Meu nome é Leandro. Tenho 18 anos, negro, alto como meu pai, corpo forte de quem malha desde moleque na academia da minha mãe. Entrei na faculdade esse ano, ciências da computação. Sempre fui fuçado em tecnologia, daqueles que desmontam celular pra ver como funciona por dentro. Meu pai, João, 37 anos, negro alto, musculoso, professor na mesma faculdade onde tô começando. Ele dá aula de ética ou alguma merda assim, mas é daqueles que todo mundo respeita, voz grossa, presença que enche a sala. Minha mãe, Inês, 36 anos, loira fenomenal, 1.70 nem alta nem baixa, malhada pra caralho. Bunda gigante que balança quando anda, seios no ponto certo, barriguinha sequinha que dá pra ver os músculos quando ela flexiona. Ela teve eu cedo, casou com meu pai ainda novinha, e hoje é personal trainer numa academia chique aqui em SP. Sempre tive tesão nela. Desde que comecei a bater punheta, umas duas por dia pensando na mãe. No cheiro dela depois do banho, na bunda marcada no short de malhação, nos peitos apertados no top. Culpa? Tinha. Mas o tesão era maior.
Tudo começou na faculdade. Primeiro ano, aulas chatas, mas peguei amizade rápida com Matheus e Vagner. Dois nerds magros, óculos grossos, daqueles que sofrem bullying desde o colégio. Mas comigo do lado — grande, forte, negro que impõe respeito — ninguém mais mexia. Eu protegia eles, e em troca, compartilhávamos conhecimento. Eles eram feras em computação, códigos que voavam dos dedos. Eu aprendia rápido, dividia minhas ideias. Um dia, depois da aula, a gente tava no laboratório vazio. Matheus piscou: “E se a gente hackeasse o sistema de câmeras da facul? Só pra ver se dá.”
Vagner riu nervoso. “Ideia louca. Mas... possível. O firewall é uma merda.”
Eu topei. Meu MacBook M4 piscando, inveja pros dois que usavam notebooks velhos. Conectamos, furamos a rede. Senhas fracas, portas abertas. Em meia hora, tínhamos acesso. Telas divididas, câmeras ao vivo e gravações antigas. Assistimos um pouco: alunos fumando no banheiro, professor cochilando na sala. Nada demais.
Aquele dia, uma professora faltou. Liberaram a gente cedo. Meu pai tinha as duas últimas aulas, então a facul ficava perto de casa, no centro de SP. Peguei o metrô, cheguei em casa suado. Tomei um banho rápido, água fria escorrendo no corpo. Saí do banheiro de toalha, entrei no quarto. Minha mãe gritou da cozinha: “Leandro, fiz um lanche pra você!”
Ela apareceu na porta. Shortinho curto de lycra, daqueles que grudam na pele depois de sentar no sofá. Bunda branca gigante marcada, linhas do tecido impressas na carne. Blusinha folgada, sem sutiã, peitos balançando levemente. Cabelos loiros soltos, cheiro de perfume doce. Meu pau deu uma pulsada debaixo da toalha. “Valeu, mãe.”
Ela sorriu, olhos azuis brilhando. “Come, filho. Tá magro.” Deixou o prato na mesa, inclinou um pouco, bunda empinada sem querer. Ou querendo? Meu coração acelerou. Bati os olhos na bunda, imaginei apertando. Ela saiu rebolando, sem notar. Ou notando?
Sentei na cama, comi devagar. Então lembrei. Um cantinho da faculdade. Um corredor esquecido, atrás da biblioteca, câmera velha que ninguém usa. O hack tava fresco na mente. Peguei o MacBook, conectei de novo. Acesso remoto. Vasculhei as gravações. Horas vazias, poeira no ar. Mas aí... movimento.
Meu pai apareceu na tela. Negro alto, musculoso, camisa social apertada nos braços. Com ele, uma menina. Aproximei o zoom. Luana. A aluna mais gata da facul. Medicina, segundo ano. Loira como minha mãe, corpo de modelo, bunda redonda, peitos grandes. Todo mundo babava nela. Meu pai... beijando ela?
Congelei. Ele encostou ela na parede, boca na boca dela. Língua dançando, mãos nos peitos por cima da blusa. Ela gemeu baixo. “Professor... aqui não...”
Ele riu grave. “Aqui sim. Ninguém vem.”
Ela mordeu o lábio. “Tá bom... mas rápido.”
Não foi rápido. Ele abriu o zíper da calça. Pau pulou pra fora. Meu Deus. Nunca tinha visto a rola do meu pai. Descomunal. Maior que a minha, e a minha já era grande. Preta, grossa, veias latejando, cabeça rosada inchada. Uns 25 cm fácil. Luana arregalou os olhos. “Nossa... professor... você tem a rola mais grande que já vi. Maior que ator porno.”
Ela ajoelhou. Pegou com as duas mãos. Lambuzou a cabeça com a língua, depois tentou engolir. Mal cabia metade. Garganta apertando, saliva escorrendo. “Ai... grande demais... mas gostoso...”
Meu pai segurou os cabelos loiros dela. “Chupa, aluna safada. Mama o pau do professor.”
Ela mamou com fome. Cabeça subindo e descendo, mãos batendo punheta na base. Audio da câmera captava tudo: barulho molhado, gemidos dela abafados. “Que pau enorme... vou engasgar...”
Ele gemia baixo. “Isso... engole mais... boa menina.”
Depois de uns minutos, ela parou. Levantou, ofegante. “Não aguento mais... mete em mim, professor. Mete na sua aluna que é apaixonada por você.”
Tirou a calça branca justa, calcinha bege fina — daquelas que não marcam debaixo da roupa. Ficou de costas pra ele, empinou a bunda branca, redonda. Buceta rosada depilada brilhando de molho.
Meu pai posicionou a cabeça. “Vai devagar... é grande.”
Ela riu nervosa. “Eu sei... mas quero.”
Ele empurrou devagar. Cabeça entrou. Luana gritou baixo. “Ai... devagar... tá me rasgando...”
Ele parou. “Quer parar?”
“Não... continua... dói mas é bom... mete mais...”
Ele empurrou mais. Metade dentro. Ela arqueou as costas, unhas na parede. “Nossa... grande... me preenchendo toda... ai...”
Meu pai começou o vai e vem lento. Buceta dela esticando, lábios rosados se abrindo pro pau preto grosso. Ela gemia rouco: “Ai... professor... que pau maravilhoso... me arromba devagar... tô acostumando...”
Ele acelerou um pouco. Mãos nas coxas dela, puxando pra trás. Barulho molhado ecoando no corredor vazio. “Toma... aluna safada... sente o professor te fodendo...”
Ela rebolava contra ele, sofrendo mas gostando. “Ai... dói... mas tô gozando... não para... mete mais forte agora...”
Ele obedeceu. Metia fundo, saco batendo no clitóris dela. Luana tremia, pernas bambas. “Ai... vou gozar... professor... enche minha buceta... goza dentro...”
Ele gemeu: “Vou... toma...”
Gozou forte dentro dela. Porra jorrando, escorrendo pelas pernas dela. Ela gozou junto, corpo convulsionando, gritinho abafado. “Ai... que delícia... encheu tudo...”
Saiu devagar. Pau ainda duro, brilhando de porra e suco dela. Luana virou, ofegante, olhos brilhando. “Nossa... doeu no começo... mas gostei. Gozei como nunca. Quem sabe amanhã de novo? Aqui mesmo?”
Meu pai riu, guardando o pau. “Quem sabe... aluna safada. Mas cuidado... ninguém pode saber.”
Ela piscou. “Nosso segredo.”
Arrumaram as roupas. Saíram devagar, olhando pros lados.
Eu assisti tudo. Sem acreditar. Meu pai, com uma mulher em casa como minha mãe — loira fenomenal, corpo de deusa — traindo com uma aluna. Mesmo sendo a mais gata da facul. Meu pau tava duro pra caralho. Gravei o vídeo inteiro no MacBook. Bati uma punheta ali mesmo, pensando na Luana gemendo, no pau do meu pai, na minha mãe de shortinho curto.
Gozei forte, porra na mão. Limpei. Respirei fundo.
Agora eu tinha algo. Uma arma. Uma chantagem.
Esperei o momento certo pra confrontar ele. Meu pai ia pagar caro. E o preço... era a minha mãe.
A ideia me deixou louco. Tesão e culpa misturados. Mas eu ia fazer.
Ia chantagear meu pai pra comer a minha mãe. Chegou de manhã. Meu plano já tava em movimento, lento, sufocante, como uma corda apertando o pescoço devagar. Minha mãe saiu cedo. Tinha aula particular com uma aluna nova na academia. Beijou minha testa antes de ir, cheiro de perfume doce e creme corporal. “Se cuida, filho. Volto pro almoço.” Short de malhação colado na bunda gigante, top marcando os peitos. Meu pau deu sinal só de ver ela saindo pela porta.
Ficamos só eu e meu pai. Ele tava na cozinha, tomando café, camisa social aberta no peito musculoso, cheiro de colônia forte. “Bom dia, pai.”
“Bom dia, moleque. Dormiu bem?”
“Mais ou menos. Sonhei com umas coisas... interessantes.”
Ele riu sem graça, sem imaginar nada. Eu já tava com o celular dele na mão. Peguei quando ele deixou na mesa, fingindo que era o meu. “Vou ligar pro meu, deve ter caído em algum lugar.”
Entrei no meu quarto. Tranquei a porta. Liguei o monitor grande. Abri uma foto da minha mãe. Aquela de biquíni no último Natal em família. Loira, bronzeada, bunda empinada na areia, sorriso safado olhando pra câmera. Seios quase pulando do top vermelho, barriguinha sequinha brilhando de óleo. Meu pau endureceu na hora.
Baixei a calça. Comecei a bater punheta devagar. Mão subindo e descendo, olhos grudados na foto. Imaginação correndo: eu atrás dela, apertando aquela bunda, metendo devagar, ouvindo ela gemer “filho... ai...”. Gozei quase rápido, porra quente na barriga. Limpei com papel higiênico, deixei o vídeo do meu pai com a Luana minimizado na barra de tarefas.
Esperei. Meu pai demorou, mas veio. Bateu na porta. “Leandro, viu meu celular? Preciso dele pra aula.”
Abri a porta só um pouco. Ele entrou, olhou pro monitor. Eu tava deitado na cama, pau ainda semi-duro na cueca, foto da mãe enorme na tela. Ele congelou. Olhos arregalados. “Que porra é essa, moleque?”
Fingi susto. “Pai! Sai daqui!”
Ele entrou mais, fechou a porta atrás dele. Voz grossa, raiva subindo. “Você tá batendo punheta olhando pra foto da sua mãe? Isso é doente, Leandro. Isso é errado pra caralho. Ela é sua mãe, porra. Respeito, moleque. Respeito!”
Eu levantei devagar. “Calma, pai. Foi só... uma foto. Todo mundo tem tesão.”
“Não todo mundo na própria mãe! Isso é pecado. É nojento. Você precisa de ajuda. Vou falar com sua mãe...”
Passei o mouse na tela. O vídeo abriu. Alta resolução. Meu pai negro alto, pau descomunal pra fora. Luana ajoelhada, mamando. Audio claro: “Professor... que rola grande... maior que ator porno...”
Ele parou no meio da frase. Cor sumiu do rosto. “Que... que porra é essa?”
Sentei na cadeira. “A câmera da facul filmou tudo, pai. O cantinho atrás da biblioteca. Você e a Luana. Beijo. Chupada. Foda. Gozo dentro dela. Tudo gravado.”
Ele ficou branco. Voz tremendo. “Como você conseguiu isso?”
“Hackeei o sistema. Eu e uns amigos. Mas apaguei do servidor da escola. Por segurança. Só que eu tenho cópias. Várias. Em nuvem. Em pendrive. Em tudo. Qualquer coisa... mostro pra minha mãe.”
Ele respirou fundo. Mãos tremendo. “Calma... calma, filho. Foi um erro. Uma vez só. Não vai mais acontecer. Eu juro. Apaga isso. Por favor.”
Eu sorri devagar. “Podemos entrar num acordo, pai.”
Ele piscou. “Qual? Dinheiro? Quanto você quer?”
“Não quero seu dinheiro. Você é meu pai. Eu te respeito. O que tenho a propor é justo. E honesto.”
Ele cruzou os braços, voz baixa. “Fala logo.”
“Você me ajuda a comer a mamãe. E eu te cubro com a Luana. Apago tudo. Ninguém sabe. Você continua professor respeitado. Eu... consigo o que quero há anos.”
Ele arregalou os olhos. Raiva explodiu. “Jamais! Isso é pecado! É incesto! Ela é sua mãe, porra! Minha esposa! Você tá louco?”
Eu levantei. Voz firme. “E adultério não é pecado? Você traiu ela. Com uma aluna. Na faculdade onde dá aula. Com provas na minha mão. Ela é sua esposa... e você meteu nela. Gozou dentro. Enquanto a gente em casa esperando você pro jantar.”
Ele baixou a cabeça. “Filho... isso é diferente. Eu errei. Mas não posso... não vou te ajudar a...”
“Ela é sua esposa e você a traiu. Eu sou seu filho. E você me deve. Ou quer que eu mostre o vídeo pra ela? Que ela veja você metendo na Luana? Que ela chore, grite, peça divórcio? Que a família acabe?”
Silêncio pesado. Ele sentou na beira da cama. Mãos no rosto. “Você não faria isso...”
“Faria. Se não tiver acordo. Mas se tiver... tudo fica entre nós. Eu como ela. Você come a Luana. Todo mundo feliz. Ninguém sabe.”
Ele ficou quieto uns minutos. Respiração pesada. Olhos vermelhos. “Você é meu filho... mas tá me chantageando.”
“É justiça, pai. Você traiu. Eu quero justiça. E tesão. Muito tesão.”
Ele respirou fundo. “E como você imagina isso? Ela nunca vai aceitar. Ela é fiel. Sempre foi.”
Eu sorri. “Ainda não sei o plano todo. Mas você conhece ela melhor que eu. Tem alguma ideia?”
Ele ficou calado. Depois, voz baixa: “Sua mãe sempre foi suscetível a chantagem. Se você conseguisse alguma coisa dela... uma foto, um vídeo, algo que ela não queira que ninguém veja... quem sabe... ela cede. Ela odeia ser exposta.”
Olhei pra ele. “Obrigado pela dica, pai.”
Levantei. Fechei o vídeo. Salvei as cópias de novo. “Acordo feito?”
Ele assentiu devagar. “Feito. Mas com cuidado. Sem machucar ela. E sem forçar. Se ela não quiser... acaba.”
“Se ela não quiser... a gente vê. Mas acho que vai querer. No fundo... ela tem tesão também.”
Saí do quarto. Coração batendo forte. Pau duro de novo. Acordo selado. Meu pai me ajudando a comer minha mãe. E eu cobrindo as fodas dele com a Luana.
O jogo começou de verdade.
E o próximo passo... era achar algo na minha mãe. Algo que ela não quisesse que ninguém visse.
Algo que me desse poder sobre ela.
Como meu pai tinha sobre mim.
Ou melhor... como eu tinha sobre ele.