Comprei Um Carro E Descobri Que Sou Corno - 6

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 749 palavras
Data: 11/03/2026 11:45:03

Eu deveria ter voltado pra festa do meu filho. O que aqueles dois faziam ali dentro não era da minha conta. Ou pelo menos, não devia ser.

Mas eu não voltei.

Não sei que porra de impulso doente me fez ficar. Talvez fosse o mesmo instinto que nos obriga assistir vídeos de decapitação na internet ou acidentes de carro. Ou talvez eu só quisesse gravar cada segundo na memória, pra quando chegasse a hora de cobrar, não esquecesse de colocar os juros na conta.

Eu sabia que a janela do banheiro dava pra garagem do térreo. Era alta, mas tinha um carro estacionado bem embaixo — um Corolla velho do síndico. Subi no capô com cuidado pra não amassar a lataria. O metal rangeu um pouco sob meu peso. De pé ali, com o coração na garganta, conseguia ver tudo pelo vidro fosco.

Letícia estava prensada contra a parede de azulejo, as pernas enroladas na cintura dele, o vestido florido todo embolado. Felipe já estava só de cueca, o pau duro roçando na calcinha dela, enquanto segurava as coxas dela com força, os dedos afundando na carne. Os dois num beijo de língua interminável.

“Hoje não tem escapatória. Nada de frescura.”

“Eu sei… eu sei…”, ela respondeu, ofegante. “Já não falei que vou fazer?”

Ele soltou ela no chão. Letícia desceu devagar, e curvou apenas o tronco pra frente. Puxou a cueca dele pra baixo com uma mão, segurou o pau com a outra, e engoliu aquela rola inteira, sem preliminar. Chupou rápido, forte, fazendo um barulho exagerado. Depois tirou da boca, deu duas cuspidas bem dadas na cabeça e esfregou com a palma da mão, deixando o pau dele brilhando.

Se virou, colocou as duas mãos na privada, empinando a bunda. O vestido subiu sozinho. Felipe não perdeu tempo. Se alinhou atrás dela e segurando minha esposa, foi aos poucos introduzindo o pau no cu dela.

Letícia soltou um gemido curto, meio dor, meio prazer, mordeu o lábio inferior daquele jeito que ela sempre fazia quando estava pensando — ou quando estava aguentando.

“Isso… vai devagar no começo…”

“Não precisa me dar instrução, eu sei como faz…”, respondeu, segurando a cintura dela com as duas mãos e indo mais fundo. “Caralho, como você aperta…”

Aumentou o ritmo. O som dos quadris dele batendo na bunda da minha esposa ficaram cada vez mais alto. Letícia jogava a cabeça pra trás de vez em quando, o cabelo loiro grudando no pescoço suado. Gemia baixo, não conseguia parar quieta.

“Mais forte… vai… fode o meu cu”, pediu, uma voz fingida, como se fosse uma triz pornô.

Felipe obedeceu. Agarrou mais forte, o corpo dele colado nas costas dela. O pau entrava e saía inteiro.

“Você gosta assim, né? Gosta de dar o cu pro seu macho enquanto o corno tá lá fora brincando de pai de família.”

Ela riu baixinho, um riso entrecortado pelos impactos.

“Cala a boca e goza logo… goza dentro… eu quero sentir você gozando no meu cu…”

“Porra, Lê… você é safada demais…”

Ele acelerou. Os gemidos dele ficaram mais altos, mais descontrolados. Letícia começou a provocar, rebolando contra ele, apertando.

“Isso… goza… goza no cu da sua puta… enche meu cu de porra… vai… eu sei que você quer… goza logo, seu filho da puta…”

Foi o gatilho. Felipe deu um grito rouco, agarrou a cintura dela com tanta força que deixou marcas na pele e gozou. O corpo dele tremia inteiro, os quadris empurrando uma última vez, bem fundo. Ficou parado ali uns segundos, ofegante, ainda dentro dela, como se quisesse deixar cada gota escorrer pra dentro.

Quando ele saiu, Letícia ficou inclinada na privada por mais um instante, respirando pesado. Enquanto se ajeitava, ela olhou pra ele com aquele sorrisinho calmo de sempre.

“Não vai se acostumando, hein?”, disse, voz baixa, quase carinhosa. “Só deixei hoje porque é aniversário do seu filho.”

Seu filho.

Quando ouvi aquilo, minhas pernas pararam de funcionar. Eu caí de costas no Corolla.

Ouvi a porta abrindo rápido e os passos pesados de Felipe em direção ao estacionamento. Os dois com certeza escutaram o barulho.

Me recuperei o mais rápido que consegui e saí correndo de volta para o salão.

Me misturei na multidão.

O palhaço fez o último truque.

Cantaram parabéns.

Pedro soprou as velinhas.

Todo mundo batia palma.

E eu só pensava no que fazer da minha vida depois daquela revelação.

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Quem quiser o final desse conto completo até o final, é só ir no www.ouroerotico.com.br

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Comentários

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só resta um caminho, pé na bunda de todos eles.

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Só resta ele largar de enrolação e postar logo o conto, nem 1k de palavras. No fim quer jogar lá pro site dele que tem que pagar para ler

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Oi! Todos os contos tão de graça no site e com todos os capitulos que eu escrevi. Só precisa criar uma conta.

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