O sábado amanheceu como um peso no meu peito. Cada hora era uma agonia. Eu observava Mara fazer café, tomar banho, passar roupa — movimentos comuns de uma vida comum que já não existia mais. Ela sorriu para mim, um sorriso que ainda carregava o susto e a submissão da noite anterior, mas também uma centelha de excitação confusa. Eu não retribuí. Meu sorriso estava guardado para mais tarde.
Ela perguntou, tentando ser casual: “O que vamos fazer hoje à noite, amor?”
“Algo diferente”, respondi, olhando fixamente para ela até ela desviar o olhar, uma cor rosa subindo no seu pescoço. “Algo que você nunca esqueça.”
O dia arrastou-se. Cada minuto era um martelo batendo no meu crânio, ecoando a pergunta: Você tem certeza? Mas a certeza tinha virado carvão, só restava o impulso cego de ir até o fim. Jegão não deu notícias. Isso era parte do combinado. Silêncio total até a hora.
Às 23h, fiz o de sempre: fingi cansaço e disse que ia dormir. Aquilo deu um balde de água fria nela. Ela esperava outra noite como a anterior, mas meu plano tinha que seguir. Por volta da 1 da manhã, sinto ela sair da cama, de mansinho, e mais uma vez ir em direção à Cabana do Jegão. Vi ela entrando e as luzes se apagando. Tudo estava correndo como o esperado. Esperei mais alguns minutos e finalmente fui atrás dele. Chegando perto, escuto alguns gemidos de Jegão.
A luz fraca vazava pelas frestas das portas de madeira. Um gemido abafado chegou até mim, levado pelo vento noturno. Não era um gemido de dor. Era um som que eu conhecia bem — o som que ela fazia.
O sangue bateu nos meus ouvidos. Ele fez o que eu pedi. Tudo o que combinamos. A porta não estava destrancada. Lá estava. Sob a luz amarela e suja de uma lâmpada pendurada, sobre um velho sofá desmontado coberto por um lençol sujo. Mara, nua da cintura para baixo, o vestido preto amarrado na cintura, cavalgando sobre Jegão. As costas dela estavam para mim, seus quadris movendo-se num ritmo lento, sensual, suas mãos apoiadas no peito peludo dele. Jegão a segurava pelos flancos, os olhos fechados, a boca entreaberta num ronco de prazer.
Ela não me viu entrar. O rangido da porta se perdeu nos seus próprios gemidos.
Foi Jegão quem me viu primeiro. Seus olhos fixaram-se em mim, como se estivesse satisfeito com tudo aquilo; o corpo ficou rígido debaixo dela. Mara sentiu a mudança, parou o movimento, girou o rosto.
O tempo parou.
O olhar dela passou de prazer turvo para confusão, depois para reconhecimento e, então, para um puro, absoluto pavor. Ela saltou do colo de Jegão como se tivesse levado um choque, caindo de joelhos no chão de cimento, tentando puxar o vestido para baixo.
“Não… amor, eu… eu posso explicar!”, ela gaguejou, o rosto inundado de lágrimas instantâneas. “Ele me chamou, disse que queria conversa comigo, mais acabou acontecendo…!”
A voz dela era um furacão de desespero. Jegão ficou sentado, imóvel, com o membro ainda exposto.
Eu não disse uma palavra. A fúria que eu esperava sentir não veio. No lugar, veio uma calma glacial, uma clareza de tirar o fôlego. Caminhei até ela, que tremia no chão. Ajoelhei-me.
Com uma mão, virei-a de costas para mim, de quatro. Com a outra, puxei o vestido para cima, expondo completamente sua buceta ainda brilhante, molhada do próprio prazer e dele. Ela tentou se virar, protestar, mas um único comando saiu da minha boca, baixo e firme:
“Fica.”
Ela congelou. Então, inclinei-me e chupei-a. Um grito engasgado saiu dela — um misto de choque, vergão e prazer involuntário. Era o sabor dela misturado ao sabor dele, salgado, metálico, proibido. Era a humilhação mais doce que já provei.
“Jegão”, disse eu, sem tirar a boca dela.
Ele entendeu. Levantou-se, aproximou-se, ficou de pé na frente do rosto dela. Ela tentou recuar, mas minha mão na sua nuca a impediu.
“Chupa”, ordenei para ela.
Ela olhou para mim, os olhos suplicando, sem entender. Mas viu algo no meu olhar — não raiva, mas uma autoridade absoluta, uma permissão para o abismo — e, tremendo, ela abriu a boca. Jegão enfiou. Ela fechou os olhos, e um gemido profundo, de rendição total, vibrou na garganta dela enquanto ela começava a movimentar a cabeça.
Enquanto ela o chupava, eu me levantei, desabotoei minhas calças e meti nela de quatro. A entrada foi brutal, direta, e ela gemeu alto, a boca cheia, o corpo sendo usado das duas pontas. Era o que eu tinha imaginado, mas a realidade era mil vezes mais intensa. Eu podia sentir a tensão no corpo dela, a confusão sendo substituída por um prazer avassalador que ela não conseguia controlar. Jegão, encorajado, metia com força na boca dela, as mãos dele se agarrando aos cabelos dela.
Após um tempo, um olhar entre mim e Jegão foi suficiente. Eu saí. Ele saiu da boca dela. Rapidamente, trocamos de lugar. Jegão a empurrou de quatro novamente e entrou nela por trás, com um grunhido de posse que fez o barracão tremer. Eu fiquei de pé na frente dela. Seus olhos estavam vidrados, a boca inchada, babando. Sem que eu dissesse nada, ela se inclinou e começou a me chupar de novo, seus gemidos abafados pelo meu corpo enquanto Jegão a fodia com força contra seus quadris.
Eu estava perto do limite. Puxei-a para cima, deitei-me no sofá imundo e a coloquei para cavalgar em mim. Ela o fez, frenética, os seios balançando, o rosto uma máscara de êxtase e abandono. Jegão, vendo a abertura, pegou um lubrificante na prateleira (parte do combinado) e, com os dedos, preparou-a. Ela sentiu, arregalou os olhos para mim, um último lampejo de hesitação. Eu apenas segurei seus quadris com mais força e incentivei com a cabeça.
Então, Jegão posicionou-se atrás e meteu no cuzinho dela.
Ela gritou. Um grito que rasgou a noite — de dor, de surpresa, de uma intensidade jamais vivida. O corpo dela se contraiu todo ao redor de mim. Foi apertado, quente, proibitivo. Os três ficamos imóveis por um segundo, os limites do corpo e do acordo sendo violados de uma vez. Então, começamos a nos mover. Eu para cima, ele para dentro. Um ritmo sincronizado, brutal, íntimo. Mara deixou a cabeça cair para trás, a boca aberta num suspiro contínuo, os olhos revirando. Ela estava sendo possuída de todas as maneiras possíveis. E estava amando cada segundo.
Não demorou para trocarmos de novo. Desta vez, ela cavalgou em Jegão, enfiando-o dentro dela com uma fome que nos surpreendeu a todos. E eu, por trás, entrei novamente no seu cuzinho. Ela já estava relaxada, aberta, entregue. Gemendo entre os dois homens, sendo preenchida, usada, adorada da maneira mais perversa imaginável. O barracão era um caldeirão de suor, gemidos, rangidos de madeira e o som úmido da carne batendo na carne.
Os dois chegamos ao limite ao mesmo tempo. Um olhar foi suficiente. Nós a levantamos, a colocamos ajoelhada no chão frio entre nós. Ela olhava para cima, ofegante, o rosto sujo de lágrima, suor e saliva, completamente aniquilada e mais viva do que nunca.
Jegão e eu, um de cada lado, começamos a nos masturbar, rápido, olhando para o rosto dela, para o corpo marcado dela. O ar ficou carregado. Eu grunhi, Jegão gemeu.
E então, jorra depois de jorra, nós a pintamos. No rosto, nos seios, nos cabelos. Ela fechou os olhos, a boca aberta, recebendo tudo, engolindo o que alcançava seus lábios, deixando o resto escorrer como um batismo perverso. Ela não era mais minha, nem dele. Era de nós dois. Era do momento.
Ela não entendeu nada. Mas, deitada entre nós no sofá imundo, coberta de nossas marcas, ela sussurrou: “Nunca… nunca senti algo assim”. E então, com um sorriso sonolento e corrupto: “Podemos fazer de novo?”
E fizemos. Passamos a noite toda fodendo. Em cada canto do barracão. Em cada posição imaginável. Até o amanhecer nos encontrar exaustos, entrelaçados, um triângulo de carne satisfeita e vazia.
O que começou como um experimento doentio virou um hábito. Por meses, o barracão do Jegão foi nosso templo. As regras se dissolveram. Às vezes eu só observava. Às vezes participava. Às vezes era só eles. Mara floresceu numa mulher diferente, mais ousada, mais segura de seus desejos. O ciúme que me consumia virou cinzas, e no lugar nasceu um prazer complexo e profundo em ver e compartilhar.
Até que Jegão, embriagado pelo novo poder, se envolveu com outra mulher casada — a esposa de um madeireiro da região. O homem descobriu, e Jegão apareceu na nossa porta, o rosto pálido, uma mala na mão.
“Tenho que sumir. Ele jurou me matar. Vou pra casa de um primo no interior.”
Foi um adeus rápido. Ele olhou para Mara, um olhar carregado de um ano de intimidade proibida. Ela chorou, mas eram lágrimas de saudade, não de desespero. O triângulo se desfez, mas a estrutura que ele criou permaneceu.
O casal que saiu daquela história não era mais o mesmo. O fantasma do Jegão estava entre nós, não como uma sombra, mas como um catalisador. Nossa relação era agora liberal, aberta, curiosa. A história que começou com traição e vingança terminou com a descoberta de um desejo mútuo por mais.
A história termina com nós dois, em nossa cama, com a luz do computador iluminando nossos rostos. Estávamos navegando juntos num site discreto, perfis anônimos, olhando fotos de outros casais, trocando mensagens sutis. Mara apontou para a tela, o dedo sobre a foto de um homem e uma mulher sorrindo.
“Eles parecem interessantes”, ela disse, a voz carregada da mesma excitação ansiosa do primeiro sábado.
Eu olhei para ela, depois para a tela. O vazio perverso tinha sido preenchido por algo novo: uma fome compartilhada, uma estrada aberta.
“Vamos mandar uma mensagem”, eu respondi, e cliquei em “contatar”.
FIM.
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