Provações de um pai de uma filha com dupla personalidade, uma recatada, outra vadia – 01 – Sucumbi à vadia Diana

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 4982 palavras
Data: 10/03/2026 08:06:53

Na primeira vez que minha filha mudou de personalidade ainda menina e começou agir de uma forma totalmente diferente, achei que fosse apenas uma forma de brincar comigo, uma pegadinha.

Amanda era uma menina calma, dócil, da paz, tímida além do normal e totalmente responsável tendo puxado sua mãe. Aquela menina a minha frente era o oposto. Agitada, inquieta, extrovertida em excesso e mais do que tudo desafiadora. Até se deu outro nome me pedindo para chama-la de Diana. (Di-ana como a deusa e não Dai-ana, como a famosa princesa)

Como mencionei, achei que fosse só uma forma de me enganar para brincar comigo, pois éramos inseparáveis desde que ela perdeu a mãe um ano antes. Fingi entrar em sua brincadeira e depois de uma hora, ela voltou a ser a Amanda de sempre.

Com o passar dos dias essa brincadeira foi ser tornando mais frequente e eu me envolvia nela, até adorando aquele novo jeito de ser extrovertido de minha filha, pois sempre a achei fechada demais, principalmente após perder a mãe.

No entanto, algo me deixou extremamente preocupado quando percebi que Amanda não se lembrava das brincadeiras que fazíamos quando ela dizia ser a Diana e muitas vezes como Diana repetia coisas que tinha feito como Amanda sem se lembrar de já ter feito.

Decidi que era hora de fazer uma pesquisa, mas naquela época sem IA e com os sites de buscas não tão eficientes, precisei fazer incontáveis pesquisas para ter uma ideia do que estava acontecendo.

Para explicar melhor, fiz agora uma nova pesquisa no Google que resumiu em segundos, horas de minhas pesquisas naquela época. Eis o que perguntei e a resposta sobre o transtorno de minha filha

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“Uma pessoa pode ter verdadeiramente dupla personalidade?

Sim, uma pessoa pode ter "verdadeiramente" dupla personalidade, embora na psicologia moderna esse distúrbio seja chamado de Transtorno Dissociativo de Identidade (TDI), anteriormente conhecido como transtorno de múltiplas personalidades.

É uma condição psiquiátrica real, rara e complexa, caracterizada pela presença de duas ou mais identidades distintas (também chamadas de "alters") que alternam o controle sobre a mesma pessoa.

Aqui estão os pontos principais sobre o TDI:

Diferente de mudanças de humor como no transtorno bipolar, no TDI, cada identidade possui seu próprio padrão de comportamento, voz, memórias, cognição e até idades diferentes.

Amnésia Dissociativa: Uma das características é que a pessoa frequentemente não se lembra do que a outra personalidade fez. Uma "personalidade" assume o controle enquanto a outra esquece o que aconteceu, gerando lacunas de memória significativas.

Origem em Traumas Graves: O TDI surge geralmente como um mecanismo de defesa extremo contra traumas intensos e repetitivos, como abuso físico, sexual ou negligência, ocorridos na infância, geralmente antes dos 6 anos de idade. A fragmentação da identidade é uma forma de sobrevivência para lidar com o sofrimento insuportável.

Diferente do cinema, as trocas de personalidade no TDI nem sempre são dramáticas ou óbvias.

Tratamento: O tratamento baseia-se em psicoterapia para tentar fundir as personalidades e reduzir o sofrimento, não existindo medicação específica para o TDI.

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Com as mesmas informações obtidas depois de muitas pesquisas, me desesperei e fui atrás de uma psicoterapeuta especializada nesse assunto que consegui após idas e vindas.

Depois de tudo o que contei, ela disse que precisaria conversar com a Amanda para fechar o diagnostico, primeiro como Amanda e depois tentar a levar como Diana.

Mesmo assim seu diagnostico preliminar foi que Amanda tinha mesmo a dupla personalidade ou Transtorno Dissociativo de Identidade, ou TDI, como vou usar daqui para a frente para não ter que explicar a cada momento.

Como Amanda não sofreu abuso, seu gatilho provavelmente foi ser muito fechada e o estresse imenso de ter perdido a mãe aos 6 anos a quem ela adorava sem conseguir exteriorizar toda sua tristeza, o que a fez criar uma segunda identidade que conseguia enfrentar melhor a vida.

Consegui levar Amanda facilmente e depois com mais dificuldade a rebelde Diana e quando voltei sozinho a psicoterapeuta, ela confirmou o diagnóstico de TDI e avisou que não haviam medicamentos e a terapia deveria ser fazendo a tentativa de as duas personalidades voltarem a se fundir e foi assim que começou seu tratamento.

As sessões eram muito mais com Amanda a quem ela explicou o que estava acontecendo e como sempre, apática ela se conformou muito facilmente até parecendo ter um alivio por Diana assumir nos momentos mais difíceis e estressantes.

Tudo relatado a mim pela terapeuta, ela também me contou que mesmo novinha Diana não se conformou de aparecer somente as vezes mostrando estar totalmente dissociada de Amanda.

Como era eu quem cuidava de Amanda sozinho com a ajuda de uma babá durante o dia e podia trabalhar de minha casa boa parte do tempo, fiquei próximo, pois sabia que Diana poderia arrumar confusão e a simples mudança de personalidade também geraria confusão com professores, colegas e familiares, ou melhor já estava causando.

Felizmente, mesmo sendo muito rebelde, Diana adorava me enfrentar, mas no fim escolhia fazer por si só o que era o certo ainda esbravejando. Eu pensava que algo de Amanda ela ainda levava dentro de si.

Como eu nas primeiras vezes, familiares e amigas dela pensaram que ela estava fingindo ser outra e algumas se irritaram e outras se afastaram dela, mesmo eu tendo explicado didaticamente a todas e a nossa família o Transtorno de Amanda.

Mesmo assim e com a Terapeuta comprovando a veracidade, muitos não acreditaram em Amanda ter duas personalidades. Indo frequentemente em reuniões de professores, a quem também tive que explicar seu TDI detalhadamente, fiquei sabendo que minha filha tinha duas turmas, uma quando era a Amanda e outra quando era a Diana, que eram garotas mais atrevidas.

Com toda a dificuldade do mundo o tempo ia passando e infelizmente as duas personalidades se distanciando ainda mais. Amanda, sempre parecendo aliviada com a aparição de Diana nunca me perguntava o que ela tinha feito e as vezes descobria da pior forma com suas amigas pacatas contando a ela.

Diana já queria saber tudo o que Amanda fazia e ficava inconformada com sua apatia dizendo que ela estava estragando a vida das duas. Suas notas eram irregulares pois dependia de quem estava presente na hora das provas e mesmo Diana não sendo má aluna, uma não lembrava do que a outra tinha estudado.

A vida escolar e fora dela era caótica com Diana assumindo cada vez mais diante da entrega e falta de vontade de lutar de Amanda. Se antes era só às vezes ela pareciam estar trocando a cada 2 ou 3 dias. O colégio relevava e ia aceitando sua promoção de séries, mas o que me preocupava cada vez mais eram as amizades de Diana, justamente entrando na puberdade.

Sua pré-adolescência foi uma caos e contado por ela mesma em seus momentos de rebeldia e enfrentamento fiquei sabendo que ela experimentou cigarro, bebida e até maconha, mas justificou que foi mesmo só para experimentar porque não gostou da sensação que cada um deles deu, no caso do cigarro odiou a fumaça e o cheiro.

No auge de sua rebeldia com seus hormônios fervilhando em seu sangue, algo ainda me tranquilizava porque Diana vivia dizendo que me amava por eu ser o melhor pai do mundo e a amar apesar do problema que ela tinha e pelo trabalho que ela sabia que me dava.

– Papai, eu te juro e te prometo que não vou fazer as coisas erradas que sei que você não quer que eu faça e se por acaso perceber que não conseguirei cumprir a promessa te contarei antes, falou me abraçando e me beijando.

Evidentemente sorri feliz e aliviado com essa garantia e mesmo com sua rebeldia sabia que ela nunca mentia, talvez por que com sua rebeldia não precisasse mentir. Diferente de Amanda toda tímida e recatada, Diana me abraçava, me beijava e sentava em minhas pernas para conversarmos.

Eu adorava esse lado dela, mas adorava muitos outros lados de Amanda e eu imaginava que a filha ideal seria uma fusão das duas se tornando uma mulher forte, mas também com um uma grande senso de responsabilidade.

Por ser uma jovem mulher, teve algo que foi impossível que eu conseguisse porque ela começou a ser ousada demais com suas roupas. Bem que eu tentava mudar seu modo de vestir quando ela me convencia a dar dinheiro para comprar novas roupas, mas ela nem mentia dizendo que gostava daquele tipo de roupa se revoltando com as roupas discretas que Amanda usava.

Nessa época as personalidade se alternavam sem que eu conseguisse relacionar com qualquer motivo, apenas que era normalmente durante o sono ou um cochilo e a Terapia também não evoluía. A ver com roupas de Amanda ou de Diana era o maior indicador da mudança que eu enxergava de longe, mas a forma de se portar, suas vozes e trejeitos eram evidencias desesperadoras vendo que ao invés das personalidades se fundirem, estavam cada vez mais distantes.

Diana já aparecia muito mais e até cheguei a pensar que Amanda a chamasse, mas conversando com ela sobre isso, jurou que não conseguia falar com Diana em sua mente.

O tempo foi passando e as roupas de Diana eram cada vez mais ousadas com minissaias minúsculas e blusinhas agarradas e curtas mostrando sua barriga. Fazendo estilo, ao menos quando saía a noite adorava usar botas altas com esse visual.

Além da idade e dos hormônios, o que contribuiu para que ela fosse ousada foi seu corpo tendo se formado lindamente com curvas acentuadas nos quadris, bumbum redondo e empinado, cinturinha fina, coxas torneadas e longas, barriguinha zerada e seios enormes.

Olhando seu corpo ninguém diria que não tinha 24, 25 anos. A mim não surpreendeu pois comecei a namorar sua mãe novinha já tendo aquele corpão de mulher e por isso fizemos sexo antes da hora com ela engravidando e gerando Amanda.

Se Amanda escondia suas curvas com moletons ou vestidos largos, em casa ou fora, Diana o exibia em seu esplendor com aquelas roupas fora de casa e em casa com lingeries inadequadas para sua idade com cores fortes e estranhas como nunca foi minha preferência. Felizmente, pois era impossível não olhar suas formas sem achar que tivessem sido desenhadas pelo próprio Deus.

Igual ao de sua mãe, mas ainda mais perfeito e desejável, eu apenas o admirava como pai. Quando eu mostrava toda minha preocupação antes dela sair com aquelas roupas extremamente provocantes Diana sempre se dizia ainda virgem e que como combinado me contaria antes de mudar isso detonando meus argumentos.

Porém uma noite ela me chocou além da conta, na verdade me aterrorizou.

Parada diante de mim sentado no sofá, eu quase enxergava sua calcinha por baixo de sua saia curtíssima. A barriga estava exposta e era evidente que não vestia sutiã com aquele peito enorme estufando o tecido. Tendo puxado sua mãe eu sabia que mesmo enormes eram duros e firmes e por isso ousava sem sutiã.

Explanei a ela minha preocupação usando um termo pesado.

– Filha, sei que você é virgem, mas se vestindo assim como suas amigas vão pensar que você é vadia como elas.

Diana mesmo já tinha me contado que algumas de suas amigas tinham tido vários parceiros sexuais, mesmo tão jovens, daí minha liberdade de falar sem que ela se ofendesse, porem sua resposta foi avassaladora.

– Mas eu sou uma vadia como elas papai. Eu me sinto uma vadia e quero sexo e só não fiz ainda para não te decepcionar pois te amo muito, mas não sei até quando vou aguentar. Por ora pode ficar despreocupado que nenhum tocou em mim por baixo de minhas roupas e nem mesmo por cima de minha calcinha. Já me tocaram nos peitos, mas sem permissão. Para ser sincera, quando acontecer, um garoto desses não vai me satisfazer porque preciso de um homem de verdade. Pode dormir tranquilo que sua filha vadia vai voltar mais uma noite virgem para casa, falou me dando dois beijinhos e indo embora.

Fiquei aliviado por aquela noite, mas extremamente preocupado com seu futuro e foi um dos momentos que eu daria tudo para Amanda voltar a tomar o controle, porque quando ela estava, nem saía a noite nos finais de semana curtindo assistir suas séries em minha companhia.

Tendo que cuidar sozinho de Amanda e de Diana, minha vida era um caos e só tive alguns casos com mulheres que vinham até mim, porque preocupado com minha filha não as procurava. Não eram poucas porque todas diziam que eu era bonito, tinha um corpo ótimo bem tonificado e era gente boa.

Ter 34 anos, solteiro, uma boa condição de vida e essa aparência atraiam as mulheres, mas eu as filtrava e não durava muito com cada uma não querendo compromisso porque minha filha era minha prioridade absoluta com seu problema e com os problemas que as mudanças de personalidade provocavam frequentemente.

O sexo era muito satisfatório para ambos pois desde a mãe de Amanda eu era bem fogoso, mas com meu jeito de respeitar totalmente as mulheres não exagerando, não sendo agressivo e nem rude. Particularmente sempre preferi o sexo sem exageros nas palavras chulas e muito menos fisicamente, mas sempre fui viril e meu pau muito grande ajudava a que tivessem orgasmos incríveis e ficassem mito satisfeitas.

Os dias, semanas e meses continuaram passando e parecia que havia um relógio regressivo em minha mente com um tempo cada vez menor para que Diana sucumbisse a ser a vadia que dizia ser e torcia desesperadamente para que Amanda aparecesse principalmente nas noites de final de semana.

Por outro lado, eu sentia remorsos de ter esse desejo de Amanda assumir porque Diana era cada vez mais amorosa, cada vez me dava mais carinhos e inesperadamente, estava cada vez menos rebelde no dia a dia.

Ela dizia que suas amigas estavam cada vez mais caidinhas por mim e que fariam fila para transar comigo por eu ser tão lindo e ter cara de homem com minha barba por fazer. Estando em casa eu sempre a levava para as aulas onde suas amigas pareciam a esperar só para me ver, mas eu não tinha olhos para elas. Além de jovens demais não faziam meu tipo com seu comportamento libertino.

Talvez por esse interesse cada vez maior das amigas adolescente por mim, Diana ficou muito mais grudenta, parecendo ciúme. Seu corpo voluptuoso estava sempre se apertando contra o meu enquanto com Amanda toda tímida, eram só beijinhos na bochecha.

SEXTA-FEIRA A NOITE

Uns 4 meses depois daquela noite que ela confessou se sentir vadia eu parecia a ter sob controle por nossa proximidade maior, mas quando a vi arrumada para sair naquela noite de sexta-feira engoli em seco pois ela nunca tinha sido tão exageradamente explicita.

Diana vestia uma sainha minúscula preta de pregas largas e tecido macio com a barra três ou quatro dedos abaixo de onde sua calcinha poderia ser vista. A blusa curtinha como se fosse um top só cobria os seios e deixava toda sua barriguinha linda a vista e pelo tecido ser branco e não estar usando sutiã, suas pequenas aréolas marcavam o tecido fino e semitransparente e seus mamilos formavam pequenas saliências.

Nas pernas uma bota preta brilhante cano longo até o alto das coxas longas, lisas e torneada deixando só uns 10 centímetros de pele aparente. O salto era alto deixando suas pernas ainda mais longas. Em seu rosto lindo e perfeito uma maquiagem carregada e uma pequena bolsinha pendurada no alto de seu braço direito.

Meu coração se apertou me levando a uma tristeza profunda por ver minha filha vestida como um garota de programa como do inesquecível filme “Uma linda Mulher”, mas muito mais bonita do que Julia Roberts.

Parada em minha frente era evidente a intenção de minha filha para aquela noite e senti um pouco de revolta porque Amanda, a verdadeira dona daquele corpo certamente não estaria de acordo com Diana.

Eu poderia proibir que saísse daquela forma naquela noite, mas com sua personalidade Diana não aceitaria e seria até pior na próxima vez. A mim restava mostrar em minha face toda minha decepção e minha tristeza para tentar a fazer pensar melhor e se não desse certo, apenas pedir que se prevenisse contra doenças e gravidez.

– Você vai sair assim, perguntei todo triste.

– Me perdoe pai. Não consigo mais conter essa ânsia que queima dentro de mim. Como te prometi, estou avisando que hoje vou perder minha virgindade.

– Tem certeza filha? Nem sabia que tem um namorado.

– Tenho certeza papai. Não consigo mais conter essa vadia dentro de mim. Sinto que se não a liberar teremos uma terceira personalidade que será apenas vadia e incontrolável. Não tenho namorado e vou deixar me foder o primeiro homem de verdade que eu encontrar, falou usando o termo chulo que evitava falar em minha frente, mas que eu sabia que deveria falar com suas amigas vadias.

Olhei estarrecido para minha filha. Além de estar vestida como uma prostituta, iria fazer um sexo inconsequente e descompromissado com um desconhecido se colocando em risco. Minhas lágrimas começaram a escorrer.

– Papai....

Levantei minha mão a interrompendo não querendo mais decepções.

– Não preciso ouvir mais nada Diana.

– Mas eu preciso dizer, falou quase implorando.

Balançando a cabeça concordei que ela falasse.

– A verdade é que sempre falei tudo o que eu quis, mas estou sem coragem de falar agora e preciso falar ou tenho certeza que vou me arrepender.

Arrependimento era algo que Diana nunca sentia e devia ser algo muito importante.

– Então fale, a pressionei.

Ela aspirou muito ar tomando coragem. Raro em Diana. Raro não, inédito.

– Estou controlando essa vadia dentro de mim há mais de ano e só porque não quero nenhum outro homem que não sejavocê papai. Eu te amo e quero ser sua vadia, só sua. Quero que você apague meu fogo e faça tudo comigo. Quero que você seja meu homem papai. Hoje e sempre. Se você me tratar como a vadia que quero ser tratada, nunca precisarei de mais minguem porque eu te amo. Mas se você não quiser, tenho que resolver isso de outra forma e vai ser hoje.

Não me vem à mente uma palavra para descrever o que eu estava sentindo. Era uma miscelânea de sentimentos. Surpresa, choque, sensação de estar sonhado, incredulidade. Não posso negar que também um pouco de alivio vendo que eu poderia evitar o pior, mas a que custo?

Nunca pensei daquela forma em minha filha, não com Diana no controle e muito menos com Amanda toda recatada. Era errado um pai fazer sexo com a filha. No entanto minha filha tinha uma doença e talvez fosse uma forma de controlá-la pelo que ela falou.

Havia também Amanda a quem aquele corpo perfeito e atraente realmente pertencia e não seria justo Diana o entregar a um desconhecido e quem sabe no futuro desaparecer deixando para Amanda o peso dessa decisão. Ao menos se fosse eu, Amanda aceitaria melhor.

Com esse turbilhão em minha mente fui para outra realidade e fiquei muito tempo sem responder. Diana deve ter esperado muito, então a ouço falar.

– Tudo bem papai. Sei que é demais para você. Esquece o que eu falei, falou se virando indo para a porta de entrada para sair e esperar a Van que sempre levava ela e amigas as baladas, o programa dos jovens naquela época.

Não ia deixar minha filha transar com um desconhecido e depois outro e mais outro conforme ela fosse gostando de sexo. Levantei-me apressado e a alcancei perto da porta e a pegando pelos ombros a virei e a encarei.

– Se você quer ser vadia de agora em diante é minha vadia. Só minha. Entendeu?

Com um misto de surpresa, felicidade e tesão ela deu um sorrisinho safado.

– Entendi papai. Nunca mesmo quis outro além de você.

Outra hora conversaríamos sobre isso, mas naquele momento eu tinha decidido a tratar como não tratei nenhuma outra mulher. Se era para satisfazer seus instintos e a domar, daria a minha própria filha o que ela precisava, fora que estava com um pouco de raiva por ela me ameaçar.

A puxei para mim a abraçando junto a meu corpo e estuprei sua boca rudemente a beijando enquanto minhas mãos entraram por baixo de sua microssaia e espalmei seu bumbum quente e redondo sentindo pouco de sua pequena calcinha enterrada na bunda.

Não sabia se Diana era virgem de beijo, porque estava longe de beijar bem, pelo menos naquela intensidade quase animal. Ela se esforçava para me acompanhar gemendo dentro de minha boca e com uma das mãos fui entre nossos corpo e envolvi o que pude de seu seio enorme e firme. Enquanto o espremia, meus dedos foram para seus pequenos mamilos duros e os torci.

– Aaaaahhhuuuuuuuuuu, gemeu em minha boca.

A outra mão em sua bunda foi contornando sua anca até que espalmei sua buceta fervente por cima da calcinha e fui a empurrando até que ficasse de costas na parede. A vontade era rasgar sua calcinha, mas tinha planos para aquela noite e só a afastei correndo meu dedo em sua fenda vazando. Seu corpo começou a tremer e parei de a beijar.

– Calma aí, não vá gozar. Vai gozar perdendo a virgindade como uma vadia, falei a soltando e me afastando um pouco.

Abri minha calça jeans e a abaixei junto com minha cueca boxer branca e quando viu meu pau Diana parecia em pânico. Eu sabia desde sua mãe qual era o efeito que meu pau causava nas mulheres à primeira vista. Primeiro pavor e medo, depois admiração terminando com um desejo incontrolável de o ter mesmo com as consequências. Diana estava ainda no primeiro sentimento

– O que foi, perguntei.

– É gigantesco, falou gaguejando.

– Como seu seios e vadiazinhas adoram um pau grande.

Voltei até ela que estava em choque, abri suas pernas, afastei sua calcinha roxa de renda e dobrando minhas pernas coloquei a glande em sua fenda procurando seu buraquinho. Só consegui ver parcialmente que era pequena e lisinha. Era minha filha com quem eu sempre tomaria o maior cuidado, mas ela precisava ser satisfeita em sua ânsia para que não me escapasse entre os dedos e para isso, sentiria as dores que precisava.

Quando forcei a primeira vez, ela gritou de dor.

– Ahhhhhhhhhhhiiiiiiiiii. Não vai entrar. Nunca imaginei que fosse tão grande.

– E eu nunca imaginei que fosse uma vadia até me contar.

Seu canal produzia tanto fluido que foi facilitando, mas até eu sentia dor de tão poderosos seus músculos que tentavam evitar a penetração.

– Ohhhhh deus, você vai me rasgar toda gritou quando consegui colocar até a metade da cabeça parruda de meu pau.

Empurrei mais um pouco até que senti um obstáculo e sabia ser seu hímen. Olhei para seu rosto todo retorcido de dor.

– Vadia ou não, você sempre foi honesta e não mentiu que era virgem.

Ela balançou a cabeça concordando.

Meu pau estava mais duro e cheio do que esteve com qualquer outra mulher e com toda sua gana, no primeiro empurrão o hímen de minha filha não resistiu.

– Aaaaaaaahhhhhhhhhhiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Seu grito foi tão alto que se suas amigas já a estivessem esperando na Van lá fora, teriam escutado.

Mentalmente pedi perdão a Amanda, mas era para seu bem não deixar Diana se tornar promiscua. Vadia sim, mas só minha.

Senti algo mais fluido e quente sabendo que era sangue, mas nada me pararia a não ser que Diana me implorasse para parar, porém uma vadia de verdade não faria isso.

Nenhuma buceta tinha sido tão apertada, tão quente, tão macia, tão melada e tão deliciosa em minha vida. Com aproximadamente um quarto de meu pau dentro de sua bucetinha que eu não tinha visto totalmente, mas sabia ser pequena, suas unhas longas e afiadas se cravaram em minha costas por cima da camiseta.

– Estou gozaaaaaaaaaaaaaandoooooo, gritou alto.

Nos três ou quatro minutos seguintes ela ia tendo gozos em sequência. Tremendo e sem forças nas pernas me obrigou a segura-la contra a parede enquanto gozava desesperadamente em êxtase continuo perdendo até a voz de tanto gemer e gozar.

Enfim cheguei ao fundo sentindo seu útero em minha uretra sem meu pau entrar todo e a empalando fui a levantando tirando seus pés do chão. Comecei um sobe e desce devagarinho e talvez pelo volume de meu pau friccionado suas paredes esticadas seu gozo não cedia.

Foi quando me lembrei que para gozar lá dentro ela teria que estar protegida e eu não sabia se estava. Ela não me contou se tinha começado tomar pílulas, mas como resolvia muitas coisas sozinha e tinha se decidido a perder a virgindade, sabia que tinha sido responsável.

– Você toma pílulas? Vou gozar dentro.

Ela levantou uma perna por vez e cruzou em minhas costas se pendurando enquanto ainda gozava.

– Ham, ham. Eu tomo. Goza em mim papai, seu pau parece que vai me implodir.

Comecei o vai e vem devagar subindo e descendo, mas fui acelerando rapidamente. Precisava gozar naquele que eu já sabia que seria o gozo mais gigantesco de minha vida e para ajudar levei um das mãos ao seu seio o agarrando e espremendo seu mamilo pequeno.

– Vou gozar minha vadiazinha. Papai vai te encher de porra até vazar. Uuuuuhhhhhhh.

Eu a estocava com vigor, longe ainda do que eu poderia em sua primeira vez, mas chegaria lá nos dias seguintes. Meu primeiro jato saiu com a potência de um tiro e ela sentiu na hora o calor escaldante se espalhando.

– Papaiiiii. Sou sua vadia. Goza em mim. Me enche com seu esperma. Ahhhhhhhhhh, estou tendo outro orgasmoooooo.

Que momento inigualável. Naquele que era meu gozo mais poderoso, fazer minha filha gozar daquela forma me fez um bem imenso apertando meu peito fazendo o prazer duplo explodir. Eu estava acabado para qualquer outra mulher, pois com elas meu prazer, se tivesse prazer, seriam pífios.

Meu orgasmo terminou e percebia meu esperma vazando de sua buceta pelas coxas dela, talvez até entrado por dentro das botas altas pretas e brilhantes. Fiquei a estocando naquele ritmo intenso e controlado até que seu orgasmo foi perdendo a força e por fim acabou.

Dei alguns segundos e mesmo com ela desorientada por gozar tanto e tão forte, a fiz sair do silencio entorpecido.

– Então, é assim que a vadiazinha queria sua primeira vez? Senti sangue de seu hímen.

– Papaiiii, falou ofegando. Não tinha ideia..... que fosse tão grande. Não estou sentindo o sangue, então deve estar tudo bem. Nunca reparei que era assim.

– Nunca fiquei duro por minha filha, até hoje. Claro que não tinha reparado. Agora vou recuperar anos sem uma mulher permanente e vou foder minha filha vadia todos os dias.

Eu exagerava, porque nem de perto era esse homem que fingia ser para ela e nem usava esses termos chulos, mas dar o que ela queria era a manter longe de outros homens. Sabia que me amava, mas Diana sempre foi curiosa e não deixaria de fazer nada com ela para que não precisasse matar a curiosidade em outro lugar.

– Você não me respondeu.

– Foi muito mais do que eu queria papai. Tenho certeza que ninguém me daria nada perto disso. E muito maior, falou sorrindo.

– Não acabou. Você ia sair com essa roupa de vadia, então vamos manter o plano, mas com algumas mudanças. Mande agora mesmo uma mensagem a suas amigas que você não vai mais sair com elas e como você conhece muitas baladas, me diz uma em outra cidade onde os jovens de nossa cidade não costumam ir porque vou te levar lá.

– Não precisa ir papai. É só me foder aqui em casa de novo.

– Eu quero ir e mostrar a todos que essa vadia é minha.

– Papaiii, falou tremendo toda ainda agarrada a mim.

Me afastei a puxando da parede e a levantando no alto a desencaixei de meu pau ainda duro, porque precisaria no mínimo umas 4 vezes para me satisfazer e apagar o maior tesão de minha vida.

Com ela em pé a minha frente, levantei sua microssaia para arrumar sua calcinha roxa indecente e vi melhor que sua buceta estava depilada, tinha porra e também sangue. Parecia ser fechadinha, mas naquele momento estava inchada e levemente aberta.

Era tão estreito o fundo da calcinha que nem chegava em suas virilhas deixando a pele depilada aparecendo de cada lado segurando muito pouco de meu esperma que escorria por sua coxa.

– Não vá limpar sua buceta pois te quero assim em público. Só uma vadia para estar em público vazando esperma e vestindo uma calcinha dessas. Só limpe suas coxas ou todos que olharem para elas vão ver o esperma escorrendo e certamente muitos olharão pelo jeito que você se vestiu.

– Ahhhh papai, não sei se minha calcinha vai aguentar, porque minha bucetinha está tão aberta e tão cheia que vai continuar vazando.

– Então vá assim mesmo para que todos saibam que você é minha vadia e carrega meu esperma.

– Papaiiiiii. Você me deixa tão excitada.

– Faça o que mandei. Avise suas amigas e me diga qual balada temos menos chances de encontrar um conhecido. Até uma hora de distância está bem. Vou trocar minha camiseta e você dá um jeito em seu rosto, mas não toque em sua buceta. Te espero aqui em 15 minutos.

Fui para meu quarto com meu coração acelerado por ter que agir daquela forma com minha filha. Sabia que era Diana, mas não conseguia deixar de ver Amanda toda recatada por trás daquela imagem de puta com que Diana se vestiu.

Imaginei que se Amanda voltasse enquanto eu fazia aquele tipo de sexo com Diana, poderia ter um novo trauma e talvez se afundasse em sua mente e nunca mais voltasse e eu não poderia perder de forma alguma minha filhinha amada.

Antes de voltar para a sala vestindo uma nova camiseta e um sapatênis, peguei uma toalha e na cozinha e uma garrafa de água.

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Comentários

Foto de perfil de Samas

Ficou confuso esse título, seria melhor assim : Provações de um pai com sua filha que tem dupla personalidade, uma recatada e outra vadia ou então,Pai sofre com a dupla personalidade da filha.

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