Primeira Noite de Vício Compartilhado

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 2179 palavras
Data: 10/03/2026 00:13:58

Nossa amizade com Adriane e Marcelo era o epítome da normalidade suburbana: churrascos regados a picanha suculenta aos domingos na piscina, trocas de favores triviais como Marcelo consertando o chuveiro de Leonardo ou eu emprestando livros de direito para Adriane, risadas coletivas em jantares com vinho barato e conversas sobre filhos e promoções. Aos olhos de todos, Marcelo era o marido ideal – alto, ombros largos de quem joga futebol com a filha nos fins de semana, olhos castanhos sempre educados, nunca um olhar lascivo além do amistoso. Eu, Andressa, aos 49 anos, ainda me admirava no espelho da suíte master todas as manhãs: corpo maduro mas acima da média, seios fartos e pesados com auréolas rosadas amplas, cintura marcada por curvas generosas, bunda empinada de squats diários, coxas firmes e uma pele bronzeada que o sol de Curitiba beijava generosamente. O casamento com Leonardo era estável, carinhoso, mas à noite, sozinha com um copo de uísque no balcão da cozinha, eu cedia ao meu vício secreto: linhas finas de pó branco aspiradas com canudo de prata, euforia que apagava a rotina da advogada bem-sucedida, da esposa dedicada, da mãe perfeita. Nunca, nem em sonhos, imaginei que Marcelo carregasse o mesmo demônio nas veias.

A virada veio numa terça-feira chuvosa de verão, céu cinza desabando em trombas d'água sobre os telhados de Curitiba. Leonardo havia partido ao amanhecer para uma conferência em São Paulo, beijando minha testa com seu "Te amo, volto quinta". Minha filha de 16 anos estava em aula de reforço até as 22h. Eu havia chegado em casa às 18h, corpo exausto de audiências, mas mente agitada. Banho demorado no box italiano: água escaldante cascateando pelos seios, esfoliação suave com sabonete de baunilha nos mamilos sensíveis que endureciam ao toque, depilação meticulosa deixando o monte de Vênus liso como seda, óleo corporal massageado devagar nas nádegas redondas, coxas internas já úmidas de pensamentos vagos. Saí enrolada num robe de seda preta curto, amarrado frouxo na cintura – tecido fino roçando os mamilos eretos, fenda alta revelando a pele macia das coxas a cada movimento, nudez completa por baixo para liberdade total.

Na cozinha ampla e moderna, luzes LED baixas projetando sombras quentes no granito preto do balcão ilha, preparei minha dose ritual: envelope de pó branco puro aberto, cartão de crédito de Leonardo raspando linhas perfeitas e retas – quatro delas, brancas como neve fresca contrastando com a pedra escura. Canudo de prata na mão, inclinei-me para aspirar a primeira quando a campainha lateral dos fundos soou – aguda, insistente, cortando o silêncio como uma lâmina. Espiei pela câmera do celular: Marcelo, capa de chuva preta pingando riachos no piso externo, expressão tensa sob o capuz, cabelo molhado colado à testa. Meu pulso disparou; o pó ainda intacto no balcão, visível no reflexo do micro-ondas.

— Andressa? Desculpa invadir assim de noite, mas... Adriane esqueceu a chave reserva de casa no seu carro ontem no churrasco. Posso pegar rapidinho e já saio? A chuva tá braba.

Abri a porta lateral com o controle remoto, ar frio e úmido da tempestade invadindo a cozinha aquecida a 24 graus. Ele entrou depressa, sacudindo a capa, deixando poças no piso de porcelanato italiano. Seus olhos – aqueles olhos castanhos que eu notava em olhares fugidios nos almoços – caíram direto no balcão: as linhas brancas reluzindo sob a luz, canudo ao lado. Silêncio sepulcral, chuva martelando as janelas amplas como um coração acelerado. Esperei o julgamento, a bronca moral do "amigo perfeito" – mas ele ergueu o olhar devagar, um sorriso lento e cúmplice curvando os lábios carnudos, revelando dentes brancos perfeitos.

— Então... você também curte isso? Faz quanto tempo?

Meu mundo inclinou. Voz saiu trêmula, mas olhos fixos nos dele.

— Anos... desde uma fase louca na faculdade de direito. Mas sempre sozinha, escondida. E você? Adriane sabe?

Ele balançou a cabeça, tirando do bolso interno da jaqueta encharcada um envelope idêntico ao meu – selo discreto, peso familiar.

— Desde os 25, pressões do primeiro emprego. Adriane nem sonha, acha que é só estresse. Mas ver você aqui, preparando... parece que o universo conspirou. Posso... juntar forças?

O ar da cozinha ficou denso, elétrico, cheiro de chuva misturando-se ao meu perfume de baunilha e ao pó químico. Meu corpo reagiu antes da mente: mamilos endurecendo contra a seda do robe, calor úmido pulsando entre as coxas depiladas.

— Uísque pra selar a descoberta? Tenho um Macallan 18 na adega que Leonardo guarda pra "ocasiões especiais".

— Perfeito. Hoje é a ocasião.

Peguei a garrafa âmbar da adega embutida, dois copos baixos de cristal com cubos de gelo grosso tilintando como sinos de igreja profanada. Servi generoso, líquido dourado viscoso enchendo até três quartos. Brindamos parados na ilha central, copos tilintando suaves, olhos travados em desafio mútuo.

— Ao vício que nos une... e à amizade que vira algo mais.

Bebi devagar, fogo escocês descendo pela garganta seca, aquecendo o esôfago, espalhando calor pelo peito até o ventre, relaxando ombros tensos da semana, coragem líquida florescendo nas veias. Ele bebeu de uma vez, garganta working visível sob a pele suada da chuva. Então, com mãos firmes e precisas de quem pratica há anos, ele pegou meu cartão e preparou quatro linhas frescas ao lado das minhas – pó cristalino reluzindo como diamantes ilícitos. Ofereceu o canudo primeiro.

— Damas primeiro.

Aspirei a minha: choque agudo no septo nasal, queimor delicioso irradiando para o cérebro, pupilas dilatando como câmeras em close-up, sentidos explodindo em high-definition – ouvi o gotejar da torneira como orquestra, vi o brilho oleoso de suor na testa dele, senti o robe roçando mamilos como penas eróticas, cheirei o almíscar sutil do seu desejo misturado à chuva, provei resquícios de uísque na língua. Ele inalou as duas dele de uma vez, corpo atlético de 1,85m estremecendo visivelmente, veias saltando nos antebraços tatuados discretamente, olhos castanhos agora negros de euforia maníaca.

— Caralho, Andressa... agora entendo aqueles olhares seus nos churrascos. Sempre achei você foda, mas isso? Perfeito.

— Você também... nunca imaginei. Mais uma?

**Na Cozinha: A Confissão Física**

A barreira da amizade evaporou como fumaça de cigarro proibido. Ele deu um passo, fechando os 30cm entre nós, dedos calejados de trabalho manual traçando devagar o meu antebraço nu – toque leve virando possessivo, subindo ao ombro, abrindo o laço frouxo do robe com deliberação torturante. Tecido negro deslizou pelos ombros, caindo aos pés como pétala murcha, expondo minha nudez integral sob as luzes quentes: seios fartos de 49 anos balançando livres com auréolas rosadas amplas e mamilos protuberantes como cerejas maduras, barriga suave com estrias prateadas finas como veias de mármore, quadris largos convidativos, sexo depilado liso reluzindo de umidade fresca que escorria lenta pelas coxas internas grossas e tonificadas, clitóris inchado peeking entre lábios rosados.

— Sempre quis te ver assim... sem as roupas de advogada certinha, sem máscaras sociais. Corpo de deusa madura, Andressa. Perfeito.

Ele ajoelhou-se devagar no piso frio, mãos grandes abrindo minhas coxas com firmeza gentil, unhas curtas roçando a pele sensível das dobras internas. Beijos quentes e molhados na barriga baixa primeiro – lábios carnudos sugando a pele salgada de suor residual do banho –, descendo torturante às virilhas, nariz inalando profundo meu aroma almiscarado de excitação feminina misturado a óleo de baunilha. Língua quente e plana lambeu devagar da base da coxa esquerda até os lábios maiores inchados, provando o néctar doce e viscoso que pingava copioso.

— Que delícia de cheiro... secreta como nosso vício. Tá encharcada só de me ver de joelhos.

Chupou devagar os lábios vaginais, sugando cada gota salgada, língua girando no clitóris protuberante como um botão de prazer elétrico, dois dedos médios grossos penetrando fundo no canal úmido e quente, curvando preciso no ponto G esponjoso interno. O ritmo: sugadas ritmadas no clitóris, dentes roçando leve a pele sensível, dedos fodendo devagar com torção, polegar externo pressionando a entrada anal apertada. Gemi alto e rouco, ecoando nas paredes azulejadas da cozinha vazia, mãos enterradas nos cabelos curtos e úmidos dele, puxando com força, quadris dançando involuntários contra sua face barbada que arranhava delicioso as coxas internas. Prazer amplificado pela cocaína como eletricidade pura percorrendo cada nervo – primeiro orgasmo explodindo em ondas convulsivas, paredes vaginais contraindo nos dedos dele, sucos jorrando copiosos na boca aberta e gulosa, pernas tremendo violentamente, joelhos quase cedendo no piso.

— Porra, Marcelo... isso é insano. Primeira vez e já me faz gozar assim.

— Isso é só o começo, Andressa. Levanta e vem pra sala.

**Na Sala: O Ritmo Desenfreado**

Mais uísque derramado nos copos – líquido âmbar escorrendo pelos queixos misturado a suor e resquícios de fluidos –, mais pó no aparador de mármore da sala de estar ampla, abajures âmbar projetando sombras dançantes nos sofás de couro italiano preto. Migramos tropeçando, corpos colados, mãos dele apertando minhas nádegas carnudas a cada degrau da escada curta que ligava cozinha à sala open-space. Jeans dele no tapete persa em segundos: pau ereto saltando livre como mola impressionante, grossura venosa que fazia as veias pulsarem visíveis sob a pele esticada, cabeça roxa bulbosa brilhando, cristalino na fenda uretral, bolas pesadas balançando baixas, cheiro almiscarado masculino forte.

Me prensou de costas no sofá principal, pernas minhas abertas sobre os braços laterais, espelho da parede oposta refletindo tudo em HD voyeur: meu rosto corado de tesão animalesco, cabelos castanhos desgrenhados, seios esmagados nas almofadas de couro, bunda empinada no ar. Esfregou a cabeça grossa na minha entrada escorregadia de sucos misturados, lubrificando cada centímetro com movimentos circulares torturantes no clitóris ainda sensível.

— Tão apertada na entrada... vai me engolir todinha, né? Nossa primeira foda vai ser épica.

Penetrou devagar, milímetro por milímetro esticando minhas paredes vaginais elásticas mas apertadas por anos de fidelidade conjugal – dor prazerosa aguda me fazendo morder o lábio inferior até um filete de sangue doce, unhas cravando os ombros dele. Investidas profundas acelerando gradual: pá-lá-pá-lá ritmado das bolas batendo contra minha bunda suada, uma mão subindo para apertar seio esquerdo com força, beliscando e torcendo o mamilo rígido até lágrimas de prazer nos olhos, a outra mão no clitóris girando rápido como botão de overdrive. Cada estocada batia preciso no colo do útero, ondas de prazer irradiando como choques para os mamilos e ânus.

— Fode mais fundo, Marcelo... me usa como sua puta secreta!

— Você é fogo puro, Andressa... apertando meu pau como ninguém. Goza pra mim de novo.

Segundo orgasmo meu veio violento, paredes internas contraindo em espasmos leiteando o pau dele viscoso, sucos esguichando leve nas coxas dele, grito rouco ecoando na sala vazia. Por cima agora, eu montando dominante: mãos nos ombros musculosos dele, descendo devagar no pau latejante até a base, sentindo cada veia pulsar contra minhas paredes. Quiquei ritmada selvagem – seios fartos balançando pesados na cara dele, mamilos roçando a barba por fazer arranhando delicioso, unhas arranhando o peitoral definido com marcas vermelhas, gemidos roucos e primitivos.

— Chupa meus peitos... morde enquanto eu te monto!

Ele obedeceu voraz: boca aberta sugando seio direito inteiro, dentes nos bicos sensíveis beliscando alternado com lambidas circulares, mãos grandes guiando meus quadris largos em círculos amplos, polegar direito circulando devagar a entrada anal apertada e virgem para ele, pressionando leve a rosácea contraída. Terceiro orgasmo meu explodiu gritado, corpo convulsionando no colo dele, leite vaginal abundante escorrendo bolas abaixo.

**No Quarto: A Noite Eterna**

Mais linhas frescas na mesinha de cabeceira do quarto master, pó residual nos narizes latejantes, euforia redobrada transformando toques em faíscas nucleares. Subimos as escadas principais aos tropeções bêbados de tesão, mãos explorando insaciáveis – ele apertando minhas nádegas com digitais marcadas, eu masturbando o pau semi-duro endurecendo de novo na palma úmida. Quarto principal luxuoso: cama king size com lençóis de algodão egípcio 1000 fios brancos imaculados, luzes noturnas âmbar suaves iluminando fotos de família nas paredes agora profanadas como testemunhas mudas, ar condicionado sussurrando fresco a 20 graus.

Viramos de lado na cama macia e profunda, pernas entrelaçadas como amantes de anos: ele por trás colado, pau relubrificado deslizando fundo e lento agora em ritmo hipnótico, beijos molhados e ruidosos no pescoço suado com mordidas leves deixando marcas roxas, uma mão esquerda esfregando clitóris hipersensível em círculos precisos, a outra direita apertando garganta com pressão dominante mas controlada – polegar e indicador sob o queixo elevando meu gemido.

— Você é minha puta secreta agora... melhor que qualquer fantasia que eu tive nos churrascos. Goza uma última vez pra mim.

— Me enche, Marcelo... nossa primeira noite é eterna!

Clímax final sincronizado: ele gozando jatos quentes e viscosos enchendo meu útero profundo, pau pulsando 8 vezes fortes contra as paredes, bolas contraindo contra minha bunda; eu no quarto orgasmo devastador, corpo inteiro convulsionando em arco, unhas cravando as coxas musculosas dele até sangue fino, sucos misturados jorrando lençóis encharcando.

Ficamos ali horas entrelaçados em poça de suor, sêmen escorrendo coxas minhas, uísque finalizado na mesinha, pó acabado. Sussurros sujos sobre "mais linhas na próxima", "foder no carro dela", "vício dobrado". Ele saiu às 2h pela porta dos fundos, capa de chuva engolindo a silhueta na chuva fina. Deitei sozinha na cama profanada e saciada, corpo dolorido em pontos deliciosos – coxas internas arranhadas, mamilos inchados, sexo latejante –, sabendo profundo: nossa amizade morrera quieta; o vício compartilhado nos renascera em chamas eternas.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive AndressaMR a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários