Melhor amigo do casal 11

Um conto erótico de RickG
Categoria: Heterossexual
Contém 8943 palavras
Data: 10/03/2026 14:47:10

Ja estava me virando na cama a mais de uma hora sem conseguir pegar no sono.

Olho para o lado e vejo Carol dormindo, sono pesado, pois eu agitava a cama e ela seguia lá, plena.

Ouço barulho vindo da cozinha, aproveito que estou sem sono para ir conversar com o Leo.

Vou caminhando pelo escuro, apenas com o estreito faixo de luz que vinha da cozinha.

Leo: Porra! Que susto irmão! Tá parecendo assombração!

Disse ele depois de levar a mão ao peito.

Eu: Só vim pegar um copo de agua...

Leo: Estamos de boa?

Eu: Depende, você vai continuar ficando de segredinho com a minha namorada?

Leo: Eu nunca faria nada para te prejudicar irmão! Você sabe disso!

Eu: Quero acreditar que sim Leo, pois eu quero continuar confiando em você! E se isso que rolou hoje ocorrer novamente eu vou saber que foi um erro ter divido a Carol contigo! Ela é MINHA irmão! MINHA!

Leo: E eu te prometo... prometo não, eu juro! Por tudo que é mais sagrado para mim! Eu não quero roubar ela de você! Quero que vocês continuem sendo o casal feliz e unido que eu sempre conheci desde sempre! Se você quiser a gente para com essa brincadeira agora e nunca mais falamos sobre o que aconteceu! A gente coloca um pedra em cima de tudo!

Fiquei em silêncio por uns instantes, digerindo tudo aquilo que ele falou.

Nunca tinha sentido tanto tesão em toda a minha vida, eu chegava a tremer de tanta excitação ao ver a Carol fudendo com outro, não queria perder isso por nada e apesar de tudo, o Leo era de confiança, sabiamos que ele era saudavel, sem doenças, se cuidava bastante, não ficava saindo com qualquer uma e se saisse, nós saberiamos. Onde eu conseguiria outro homem de confiança para substitui-lo?

Ele viu que eu estava pensativo e tentou quebrar o gelo.

Leo: Fora que comer mulher dos outros é muito mais gostoso! (rs)

Disse ele rindo.

Agora sim ele me deu algo realmente verdadeiro, pois era o que eu imaginava que ele diria em uma ocasião dessas, afinal de contas, eu o conhecia muito bem desde a epoca que eramos adolescentes, sabia como pensava.

Eu: E dos amigos?

Leo: Mais gostoso ainda irmão! Um dia eu vou ajudar nisso! Você vai ver!

Eu: Tem que ser no nivel da Carol! Não aceito nada abaixo disso!

Leo: Exigente! Gosto disso! Vai ser, irmão! Precisa ser! Pois quero sentir isso que você esta sentido com ela, eu assisto você metendo, da tesão porque a Carol é gostosa, mas acho que falta o sentimento, irmão! Ta ligado?

Eu: Entendo sim Leo, entendo perfeitamente o que você esta querendo dizer e te afirmo que é um tesão da porra, não da para explicar!

Leo: Você vai ser o primeiro quando eu estiver firme com a nova Sra Leo!

Eu: Mais promessas, quero só ver!

Leo: Mas e aí? Estamos de boa? É só sexo irmão! Te garanto!

Eu: Vou confiar em ti! Não me decepciona irmão!

Ele me deu um abraço e beijou minha cabeça.

Leo: Eu gosto muito de você irmão! Você é minha familia!

Ele enxugou uma lagrima que escorria no canto do olho e foi para o quarto dele, fechando a porta em seguida.

Fiquei uns minutos ainda ali na cozinha, terminando de beber meu copo de agua. Depois voltei para o quarto, onde Carol seguia dormindo de barriga para baixo, abraçada no travesseiro, nua.

Leo havia acabado de passar ali no corredor, a porta do quarto de hospedes onde Carol dormia estava aberta, não sei se viu ela, mas nem deu muita atenção.

Entrei no quarto, a posição dela na cama com as pernas abertas dava uma visão direta da sua bocetinha, mas estava escuro e a unica luz que tinha era a do corredor, que ligava e desligava automaticamente com o sensor de presença, mas ficava a poucos centimetros do chão, bem fraca, apenas para iluminar um pouco o caminho.

Deitei ao lado dela e agora mais tranquilo depois da conversa com o Leo, finalmente consegui dormir.

Acordei com a Carol me beijando, me lembrando que tinhamos que ir trabalhar.

Ela já tinha tomado banho e arrumado o cabelo, estava terminando de se vestir e foi preparar o café enquanto eu tomaria uma chuveirada rapida e me arrumava.

Assim que desliguei o chuveiro ouvi gemidos.

Meu pau começou a dar sinais, minha imaginação já tinha me mostrado imagens da Carol cavalgando no Leo na cama dele e era o suficiente para eu voltar a sentir aquela sensação novamente. Meu coração disparado. Ciumes batendo forte. Será que ela estava dando o cú para ele e nem me chamou para assistir? Tudo passava pela minha cabeça nesse momento.

Sai do quarto andando rapido, apenas enrolado na toalha.

A porta do quarto do Leo estava aberta, mas o som não vinha dali, ainda assim olhei para dentro do quarto para confirmar. Não havia ninguem ali.

Andei pelo corredor rapido e ao chegar perto da sala fui devagar, não queria demonstrar nenhum tipo de reação extrema.

Tambem não estavam ali.

Era da cozinha que vinham os gemidos.

Atravessei a sala correndo e ao me aproximar da porta da cozinha os gemidos ficaram mais altos.

Quando entrei na cozinha me deparei com a Carol com a calça e calcinha abaixadas na altura do meio da coxa, mãos apoiadas na pia, empinando bem a bunda para a penetração do Leo, por trás.

Ele estava com a cueca abaixada, um braço envolvia a cintura da Carol e o outro esticado por baixo dela, passando por entre os seus seios e com a mão segurava no pescoço dela.

Carol estava vestida com a roupa de trabalho, que é uma calça e uma camiseta do uniforme de enfermeira. Nada demais, pois as roupas ficam ate folgadas no corpo da minha namorada, o unico lugar que fica mais justo é na sua bundinha, que dependendo da calcinha que ela usa ate fica marcando no tecido da calça.

Ela estava com os olhos fechados, gemendo, enquanto Leo socava a rola na buceta dela.

Os gemidos abafados, porque ele estava apertando o pescoço dela.

Ele percebeu a minha presença lá e virou o rosto para me olhar.

Deu umas bombadas nela antes de falar qualquer coisa para mim.

Leo: Sempre quis foder uma enfermeira!

Carolzinha toda empinadinha, na pontinha dos pés para dar o angulo certo para aquele bruta montes conseguir penetrar aquele pinto grande e duro na bocetinha da minha princesinha.

Parecia um animal engatado em uma femea, ele fodia ela rapido, acho que sabia que tinhamos que sair e não poderiamos demorar.

Carol abriu os olhos e me viu ali parado com a toalha enrolada na cintura, com um volume que se formava, pois estava ficando excitado ao ver eles fodendo daquela maneira.

Ela ficou com aquele olhar de que não se aguentava de tanto tesão, a mesma cara que ela ficava quando estava para gozar.

Acho que o Leo só estava esperando sentir a bucetinha contraindo, pois assim que mudou o gemido dela, Leo urrou e encheu a bocetinha dela de porra.

Os dois ficaram engatados por um tempo ainda. Ele beijava as costas e a nuca da minha namorada, que gemia baixinho, ainda se recuperando do orgasmo que teve.

Leo tirou o pau de dentro dela quando já estava amolecendo.

Ele puxou a calcinha para cima, ajeitando tambem a calça.

Carol tentou protestar dizendo que precisava limpar, pois iria escorrer tudo, mas ele a impediu e disse que ela tinha que ir trabalhar assim mesmo, cheia de leite.

Leo falou serio, mas Carol ria, reclamando que já estava sentido escorrer.

Mas a putinha não limpou e obedeceu o nosso amigo.

Ele subiu a cueca e se sentou na cadeira com uma xicara de café com leite que tinha sido preparada pela Carol.

Carol: Quer tambem amor?

Eu: Ahn?

Carol: Quer uma xicara de cafe com leite tambem?

Eu: Quero!

Leo se levantou e abaixou a cueca.

Leo: Mais leite? Bora!

Disse ele rindo e provocando risos da minha namorada tambem.

Eu: Prefiro de vaca mesmo! (rs)

Disse eu brincando tambem.

Carol: Amor, vai se vestir logo que vamos nos atrasar!

Disse ela, toda plena, como se não tivesse ocorrido nada.

Ela me entregou a xicara e foi me empurrando para ir.

Carol: Vamos Amor! Vou levar chamada de novo por atraso!

Notei no pescoço dela as marcas da mão do Leo, mas nada falei.

Fui ate o quarto me vestir e voltei com a mochila, pronto para sair.

Eles estavam em pé conversando, Leo ficava a todo momento ajeitando o pau no calção de futebol sem cueca e Carol observava cada movimento descaradamente com um sorriso no rosto.

Chamei Carol, ela deu um beijinho no rosto dele.

Despedi do Leo e fomos embora, deixei minha namorada no serviço dela, ao descer da moto ela tirou meu capacete e me beijou dizendo que me amava, saiu toda feliz e rebolativa para dentro do predio onde trabalhava. Coloquei meu capacete de volta e segui para o meu serviço.

Trabalhei o dia todo, cabeça nas nuvens. A noite liguei para ela. Minha namoradinha esta super feliz, conversava animadamente sobre o dia dela, sobre a nova colega de serviço, sobre a nova administração da clinica, sobre o trabalho que ela precisa fazer para a faculdade, etc. Coisas do dia a dia comum.

Ficamos quase uma hora no telefone e ela não comentou sobre a noite anterior.

Sexta tambem foi tudo normal.

No sabado ela precisou fazer plantão novamente, acordei e fui para a casa do Leo como eu sempre fazia quando ela não estava comigo.

Ficamos jogando videogame um pouco, mas depois ele perguntou se eu queria acompanhar ele em uma festa que seria dada por uns clientes.

Disse que eu poderia fazer o papel de segurança dele, pois os clientes gostavam de se relacionar com gente importante e ter um segurança passaria essa impressão a eles.

Ele se vestiu e me levou ate a minha casa, para eu me vestir adequadamente tambem.

Coloquei um terno preto com camisa preta, sem gravata.

Leo me olhou com uma cara de quem não havia gostado.

Leo: Com esse cabelo penteado assim ninguem vai acreditar que você é segurança! Deixa que eu arrumo!

Ele fez um penteado em mim com pomada que ficou bem mais masculo e não o tradicional mauricinho que eu costumava usar.

Me olhei no espelho e ate gostei do visual.

Leo: Faz uma cara de bravo tambem irmão! Com essa cara de bobo aí ninguem acredita!

Disse ele rindo sobre a minha expressão normal, onde eu parecia sempre feliz e contente.

Leo: Isso, assim esta um pouco melhor!

Disse ele ao ver eu tentando fazer cara de bravo.

Saimos e fomos no carrão dele para a festa.

Era em uma boate bem famosa.

Entramos sem pegar a tradicional fila, com os seguranças da casa reconhecendo o Leo e o cumprimentado.

Um outro segurança nos guiou, atravessamos o grande salão cheio de pessoas dançando, musica alta e pouca luz ate chegarmos a uma porta escondida em um corredor mais escuro ainda. Ele abriu a porta com um cartão e um codigo, fez sinal para entrarmos, Leo foi na frente e o segurança fechou a porta atras de mim, ficando do lado de fora.

Era outro corredor escuro, bem pouco iluminado.

Descemos uma escada e no final dela, via mais luz. Era outro salão, mas não tão cheio como o que atravessamos lá em cima. Cheio de sofas ao redor da pista de dança, um grande bar no fundo. Musica não tão alta tambem.

Porem minha surpresa foi quando percebi que a maioria das mulheres estavam em trajes diminutos, mini saias, vestidos extremamente curtos e muito decotados, algumas sem blusa, outras apenas de lingerie. Os poucos homens estavam de terno e muito bem alinhados, ostentando relogios caros e jóias em ouro.

Como a grande maioria eram mulheres, a ausência de pares masculinos fazia com que elas dançacem entre si, deixando o ambiente muito sensual.

Leo me olhou com um sorriso largo, demonstrando satisfação em me mostrar aquilo.

Ele foi ate um dos sofas onde estavam os clientes dele, os cumprimentou e ao ser questionado quem eu era, me apresentou como o segurança dele.

Um deles perguntou ao Leo se eu estava armado, ele respondeu que não e nem era necessario, pois eu era treinado em combate corpo a corpo.

O homem ficou serio, parecia ter acreditado.

Leo se sentou ao lado dele e ficaram conversando.

Eu me sentei na ponta do sofa em formato de meia lua e fiquei admirando as mulheres, cada uma mais linda e mais gostosa que a outra, pareciam modelos.

Uma delas percebeu que eu a encarava, era uma loirinha deliciosa, vestia apenas uma mini saia rosa pink, sutiã de renda preto e sandalia de salto alto preto.

Ela começou a dançar mais sensualmente junto a outra garota em frente a ela, me olhando e sorrindo.

No inicio ate achei que ela estava olhando para outra pessoa, mas era para mim mesmo.

Ela parou de dançar e veio na minha direção, me encarando.

Achei que fossa me repreender, mas ela só perguntou se podia se sentar.

Respondi que sim, ainda surpreso.

Ela sentou bem ao meu lado, exibindo o aqueles lindos seios redondos e siliconados em um sexy sutiã de renda com muita transparencia.

Loira: Quer dançar?

Eu: Não obrigado.

Disse eu sem saber bem como me comportar ali.

Loira: Quer beber algo?

Olhei em volta e vi que os seguranças do cliente do Leo tambem estavam bebendo.

Eu: Sim, aceito um whisky.

Ela fez sinal para um dos garçons e pediu para ele.

Enquanto não chegava nossas bebidas ela ficou sentada ao meu lado, quieta, apenas me observando.

Mesmo com ela me encarando, eu tentava olhar discretamente para seus seios e para as lindas pernas cruzadas, era estranho, pois tinha a sensação que ela estava se oferendo para mim. Mas por que tão facil?

A saia curtinha mal cobria a calcinha.

Os olhos azuis refletiam nas luzes brilhantes.

Eu estava fascinado por aquela loira.

Olhei para o Leo e ele estava sorrindo para mim, acenou um positivo com a cabeça, como se estivesse me incentivando a dar o proximo passo.

Loira: Aqui esta o seu whisky!

Disse ela me entregando o copo. Nem havia notado o garçom se aproximando com os copos, junto com a garrafa e o balde de gelo, que foi deixada sobre a mesa no centro.

Loira: Vamos brindar!

Eu: Brindamos ao que?

Loira: A essa noite maravilhosa e tudo que ela pode proporcionar!

Brindamos e dei um gole largo naquele copo.

Loira: Posso te fazer companhia hoje?

Olhei novamente para o Leo.

Ele estava acompanhando tudo, somente acenou novamente com a cabeça.

Eu: Claro!

Disse eu para ela.

A loira tinha um sorriso lindo, me deixava encantado, mas aqueles seios eram a perdição, eu não conseguia parar de olhar para eles.

Loira: Gostou?

Disse ela rindo.

Eu: Desculpe, é que você esta...

Loira: Tudo bem, pode olhar a vontade, são naturais sabia?

Eu: Serio?

Disse eu de maneira tempestiva, sem pensar antes.

Loira: Sim, são naturais! Não acredita?

Fez uma pausa me olhando nos olhos.

Loira: Pode tocar se quiser! São naturais!

Disse ela se ajeitando no sofa de frente para mim, empinando e oferecendo aqueles peitos.

Eu não sabia o que fazer, olhei em volta, não vi ninguem apalpando ninguem, mas notei que algumas mulheres estavam sentadas no colo de alguns homens, uma delas ate rebolava e dançava de maneira bem sensual.

Ela vendo que não tinha reação, pegou minha mão direita e gentilmente a posicionou sobre o seu seio direito, pela posição minha mão entrou completamente por dentro do bojo do sutiã e pude tocar seu mamilo, sentindo ficar endurecido com o meu toque.

A loira fechou os olhos quando apertei o seio dela e gemeu baixinho, mordendo os labios.

Meu pau ficou duro e pulsava dentro da minha apertada calça social.

Ela discretamente apoiou sua mãozinha sobre a minha coxa e deslizou devagar ate tocar no meu pau, sorrindo com cara de puta para mim.

Loira: Vamos para um local mais reservado?

Estava levantando quando lembrei que estava ali para fazer o papel do segurança. Olhei para o Leo, ele participava da conversa com os clientes, mas percebeu quando eu me levantei. Me olhou e sem que eu falasse nada, disse que eu podia ir lá com ela que estava tranquilo.

Ela me pegou pela mão e foi me levando ate um local onde tinham os mesmos sofas em formato meia lua, um pouco menores, mas com cortinas que fechavam e davam total privacidade do restante do salão.

A cortina era tão grossa que ate o som alto da musica ficava do lado de fora.

Ela fechou a cortina e pediu para eu me sentar.

Me sentei e ela veio sobre mim, tirou o copo da minha mão e se sentou no meu colo, de frente para mim.

Colocou suas mãos na minha nuca, acariciando meus cabelos, agarrou com força e foi puxando meu rosto para o meio do seu decote. Senti o perfume na sua pele macia. Beijei a parte dos seios que estavam descobertas. Ela puxou as alças do sutiã, caindo sobre os ombros, revelando aqueles seios de aureolas pequenas e rosadas. Lambi e chupei aqueles seios deliciosos.

Ela gemia gostoso para mim e mexia o quadril sobre meu pau.

Se afastou um pouco e desceu as mãos ate a minha calça, abrindo o cinto e o ziper. Sacou o meu pau para fora e ficou punhetando, enquanto me olhava nos olhos com aquele sorriso lindo.

Peguei ela pelos cabelos e forcei ela na direção para ela engolir meu pau, mas ela sabia o caminho e não precisei fazer força alguma.

Ela lambia e chupava como uma profissional, sabia que eu estava para gozar.

Calmamente ela tirou da boca e ficou punhetando na direção dos seus seios.

Loira: Goza aqui já que você gostou tanto deles!

Ela mesma punhetava e apontava para os seios dela.

Gozei em jatos fortes, acabou sujando um pouco o sutiã, mas ela pegou papel e limpou o que deu.

Depois que eu gozei meu pau imediatamente murchou, então ela nem tentou mais nada, apenas se levantou do chão onde estava ajoelhada, ajeitou os peitos dentro do sutiã e puxou para baixo a saia que tinha levantado e mostrava a pequena calcinha de renda preta fio dental que ela usava.

Fiquei olhando para aquele rabo lindo e ela na hora percebeu.

Loira: Se você quiser depois voltamos aqui para você provar!

Disse ela sorrindo.

Abriu a cortina e voltamos para o sofa onde estava o Leo.

Ela não saia do meu lado. Ficava me fazendo carinho e me paparicando.

Leo veio e se sentou do meu lado.

Leo: E aí irmão! Pelo visto esta curtindo, né?

Eu: Depois você me explica o que é isso que não tô entendendo é nada! Mas to curtindo demais! (rs)

Leo: Foi em uma dessas que eu conheci a Gi...

Disse isso e saiu, voltando para proximo dos clientes dele.

Fiquei de queixo caido. Tentando entender tudo, aquele lugar, o que o Leo acabou de dizer sobre a Gi, meu olhar se perdeu no horizonte enquanto eu pensava mil coisas.

No meio da multidão, vi uma morena de cabelos cacheados, de pele bem branquinha, que lembrava muito a Carol quando de costas e por um instante, eu até achei que fosse ela.

A morena estava somente de lingerie preta com cinta liga e sapato de salto alto preto.

Fiquei uns minutos encarando ela, esperando que ela virasse para eu ver o seu rosto.

Loira: Gostou dela?

Disse a loira no meu ouvido me tirando do transe.

Eu: Ahn? Sim, gostei.

Respondi.

Loira: Quer que eu traga ela aqui?

Eu: Quero, mas antes eu quero que você tire a sua saia e vá lá dançar com ela somente de lingerie, assim como ela esta!

Loira: Safado!

Disse a loira sorrindo para mim, levantando-se do sofa e tirando a saia, que caia aos seus pés.

Que rabo lindo ela tinha, a calcinha socada, cintura fina.

Ela foi ate a morena e falou algo em seu ouvido, depois apontou para mim. A morena riu e voltou a dançar, mas desta vez muito mais sensual e tocando no corpo da loira, que retribuia e dançava coladinho no corpo dela.

A morena era mais baixa, a loira por trás dela, dançava segurando na sua cintura. Ela esfregava a bundinha na loira e ficava me encarando com cara de puta.

O rosto não lembrava o da minha namorada, mas ali no meio daquelas pessoas, com aquelas luzes brilhantes, dançando sensualmente quase nua, apenas de lingerie, eu só via a Carol ali rebolando na loira.

Um dos clientes notou elas dançando e falou algo com o Leo.

O Leo me olhou por uns instantes enquanto falava com o cliente, depois chegou perto de mim e falou no meu ouvido.

Leo: Eu sei que você gostou da loirinha, mas o cliente ficou doido nela irmão, preciso que você me ajude nisso, posso contar com você?

Eu: Ajudar como?

Leo: Eles vão levar ela para a salinha, mas você pode vir junto, vai ter mais garotas lá...

Fiquei quieto, pensando e olhando para ele.

Leo: Desculpe irmão, mas o cliente tem preferencia e eles são assim mesmo, você deve imaginar isso, parece que eles precisam provar no mesmo prato, entende? São todos assim!

Eu: Relaxa, eu já curti com ela e estou aqui só para te fazer companhia irmão, o resto é bonus!

Leo: Pô, mas e que bonus foi esse hein?

Disse ele me dando um tapinha nas costas olhando para a loira dançando.

Eu: Ela é gostosa demais!

Leo: Você comeu?

Eu: Não, ela só fez um boquete!

Leo: Quem sabe você tambem não consegue comer ela agora...

Disse ele levantando e me puxando para ir junto.

A loira e morena da pista me olhavam levantando, fiz sinal que eu tinha que ir com eles.

Seguimos os clientes ate a sala.

Era uma sala mesmo, privativa, com sofás nas laterais e uma grande cama no centro.

Fiquei em pé ao lado do Leo que ria com o cliente, parecendo ansioso.

O cliente parecia gringo, pois falava o português com muita dificuldade.

De repente a porta se abre, entrando duas mulatas lindas, bem cavalas, peito pequeno e bunda grande, uma ruiva que parecia apenas tinta no cabelo, pois era bem vermelho, corpinho mignon, na sequencia entrou a minha loirinha, iluminando o ambiente, os seios grandes siliconados brilhavam na luz.

Ouvi um furor na sala vindo dos clientes, eram três ao todo, eu, Leo e mais dois seguranças permaneciamos mais contidos.

A loira foi a primeira a entrar na sala vestindo apenas lingerie, motivo pela qual eles devem ter ficados mais excitados.

Ela se posicionou ao lado das outras garotas, como se estivessem se apresentando aos clientes.

Quando achei que a porta fecharia, entra a moreninha parecida com a Carol, toda delicadinha caminhando em sua lingerie preta cinta-liga, ela olha todos na sala, mas para o seu olhar em mim, abrindo um sorriso discreto.

Se posicionou ao lado da loira.

Leo: Vamos ficar a vontade pessoal, já vou pedir para nos servirem!

Disse ele quebrando o gelo.

Enquanto eles se sentavam nos sofas, o garçom vinha servindo as bebidas e as garotas se ajeitavam junto no sofa, entre os homens.

Entre eu e o Leo, sentou uma das mulatas, o perfume dela enfeitiçava, ela era muito sensual, usava um vestido branco tubinho super curto, as pernas cruzadas com aquelas coxas grossas eram tentadoras, assim como os labios carnudos que pediam para ser beijados.

Como o Leo parecia ocupado conversando com um dos clientes, que na minha percepção era o chefe, a mulata ficou dando atenção para mim.

Não perdi tempo e coloquei uma mão sobre a sua perna, sentindo os pelinhos da coxa se arrepiarem ao meu toque.

A mulata tambem colocou a mão na minha coxa, senti as unhas grandes e pontudas deslizando pelo tecido da fina calça social, foi deslizando pela parte interna da coxa até a virilha, quando encostou nas bolas do meu saco senti como se fosse um choque, meu pau deu um pulo, duro.

Olhei para o seu rosto e ela me encarava de volta, vi os olhos correrem para baixo, na direção do meu pau. Ela viu que ficou duro.

Passou a mão suavemente por cima dele e a deixou repousando lá.

Voltei meu olhar para ela novamente, por cima do seu ombro eu vi que não era só eu que já estava aproveitando a festa.

Um dos clientes, baixinho e gordinho, com as calças arriadas, recebia o boquete da falsa ruiva, que já estava sem o vestido que usava anteriormente, com os seios de fora, apenas de calcinha e sandalia de salto alto ajoelhada no chão.

O outro cliente, alto e muito magro, recebia uma punheta da outra mulata enquanto se beijavam.

A minha loira estava sentada ao lado do cliente chefe, ela passava a mão sobre o pau dele ainda por cima da calça, enquanto ele conversava com o Leo. Quando ela sentiu o pau bem duro ela começou a abrir a calça para ele.

Ele estava indiferente e seguia conversando com o Leo, sentando com as pernas bem abertas, recebendo o toque gentil da loira, que apalpava o pau grosso e mesmo com seus longos dedos, não conseguia dar a volta na circunferencia.

O chefe era um homem grande, alto, gordo e com o pau medio, mas muito grosso, rosado e com a cabeça vermelha.

Mesmo conversando ele puxou a loira pelo cabelo e colocou ela para mamar no pau gordo dele.

Quando o boquete ficou bom ele fechou os olhos e parou de responder o Leo, que viu que agora não daria mais para conversar e decidiu curtir um pouco tambem. Já puxou a mão da mulata que estava entre eu e ele, colocando sobre o pau dele, que já estava para fora da braguilha.

A hora que a mulata sentiu o pau dele na mão, ela estava virada para mim, virou o rosto rapidamente em direção daquele monstro e sorriu para ele, esboçando um certo espanto.

Mulata: Nossa amigo, tá bem hein?

Ele sorriu de volta para ela e tambem puxou a sua cabeça em direção ao pau dele, fazendo ela abocanhar o que pode.

Leo: Mama gostoso puta! Assim! Que delicia essa boca!

A mulata se esforçava para receber aquela tora na boca e me punhetar ao mesmo tempo.

Me levantei para ajudar ela, ficando em pé ao lado do Leo. Ela mamava ele e batia punheta para mim.

De onde eu estava agora, tinha uma visão melhor da gulosa que a loira fazia no chefe, ela abria bem a boca para engolir a cabeçona vermelha, passava a lingua em volta dela e dava beijinhos no saco peludo dele.

Ele abriu os olhos e me viu assistindo a gulosa dele.

Ouvi gemidos altos atrás de mim, quando me viro, vejo a moreninha parecida com a Carol de quatro sobre a cama levando ferro dos dois seguranças, um na buceta e um na boca.

Quando volto para a loira e o chefe, vejo ela cavangando sobre ele, gemia revirando os olhos, reclamando que aquele pau estava arrombando ela. Ele ficava doido quando ela falava isso e forçava o quadril dela para frente e para trás.

O chefe gozou e a loira saiu de cima dele. Ela tentou pegar a camisinha do pau dele, mas ele não deixou e guardou no bolso do paletó.

Dele a dispensou e ela foi junto ao outro cliente, magro e alto, ajudando a outra mulata a colocar a camisinha.

O baixinho e gordinho gozou na boca da ruiva e depois ficaram se beijando.

Voltei a assistir a moreninha com os seguranças, agora eles faziam DP nela e o ambiente estava tomado pelos seus gritos, histericos. Ela parecia ser a mais meiga e quietinha dali, mas era a unica dando ao mesmo tempo para dois negões, que revezavam seu cú e sua boceta.

A mulata que segurava meu pau percebeu que dava os solavancos e notou que eu olhava na direção deles, perguntando se eu queria ir lá tambem comer ela.

Coloquei uma camisinha, subi o vestido da mulata e a vagabunda nem usava calcinha. Coloquei um dedo na buceta e estava ensopada.

Soquei com tudo nela, ela deu uma gemidinha e voltou a mamar no pauzão do Leo.

Bombava nela, mas seguia olhando para a moreninha. Na minha cabeça era a Carol ali, sendo a puta dos negões. Eu estava muito excitado e gozei rapido.

A mulata tirou meu pau de dentro dela, colocou uma camisinha e sentou no Leo, de costas, ficou rebolando o rabo em cima da piroca e olhava para trás para ele, sentindo tudo entrando dentro dela. Ela delirava no pau dele.

Eu tinha acabado de gozar e estava ali sozinho no sofa, assim como o chefão que só assistia, mas fazia questão disso, pois foi ele que pediu para os seguranças comerem a moreninha, ele gostava de observar.

Ele percebeu que eu fazia o mesmo e me chamou para perto dele.

Chefe: Ela se parece com a minha cunhada!

Disse ele apontando para a moreninha.

Chefe: Sou casado com uma brasileira, mas não sou daqui! Minha mulher tem uma irmã mais nova, eu tenho muito tesão nela!

Disse ele explicando.

Eu: Ela é linda mesmo!

Chefe: E muito gostosa! Muito parecida com a minha cunhada!

Foi ele falar e o pau dele começar a endurecer.

Chefe: Com licença...

Disse ele se levantando e indo ate proximo a moreninha.

Ficou de pé ao lado dela, um negão em baixo dela, na buceta. Outro negão por trás, segurando em suas ancas, fodia o seu cuzinho. A moreninha ficou olhando para ele.

Ele não tocou nela, apenas punhetou o pau ao lado dela e gozou no seu rosto, os jatos de esperma atingindo os cabelos e seu rostinho lindo, cobrindo-os de porra. Depois voltou para o sofa e se sentou com um copo de whisky, ficou lá ate eles terminarem com ela.

Ficamos lá ate eles cansarem das garotas. Não lembro quantas vezes gozei, foram muitas. Nunca tinha participado de nada igual.

No caminho para a casa do Leo, perguntei a ele exatamente o que ele fazia no trabalho dele, achava muito estranho tudo aquilo.

Ele apenas respondeu que era um homem de negocios, sem detalhes.

Não insisti, apenas seguimos cansados para a casa dele. Dormimos e voltei no dia seguinte para casa.

Tomei um banho antes de ir buscar a Carol, não queria que ela desconfiasse de algo, nunca tinha traido antes. Tinha medo que ela sentisse o cheiro ou tivesse algum sinal no meu corpo que ela desconfiasse.

Tentei parecer o mais calmo possivel quando encontrei ela.

Por sorte, ela nem percebeu nada.

Não sei se era correto ou não, mas eu não me sentia sujo por ter traido ela, não sentia arrependimento algum.

Era um segredo entre mim e o Leo.

Semanas se passaram, Carol teve que trabalhar em todos os finais de semana e ela não me cobrou por outra noite durante a semana com o Leo. Achei estranho por ela não falar nada, mas Carol parecia bem focada no trabalho e na faculdade.

Transavamos sempre que podiamos, mas não era sempre, nessas semanas foram poucas vezes, algumas rapidinhas na minha casa com meus pais em casa mesmo, mas sempre que conseguiamos ir ao motel ela fazia questão de dar o cuzinho para mim. Ela que pedia, toda manhosa, para eu comer o cuzinho dela. O que eu fazia com prazer.

Na minha casa ela não queria dar o cuzinho, se recusava, pois dizia que não conseguiria gemer baixo e meus pais iriam escutar.

O que ela tinha razão, sempre que dava o cú ela gritava e gemia alto, não conseguia se conter. Mas eu gostava disso, eu tinha impressão que ela estava mais solta no sexo, se entregava por completo. Antes ela não era assim.

No motel ela fazia um verdadeiro escandalo, certamente as outras suites ouviam ela, principalmente quando era um pauzudo, como o Leo, mas mesmo com o meu pau pequeno ela já dava show.

Passado esse tempo, seria um sabado que finalmente Carol não trabalharia, mas tinha um aniversario de um amigo meu do serviço, então nós precisariamos ir nesse aniversario antes de ir para a casa do Leo.

Era uma festa a fantasia.

Carol decidiu ir com uma sandalia de salto alto nude, uma saia godê rodada branca bem curta, uma blusinha manga longa verde escura justinha com um logotipo amarelo no centro, uma maquiagem com muito brilho no rosto que a deixava aparentar ser mais jovem do que realmente é.

Ela justificou dizendo que seria para facilitar a escolha da minha fantasia, pois eu precisaria apenas usar uma jaqueta esportiva. Ela iria de cheerleader e eu de jogador de futebol.

Carol ainda costurou alguns logotipos sobre a jaqueta comum para parecer esportiva.

Na sexta a noite, Carol me ligou e perguntou se não podiamos levar o Leo tambem na festa.

Não vi problema algum, liguei para ele e o convidei.

E lá fomos nós, de trisal.

Claro que não de maneira tão explicita, mas para o bom conhecedor, estava claro que eramos um trisal.

Quando chegamos na festa, a cheerleader, o jogador e o treinador, todos elogiaram nossas fantasias, mas de fato os elogios eram somente para a Carol, que estava muito gostosa naquela sainha curtinha, a todo movimento eles esperavam ver a sua bundinha de relance, e se estivessem atentos veriam mesmo.

Ela sentava sempre cobrindo com as mãos o vão que a saia fazia entre as suas coxas grossas.

Minha namorada era puta na cama, mas na sociedade ela era uma verdadeira dama, ousada, mas uma dama. Sempre se comportava adequadamente, mesmo trajando uma roupa mais sensual, como a daquele dia.

Ela não dava abertura para gracinhas nessas ocasiões, mas sempre permanecia simpatica diante dos flertadores, se fazendo de inocente, como quem não estivesse percebendo que o lobo mau só queria comer a chapeuzinho.

Eu andava de mãos dadas com ela, a beijava na frente de todos, mostrando aos meus colegas de trabalho que ela era minha.

Alguns ate me perguntaram o que o Leo fazia ali, conosco. Eu dava uma desculpa dizendo que ele era meu primo do interior, que estava me visitando e eu queria mostrar as coisas da cidade grande para ele.

Não sei se acreditavam ou não, mas eu não ligava.

Alguns inclusive já tinham sido apresentados a Carol, mas não com ela vestindo algo assim, tão sexy.

Minha namorada era o centro das atenções, mesmo concorrendo com a enfermeira, a bombeira e a policial sexy, todas solteiras e com fama de vadia no serviço. E isso que as fantasias delas eram realmente sensuais, curtas e decotadas, mas nenhuma tão gata quanto a minha namorada.

Leo, assim como eu, tambem compartilhava certo orgulho em vê-los comendo a Carol com os olhos. Era possivel ver o brilho em seus olhos.

Em certo momento, Carol chegou no meu ouvido e sussurrou que estava molhadinha e queria sair dali imediatamente.

Fiz sinal para o Leo e fomos embora.

Quando o manobrista trouxe o carro, Carol olhou para mim, pedindo para ir na frente com o Leo.

Deixei e fui atrás, segurando a bolsa da minha namorada.

Leo entrou no carro e seguimos em direção a casa dele.

No caminho, Carol puxou um pouco a sua saia e avisou o Leo, olhando para ele com cara de safada.

Ele olhou para ela e sorriu.

Leo ajustou o espelho do quebra sol do passageiro, onde dava para eu ver lá do banco de trás que a minha namoradinha estava com a saia levantada e sem calcinha.

Pelo espelho eu via a rachinha da bucetinha depiladinha dela.

Leo colocou a mão sobre a coxa dela e a vagabunda abriu as pernas, implorando pela dedada do meu amigo.

Ele ficou massageando a bucetinha da minha princesinha enquanto dirigia. Carol arreganhava ainda mais as pernas quando ele introduzia os dedos dentro dela. Gemendo.

Carol: Me leva no motel? Quero que vocês me fodam muito e quero agora!

Leo olhou para mim, pelo espelho retrovisor. Eu acenei com a cabeça e ele mudou o caminho para o motel para proximo, que era a poucas quadras de distancia.

Entramos no motel, Leo abriu a janela dele para falar com o recepcionista, ele pediu documentos da moça olhando diretamente para a buceta de Carol, que nem se importou em arrumar a saia.

Leo: Tem mais um tambem...

Disse ele abrindo a janela da porta de trás, onde eu estava.

Entreguei meu documento, assim como o Leo e Carol.

O recepcionista avisou que teria cobrança adicional, por ter mais uma pessoa na suite, mas o Leo respondeu que não haveria problema, podia cobrar.

Seguimos ate a suite e Leo estacionou o carro na vaga privativa dentro da garagem.

Carol nem esperou a porta fechar e já foi saindo do carro.

Fui atras dela, seguido pelo Leo.

Eu subia as escadas olhando para cima, onde via a bundinha de carol por debaixo da sua saia.

Entramos na suite e Carolzinha pediu uns minutinhos para ir no banheiro. Ela pegou a bolsa da minha mão e se trancou no banheiro, ficando lá por uns minutos.

Eu e o Leo nos olhavamos, ansiosos pela sua saida.

Aproveitei o ócio para ligar a TV e colocar em um dos canais de pornô.

Ainda estava procurando algo na programação quando escuto do Leo um assobio bem caracteristico.

Quando me viro para vê-la, lá estava a Carol com a mesma sandalia de salto alto nude, agora com meias 7/8 brancas, a mesma saia godê branca ajustada um pouco mais para cima, deixando um filete de bumbum para fora da saia, assim como da sua bocetinha, a blusinha foi substituida por um top que ficava trançado entre os seios, mas tambem sem sutiã, assim como ela tinha ido na festa.

Carol: Eu queria ter ido assim na festa, vocês acham que ficaria muito vulgar?

Leo: Vulgar não sei Carol, mas talvez você fosse devorada pelos colegas de trabalho do seu namorado!

Carol: Só por causa da minha roupinha?

Disse ela fazendo pose e colocando o dedo na boca.

Leo: Acho que eles perceberiam que a namorada do colega deles é uma putinha bem safada! Você não acha?

Disse o Leo olhando para mim.

Eu: Eu tenho certeza que eles achariam isso! Ainda bem que você não foi assim, não é?

Carol: Eu fiquei com medo de ir assim... (rs)

Disse ela sensualizando as pernas.

Carol: Mas eu amo lingeries e meias, eu fico tão sexy!

Ela nunca tinha revelado isso para mim antes, mas explicava porque ela estava usando isso para o Leo com esta frequencia.

Leo: Agora você colocou calcinha? (rs)

Disse ele rindo.

Minha namorada levantou rapidamente a saia e abaixou, rindo.

Carol: Não! Estou falando das meias!

Leo: Tem algo que você usa que não fica sexy?

Eu: Verdade Leo, ate de moletom velho ela fica gata!

Carol: Tira a roupa!

Eu: O que?

Carol: Vocês dois, tirem a roupa!

Eu fui me despindo, o Leo me olhou e tambem começou a se despir.

Carol: Vou dançar aqui, quem ficar duro mais rapido vai me comer primeiro!

Disse ela rindo, enquanto subia em um pequeno palco que tinha um pole dance.

Carol: Coloca uma musica Amor!

Coloquei uma musica no celular.

Minha namorada dançava lentamente, bem sensual, agarrada no ferro.

O pau do Leo é muito grande e demora a ficar duro, então eu tinha certa vantagem.

Leo ameaçou segurar o pau com a mão, mas Carol foi enfatica e mandou ele tirar a mão do pauzão meia bomba, pois não podia ajudar.

Ela tirou o top e arremessou na cara do Leo.

Depois ficou tocando nos seios e apertando eles, colocando pau no meio como se fosse uma espanhola.

Mas foi quando ela tirou a saia e ficou engatinhando de quatro que meu pau subiu de vez.

A safada estava usando um plug anal.

Carol: É Leo, você vai ficar para depois...

Disse ela vindo na minha direção.

Se abaixou ficando de joelhos na minha frente, colocou as mãos na minha coxa e abocanhou o meu pau com voracidade.

Ela mamava e olhava para o Leo, que nesta altura já estava com o pau na mão deixando ele bem duro para quando chegasse a sua vez de foder a minha princesinha.

Deixou meu pau no ponto e bem lubrificado, se levantou e me puxou pela mão para irmos ate a cama.

Ao passar pelo Leo parou em frente a ele, incliou o corpo e lambeu a pontinha do pau dele, tirando o excesso de pré-gozo que escorria da cabeçona daquela pica.

Carol: Calma Amor, daqui a pouco é sua vez!

Disse ela para a pica dele.

Leo ficava doido com essas coisas que ela fazia.

As vezes eu ate ficava com medo de que ele pegasse a força depois dessas provocações e a machucasse.

Ela ficou de quatro na cama e me chamou para fodê-la na posição que ela mais gostava.

Abri bem a sua bundinha antes de penetrar, para ver o plug enterrado no seu cuzinho.

Carol: Eu estou usando desde que sai de casa! (rs)

Disse ela com o rosto virado para trás, olhando nos meus olhos.

Eu: Sua putinha safada! Tava esse tempo todo sem calcinha e com o plug no rabo?

Carol: Uhhummm, eu queria deixar ele larginho para vocês poderem usar bastante hoje!

Eu: E o que a calcinha tem a ver com isso?

Carol: A calcinha prendia na pedra do plug e estava incomodando! (rs)

Eu: Então você resolveu tirar a calcinha e não o plug?

Carol: Tipo isso Amor! (rs)

Apontei meu pau na buceta dela e soquei tudo, poucas vezes eu tinha visto ela tão molhada.

Eu socava nela e ela gemia olhando para o Leo.

Carol sentiu que eu já estava para gozar e pediu para eu gozar na sua boca.

Assim que tirei o pau de dentro dela, rapidamente se virou e ficou deitada com a boquinha aberta para receber os jatos. Apenas um jato pegou em sua bochecha, escorrendo para a orelha e cabelo, os demais foram todos na sua lingua e ela esperou eu terminar para engolir tudo.

Depois me mostrou a lingua limpinha e ficou com aquele sorriso lindo de satisfação.

Carol: Agora é a sua vez!

Disse ela olhando para o Leo.

Carol: Vem me comer, gostoso! Estou morrendo de saudade dessa pirocona!

Leo se aproximou dela com a pica dura, apontando para cima. Ficou de joelhos sobre a cama.

Carol foi de quatro, engatinhando ate ele pela cama para mamar no pau dele.

Leo começou a passar a mão na bunda dela e tentou mexer no plug, mas novamente ela deu um tapa na mão dele e fez sinal com o dedo, dizendo que não.

Ele pegou a cabeça dela e forçou contra o seu pau, fazendo ela engasgar. A repreendendo por ter sido repreendido. Fez isso para se afirmar como alpha, colocando Carol no lugar dela, de putinha submissa.

Minha namorada entendeu o recado e ficou quietinha, mamando na rola grossa.

Deixou a pica toda babada, pronta para penetrá-la.

Se virou de frente para mim e deixando o rabo na direção do Leo, ele pincelou a cabeçorra na entradinha da buceta e foi forçando, dilatando a ppk dela ate começar a entrar.

O gemido que ela dava quando sentia a bucetinha abrindo era demais para mim, eu quase gozava só de ouvir.

Carol: Ohhhhhh, nossa! Que pica gostosa Mooor! Não me deixa tanto tempo sem ela, tô viciada nessa pirocona Mor!

Disse ela olhando nos meus olhos enquanto recebia o cacete duro na bucetinha pequenininha dela.

Minha namorada sentia as primeiras estocadas do Leo atingindo o seu utero e nosso amigo não perdoava, metia forte e a tratava como uma puta qualquer.

Apertava seu corpo, dava tapas no seu rabo, xingava, puxava cabelo, tudo isso junto com estocadas fortes e profundas.

Não precisava muito ate Carol começar a gozar e depois era um atras do outro, varios orgasmos seguidos.

Principalmente quando ele pegava ela de bruços ou no papai e mamãe, era gozada garantida dela.

Eu ali assistindo tocando minha punheta delirava junto com a minha namoradinha, assistindo ela ter todo aquele prazer na rola do meu melhor amigo.

Mas o melhor foi quando Carol pediu para trocar de posição novamente e voltou a ficar de quatro.

Carol: Amor? Vem cá!

Me chamou para perto dela.

Carol: Pega na minha bolsa o tubo de KY por favor?

Eu fui achando que seria para lubrificar a buceta dela, mas na verdade era para outra coisa.

Voltei com o tubo na mão e entreguei ao Leo.

Carol: Mooor? Tira o plug para mim? Tem que ser bem devagarzinho tá bom?

Disse ela com voz super manhosa.

Leo que estava posicionado atras dela, se afastou um pouco, mas não muito. Acho que não queria perder a vez.

Eu segurei firme no plug e fui puxando bem lentamente.

Carol reclamava sentindo o anelzinho dela se abrindo para a saida do plug que era bem grosso, não tão grosso quanto o pau do Leo, mas bem mais grosso que o meu pau.

Carol: Ai! Devagar amor! Ai! Aaai! Devagar!

No momento que passou a parte mais grossa o resto passou facil, mas quando tirei por completo eu vi o anelzinho dela piscando e não fechava por completo, ficava uma pequena abertura do tamanho de um dedo mindinho.

Carol: Leo, come o meu cuzinho?

Disse ela olhando nos olhos do Leo, com voz manhosa, quase implorando.

Ele tão ansioso por isso, nem respondeu. Apenas lambuzou o pau com o lubrificante e ainda passou um pouco no buraquinho dela.

Ela virou o rosto para mim, me olhava com aqueles olhos apreensivos, sabia que iria doer, sabia que seu cuzinho nunca mais seria o mesmo, mas os olhos dela diziam que ela estava fazendo isso por mim.

Quando o Leo encostou o pau no cuzinho dela, foi quase como um choque, eu vi o corpo todo dela tremer, ela estava muito ansiosa, eu conhecia Carol, devia estar sentindo o estomago revirando.

Ele forçou um pouco, apertando bem a cabeça para facilitar e tentar ultrapassar aquela barreira inicial.

As pregas de Carol lutavam contra.

Mas o Leo era forte e determinado, não desistiu, foi forçando a entradinha ate ceder.

Quando entrou a cabeça toda Carol urrou, um grito que provavelmente fez todo o motel ouvir que na suite dois um cú estava sendo fodido por um cavalo.

Carol: Ai caralho! Devagar porra! Que dor!

Disse ela com o rosto todo contraido, as costas arqueadas impulsionando o corpo para a frente para tentar escapar da piroca grossa.

Leo fazia força para segurá-la e posicioná-la com o rabo empinado, assim como estava inicialmente, favorecendo a penetração dele.

Leo: Aguenta puta! Daqui a pouco fica bom! Você vai ver!

Disse ele ordenando que ela parasse de mexer.

Meu amigo voltou a forçar a rola dentro dela e mais um pouco tinha entrado, o cuzinho finalmente aceitava mais alguns centimetros daquela pica monstruosa.

Carol: Ai Amor! Ele esta comendo o meu cú! Era isso que você queria ver!

Disse ela olhando nos meus olhos.

Os olhos dela estavam cheios de lagrimas.

Carol: Aaaai! Aaaaaaaai!

Gritava ela a cada tentativa do Leo de forçar mais a entrada.

Leo passava mais KY, tirava um pouco e voltava a forçar.

Mais da metade já estava dentro dela.

Carol gemia alto e gritava.

Leo deixou ela se acostumar um pouco com o volume todo que ocupava o seu cuzinho. Se inclinou sobre ela, beijando suas costas e a sua nuca, cochichou no ouvido dela que ela era a puta dele e ele a comeria do jeito que quisesse, fez ela confirmar, o que eu achei que ela nunca faria, mas disse com todas as palavras para ele, que agora ele era o macho dela.

Eu estava quase gozando vendo ele ali sobre ela, o corpo pequeno dela subindo embaixo do dele, ele exercendo total dominio daquele femeâ, da minha princesinha.

Dei a volta para ver a pica socada no cú dela por entre as pernas deles.

O cuzinho todo dilatado para receber aquela grossura toda.

Ate a buceta estava aberta e pingava o seu mel sobre o lençol manchado da cama do motel.

Levei meu dedo ate a sua buceta e passei sobre o clitoris, recolhendo um pouco daquele liquido que escorria.

Leo voltou a fazer movimentos com o quadril, rebolando com a pica atolada nela.

Carol gemia alto, mas agora delirando de prazer.

Ela viu que ficou gostoso quando eu mexi no seu clitoris.

Eu: Leo, massageia a buceta dela!

Disse eu para melhorar a experiencia da minha garota.

Ele passou uma mão por entre as pernas da Carol e começou a dedilhar o seu clitoris.

Carol urrava de tesão.

Leo sincronizava as estocadas no cuzinho dela e o dedo na buceta.

Eu via a minha namorada de quatro revirando os olhos.

Carol: Nossa Mor! Que tesão! Fode a minha bunda Leo! Me come caralho! Que delicia dar o cú para você!

Dizia ela toda excitada, doida de prazer, como eu nunca tinha visto antes.

Quando ela ficava com tanto tesão assim ela era outra pessoa, eu mal conseguia reconhê-la. Ela literalmente se transformava.

Eu voltei para a frente dela para ver melhor a sua expressão facial.

Leo: Que cú apertado Carol! Esse é o cuzinho mais gostoso que eu ja comi!

Dizia ele socando com força no cú dela.

Carol: Ai! Ta muito gostoso! Soca tudo no meu cú soca!

Leo já não se continha e o cuzinho de Carol engolia toda a pica dele com maestria.

Dava para ouvir o som das grandes bolas do saco dele chocando-se contra o corpo da minha pequena namorada.

Carol: Caralho! Isso é muito gostoso!

Eu quase não ouvia ela falando palavrão normalmente, era somente nesses momentos.

Meu tesão estava no limite eu ate parava um pouco de mexer no meu pau para não gozar.

Carol: Olha corno! Seu amigo tá arrombando meu cú! Ele vai deixar meu cuzinho todo largo para você comer depois!

Disse ela transtornada de tanto tesão.

Carol: Me fode caralho! Fode a sua puta! Ai! Vou gozar assim! Tá muito gostoso! Ahhhhhh...

Gozou se contraindo toda.

Leo: Falei que você iria gostar Carol! Olha só você gozando pelo cú!

Disse ele todo orgulho de si.

Leo: Te fiz gozar gostoso né?

Ela recobrando a consciencia, caida sobre a cama, o rosto vermelho e todo suado, mexia dizendo que sim.

Olhou para mim com um sorriso lindo, cansada e satisfeita.

Carol: Sua vez agora!

Disse ela para mim, se ajeitando na posição de frango assado.

Leo saiu de perto e eu fui para cima dela, posicionando a pica na entrada da bucetinha, mas ela pegou meu pau e mirou no cuzinho.

Carol: Não, quero sair daqui com o cú ardido, quero satisfazer meus dois machos!

Olhei para aquele cuzinho todo avermelhado, estava inchado, assim como sua bucetinha, nem fechava por completo e agora não era apenas o diametro do dedo mindinho, era um polegar e daqueles bem grossos.

Não fiquei com dó, soquei com força no cú arrombado dela.

Enquanto eu socava, Carol puxou o Leo pela mão para se aproximar dela.

Carol: Vem cá!

Leo foi aproximando dela, ele não sabia se ela queria mamar ele, então foi a primeira coisa que ele ofereceu a ela. Mas Carol puxou ele ate os rostos ficarem proximo e então, o beijou na boca, eu via a lingua dela dentro da boca dele e depois as duas linguas se entrelaçando.

Eu fodia o cú da minha namorada enquanto ela beijava meu melhor amigo na boca.

Leo sentia o gosto da boca dela e da minha porra.

Eu assistia aquela cena deles namorando e fui tomando por um ciume, mas antes de fazer qualquer coisa eu gozei. Enchi de leite no buraquinho dela.

Carol parou de beija-lo e gemeu ao sentir a porra quente dentro dela.

Eles sorriram um para o outro.

Carol: Goza na minha boquinha?

Leo aproximou o pau da boca dela e punhetou ate a porra grossa e quente jorrar por todo o rostinho da minha namoradinha puta.

Ela lambeu e sugou toda a porra que ainda da pica dele, engolindo tudo.

Ele se levantou e foi ao banheiro, deixando ela deitada lá, com o rosto cheio de esperma do seu macho, as meias 7/8 estava rasgadas, o cú todo arrombado, mas cheia de satisfação e orgulho por ter conseguido dar o rabinho para o macho pauzudo.

Quando Leo voltou do banheiro ele a viu ainda na cama, na mesma posição.

Ajudou ela a tirar as sandalias de salto alto, tirou as meias, ainda beijou os pés dela antes de pegá-la no colo e levar para o chuveiro quente.

Eu de onde estava sentado conseguia ver eles se beijando no chuveiro, pois não haviam paredes, apenas o box de vidro.

Ele ensaboava o corpinho dela, apertava os peitinhos e os beijava.

Não demorou muito ate eu ver a pica dele ficando dura novamente e ele comeu a buceta da Carol debaixo do chuveiro, segurando ela no ar. Minha namorada pulava no caralhão dele, com os braços envoltos da sua nuca.

Ela gemia e o beijava.

Ate que ele gozou dentro dela.

Sentia ciume, mas não conseguia negar o quanto isso me dava tesão, pois era evidente com o meu pau duro novamente, assitindo minha doce namoradinha sendo puta de outro homem.

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