As duas semanas após o jantar foram uma tortura lenta e deliciosa, como um vinho envelhecido que fermenta na mente. De dia, eu era a Doutora Andressa: advogada impecável em terninhos sob medida, reunindo com clientes no escritório envidraçado, voz firme em audiências. De noite, sozinha na cama king size de lençóis egípcios enquanto Leonardo dormia exausto de viagens, minha mão escorregava entre as coxas, dedos circulando o clitóris inchado ao lembrar de Marcelo – o jeito como ele me prensara contra o sofá, pau grosso esticando minhas paredes internas, gemidos ecoando na casa silenciosa. O desejo virou obsessão; eu checava o celular a cada hora, imaginando sua resposta.
Na quinta à noite, depois de um banho quente que deixou minha pele rosada e perfumada com óleo de baunilha, mandei a mensagem: "Marcelo, lembra da pizza que te devo desde aquela 'confusão'? Leonardo viaja amanhã pro Rio. Porta dos fundos da cozinha, 20h exatas? Cerveja gelada e algo mais forte te esperam. Não me deixe esperando. 😈" Meu coração acelerou ao apertar "enviar". Ele visualizou em 30 segundos: "Porta aberta. Trago o upgrade pro nosso uísque. 20 minutos." O frio da excitação subiu pela espinha, mamilos endurecendo sob a camisola fina.
Sexta-feira amanheceu cinzenta, mas meu humor era fogo puro. A casa esvaziou cedo: Leonardo beijou minha testa às 11h, mala na mão – "Volto domingo, amor. Seja boazinha." Ironia cruel. Filha já no internato. Às 18h, preparei o terreno: cozinha impecável com balcão de granito polido brilhando sob as luzes LED baixas, sala de estar com sofás de couro macio e abajures âmbar, quarto principal com cama king size esperando. Banho demorado – esfoliação nos seios pesados, depilação completa do monte de Vênus deixando a pele lisa e sensível, óleo massageado nas curvas que eu ainda orgulhava aos 49: bunda empinada, coxas firmes de academia, barriga suave com as marcas sutis da maternidade. Vesti apenas um robe de seda preta curto, amarrado frouxo na cintura – tecido fresco roçando os mamilos eretos, fenda revelando as coxas a cada passo, nada por baixo para facilitar o que viria. Maquiagem smokey nos olhos, batom vermelho sangue, cabelos soltos em ondas castanhas caindo pelas costas.
Às 19:55, o som discreto da campainha dos fundos ecoou na cozinha vazia. Coração na garganta, destranquei a porta lateral com mãos trêmulas, sangue pulsando nas têmporas como um tambor de guerra. Ele entrou direto, fechando a porta com chave que eu lhe dera por mensagem, trancando o mundo lá fora – casa silenciosa agora nosso santuário, 22 graus de ar condicionado fresco carregado de expectativa. Ele apareceu no vão da cozinha em segundos: camisa polo preta colada ao torso musculoso, suor leve na testa delineando as veias do pescoço, jeans escuros esticando sobre coxas grossas e o volume já semi-ereto na virilha. Olhos castanhos me devoraram – do robe entreaberto revelando o vale dos seios, à fenda expondo a pele nua das coxas. "Andressa... porra, você tá me matando nesse robe. Senti falta dessa visão", murmurou, voz rouca de desejo, deixando as chaves de couro no balcão de granito e um envelope pequeno ao lado de uma garrafa de uísque single malt 18 anos.
Não houve conversa fiada. Ele avançou como um predador, mãos grandes na minha cintura nua sob o robe, puxando-me contra seu peito duro. Nossos lábios colidiram em um beijo faminto – boca quente invadindo a minha, língua forte explorando cada canto, sugando meu lábio inferior com dentes leves, gosto de menta fresca misturado ao meu batom vermelho borrando na sua pele. Suas mãos subiram, abrindo o robe devagar: dedos calejados roçando a pele sensível da barriga, contornando os quadris, apertando as nádegas carnudas com força possessiva, unhas cravando leve na carne. "Você tá tremendo... molhada já?", sussurrou no meu ouvido, hálito quente enviando arrepios pela espinha. Gemi baixo, sentindo o calor úmido escorrendo pelas coxas internas.
— Uísque primeiro... pra soltar tudo — ofeguei, voz entrecortada, me afastando relutante para o bar da cozinha adjacente. As mãos dele não largaram: uma na base das minhas costas, a outra traçando a curva do meu seio esquerdo, polegar circulando o mamilo rosado e rígido até endurecê-lo mais, arrancando um suspiro rouco. Peguei a garrafa premium dele – Macallan 18, âmbar dourado – e dois copos baixos de cristal com gelo grosso. O tilintar ecoou como sinos de prelúdio, líquido viscoso enchendo até a metade. Brindamos parados na copa baixa: "Às portas que se trancam... e aos corpos que se abrem." Bebi devagar, o fogo do álcool descendo pela garganta, aquecendo o peito, soltando os músculos tensos do pescoço e ombros, coragem entorpecida florescendo no ventre.
Ele abriu o envelope no balcão: pó branco cristalino, puro como neve fresca. "Trouxe o melhor, pra gente voar alto hoje." Preparei as linhas com o cartão de crédito de Leonardo – ironia cruel –, quatro carreiras perfeitas no granito frio e liso. Aspirei a primeira: o choque subiu como raio, nariz queimando delicioso, pupilas dilatando instantaneamente. Sentidos explodiram – ouvi o gotejar distante da torneira como sinfonia, vi o brilho oleoso no suor da testa dele, senti meu clitóris pulsar inchado, sexo encharcado pingando leve na pedra. "Sua vez", sussurrei, entregando o canudo de prata. Ele inalou as duas dele de uma vez, corpo atlético estremecendo, veias saltando nos antebraços, olhos vidrados de euforia maníaca. "Agora sim... te quero inteira."
Na Cozinha: O Primeiro Fogo
A distância evaporou. Ele me prensou contra o balcão, robe caindo como sombra líquida no chão de porcelanato frio, expondo minha nudez completa: seios fartos de 49 anos balançando livres, auréolas escuras contraídas, barriga suave com estrias prateadas como troféus, sexo depilado reluzindo de umidade, clitóris protuberante implorando toque. "Olha pra você... corpo de deusa madura, tudo meu agora", rosnou, ajoelhando-se devagar. Mãos abrindo minhas coxas grossas, língua quente lambendo do joelho interno até a dobra da virilha, inalando meu aroma almiscarado de excitação. Chupou devagar os lábios inchados, sugando o néctar doce e salgado que escorria, dois dedos penetrando fundo, curvando no ponto G enquanto a boca atacava o clitóris – sugadas ritmadas, dentes roçando leve, língua girando como furacão. "Delícia... tá encharcada pra mim", murmurou contra a carne sensível. Gemi alto, ecoando na cozinha vazia, mãos enterradas nos cabelos curtos dele, quadris empurrando contra sua face barbada, prazer amplificado pela coca como eletricidade pura percorrendo veias, primeiro orgasmo explodindo em ondas – pernas tremendo, sucos jorrando na boca dele, unhas cravando seu couro cabeludo.
Na Sala: O Ritmo Frenético
Ele se ergueu, jeans no chão em segundos: pau ereto saltando livre, cabeça roxa brilhando, bolas pesadas balançando. Me virou de costas, espelho da cozinha refletindo tudo: meu rosto corado de tesão, seios esmagados no granito frio, bunda empinada. Esfregou a ponta na minha entrada escorregadia, lubrificando, então penetrou devagar – centímetro por centímetro esticando minhas paredes apertadas, dor prazerosa me fazendo morder o lábio até sangrar. "Tão apertada... feita pra mim", grunhiu, mãos nos meus quadris ossudos, investidas profundas acelerando: pá-lá-pá-lá das bolas contra minha bunda, uma mão subindo para apertar seio, beliscando mamilo, a outra no clitóris girando rápido. Cada estocada batia no colo do útero, ondas de prazer me fazendo gritar "Mais fundo... fode sua advogada safada!", corpo suado escorregando no balcão, segundo orgasmo me contraindo ao redor dele como luva de veludo. Migramos tropeçando para a sala, mais uísque nos copos – bebendo em pé, líquido escorrendo pelos queixos misturado a suor. No sofá de couro macio, ele se sentou, eu montei: mãos nos ombros dele, descendo devagar no pau latejante, sentindo cada veia pulsar dentro de mim. Quiquei ritmada – seios balançando na cara dele, mamilos roçando barba, unhas arranhando peitoral definido, gemidos roucos "Me enche... goza dentro". Ele chupou seios voraz, dentes nos bicos, mãos guiando meus quadris em círculos, polegar no ânus apertado circulando devagar, prometendo invasão futura. Terceiro orgasmo meu veio gritado, paredes leiteando-o.
No Quarto: O Clímax Final
Mais linhas no aparador de mármore da sala, pó residual nos narizes, euforia redobrada: pele hipersensível, cada toque como faísca. Subimos as escadas aos tropeções, mãos explorando – ele apertando minha bunda, eu masturbando seu pau endurecido de novo. No quarto principal, cama king size com lençóis de algodão 1000 fios esperando, luzes noturnas âmbar iluminando fotos de família nas paredes. Viramos de lado na cama macia, pernas entrelaçadas como amantes antigos: ele por trás, pau deslizando fundo e lento agora, beijos molhados no pescoço suado, uma mão esfregando clitóris, a outra apertando garganta leve – controle dominante que me derretia. "Você é minha puta secreta... melhor que Adriane, melhor que tudo", sussurrou, acelerando até o clímax: jatos quentes enchendo meu útero, corpo dele convulsionando contra minhas costas, meu quarto orgasmo me deixando mole, ofegante, unhas marcando suas coxas. Rolamos exaustos, corpos colados em suor e sêmen escorrendo coxas, uísque finalizado na mesinha de cabeceira, pó acabado.
Ficamos ali horas, sussurrando promessas sujas sob os lençóis bagunçados. "Isso vira vício", ele disse, beijando meus lábios inchados. Porta da cozinha destrancada às 2h, carro sumindo na noite. Deitei sozinha na cama profanada, corpo dolorido e saciado, sabendo: a casa era nosso templo agora.