MINHA ESPOSA QUER UMA TROCA DE CASAL PT 8 FINAL

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Grupal
Contém 947 palavras
Data: 11/03/2026 12:21:06

A tarde caiu devagar. O sol já baixo, luz laranja batendo nas paredes da sala. Suzy se levantou da cama, corpo ainda marcado de vermelho — tapas, unhas, mordidas, suor seco brilhando na pele morena clara. Pegou a calcinha rendada do chão, vestiu sem pressa, depois o sutiã. Olhou pra gente embolada nos lençóis — eu, Rode e Viviane — e deu um sorriso torto, daqueles que dizem “foi foda, mas acabou por hoje”.

“Vou embora agora. Treino cedo amanhã. E vocês... precisam de um tempo só de família.”

Rode, ainda ofegante, riu baixinho. “Volta quando quiser, Suzy. A porta fica aberta pra você.”

Viviane, deitada de lado, coxas grossas abertas, assentiu. “Você virou parte disso. Não some.”

Suzy piscou, beijou a boca de cada um — Rode primeiro, língua lenta; Viviane depois, mordendo o lábio; por fim eu. Beijo longo, mão apertando meu pau mole por cima do lençol.

“Você aguentou bem, Sandro. Da próxima eu que mando.” Virou, balançou a bunda dura e saiu. Porta fechou suave. Silêncio caiu pesado, só respiração e cheiro de sexo velho no ar.

Olhei pras duas. “Hoje eu não vou trabalhar. Fico aqui. Com vocês.”

Rode sorriu safada. “Boa. Vamos esperar os meninos chegarem da escola. Eles vão querer participar.”

Viviane passou a mão no meu peito. “Eles chegam daqui a pouco. Vamos deixar eles verem... tudo.”

Fiquei ali, pelado, esperando. Corpo cansado, mas pau já mexendo só de pensar no que ia rolar.

Porta da frente abriu. Passos na sala. Mayer e Cristiano entraram, mochilas jogadas no chão. Viram a gente na cama gigante, portas do quarto abertas, corpos nus embolados. Pararam. Olhos arregalados.

Mayer engoliu seco. “Pai... mãe... Rode...”

Cristiano riu nervoso. “Caralho... já começaram sem a gente?”

Rode se sentou, peitos balançando. “Tirem a roupa, meninos. Hoje é dia de família completa. Chegaram na hora certa.”

Eles não hesitaram. Camisetas, shorts, cuecas no chão. Paus de 23 cm já meia-bomba, endurecendo rápido. Vieram pra cama.

Eu puxei Viviane pra cima de mim primeiro. Ela montou devagar, buceta negra depilada escorrendo só de olhar pros filhos. “Meus meninos... olhem como a mãe vai ser fodida pelo pai de vocês. Na frente de vocês.”

Coloquei o pau na entrada. Ela desceu devagar, gemendo rouco. “Ai... Sandro... na frente deles...”

Metei fundo. Saco batendo na bunda dela. Viviane rebolou, olhos nos filhos. “Olhem... o pai de vocês me arrombando... bem devagar... pra vocês verem tudo.”

Mayer e Cristiano tavam do outro lado da cama. Rode já de quatro, bunda empinada pra eles. “Vem, filhos. Um na buceta, outro no cu. DP na madrasta de vocês. Quero sentir os dois paus grandes ao mesmo tempo.”

Mayer foi por trás. Colocou a cabeça no cu dela. Rode gemeu: “Devagar no começo... mas mete tudo, menino. Quero sentir o pau do meu enteado no cu.”

Cristiano por baixo, na buceta. Entrou devagar. Rode gritou: “Ai... dois paus... me enchendo... me rasgando gostoso...”

Começaram a meter ritmado. Barulho molhado, pele batendo. Rode rebolava louca. “Isso... fodam a madrasta... gozem dentro... encham os dois buracos...”

Eu acelerava em Viviane. Segurei os seios pesados dela, apertando os mamilos duros. “Olha pros seus filhos, Viviane. Eles tão fodendo a Rode... DP na sua nora... e eu tô te fodendo na frente deles. Olha como eles metem forte.”

Viviane gemia alto: “Meus meninos... olhem a mãe gozando no pau do pai... olhem como eu aperto...”

Mayer gemeu rouco, metendo no cu da Rode: “Pai... olha... tô fodendo a madrasta... no cu...”

Eu respondi, voz grossa: “Vai, filho... mete fundo... goza dentro do cu dela. Enche a madrasta pro pai ver.”

Cristiano, metendo na buceta da Rode: “Pai... posso gozar dentro dela? Na buceta?”

“Pode, filho... goza na sua madrasta. Enche a buceta dela. Mostra pro pai como você goza forte.”

Rode gritou: “Isso... gozem... me encham... família toda gozando...”

Viviane gozou primeiro. Buceta apertando meu pau como pinça, corpo tremendo todo. “Ai... Sandro... goza dentro... na frente dos meninos... enche a mãe deles!”

Gozei forte, jorrando quente dentro dela. Porra escorrendo pelas coxas grossas, pingando no lençol.

Do outro lado, Mayer gozou no cu da Rode. “Madrasta... tô gozando... ai... enchendo teu cu...”

Cristiano gozou na buceta dela. “Pai... tô enchendo ela... toma tudo...”

Rode gozou gritando, corpo convulsionando, buceta esguichando no pau do Cristiano. “Isso... família... gozando juntos... porra em todo buraco...”

Caímos todos na cama. Porra vazando por todos os lados, corpos suados colados, respirações pesadas. Risadas baixas. Abraços desajeitados.

Mayer beijou a mãe na boca, devagar. “Mãe... eu te amo. Mesmo assim. Mesmo com tudo isso.”

Viviane chorou de leve, lágrima escorrendo. “Eu também, meu menino. Sempre. Vocês são meu mundo.”

Cristiano abraçou Rode por trás. “Madrasta... você é foda. Obrigado por aceitar a gente assim.”

Rode riu, voz rouca. “E vocês são uns paus de respeito. Herdados do pai. Agora são meus também.”

Olhei pros meus filhos. Pros meus amores. Pra minha família torta, suja, quente pra caralho.

“Então tá. Sem mais segredo. Sem mais culpa. Isso aqui é nosso. Todo dia. Toda noite. Como a gente quiser. Ninguém de fora. Só nós cinco.”

Viviane sussurrou, voz tremendo: “Pra sempre?”

Rode respondeu, beijando minha boca: “Pra sempre.”

Mayer sorriu, encostando a cabeça no ombro da mãe. “Pai... obrigado por não fugir. Por ser nosso pai... de verdade.”

Cristiano completou: “E por nos deixar... ser assim. Sem julgamento.”

Eu abracei todo mundo. Corpos quentes, cheiro de sexo misturado com cheiro de casa, de família.

“Eu que agradeço. Por tudo. Por serem meus filhos. Por serem meus. Por aceitarem isso.”

Sol se pondo lá fora. Piscina brilhando no quintal. Câmeras de segurança piscando discreto, gravando tudo em silêncio.

E a vida seguiu. Errada pra caralho. Proibida. Quente. Nossa.

Fim.

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