... – ela riu.

─ Poxa! Ela está muito visível pra mim agora, aliás, bastou olhar o espelho do teto, a bunda era a coisa mais visível e mais linda lá de cima, parecia ter vida própria.

Ela riu e perguntou:

─ Quer beijar? Lamber? Lambuzar? Babar? Vem que ela tá te chamando... – e foi pra cama sem se secar mesmo.

Claro que fui e comecei a beijar primeiro, depois dei dentadinhas, lambuzei, passei a língua pelo rego e atingi o cuzinho e ela:

─ Ai, ai, aiiim... Vai, aí, aí, aí, aí de novo...

Tive que dar um tempo, ela começava a gritar demais e eu achei que podia incomodar, mas...

─ Por que parou? Tá gostoso demais, ninguém nunca fez isso em mim, faz mais, faz...

Claro que segui, deixei a língua o mais dura o possível e metia lá dentro, aproveitei e passei o dedo, espalhava o cuspe e empurrava um pouco pra dentro uma das falanges, o foda é que entrava com dificuldade mesmo, mas eu segui com a língua e ela gritava e gemia cada vez mais, continuei dando linguadas, alcancei seu clitóris, o trocava, passava o dedo e lambia seu cu, ela pareceu gozar, tanto que jogou a bunda pra trás e apertou as ancas quase me machucando. Abusei e meti um dedo inteiro dentro do seu cu, não tenho a mão grande, não parece tê-la machucado, apesar da dificuldade pra entrar.

Terminado tudo isso, ela, completamente mole, disse:

─ Caralho! Gozei mais que com seu pau na minha buceta, o ouvido zunia, nunca senti nada assim.

─ Deixa eu brincar mais um pouco com essa gostosura? – pedi.

─ Espera um pouco que tô sem fôlego. – ela falou.

E virou-se de frente e respirava fundo, eu aproveitei e caí de língua no bucetão e dava linguadas rápidas no cuzinho, voltava à buceta, achei o clitóris, lambi e aproveitei pra enfiar o dedo no cuzinho de novo, ela chegou a resmungar um “não”, me fiz de surdo e enfiei outro sem deixar de dar chicotadas com a língua no clitóris, ela gritava e nem parecia sentir os dois dedos atochados até o fundo do seu rabo, que era apertado mesmo, mas eu enfiava e tirava o amaciando.

Virei-a de bunda pra cima e comecei a atacar o cu de novo com a língua e dessa vez passando bastante cuspe, de vez em quando saía e enfiava os dedos bem fundo.

Em certo momento eu passei a cabeça do pau na entradinha, nas pregas, aí ela chiou:

─ Assim não, pode lamber e você já abusou de enfiar o dedo, mas o pau não.

E eu, pacientemente:

─ Só vou ficar passando a cabecinha, juro!

─ Cuidado, tá? Se tentar enfiar eu vou gritar e você vai passar vergonha! – falou.

─ Tudo bem. – respondi.

E lá fui eu, com meu pau que já não era um pau, mas um caralhão, um porrete, tão grande como nunca eu tinha visto antes.

Passava a cabecinha, tirava, lambuzava de cuspe, botava um dedinho e ela completamente passiva, numa dessas passadas da cabeça da pica, eu empurrei e ela reclamou alto que doía, eu pedi pra ela empurrar a bunda pra trás, ela empurrou e entrou um pedaço, perguntei se doía, ela respondeu que doeu quando entrou, empurrou a bunda mais um pouco pra trás, entrou mais um pouco. ela falou de dor, pediu pra deixar assim, mas eu fui aos poucos empurrando, ela resmungando que doía e parava de doer, então, devagar, fui empurrando até o fim, ela ainda me fez parar um pouco e perguntou:

─ Já entrou tudo?

─ Sim, entrou tudo. – menti.

Ela colocou a mão pra trás e percebeu que faltava um pouco, então empurrou a bunda pra trás e entrou o resto, aí ela falou:

─ Meu Deus! Você quebrou o cabaço do meu cu! E até que tá gostoso...

Então comecei a entrar e sair devagarinho, parecia que tava rasgando mesmo e meu pau também estava meio dolorido e ela só pediu:

─ Mete, fode a bunda que tantos querem e você está sendo o primeiro a comer. Bota no meu cu, come meu rabão que tanta gente já bateu punheta.

Aproveitando sua empolgação, a coloquei de quatro e meti, ela aguentou um pouco e depois pediu pra mudar, que tava doendo.

Então coloquei a clássica almofada, a pus deitada de bunda pra cima e meti, então com menos dificuldade, fui até o fim e pedi pra ela rebolar e ela falou:

─ Eu não sei como fazer, vou tentar. – e rebolou, mas com uma empolgação que meu, àquela altura, incrível caralhaço saiu, voltei a meter, ela começou a mexer devagar e perguntou:

─ É assim? Tá gostoso pra você?

Respondi que tava ótimo e pedi:

─ Dá umas trancadinhas no cu, dá?

Ela até tentou e o resultado não foi tão agradável, como eu queria gozar e queria que ela gozasse, passei a bolinar seu clitóris rápido, ela disse que tava gostoso e apertou meu pau como se fosse cortá-lo, aí não teve jeito, inundei seu intestino de porra e caí de lado quase desfalecido.

Ela mal conseguia falar, dizia que tava ardida atrás e na frente e pediu pra descansar um pouco, eu também estava um bocado cansado, acabamos dando uma cochilada e só acordamos com o telefone do quarto nos avisando que tempo tinha acabado, eu nem tomei banho, ela deu-se uma chuveirada e assim foi nossa primeira foda com direito a anal.

Lembro que quando contei pra ela que meu objetivo sempre foi comer também seu rabo, mas não deixava transparecer, ela riu um bocado, pois disse que tinha chegado a ficar decepcionada por eu não demonstrar tara pelo rabo dela como todos.

E ela até demorou mais três fodas pra me dar de novo, mas não regulava receber dedadas e linguadas no cu e teve vez que me deu tanto o cu que chegamos a nos machucar, meu pau parecia ter sido ralado e nela chegou a sair sangue.

Foi tudo ótimo enquanto durou.

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