Estrela é uma mulher transexual, hoje com seus 38 anos, é considerada uma mulher muito bonita e feminina, casada há alguns anos com seu marido, Estrela carrega uma história triste e sofrida e um filho que ela não planejou, mas amou desde os primeiros dias.
O aniversário de 18 anos de seu filho era algo que a deixava eufórica, seu filho era agora um homem grande, forte, bonito e desejado por todas as garotas à sua volta. Cantavam parabéns para ele e ela se lembrou de uma antiga promessa.
Seis anos atrás
— Parabéns meu amor! — Estrela disse abraçando Carlinhos, seu filho no aniversário de 12 anos
Naquela noite todas tinham ido embora, ela limpava a sujeira dos amigos e o colocava na cama.
Estrela fez uma limpeza superficial e resolveu ir dormir, seu marido estava no quarto trabalhando no computador, quando ela entrou beijou-o amorosamente e foi ao banho, ele entrou em seguida.
Se abraçaram, beijaram e se ensaboaram, saíram para o quarto e fizeram amor, Estrela cavalgando devagar por cima, rebolando sensualmente enquanto seu marido masturbava seu pênis duro ambos gemendo de prazer até explodirem em orgasmo quase ao mesmo tempo, ele dentro dela, ela no peito dele.
Estrela beijou-o satisfeita e limpou o próprio sêmem do corpo do marido com os próprios lábios e guardando na boca, levantou-se e foi até o banheiro, se limpou e vestiu um roupão, sentia fome, resolveu ir até a cozinha e se assustou quando viu seu filho sentado no banquinho do balcão tomando um copo de água.
Ela fechou o roupão quando o viu, o corpo ainda arrepiado pelo sexo.
— Querido, o que está fazendo acordado? — Ela se aproximou sentando-se na frente dele.
— Eu estou sem sono — Ele respondeu olhando para o copo de água
— Quer comer algo? Estou com fome — Ela respondeu se levantando e indo até a geladeira, fez um sanduiche de atum e dividiu com ele, sentaram-se para conversar
— Mamãe — Carlinhos disse receoso — O que a senhora estava fazendo?
— Eu? — Ela perguntou franzindo a testa — Tomando banho, por quê?
— Não, agora no quarto com o André — Carlinhos perguntou se referindo ao sexo com o Marido.
Estrela sentiu um solavanco no corpo, sua testa esquentou de nervoso, ela gaguejou
— Eu, é, você, aquele... você viu? — Ela perguntou engasgando-se com o sanduiche
— Vocês estavam fazendo amor? — Ele perguntou direto
Ela respirou fundo e olhou para ele, moravam juntos a menos de dois, anos, Carlinhos havia vindo morar com ela depois do falecimento da mãe biológica e foi match instantâneo, mesmo não se conhecendo ambos se amaram desde o primeiro instante e passaram a ser como unha e carne o tempo todo, Carlinhos confiava cegamente em Estrela e ela o amava incondicionalmente.
Estrela estudava muito sobre psicologia infantil e não queria traumatizar, mentir ou enganar seu filho, soltou o ar dos pulmões
— Sim, nós estávamos fazendo amor, mas não era para você ver isso — Estrela disse preocupada — Foi um descuido meu
— Mas foi bonito — Ele disse
— Não interessa, você é muito novo para ver essas coisas, não é para você ficar espionando, isso é feio — Estrela disse nervosa
— Eu não estava espionando, ouvi um barulho e achei que você estivesse sendo machucada, então vim ver — Carlinhos disse abaixando a cabeça
Ela fechou os olhos pensando
— Querido — Falou pensativa — Obrigada por isso, por defender a mamãe, mas vamos cuidar para isso não acontecer mais, eu estou ótima.
Ele se calou por um instante, mastigando o sanduíche.
— Eu posso fazer amor também? — Ele perguntou olhando para ela com receio
Ela arrepiou-se de novo
— Pode sim, mas não agora, só quando você tiver dezoito anos, você é novo demais — Ela respondeu séria — Isso é algo muito importante, não se pode fazer com qualquer um e só pode fazer na idade certa, você entendeu?
Ele não respondeu, ela reforçou a pergunta
— Carlinhos, você entendeu? — Ela reforçou
— Entendi — Ele disse balançando a cabeça
Os pensamentos de Estrela foram longe, lembrou-se que foi abusada quando era criança, e ocorreu que aquilo poderia estar acontecendo com seu filho
— Amor — Ela esticou a mão por cima do balcão e segurou na mão dele — Você confia na mamãe?
Ele fez que sim com a cabeça.
— Quando a mamãe tinha a sua idade, uma pessoa tocou na mamãe de um jeito que não deveria, isso está acontecendo com você? — Ela perguntou receosa
— Não — Ele respondeu parecendo assustado — O que ele fez?
Estrela apenas entortou o canto da boca, Carlinhos continuou
— Fez amor com você? — Ele perguntou curioso
— Não, ele fez sexo comigo — Ela respondeu por instinto — Mas eu não estava pronta e foi muito muito ruim, demorei anos até me recuperar disso
Carlinhos ficou assustado, ofegante, Estrela continuou
— Então, algo assim está acontecendo com você? Alguém está falando algo para você ou falando algo? — Estrela perguntou nervosa
— Não mamãe, não está — Carlinho afirmou
— Querido, se alguém disser que alguém é maduro para a sua idade, não acredite, você é tão maduro quanto tem que ser — Ela disse nervosa segurando as mãos dele
— Ele te machucou? — Carlinhos perguntou
Estrela abaixou a cabeça e fechou os olhos, as lágrimas caíram quando ela se lembrou do que aconteceu, não queria falar, não queria lembrar, não queria que seu filho passasse sequer perto daquela maldade, ela soltou as mãos dele e segurou o rosto com as duas mãos sem poder evitar o soluço do choro que veio
— Desculpa querido — Estrela disse olhando para frente, mas não encontrou seu filho, imediatamente sentiu ele a abraçando de lado
— Eu to aqui mamãe, nada de mal vai acontecer com você de novo tá? — Ele falou a abraçando, ela se virou e o apertou forte chorando no ombro dele por vários minutos
— Obrigada meu anjinho — Ela beijou o rosto dele — Por isso eu quero que você fique esperto e me conte se algo do tipo sequer ameaçar acontecer com você, porque me fez muito mal e isso não vai acontecer com você. Promete me contar?
— Prometo — Ele disse limpando as lágrimas dela — Não chora, eu tô aqui, não vai acontecer nada comigo, eu não vou fazer amor com ninguém — Ele disse preocupado
Ela riu
— Não querido, amor você vai fazer só quando for mais velho, quando souber o que é, isso parece complicado agora, mas no futuro vai ser claro.
— Mas eu não sei o que é — Ele disse sem entender
Ela respirou fundo, ele continuou
— Eu vou fazer amor com você? — Ele perguntou olhando para ela curioso
— Não! — Ela falou mais alto do que queria, olhou em volta com medo de acordar os outros da casa — Não — Falou mais baixo
— Eu não posso fazer amor com você? — Ele perguntou sem entender
— Meu querido — Ela disse acariciando o rosto dele — Eu disse, não pense muito nisso, ainda não é para você, não é assim que funciona, um dia vai ficar mais claro pra você, você vai amar alguém e aí sim vai entender isso.
— Mas eu te amo — Carlinhos disse com ternura
Ela sorriu e o abraçou
— Eu também te amo, mais que tudo nesse mundo, mas não pé isso, é diferente, eu juro que você vai entender com o tempo, se tiver alguma dúvida eu posso te falar algumas coisas, mas tem coisas que ainda não são pra você — Ela disse pensativa — E por favor, não vá atrás disso ainda na internet, por que eu sei que você é curioso
Ele ficou quieto, ela ergueu uma sobrancelha
— Você já foi né? — Ela perguntou curiosa
— Já — Ele disse
— E o que você descobriu? — Estrela perguntou curiosa
— Que as pessoas ficam peladas igual você ficou com o André e o menino coloca o negócio dele...
— Isso — Estrela interrompeu — É isso que você não devia ver ainda, me promete que não vai ficar vendo essas coisas, por que fazem mal pra você agora
— Prometo — Carlinhos respondeu
— Eu não vou te monitorar, nem te proibir nem bloquear nada, mas eu vou ficar muito decepcionada se perceber que você está vendo essas bobagens tá? — Estrela disse
— Tá bom mamãe — Ele disse envergonhado
— Agora dá um abraço na mamãe — Ela disse carinhosa e ele deu
— Mamãe quando eu vou poder saber o que é fazer amor? — Ele perguntou no abraço.
Ela pensou um pouco
— No seu aniversário de dezoito anos você vai saber — Estrela disse empurrando-o e tocando no nariz dele
— Alguém vai me contar? — Carlinhos perguntou curioso
— Se você quiser, é só me pedir que eu mesma te conto — Ela sorriu — Não vou te deixar no escuro tá?
— No escuro? — Carlinhos perguntou sem entender
— É, é uma forma de dizer, eu quero dizer eu você não vai ficar sozinho por que eu vou iluminar o caminho pra você algo assim — Estrela disse animada
Carlinhos pensou um pouco e sorriu
— Você vai ser minha estrela guia! — Falou lembrando-se de algo
Estrela sorriu
— É isso, eu vou ser a sua estrela, a sua estrela particular
— A estrela do meu universo! — Carlinhos disse citando uma música que eles gostavam
— Isso! — Ela disse animada entendendo a referência
— Combinado — Ele sorriu animado
— Agora vamos dormir mocinho — Ela falou puxando-o para o quarto, colocando-o na cama e dando um beijo na testa.
A partir daquela noite Estrela passou a fechar a porta do quarto com chave quando fazia amor com seu marido André.
Dias atuais
— Parabéns meu amor — Estrela falou ao dar um celular novo ao seu filho na frente de todos os amigos dele
Carlinhos abraçou a mãe e agradeceu o presente, estavam em sua própria casa, Estrela adorava fazer festas em casa pois tinham muito espaço e mesmo sendo bem de vida ela achava mais barato, Carlinhos não ligava.
André, o Padrasto de Carlinhos deu um videogame Playstation de última geração ao garoto agora com dezoito anos.
A festa foi divertida, tanto pais dos garotos como os próprios participaram, determinado momento Carlinhos e os amigos saíram para algum lugar que Estrela desconhecia, mas ela não ligava, estava orgulhosa do filho que havia criado, um homem inteligente, íntegro, educado, forte e bonito.
No início da madrugada estrela estava exausta, tomou um banho e foi até seu quarto, seu marido a seduziu e fizeram amor de maneira deliciosa, com ela de quatro na cama, ele agarrava a cintura dela enquanto o cabelo longo e com as pontas loiras roçavam na cama e seu pinto cumprido balançava tocando o travesseiro que colocou para facilitar a posição
André gozou gemendo, Estrela sentiu o sêmen quente entrar nela e pela visão periférica viu um movimento através da fresta da porta.
Depois de gozar André praticamente desmaiou, Estrela foi ao banheiro sem gozar, frustrada e cansada da falta de atenção sexual que o marido vinha lhe negando e tomou um banho, pensativa, olhou seu celular e não havia mensagem nenhuma de Carlinhos, não queria ficar mandando mensagem parecendo uma mãe chata, então vestiu um roupão de seda e saiu do quarto.
Para sua surpresa Carlinhos estava sentado no balcão da cozinha, ela teve um Dejavu, era a mesma cena de anos atrás quando ele era mais novo, inexperiente, diferente daquele homem grande e forte que estava na frente dela
Ela não pode evitar de sorrir quando o viu ali parado, aparentemente sem nenhum arranhão.
— Ah, você já chegou meu amor — Ela se aproximou e beijou-o na bochecha, mas viu que ele não estava com uma expressão agradável — Tá tudo bem?
— Mais ou menos — Ele respondeu cabisbaixo
— Brigou com a moreninha? — Estrela falou sentando-se na frente dele
— Mais ou menos, ela brigou comigo — Ele disse pensativo
— Por quê? — Estrela perguntou — O que houve?
— A gente foi pra casa dela, ficamos lá, os pais não estavam — Ele falou
Estrela corou, entendia o que ele iria falar
— Vocês... — Estrela disse nervosa
— Ela queria, mas eu não — Carlinhos disse sem encarar a mãe
— Ah — Estrela respondeu — Se você não gosta dela, tudo bem meu amor, tudo tem seu tempo
— Eu gosto dela — Carlinhos disse — Mas não era assim que eu queria
— Como assim? — Estrela perguntou franzindo a testa — Como você queria
— Eu gosto dela, mas eu queria fazer amor — Carlinhos disse olhando para Estrela
Ela engoliu seco, era uma conversa muito intima, eles eram sinceros um com o outro, mas nunca haviam entrado tão fundo no assunto de sexo desde a conversa sobre isso anos e anos atrás
Estrela coçou a têmpora
— Não entendi, se você gosta dela por que não queria fazer amor com ela? — Estrela perguntou confusa
— Por que amor a gente só faz com quem a gente ama — Carlinhos disse — A senhora mesma me disse isso
Estrela piscou forte, sem saber como responder
— E eu só vou fazer amor com quem eu amo — Carlinhos disse sério
Estrela engoliu seco de novo
— Você está certo, você que tem que decidir isso, só faça quando for importante para você e quando achar a pessoa certa — Estrela disse nervosa, mas tentando passar calma e experiência ao filho
— Eu sei quem é a pessoa certa — Carlinhos disse
— E ela não quer fazer amor com você? — Estrela perguntou, Carlinhos a encarou por alguns segundos, Estrela se corrigiu — Ou ele?
Carlinhos sorriu
— É uma mulher — Carlinhos disse
Estrela sentiu um alívio no peito, ela era uma mulher transexual, óbvio que não tinha nada contra o filho ser gay, mas esperava que ele fosse heterossexual pois a vida dele seria mais fácil, não queria ver ele sofrendo de nenhuma maneira, mas nunca passou essa informação pra ele, só incluía em suas orações que ele não passasse pelas dificuldades que ela passou no fim da adolescência e ouvir aquilo era um alívio.
— Então, quem é? — Estrela disse — Se não quiser me falar eu entendo
Carlinhos abaixou a cabeça sem responder
Estrela não insistiu
— Ok, vou fazer um lanche pra mim, você quer? — Perguntou ao filho
— É você — Ele respondeu quando ela pegava o pão na mesa atrás de Carlinhos
— Eu o que? — Ela perguntou sem entender
— Você é a mulher que eu amo — Ele disse
— Eu também te amo meu amor — Ela respondeu e entendeu o que isso significava, parou e virou-se para ele — Vira para mim por favor — Ela falou com a expressão severa
— Explica isso pra mim direito por que acho que eu tô com sono — Estrela disse
— Mãe — Carlinhos disse nervoso — Quando a gente conversou, aquela vez no meu aniversário, a senhora disse que ia me mostrar o que era fazer amor, que ia me explicar
— Sim, eu disse — Estrela disse — O que tem?
— Eu quero saber o que é fazer amor — Carlinhos disse
— Bem — Estrela disse desconcertada — A gente pode falar então, pode me perguntar eu respondo o que você quiser — Ela disse nervosa preparando o sanduiche de atum que tanto ele como ela amavam
Sentou-se na frente dele com dois sanduiches
— Eu sei tudo o que tem para saber sobre isso — Carlinhos disse nervoso
Estrela pensou por alguns segundos e mordeu o sanduiche
— Eu não entendi então, o que você quer falar? — Estrela disse sentindo o estômago revirar
Carlinhos ficou quieto, pensativo encarando o pedaço de pão enquanto a mãe o encarava
— Hein — Estrela fez os pratos se chocaram chamando a atenção dele — Explica o que você quer dizer Carlos Henrique
Ele olhou para ela, só falava o nome dele quando ele estava encrencado ou ela estava nervosa
— Nada mãe, deixa — Carlinhos disse
Ela respirou fundo
— Tá, calma, desculpa — Ela falou soltando o pedaço de pão e esticando as mãos sobre o balcão esperando-o pegar, sempre faziam isso para ter uma conexão, ele segurou nas mãos dela — Não tem mentira entre a gente, certo?
— Certo — Ele disse olhando nos olhos dela
— Então me fala — Estrela disse
— Eu não quero falar, você vai ficar brava — Ele disse
— Eu juro por Deus que vou ouvir o que você tem a dizer sem brigar com você — Estrela disse
Carlinhos a encarou por alguns segundos, os olhos vermelhos, uma lágrima desceu, ele tremia, ela sabia o que ele iria dizer
— Fala — Ela sussurrou
— Eu quero fazer amor com você mamãe — Ele disse
Ela soltou as mãos dele, se levantou do banquinho, ficou com o corpo ereto, notou que os seios entumecidos marcavam no pano do Hobby, por instinto cruzou os braços cobrindo os seios
Olhou para ele com reprovação
— Você disse que não ia ficar brava, disse que a gente podia falar tudo uma para o outro — Carlinhos falou chorando
Ela deu as costas
— Eu falhei como mãe — Ela disse nervosa, foi em direção ao quarto
— Não mãe, não falhou — Ele deu a volta no balcão e abraçou por trás
— Não me toca — Ela ordenou e ele a soltou imediatamente
— Não me odeie — Carlinhos disse enquanto ia caminhava em direção ao quarto
Ela entrou e fechou a porta sem olhar para atrás.
Aquela foi uma das piores noites da vida de Carlinhos, E chorou sem conseguir dormir, arrependido do que havia dito e falado.
No dia seguinte, de manhã não viu sua mãe, perguntou a Andre e ele disse que ela havia saído cedo.
Pegou o celular e mandou uma mensagem de bom dia perguntando onde ela estava e se estava tudo bem.
Ela viu a mensagem e demorou horas para responder e a resposta foi “Sim”
Durante duas semanas Estrela deu tratamento de silêncio à Carlinhos, só dava atenção a ele quando André estava próximo ou as meias irmãs de Carlinhos.
Um dia estavam apenas André, Estrela e Carlinhos na sala de estar, vendo um filme, André, que era médico recebeu uma ligação de emergência e teve que sair, Estrela o acompanhou até a porta de saída, e na hora de voltar para a sala ela virou-se e foi direto para seu quarto.
— Você me odeia né? — Carlinhos disse alto o suficiente para ela ouvir
Estrela parou na porta do quarto ouvindo o filho, não queria falar com ele, queria evitar aquele assunto, mas ele continuou
— Você disse que ia me amar para sempre, mas me odeia, você mentiu para mim, disse que ia me falar, me mostrar, eu não acredito mais em você
Carlinhos se encolheu no sofá.
— Eu não te odeio — Ela disse nervosa num tom quase inaudível
— Você não fala comigo! — Ele gritou chorando
Os olhos dela encheram de lágrimas, ela não se virou, apenas ficou parada de frente para a porta do quarto, se entrasse podia se trancar e se isolar dele.
— Não é para você querer fazer isso comigo — Estrela disse — Não é certo
— Por que não? você é linda, eu te amo, é a mulher mais incrível do mundo inteiro é impossível não se apaixonar por você, eu quero que minha primeira vez seja com a pessoa mais maravilhosa do mundo todo e agora minha vida é um inferno por que você está me ignorando, eu vou embora dessa casa por que eu não aguento não falar com você! — Ele gritou se levantando e caminhando pisando duro em direção a ela
Estrela se virou para ele, apreensiva, o garoto que ela aprendeu a amar agora era um homem musculoso que tinha quase um palmo a mais de altura do que ela.
Eles se olharam nos olhos, ambos chorando, ofegantes.
— Era para você ser a estrela do meu universo, era para você iluminar meu caminho — Ele disse num tom mais calmo, mas ainda assim acusatório.
Ela piscou forte, o rosto tremendo, as lágrimas rolaram.
Ele fez um gesto de reprovação com a cabeça
— Eu estou no escuro agora — Carlinhos falou e virou o corpo para se dirigir ao próprio quarto
Ela segurou a mão dele agarrando o dedo mindinho grosso do filho, a voz baixa.
— Não me abandona por favor — Ela disse — Não vou aguentar ficar sem você
— Você que me abandonou Estrela — Ele soltou a mão dela e foi em direção ao seu quarto
Ela chorou ali parada, entrou em seu quarto e foi ao banheiro, sentou-se no chão, embaixo do chuveiro quente e chorou abraçada às suas pernas.
Lembrou-se de sua vida, lembrou-se de seu filho, do amor que sentia por ele, do que queria, do que sonhava.
Carlinhos arrumou algumas coisas, as lágrimas já haviam secado, ele pegou roupas, peças íntimas e dois pares de tênis, iria ficar na casa de alguém, trabalhava como estagiário em uma empresa com a mesma profissão da mãe, programadora, ficaria na casa de um amigo até arrumar um lugar para poder ficar.
Frustrado e cansado ele se deitou na cama, sairia pela manhã, ela provavelmente não notaria ele sair, não ligava mais para ele, Carlinhos sentia uma tristeza imensa, Estrela havia abandonado a função de mãe semanas atrás quando ele pediu para ela...
— Carlinhos
Ele ouviu uma voz fraca vinda da porta do seu quarto escuro
Ele ergueu o corpo, viu a silhueta de sua mãe
— Posso entrar? — Ela perguntou parecendo nervosa
— Você que sabe — Ele disse — Se não tiver medo de mim.
Ela entrou, fechou a porta, ele mal podia vê-la, ela parou ao lado da cama.
— Eu não te odeio, eu não te abandonei, eu sou a Estrela do seu universo — Ela disse
— Mãe — Ele disse pensativo — Eu, eu só não quero ficar sem você, me desculpa eu não quero te forçar nada apenas queria me conectar com você, eu estou desesperado por que sei que vou te perder.
Ela sentou-se na beira da cama e colocou o dedo na boca dele, manteve por alguns segundos, ele vendo o rosto dela escurecido, então ela tirou o dedo.
— Tá tudo bem mãe? — Ele perguntou nervoso
— Você vai embora mesmo? — Ela disse olhando para a mochila arrumada na penumbra — Vai mesmo deixar a sua estrela?
— Eu não quero — Carlinhos disse
— Isso me decepciona de verdade, se fizer isso vai partir meu coração — Ela disse de forma pesada
— Eu não quero fazer isso, mas você não me enxerga mais, não me vê mais, eu não sou mais seu filho
Ela ergueu o corpo
— Não é mesmo — Ela disse séria
Carlinhos se surpreendeu
— Não? — Ele perguntou sentindo uma palpitação, o que aquilo queria dizer
Ela se levantou devagar, foi até a porta e acendeu a luz.
Ele viu, ela usava uma camisola transparente, na cor branca, por baixo uma minúscula calcinha branca e um sutiã rendado, ele viu o bumbum empinado dela engolindo o pano, ela se virou devagar, os seios grandes e empinados, o corpo perfeito esculpido por hormônios, muita academia e disciplina alimentar.
O rosto dela estava perfeitamente maquiado, batom vermelho vivo, olhos com linhas negras delineadas de forma perfeita puxando para as laterais dando um tom mais “oriental” à aparência, ela havia feito isso meses antes e Carlinhos havia dito que estava bonito.
— Não nesse momento, agora você não é mais meu filho, se eu vou ser sua estrela e vou guiar seu caminho na escuridão do seu universo eu vou ser a Estrela e você vai ser o Carlos
— Mãe... — Carlinhos interrompeu
Mas ela levantou a mão
— Estrela — Ela repetiu — Meu nome é Estrela, Carlos.
— Estrela — Ele disse
Ela sorriu
— Não se preocupe, todas as dúvidas que você tinha e que sua mãe não podia responder você vai poder tirar comigo agora — Ela respondeu sorridente se aproximando da cama
Ele olhava assustado.
Carlinhos estava coberto da cintura para baixo, revelava apenas o tronco forte e peludo nu.
— Posso entrar aí com você? — Estrela disse insinuante — Estou com frio
— Pode — Ele disse — Claro que pode mãe
Ela fechou o rosto
— Se você me chamar de mãe de novo eu vou embora, aqui eu não sou sua mãe, entendeu? — Ela disse severa
— Entendi — Ele disse — Desculpe
Ela sorriu novamente e sentou-se na beira da cama, ele levantou o cobertor e ela entrou embaixo, ela alinhou o corpo ao dele
— Você está gelada — Ele disse ao abraçá-la
— Eu disse que estava com frio — Falou se encolhendo e sendo acolhida por Carlinhos
Ficaram uns segundos em silêncio, ela repousou a mão no tórax dele, com a ponta dos dedos brincou com os pelos, ambos constrangidos. Ela endireitou o corpo e deu um beijo na bochecha dele
— Eu te amo — Ela disse — Você é o homem da minha vida, a pessoa mais importante de todas para mim e vai ser até o meu ultimo dia, a minha prioridade total, me desculpa por fazer você sofrer,
— Não faz isso de novo, por favor — Ele disse sentindo ela se aninhar mais nele, a respiração quente dela no pescoço dele fez ele se arrepiar — Eu fiquei muito mal só de pensar e não ter você comigo todo dia
Ela sorriu sem ele ver
— Você e a menina fizeram algo aquele dia? — A mão dela acariciava os cabelos do peito dele de leve
Aquele foi o momento mais íntimo e físico que mãe e filho tiveram em toda a vida.
— A gente ficou — Ele disse nervoso
— Ela é bonita né? — Estrela falou pensativa
— Você acha? — Carlinhos perguntou nervoso
— Acho sim, lábios grossos, mãos pequenas — Estrela falou pensativa — Queria ter mãos delicadas e pequenas como as delas — Ergueu a mão por fora do cobertor para mostrar à Carlinhos
Ele segurou a mão dela e beijou
— Você é perfeita — Ele disse — E está linda hoje
— Só hoje? — Ela perguntou divertida
— Você está linda sempre, eu fico horas olhando para você, para seu rostinho lindo, seu nariz, seu corpo
— Você olha para o meu bumbum? — Estrela perguntou curiosa
— Olho para você todinha — Ele disse com a voz trêmula
— Esse é o nosso momento tá, aqui podemos falar tudo sem nenhuma restrição, aqui não tem nada entre nós, combinado? — Ela perguntou — Sou sua estrela
— Combinado Mã.... Estrela — Ele disse se corrigindo — Eu olho para sua bunda, ela é linda, você rebola debagar
Ela sorriu satisfeita
— Fico contente que goste, mas eu preciso perguntar uma coisa, uma dúvida — Estrela disse
— O que? — Ele preguntou apreensivo
— Você sabe que eu não sou uma mulher de verdade né? Isso não é um segredo claro — Ela disse explicativa — Mas eu preciso saber o que você sabe do meu corpo
— Você é uma mulher de verdade, para mim sempre foi a mais perfeita de todas — Carlinhos disse
— Você diz assim por que me ama, mas a realidade é diferente disso que você fala — Ela disse cortando a tensão
— O que quer dizer? — Carlinhos perguntou
— Fisicamente, meus atributos são diferentes da menina lá a Sheila — Estrela disse
— Shelly — Carlinhos respondeu
— Tanto faz — Estrela disse sem dar importância, tinha ciúmes da menina — Você viu ela pelada?
— Eu...eu... — Carlinhos disse gaguejando e se lembrou que ali eles não teriam segredos nem travas — Eu vi
— Sabe que eu não sou igual ela — Estrela disse
— Eu sei, você tem algo a mais — Carlinhos disse — Eu sempre soube, eu vi algumas vezes
— Viu? — Estrela perguntou tentando olhar para ele — Onde?
— Naquela noite no meu aniversário, anos atrás quando falamos sobre fazer amor, eu vi você e o André
— Então você viu mais do que eu imaginei — Ela falou pensativa
— Eu vi você completamente e foi ali que me apaixonei totalmente por você, por que você é perfeita e tem o que as mulheres não têm — Ele disse pensativo — Por isso eu sofri quando você me deixou
Estrela entortou a boca, envergonhada.
— Não foi minha intenção, eu só precisava resolver isso dentro da minha cabeça.
— E resolveu? — Carlinhos perguntou
Ela não respondeu, parou de mexer no peito forte dele e deslizou a mão pelo abdômen e sem cerimônia entrou pelo elástico da cueca samba canção tocando o pênis amolecido do filho.
Carlinhos tremeu, sentiu seu estomago revirar
— Sshhh — Ela disse — Calminha, só relaxa — Estrela disse — É isso que você queria não era querido?
— Eu quero ficar junto com você — Carlinhos disse
— A gente tá junto meu bem, pra sempre se depender de mim — Estrela disse carinhosa
— Se depender de mim também — Ele disse nervoso
— A Sheila beijou você aqui — Ela deu uma batidinha no pau dele
— Beijou — Ele disse
— Ela chupa gostoso? — Estrela perguntou
Carlinhos ficou chocado, nunca havia visto a mãe falar assim
— Eu não sei, foi bom — Ele disse nervoso
— Hmm — Estrela murmurou e puxou o elástico da cueca — Tira esse — Falou num tom quase de ordenação
Carlinhos foi rápido, abaixou a peça, Estrela passou as unhas no peito dele, depois no abdômen forte e depois no saco do filho
— Peladinho, que gostoso, quentinho — Ela disse animada
— Você gosta? — Ele perguntou nervoso
— Gosto, você é gostoso — Ela disse animada parecendo outra pessoa
— E agora? — Ele perguntou sem saber o que dizer
Ela riu e entrou embaixo do cobertor, ele ouviu a risada dela, poucos segundos depois ele sentiu algo molhado e quente em volta do próprio pau ainda amolecido
Carlinhos gemeu alto, sem controle, sentiu uma mão em seu saco acariciando, o pau pulsava e a cada pulsada dobrava de tamanho
Ouviu a mãe falar algo, mas não conseguia entender o que era
— O que? — Ele perguntou sem entender enquanto sentia a chupada gostosa em seu pau
Ela puxou o cobertor ainda com o pau do filho na boca e tirou
— Tá muito quente aqui — Ela disse olhando-o no olho — Olha pra mim — E abocanhou ele de novo, o pau cresceu até ficar enorme, ela parou de olhar para ele e se concentrou no pau, chupando com maestria, estava molhado e duro apontando para cima, alguns segundos ela olhava para ele e sorria, lambeu a cabeça e deu uma piscadinha
— Gostoso? — Ela perguntou
— Muito — Ele respondeu nervoso
— Mais que da Sheila? — Ela perguntou curiosa
— Nem se compara o seu é incrível — Ele disse — Profissional
Ela deu uma risada e deslizou para cima fazendo pau duro passar no meio dos seus seios depois barriga
— Eu não esperava isso — Ela falou pensativa encostando o nariz dela no dele e dando-lhe um selinho
— Não esperava o que? — Ele perguntou sem entender
— Uma pica desse tamanho, é monstruosa — Falou pensativa
— Isso é ruim? — Ele perguntou preocupado
— Claro que não é bom, mas eu vou sofrer pra sentar nela — Estrela falou animada
Olhou para ele, Carlinhos parecia assustado
— Você vai ficar aí parado, não vai fazer nada? — Ela perguntou curiosa apoiando os antebraços no peito dele — Achi que você me quisesse
— Eu quero! — Ele disse
— Então pega o que é seu! — Ela disse
As mãos dele tocaram a cintura dela e depois a bunda
Ela riu de satisfação ao sentir o toque dele, as mãos dele subiram pela cintura tocaram as costas, e ergueu o corpo e ficou de pé ao lado da cama, abriu a camisola transparente e jogou no chão
Colocou as mãos na cintura
— O que você acha? — Ela perguntou sorrindo e dando uma voltinha
— Maravilhosa — Ele disse
— Vou te contar um segredo, algo que guardei por muito tempo, só pra mim, mas não sei se devo contar — Estrela disse parecendo preocupada.
— Você disse que a gente ia falar tudo um para o outro — Carlinhos a lembrou
Ela sorriu
— Você tem razão amor — Ela falou fofinha — Eu comprei essa lingerie só para usar com você, nunca usei é novinha e vou te dar de presente quando a gente usar, para você guardar.
— Comprou? Quando? — Ele perguntou curioso
— No dia seguinte à nossa conversa sobre fazer amor — Ela disse sorrindo — É uma Victoria Secrets caríssima, de coleção exclusiva.
— Isso faz muito tempo, quer dizer que você já queria? — Ele perguntou
— Eu sempre quis, se tem uma pessoa que eu quero fazer amor é com você, mas eu precisava resolver isso na minha cabeça — Ela disse
Ele se levantou, parou em frente a ela, o pênis duro ereto, ela olhando para cima para encará-lo, ambos sérios
— Eu te amo Estrela — ele disse e avançou em um beijo pressionando-a contra a estante
Ela retribuiu, por vários minutos os dois se beijaram e se agarraram como dois namorados travessos, com habilidade que Estrela não conhecia Carlinhos soltou o fecho do sutiã dela, na parte de trás.
Estrela se apressou em tirar o sutiã e revelar os seios.
Carlinhos parou para admirar, eram grandes e desafiavam a gravidade, os bicos delicados e perfeitos entumecidos
Ela ficou na ponta dos pés sugerindo que ele os beijasse, ele obedeceu, agarrou um e beijou o outro chupando e mordendo os seios da mãe de forma desajeitada, ela não reclamou achou bonitinho, era gostoso, acariciou a cabeça dele enquanto ele chupava
— Tá bom aí mocinho? — Ela perguntou curiosa
— Você não sabe o quanto eu sonhei com isso, são incríveis — Ele disse
— Batia punheta pra eles? — Ela perguntou
Ele não respondeu
— Tem que responder — Ela disse divertida — Esse é o acordo
— Batia, muita, eu fiz uma foto sua em IA, você com os seios de fora, só para eu bater punheta de imaginando — Ele confessou
Ela riu
— Meu Deus — Falou animada — Era só pedir que eu te dava uma foto
— Dava mesmo? — Ele perguntou olhando pra ela
— Não sei, eu sou meio doida, talvez eu desse se você me pedisse com jeitinho — ela disse
Ele a agarrou pela cintura, ela pulou e puxou no pescoço forte dele que a segurou pela bunda suspendendo-a no ar entre ele e o armário
Os beijos recomeçaram, com uma das mãos ela voltou a masturbá-lo, quando o beijo parou
— Seu pau é muito gostoso meu amor, as meninas vão amar — Ela disse
— Só quero que você ame — Ele disse
— Eu já te amo, não vale — Ela disse rindo enquanto ele beijava o pescoço dela — Não vale, tenho cócegas
Se agarraram como dois namorados, ele pegou a calcinha dela e puxou, ela segurou
— Espera — Ela disse, deita na cama — Ela falou autoritária
Ele se deitou, o pau apontado para cima, Ela se ajoelhou no meio das pernas dele e chupou novamente.
— Acaricia a minha cabeça — Ela disse pegando a mão dele e colocando na cabeça
Ele obedeceu, fez um carinho, ela chupou o saco dele e beijou as coxas, arranhou as coxas grossas com as unhas e voltou a chupar
— Aaaiii Mamãe — Ele disse delirando — Eu te amo — Ele disse
Ela respirou fundo e olhou para ele, parou o boquete, deslizou e sentou-se no abdome dele, o pau duro batendo em sua bunda.
— Não vai dar certo — ela disse olhando para ele
— O que? — Ele perguntou nervoso
Ela pegou as mãos dele e colocou na cintura dela
— Esse negócio de você não falar que eu sou sua mãe — Ela disse
— Desculpa, foi sem querer — Ele disse nervoso
— Eu sei — Ela subiu as mãos dele para os seios dela — Então deixa, pode me chamar de mãe, você é meu filho não temos que ter vergonha disso então
— Tá — Ele disse nervoso segurando os seios dela
— Vamos fazer um amor gostosinho de mãe e filho? — Ela disse segurando o rosto dele
— Vamos — Ele disse nervoso
Ela puxou as laterais da calcinha, havia feixes dourados, soltou da esquerda e depois da direita
— O André, seu padrasto terminou comigo quando viu
— Quando viu o que? — Ele perguntou nervoso
— Isso que você vai ver — Ela falou — E uma coisa, já que estamos sendo sinceros preciso te falar isso
— Qualquer coisa — Ele disse
— Eu quero que você seja sincero comigo, se você se sentir desconfortável comigo do jeito que eu sou, você pode me falar e a gente para tá — Ela disse fazendo a certeza vacilar
— Fazem isso com você então? — Ele perguntou — Que imbecis
— É aconteceu algumas vezes de eu tirar a roupa e os caras me abandonarem no motel — Estrela falou entristecida e vacilante
— Igual o André? — Ele disse chateado — Por que está com ele ainda?
— Ele foi cavalheiro, a gente estava num parque ando ele pediu para ver, eu mostrei, ele ficou chateado e quis ir embora, me levou em casa ainda e terminou comigo lá
— Que cavalheiro — Carlinhos disse de forma sarcástica
— Não tenha raiva dele amor, ele é um homem de outro tempo, nunca tinha tido contato com travesti como eu — Estrela disse
— Travesti é feio — Carlinhos disse
— Não aqui — Estrela disse — E é isso que eu quero de você, mas hoje não, talvez numa próxima, hoje a gente vai fazer amor de mãe e filho
Ela se inclinou dando os seios para ele chupar
— Você também é profissional em chupar — Ela disse rindo e arrancando risos dele.
o telefone dela tocou estava na mesa de cabeceira de Carlinhos.
Ela pegou para atender.
— Alô? — Falou colocando o aparelho na orelha — Ah amor, tá bom, rapidinho você tá aqui, vou tomar um banho, tá só eu e o Carlinhos aqui jogando conversa fora — Esperou algo para ele falar — É a gente tá acertando os ponteiros aqui — Piscou para o filho — Tá bom, beijinho, te amo — Desligou o telefone
Olhou para Carlinhos
— Nosso tempo tá contado
Ainda inclinada para ele Estrela tirou a calcinha, Carlinhos sentiu alto repousar em sua barriga e foi olhar, ela segurou a cabeça dele, deu um beijo na boca chupando a língua
— Me promete, que se você não gostar vai me falar? — Ela disse nervosa
— Prometo
— Não tem problema, a gente para na hora, sem ressentimento, eu vou continuar te amando por que você é meu filho querido
— Eu não vou te rejeitar — Ele disse
— Mas você não viu ainda — Ela disse temerosa — Você não sabe
Ele pegou ela pelos ombros e empurrou, viu o pênis dela, era cumprido como o dele, mas não tão grosso, estava meia bomba, a ponta molhada e a cabeça exposta.
— Espera filho! — Ela disse tentando se cobrir, mas ele segurou as mãos dela.
Carlinhos esticou a mão para se aproximar, ela segurou o pulso dele
— O que você vai fazer? — Ela perguntou assustada
— Vou tocar nele — Carlinhos disse
— Por quê? — Ela disse nervosa
— Por que ele é lindo igual a você, é parte de você, é lindo como você — Ele disse sorridente — Deixa mãe
Ela soltou a mão
Ele esticou e tocou o pênis dela, a cabeça cor de rosa, molhada, ele a masturbou fazendo ele ficar excitada
— É diferente — Ele disse
— O que é diferente? — Ela perguntou e ele notou uma pequena bisnaga na mão dela, ela colocou no dedo e colocou a mão para trás no bumbum fechando os olhos e fazendo uma cara de dor por um segundo, mas sorriu em seguida
— Nunca tinha pegado em outro não é como o meu — Ele disse pensativo
Ela colocou a mão para trás novamente e segurou o pau dele
— Muita coisa que você vai aprender ainda meu amor — Ela falou posicionando o pau dele na entrada do cuzinho dela
— Seu cuzinho é cor de rosa também mãe? — Ele perguntou curioso
Ela riu e olhou pro relógio
— Você vai ter que descobrir da próxima por que o André tá quase chegando
— Tá bom — Ele disse acariciando a cintura dela e os seios
— Amor, você é virgem né? — Ela perguntou
— Sou — Ele respondeu apreensiva
Ela sorriu posicionando o pênis duro dele na porta do cuzinho dela
— Era! — falou animada empurrando o corpo contra o pau fazendo ele entrar devagar enquanto ela gemia fazendo cara de dor dando pequenos solavancos
Carlinhos gemeu e apartou a cintura dela, devagar Estrela desceu o corpo até sentar totalmente nele, fechou os olhos prendia a respiração
— Puta que pariu amor, esse seu pau é muito grosso — Jogou o cabelo para trás — Caralho que rola, vai me arregaçar assim — Ela disse
Ele respirava ofegante e ela disse
— Deixa comigo, não se mexe — Ela disse com cuidado
Estava ajoelhada em cima dele, moveu as pernas colocando a palma dos pés na cama e se inclinou para trás, subiu e desceu o corpo o pênis saiu entrou de novo
Carlinhos gemeu
— Isso meninão, assim que a mamãe gosta — Ela falou sorrindo quase rindo e repediu o processo
Ela subiu e desceu algumas vezes
— Ai mamãe, que gostoso, que gostoso, você é muito gostosa — Ele disse enquanto via a mãe subir e descer sorrindo para ele
— Te amo meu amor — Ela disse — Isso tá muito bom pra mim, tá bom pra você?
— Tá ótimo, também te amo — Ele disse alucinando
Ela inclinou o corpo para frente e apoiou as duas mãos no peito dele agora subindo e descendo de forma barulhenta
— Vamos fazer um bate estaca gostoso — Estrela disse sorridente
Mas não deu tempo de continuar, ouviu Carlinhos gemer e apertar a cintura dela, então ela deixou o a gravidade agir, o corpo desceu e o pau adentrou
— Aaaahhh — Carlinhos gemeu, ela sentiu o pau pulsar, era grosso, gostoso, ela deixou ele terminar
Ambos ficaram parados, ofegantes, ela esperando-o se recuperar o pau dentro pulsando.
Quando ele abriu os olhos ela olhou com doçura
— Tudo bem? — Ela perguntou feliz
Ele fez que sim com a cabeça
— Acho que acabou, foi como você queria? — Ela perguntou curiosa
Ele tocou o rosto dela, o dedo próximo dos lábios, ela chupou o dedo dele de forma sensual e saiu de cima do pau do filho, ainda estava duro
— Não vai abaixar não? — Ela falou acariciando, ele fez uma careta — Eu sei, ta sensível
— Espera um pouco mamãe, Pra gente fazer de novo — Ele disse sôfrego
Ela riu
— Ah meu amor, agora a gente não tem tempo — Ela se levantou e deu um beijo nele
Carlinhos esticou a mão e pegou no pênis dela, ainda duro
— Você não gozou — Ele disse preocupado
— A gente vai fazer de novo se você quiser — Ela disse
— Promete pra mim que vamos? — Ele perguntou
— Vamos — Ela pegou a calcinha e o sutiã para vestir
— Não, a senhora disse que são meus — Ele disse se referindo às peças
Ela fez uma cara triste
— Foi tão caro — Ela disse
— Eu vou cuidar — Carlinhos disse
— Ta bom, guarda bem então, que só eu posso usar! — Ela disse pegando o roupão e se preparando para sair
— Mãe — Ele chamou na porta
— O que? — Ela perguntou
— Amei fazer amor com você — Ele disse — Você é mais do que eu imaginava
— Só por que a gente se ama — Ela mandou um beijo para ele e abriu a porta, mas parou e voltou, foi até ele e deu um beijo chupando a língua e acariciando o rosto — Vamos ter que fingir que nada aconteceu tá, ninguém pode sonhar que a gente fazer amor, ta bom?
— Eu sei mãe, não se preocupe — Carlinhos disse
Ela sorriu passando a mão no rosto dele, ouviu o barulho do portão automático
Correu porta a fora.
No dia seguinte, ela fazia o café da manhã as duas filhas e o filho do seu marido estavam na mesa, Carlinhos chegou mais tarde, abraçou Estrela por trás e beijou
— Bom dia mãe — Ele disse carinhoso
— Bom dia querido, viu o passarinho verde?
— Vi o passarinho rosa — Ele disse baixinho sentando-se na mesa
Tomaram café da manhã de domingo e contaram seus planos, André saiu para correr, as meninas foram para a casa dos namorados e o filho mais novo de André foi ao quarto jogar videogame.
Estrela se levantou e colocou as coisas na pia, ela era responsável pela limpeza e fazia questão de se concentrar nisso, passou pelo filho que ainda estava sentado e disse
— Afasta um pouco — Ela disse fazendo um gesto dele ir para trás
Ele se afastou, ela se sentou no colo dele
— Vai ser assim agora? — Ele sorriu
Ela o abraçou
— Eu te amo, ontem a noite foi maravilhoso — Ela disse
— Foi mesmo, foi incrível, eu quero mais — Ele disse
— E você vai ter, sempre que a gente conseguir, mas a gente não pode dar brecha para ninguém tá, mas podemos aumentar nossas intimidades tá bom
— Em que sentido? — Carlinhos disse
Ela se aproximou e deu um selinho
— Esse vai ser nosso novo cumprimento de mãe e filho na frente de todos, topa? — Ela perguntou
— Topo — Ele respondeu.
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