Quaaaanta coisa falada viu. E pensar que tudo ainda foi um resumo e muito resumido. Eu deixei alguns pontos para falar de forma separada ali no texto anterior como quando chamei meu amigo ou quando fomos viajar pra ver meu tio e minha tia na fazenda que eles cuidavam do véio que era dono. Mas aquilo foram pontos separados pra abordar apenas. Se eu fosse por acaso comentar de vezes assim, eu falaria muita coisa. Foram anos e mais anos vivendo daquele jeito com ela me servindo de depósito de porra, como comentado antes. E assim como disse isso não veio de mim. Foi um colega do grupo que fez um comentário e eu adotei
Aniversários, natais, ano novo, em todo o momento eu estava lá dentro dela. Um dia minha mãe chamou um amigo cabeleireiro, um camarada gay que ela conhece e trampa em salão. Ele veio pra fazer o cabelo da minha tia aqui em casa, passaram boa parte da tarde cortando, pintando. Ela ficou muito bonita com o visual, o cabelo curto até os ombros, de outra cor. Mais tarde eu comi ela com gosto em “comemoração” de ela estar tão bonita. Vai vendo
Hoje eu digo que me arrependo muito disso e que não é um assunto que eu goste de falar. Mas sempre que abordo, aquele prazer e gosto me vem de novo. Eu passaria horas contando e contando tudo o que fiz mesmo que quando terminasse, o arrependimento batesse. É também como falei. Se eu encontrar ela hoje, com toda a certeza que vou chamar ela pra comer de novo, mesmo que o arrependimento bata na porta. A diferença é que não é mais aquela época onde eu me sentia vazio
Depois que ela foi embora ainda aconteceram várias ocasiões. Várias vezes visitei minha tia (a vagabunda) ou ela veio pra cá pra casa. Fui pra aniversário da minha prima, primo e nisso eu obviamente matava minha fome
Mas agora vou mencionar um ponto e vendo, terá a noção de como fui e sou um fodido sortudo com tudo isso o que passei, desde lá na época da filha da vizinha até os dias de hoje
Em todas as ocasiões, não uma, duas ou a maioria. Todas elas, até hoje, tudo colaborou pra mim, sabe-se lá o porque. Tudo acontecia a meu favor. Isso são coisas que hoje eu tenho plena noção, mas não naqueles tempos
Cada quase flagra, tudo o que aconteceu onde tudo podia ter sido diferente, tudo podia ter sido muito ruim, em cada vez eu me safei, nada aconteceu contra mim. Absolutamente nada
O dia em que estávamos na putaria lá nos fundos da casa, minha mãe podia ter chego em um momento em que eu estivesse comendo uma das meninas, mas não. Eu estava vestido, sentado e fazendo absolutamente nada. De todos nós, fui o único que não apanhei ou levei nenhuma culpa. Seja por ser o menor da turma ou o que fosse. No dia em que minha prima flagrou eu e a vizinha, tinha gente em casa e tudo, tanto na minha quanto na dela. Não era um momento pra a gente ter feito aquilo, não tinha como ou onde mas a gente foi aprontar mesmo assim. Podia ter sido a minha mãe ali pegando a gente de surpresa. Podia ser a mãe dela, podia ser qualquer pessoa mas foi a minha prima que nada fez além de rir e sair. E o que aconteceu com isso? Ela também veio me procurar querendo comigo a mesma coisa
No dia em que meu irmão comia a minha cunhada, ela deu um pulo da cama que foi parar direto no cantinho da parede do quarto, meu irmão focou aqui dentro com a lanterna, embora embaçado pelo o vidro talvez ele pudesse ter visto alguma coisa, nem que fosse uma sombra, silhueta, qualquer coisa. Mas ele não viu e olha que ali eu nem tinha imaginado nada. Só tinha a janela e o vidro da janela, nenhuma cortina nem nada. Com certeza ele deve ter visto a minha imagem imóvel sobre a cama, ele focou muito a luz pra o meu lado mas passava a lanterna pra os outros lados também. Mas nada além. Fora que como eu disse, ela deu um pulo, o susto foi de uma vez, ela tentava esconder o corpo com a mão e ficava lá com a cara daquele jeito, somente a luz embaçada entrando no quarto e eu fazendo gesto com a mão na boca pra ela ficar quieta, completamente imóvel feito uma estatua. Mas mesmo naquele susto ela não deu um grito, nada. Com toda a certeza se ela tivesse gritado, a casa tinha caído. A desconfiança já estava ali do outro lado da janela, só faltava a prova concreta
O dia em que eu tinha intenção de comer ela sim, mas fui beber água e minha mãe estava ali no escuro de tocaia. E se ao invés de ir beber agua eu tivesse ido direto pra o quarto dela de mansinho como sempre fazia? Pelas as madrugadas eu sempre saia de fininho, abria a porta do meu quarto bem devagarinho e andava na ponta do pé. E se eu tivesse feito daquele jeito ao invés de ter ido tomar água? E mais, como será que minha mãe pegou desconfiança? Qual foi o deslize que eu cometi? Minha tia nunca contava, ela podia se quisesse, ela podia falar, podia fazer os gestos que eu fazia pra ela ou gestos que fazíamos, ela tinha mil e uma formas de abrir o bico mas ela nunca fez. Então como minha mãe ficou com uma pulga atras da orelha sobre isso?
Eu comentei sobre ter descoberto isso sozinho depois. Não foi algo que minha mãe me contou mais tarde nem nada. Naquele dia eu só voltei pra o quarto e não pensei no assunto, parei pra refletir só depois e juntei eu mesmo as peças. Minha mãe nunca, em momento algum abriu a boca pra falar “ah eu pensava que tu tava comendo tua tia”. Isso foi eu que juntei o quebra cabeças e cheguei na conclusão e de fato, era isso mesmo. Ela estava desconfiada e queria ali me pegar no flagra. Eu sei que era isso. Mas como? Como ela chegou nessa conclusão de que algo acontecia? Como ela ficou desconfiada que eu pudesse estar comendo minha tia escondido? Qual o deslize que eu tive?
No começo desse texto eu falei que isso aconteceu por anos e mais anos, e que nesse período todo eu fiz muita coisa. E disse que esses dias em que falei separadamente foram só uns que abordei, mas que se fosse falar de tudo o que fiz.. e de fato é isso. Aquelas não foram as únicas doideiras que eu fiz com ela e os quase flagras não foram os únicos deslizes que tive. E como eu disse, tudo sempre acabou colaborando pra mim. Isso é absurdo de refletir
Um dia por exemplo eu estava brincando com ela no corredor, ela estava encostada na parede e eu na sua frente pegando no seu corpo. Passando as mãos nos peitos, passando a mão na priquita, tudo por cima da roupa. Ela ria, eu ria e a coisa ia. Nesse dia eu fui flagrado, eu fui pego no flagra. Ou era pra acontecer se o meu irmão tivesse colocado a cabeça pra pensar, ou ao menos desconfiar
Enquanto a gente estava naquele pega pega pelo o corpo, meu irmão do nada brotou no corredor e viu a gente, foi a primeira coisa que ele olhou pq não tinha mais nada ali também. A minha sorte foi que nesse exato momento em que ele surgiu, eu não fazia nada. Eu não estava com a mão em canto algum do corpo dela. Foi um susto tanto pra ela quanto pra mim quando ele apareceu, mas no mesmo instante eu disfarcei. Eu fiz pra ela mostrando meu rosto e juntando os dedos em uma espinha na minha cara, e ela veio pra espremer a minha espinha. Isso era algo que a gente já fazia. Direto eu pedia a ela pra espremer umas espinhas pra mim. Só juntei os dedos na cara sobre uma e ela já havia entendido o recado de que era pra espremer. Meu irmão perguntou “o que tão fazendo ai?” E eu respondi “nada”. Ela espremeu e pronto, ai eu afastei e ela foi saindo, eu fui saindo pra o outro lado e meu irmão seguiu o dele. No momento que ele chegou nada acontecia, ele podia ter me pego de mão na priquita dela mas não pegou. Ele podia ter desconfiado de algo mas não desconfiou. Eu podia ter me fodido ali mas não me fodi. Comer as vizinhas era uma coisa, comer minha tia “doente” outra. Ele tinha me caguetado na mesma hora
Eu comentei que todas as vezes em que comia ela, sempre queria acabar o quanto antes. Isso porque sempre era uma corrida contra o tempo. Em todas as vezes, ou pelo menos 99,9% das vezes. Sempre que iam dormir de tarde e eu ia lá madeirar ela, nunca sabia se alguém poderia acordar. Não dava pra saber
As vezes em que minha mãe ia na casa da fulana rapidinho, não dava pra saber quando voltaria. Ela podia voltar e eu estava lá no meio das pernas dela, ou então alguém mais chegasse em casa, meu irmão por exemplo. era sempre uma corrida. Dada raras exceções onde ela de fato iria pra algum lugar precisar fazer alguma coisa e ai sim eu tinha à noção de que ela levaria horas ou o dia todo. Ou que meu irmão não voltaria pra casa, ai sim eu tinha total liberdade ao longo do dia pra fazer o que desejasse. Mas esses momentos eram sempre vez ou outra. Em geral, todo santo dia era uma corrida pra não ter perigo de ser pego
E agora pra dar mais uma noção de como tudo me colaborou. Onde já entra coisa grave também
Naquela época eu sequer tinha ideias ou pensamentos sobre doenças. “Ah vou usar camisinha pra não pegar aids”. Longe disso. Ainda que eu participasse de palestras na escola, aquilo não se passava na minha cabeça. Pior ainda, gravidez. Vish, isso absolutamente nunca se passou na minha mente
Olha como as coisas são
Eu comia ela diariamente, dia, tarde e noite, semana após semana, mês após mês, ano após ano. Eu NUNCA coloquei uma camisinha no pau. E eu SEMPRE depositava até a última gota dentro dela. Encher ela de gala era parte do ritual. Eu tinha que encher ela pra me satisfazer, não tinha nada mais gostoso do que gozar dentro dela e escutar o barulhinho que fazia, tipo quando você pega um balão com água e fica apertando. Depois ver a gala escorrer e ela rir. Aquilo fazia parte da rotina. E em todos aqueles anos eu NUNCA pensei na hipótese de doença ou de ela acabar engravidando. Mesmo com os anos iam passando e eu ficando mais velho. Nunca, jamais se passou algo pela a minha cabeça. A vez que ela mais foi usada e feita de deposito foi quando viajei e usei ela com meus primos. Eram três pra encher ela de novo e de novo
Nunca nada ocorreu onde tudo teria ido por agua abaixo
Já pensou eu ainda novo tivesse engravidado ela? A merda que seria. Falta de gala no útero não foi. Ou será que não ia pra o utero? Duvido muito, mesmo que meu pau não fosse um galho de arvore. Questão de remédio eu acredito que não seja também. Ela não tomava nenhum tipo de remedio que eu saiba, mesmo algo pra a saude. Principalmente então relacionado a não gravidez. Ou seja, eu passei anos usando dela o quanto quis em todos os dias da minha vida, e nada nunca aconteceu
Consegue imaginar?
Agora algo mais delicado. Depois de ela ter ido embora e depois das vezes que eu já havia visto ela e comido de novo, veio a surpresa tempos bem depois. Ela engravidou lá pra a minha tia. Sim, ela engravidou. O pai? Até hoje não se sabe, eu não tenho nem como dizer sobre desconfiança. Se eles desconfiam de alguém ou algo
Essa minha tia que é responsável por ela, realmente é uma pessoa nojenta. Eu realmente não gosto dela e nem ninguém é muito chegado. Ali na casa dela era bem largado e também as portas eram abertas a todo mundo que era conhecido deles. Quando eu estava lá (em todas as vezes), sempre aparecia alguém já entrando e procurando por meu primo ou coisa assim. Entrando como se fosse a casa deles. Casa da mãe joana aquilo
Ou seja e falando no português claro. Algum sujeito entrou ali, meteu pirocada nela e saiu fora. E nisso ainda embuchou. Como ela é do jeito que é, posso dizer que não foi algo a força. Com toda a certeza o sujeito simplesmente foi de enxirimento pra o lado dela e ela “correspondeu” ou “não foi contra”. “Não negou”. E ai o sujeito só aproveitou
Não existe outra hipótese sobre isso
Isso bem depois de ela ter ido embora e bem depois das vezes que eu já havia reencontrado ela e também passado a vara. Agora não se tem como saber a quanto tempo algo assim ocorreu, desde quando comiam ela ou se foi a primeira vez que esse alguém comeu. Ou mais, ainda que não fossem mais de um ao mesmo tempo (assim, 2 ou 3 se aproveitando dela juntos), será que tinha mais gente que comia ela? Será que esse foi o primeiro e único, se essa foi a única vez que aconteceu , ou será que já vinham comendo ela desde antes? Ainda que não fosse mais de um ao mesmo tempo, será que tinha mais gente que comia ela também?
Não se sabe
A única coisa óbvia é que é alguém próximo. Alguém que frequentava a casa ali. E hoje em dia faz um bom tempo desde a última vez que eu a vi. Não tenho como falar de hoje em dia também. Será que ela está na mão de alguém ou de vários alguém?
Mas após essa gravidez e após ter o bb, que hoje meu primo já está quase adulto, sei que ela operou para não engravidar mais. Mas desse tempo pra cá, desde que isso ocorreu ou hoje em dia, eu não sei dizer como ela está por lá em relação a isso. Mas no português claro, não fui o único que passou por ali. Quem mais ou quantos mais é outra historia que não tenho como falar
Bom, não teria muito mais o que abordar sobre isso tudo. A menos que fosse mais e mais do que eu fiz então acho que a gente pode encerrar daqui e seguir em frente. Já falei o básico sobre ela e sobre o que eu fiz. Ah cara, eu fiz tanta desgraceira que eu nem falei viu. Até o cachorro de casa eu já coloquei pra torar ela. Tinha que ver o pulo que ela deu na hora que eu levantei e falei pra ela esperar, e depois voltei com o cachorro. Fiz muita merda. Até o cavalo daquela fazenda que meu tio cuidava eu quis botar ela pra dar, mas ali era outra historia
Lá tinha um cavalo marrom que se chamava zorreiro ou zorrero. Na fazenda ao lado onde tudo o que separavam uma da outra era aquela cerca de arame, tinham varios outros cavalos e éguas. Mas nessa que meu tio cuidava só tinha o zorrero. Todas as vezes que os cavalos de lá apareciam o zorrero ficava doido da cabeça. Ele ficava correndo pra lá e pra cá com a benga grandona balançando. Estava doido pra dar uma pirocada coitado. Ele passava a tarde assim correndo e correndo, tudo o que separava um terreno do outro era a cerca de arame, inclusive a parte da casa com a dos bois. Não sei como aquilo engana aqueles animais. Zorrero passava daquela cerca fácil se quisesse
Um dia ele até machucou a pata em algum lugar por conta dessa carreira toda. A gente percebeu ele mancando, foi a primeira vez que o véio dono da fazenda apareceu e foi quando eu conheci ele. Eles trataram dele lá
Naqueles dias a gente ria quando via ele correndo com o pau balançando, numa das vezes quando eu comia ela lá no celeiro eu vi o zorreiro lá num canto onde só tinha uma portinha. Bem antes dessa vez que ele se machucou. Eu lembrei dele correndo de pau duro e juntei isso na mente com um dvd pornô que tinha visto do meu irmão, um dvd justamente de cavalo comendo uma gata kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Lá se vai eu chamar ela pra ir lá no cavalo, ela fazia que não e ria mas bastava eu falar “vamo”. Era fácil assim
A gente entrou lá e eu falei pra ela pegar no pau dele, ela riu mas não queria. Estava com nojo mas rindo, eu falava “vai, pouquinho 🤏” e ela rindo dizendo que não. Até que foi com os pedidos seguintes, encostou a mão daquele jeito, entre tocar e tirar, mas encostou, pegou e segurou. Ficava rindo olhando o pau do cavalo e eu rindo mais ainda. Ai fiz o gesto de bater punheta ✊ pra ela tocar uma pra o cavalo, ela começou o vai e vem e ficava rindo sem tirar o olho. O pau do cavalo endureceu e ela tocando. Mandei ela abaixar e ela fez, ai fiz o gesto de mão com a boca pra ela chupar mas ela fazia que não, eu insistia e ela fazia que não , e eu ficava “pouquinho “ e ela “não “ todo o tempo rindo. Mas insistência vai e vai e ela olhou pra o pau dele enquanto batia, abriu a boca com a língua pra fora e foi aproximando. Mas quando bem perto deu pra tras e riu. Eu ria de volta e falava “vai” e ela repetiu enquanto ria, ficou assim entre ir e desistir até passar a lingua uma vez, caia na risada e eu incentivando. Ela ficou passando a língua e passando até eu fazer o gesto de novo de chupar e ela abriu toda a boca e encostou o pau dele, mas não passou. Era maior que a boca dela toda aberta, ela até tentou mas desistiu e falou “grande ele, grande” e eu ria. Ai ela levantou e eu falei com o gesto apontando pra ela passar o pau dele na priquita, ela foi e deu umas batidas esfregando sobre a buceta, mas a gente parou por ai
O espaço era pequeno pra tentar alguma posição ali e foi tudo muito rápido. Tinha a adrenalina de tudo mas eu também era lerdo pra qualquer coisa. Só voltamos e eu terminei de comer ela. Já no dia do cachorro de casa, ele torou a vontade. Bastou levar ele pra ela, na hora que ele foi pra a buceta e deu aquela cheirada, ja deu a lambida em seguida. Ela riu e tentou tirar mas ele lambia mais e eu também disse pra ela deixar, eu mesmo ajeitei ele em cima pra ele comer e ele já foi empurrando, ajeitei o pau de batom dele na buceta e na hora que encaixou ele socou, sem cerimonia nem nada. Ela falava “ah poarr” e ria e eu ria de volta. O filha da puta fazia o serviço melhor que eu, tinha um pau maior
Ele comeu a vontade ela aquele dia. To falando, fiz muita desgraceira com ela ao longo desse período que eu deixei de mencionar nessa historia toda
Então muita coisa eu gostei, foi bom mas também o quão ruim foi depois e onde isso me levou, e por tudo isso estou aqui numa reviravolta que não imaginaria nem em outra vida
Não sei o que caralhos houve em toda a minha vida pra que tudo colaborasse a meu favor. Mas aconteceu, eu gostando ou não. Não tenho como fingir não ter todo esse peso nas costas comigo mesmo. Muita coisa eu gostava? Adorava. Mas em muito também eu me afundei. Porém a vida seguiu, aquela época passou
Olha eu acredito que a gente já possa encerrar essa parte da minha vida. Como falei e vou repetir, quando eu encontrar com ela de novo é 100% de chance que eu vá torar ela novamente, mas isso fica pra o futuro. Isso depois a gente vai desenrolando
Então vamos seguir. Eu agradeço ao enorme carinho que a gente recebe lá no nosso espaço. Como sempre vou deixar o nosso link pra qualquer um que desejar chegar com a gente seja no grupo ou onde for
Muito carinho e abraços
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