Gislaine surtou ao ver a cena – sua mãe, Sara, ofegante e seminua no sofá, e Rufus, seu namorado, ajustando a calça com o rosto corado. "O que é isso?! Vocês… vocês são uns traidores! Mãe, você é uma vadia, e você, Rufus, um corno que agora me chifra?!", gritou ela, as mãos tremendo de raiva, lágrimas escorrendo pelo rosto. Rufus ficou paralisado, sem palavras, mas Sara se levantou calmamente, abraçando-o por trás com os braços ao redor da cintura dele, olhando a filha nos olhos: "Calma, filha. Isso é muita hipocrisia sua. Você chifra o Rufus descaradamente, mesmo antes dele descobrir – e ainda tá voltando agora da casa de algum macho, né? Qual o problema de eu cuidar bem do meu genro corninho nesse meio tempo? Afinal, eu o achei um amor de rapaz e muito bonito. Ou você tá incomodada de levar um chifre também?"
Gislaine bufou, o rosto vermelho, mas não conseguiu contra-argumentar – as palavras de Sara a acertaram em cheio. "Vocês são ridículos!", murmurou ela, entrando em casa e batendo a porta do banheiro, indo pro banho para lavar a raiva e o choque.
Rufus pretendia esperar Gislaine sair do banho para conversar, mas Sara o beijou na nuca e sussurrou: "Vai embora, Rufus. Essa birra não faz sentido – ela vai se acalmar. E obrigada pela foda… foi incrível." Ele assentiu, saindo da casa com a cabeça girando. Algo mudara dentro dele após aquilo – a foda com Sara, o flagra reverso. Um orgulho talvez, uma força inesperada. Pela primeira vez, ele se sentia no controle, não mais o corninho passivo.
Nos dias que seguiram, Rufus quase sempre estava nos sexos de Gislaine, mas agora participava ativamente – não se limitando a apenas olhar ou só fodê-la após "todos terminarem". Em uma orgia com dois amigos dela, ele a penetrou primeiro, estocando forte na boceta enquanto ela chupava os outros, gemendo "Ahh, Rufus… você tá mais bruto hoje!". Ele trocava posições, comendo as amigas também, deixando Gislaine assistir e gemer de ciúme misturado com tesão. Sua confiança crescia, e ele notava os olhares surpresos dela.
Após um mês nesse fluxo, Rufus aparentava diferente – mais confiante, apesar de tudo, com um brilho nos olhos que Gislaine não reconhecia. Ela marcou uma pernoite com um grupo de amigos: 5 meninas (incluindo ela) e 3 rapazes (incluindo Rufus). "Vai ser louco, amor – orgia total!", animou-se ela. Mas Rufus desistiu: "Tenho um compromisso. Vai sozinha." Gislaine não entendeu: "Mas sem você, vira 5 meninas contra 2 rapazes… eu até gosto de boceta, mas vai faltar pau!" Ele deu de ombros: "Foi de última hora, mas não posso ignorar. Preciso resolver uma parada. Mas divirta-se." Ela foi mesmo assim, frustrada.
Durante a pernoite, para provocá-lo, Gislaine tirou várias fotos do sexo louco e mandou pelo celular:
Primeira: Ela de quatro, levando pau de um rapaz por trás, enquanto chupava outro, o rosto lambuzado de saliva. Legenda: "Tô me divertindo sem você, corninho. Olha como eles me fodem!" Rufus respondeu rápido: "Delícia… rebola mais pra eles, putinha."
Segunda: Dupla penetração – um na boceta, outro no cu, ela gemendo com uma menina lambendo seus peitinhos. Legenda: "DP sem você… sentindo falta?" Rufus: "Tá gemendo alto? Goza pra eles, amor."
Terceira: Ela no meio de um 69 com uma menina, enquanto um rapaz fodia a amiga por cima. Legenda: "Meninas se divertindo… você perdeu!" Rufus: "Lambe bem essa boceta… safada."
Quarta: Gozo coletivo – porra nos seios e rosto dela, rindo com as amigas. Legenda: "Final feliz sem o corninho. Kkk." Rufus: "Limpa tudo com a língua… delícia."
Mal ela sabia o que de fato acontecia: enquanto ela pernoitava, Rufus passou a noite com Sara e um casal amigo dela – Alessandra, uma linda negra de 38 anos, curvilínea com seios médios e bunda redonda, e seu marido Jhonatas, um homem negro de 46 anos, meio gordinho, alto e bruto no sexo, com um pau grosso e veias pulsantes. Eles se reuniram na casa de Sara, e o sexo foi uma maratona selvagem, cheia de trocas e posições variadas.
Começaram no sofá: Sara chupou Rufus, engolindo fundo enquanto Alessandra montava Jhonatas ao lado, rebolando na boceta úmida. Rufus trocou, penetrando Alessandra de missionário – estocadas profundas na boceta carnuda e escura dela, fazendo-a gozar gritando: "Ahh, menino… fode essa negona forte!" Jhonatas comeu Sara por trás, bruto, dando tapas na bunda: "Rebola no meu pau, vadia… toma tudo!" Eles trocaram parceiras: Rufus fodeu Sara de lado, roçando o clitóris enquanto ela gemia "Mais, genrinho… me quebra!", e Jhonatas penetrou Alessandra no cu, alternando com estocadas na boceta.
Posições variaram: DP em Sara – Rufus na boceta, Jhonatas no cu, os paus roçando através da parede fina, fazendo-a gozar horrores, sucos escorrendo: "Ahh, dois paus… tô explodindo!" Troca para Alessandra – Jhonatas na boceta, Rufus no cu, ela tremendo em orgasmos múltiplos: "Fodem essa puta negra… sim!" Eles inverteram: Rufus com Alessandra em cowgirl reverso, ela rebolando enquanto chupava Sara; Jhonatas fodia Sara de pé, erguendo uma perna para estocadas brutas. Mais trocas – 69 duplo, com as mulheres lambendo bocetas mutuamente enquanto os homens as penetravam por trás. Gozos vieram em ondas: Rufus encheu a boca de Sara, Jhonatas gozou nos seios de Alessandra, e elas se lambuzaram, beijando-se para dividir.
Na manhã de domingo, voltando da pernoite, Gislaine se surpreendeu ao contemplar os dois casais dormindo na sala – Rufus e Sara no sofá, e o casal de amigos em um colchão sobre o tapete. Sara dormindo de conchinha com Rufus, a mão dela no peito dele. Mais chateada ficou ao perceber que domiam semi-nus, as mulheres de calcinhas e uma blusa leve, os homens, apenas de cueca e camiseta, entendendo que eles fizeram sua própria festinha de sexo e prazer, sem ela.
Rufus acordou com Gislaine bufando, mas nem ele nem ela falaram nada – o ar pesado de tensão. Após todos levantarem e tomarem um banho rápido, tomaram um café da manhã juntos na cozinha, com Sara servindo ovos, pães e café, conversando animadamente com Alessandra e Jhonatas.
Gislaine comeu sozinha na sala, isolada e carrancuda. Rufus resolveu se juntar a ela, sentando-se ao lado com uma xícara. Ela começou a jogar indiretas: "Então… se divertindo sem mim agora, né? Achou melhor uma festinha particular?" Ele respondeu calmamente: "Você faz isso desde o primeiro dia do nosso namoro, Gislaine. Me chifrando, indo pra orgias… qual a diferença?" Ela o fuzilou com os olhos pela resposta direta, mas não conseguiu argumentar, mordendo o lábio.
Por fim, ela começou a ficar chorosa, os olhos marejados: "Você tá me traindo de propósito…" Rufus a abraçou e a beijou suavemente: "Você ainda é minha namorada e é muito importante pra mim. Gosto muito de você, mas essa birra simplesmente não faz sentido. Pensa no que eu senti quando descobri que você me traía – no parque, vendo você com aqueles meninos. No que sinto toda vez que vejo isso." Gislaine, ainda chorosa, rebateu: "Aquilo é diferente… eu sou assim!"
Sara entrou em seguida, concordando com Rufus, mas se limitando a dizer: "Ele tem razão, filha. Repensa no que é realmente importante pra você." Gislaine retrucou: "Você caga pro meu pai! Ele vive em outra cidade, trabalhando em Cabo Frio e levando chifre, mas você não liga!" Sara rebateu firme: "Você não sabe nem da metade da história nossa, Gislaine. Então cala essa boquinha... e cresce." Após voltarem a ficar a sós, Gislaine beijou Rufus e disse: "Eu realmente tô gostando de você, mas não sei ser diferente do que eu sou." Rufus respondeu: "Tudo bem, mas seja coerente – quem gosta de chifrar não pode reclamar de receber chifre também." Gislaine, por um momento, nem reconheceu Rufus: "Você tá mudando…" Ele sorriu: "Tô só crescendo e amadurecendo. Me adaptando."
Rufus voltou pra sala e lá se despediu dos amigos de Sara – um casal muito gente boa, com abraços e promessas de "até a próxima". Eles deram um "tchau" morno para Gislaine, que permanecera na cozinha, antes de enfim partirem. As coisas pareciam estar mudando… Rufus se sentia mais forte, e Gislaine, pela primeira vez, sentia uma certa insegurança e questionava seu próprio jogo.