Capítulo 24: O Triatlo do Pecado

Um conto erótico de João Vitor
Categoria: Heterossexual
Contém 2287 palavras
Data: 02/03/2026 10:44:13

Junho de 2015. Eu vivia em um estado de transe psicodélico regado a sêmen e adrenalina. Minha vida havia se transformado em um cronômetro implacável de fomes diferentes. Eu não era mais apenas um estudante de Direito; eu era uma máquina térmica, um atleta do sexo que precisava de um vigor sobre-humano para gerenciar o jogo de sangue e pele que eu havia construído. Eu estava ficando louco, a paranoia de ser pego me perseguia como uma sombra, mas o vício naquela voltagem era mais forte que qualquer instinto de preservação.

Minha rotina era uma maratona de fluidos. Em casa, o perigo era o meu oxigênio. Em uma tarde chuvosa, enquanto minha mãe estava em uma vistoria, eu estava trancado no quarto da Mariana. O corpo dela, aquele legítimo formato violão, parecia ter ficado ainda mais exuberante com o sexo constante. Eu a coloquei de quatro na beira da cama, puxando-a pelos cabelos loiro-mel enquanto desferia estocadas violentas e barulhentas no seu cu. Mariana urrava de prazer, com a bunda balançando sob o impacto seco da minha carne.

— "Me marca, João! Me arromba todinha antes que a mamãe chegue!" — ela sibilava, o rosto enterrado nos lençóis, enquanto eu a esfolava sem piedade, sentindo o vácuo do seu rabo me ordenhar até o limite.

Outrora, o cenário mudava para a sobriedade pecaminosa do quarto da Ana Beatriz. Com a "Doutora", o sexo era denso, carregado de uma submissão intelectual que me enlouquecia. Eu a possuía entre códigos e doutrinas, deitando-a sobre a mesa de estudos e dobrando suas pernas atléticas até os joelhos tocarem as orelhas. Eu penetrava aquela buceta com uma lentidão sádica, saboreando cada espasmo das suas paredes internas. Ana Beatriz, a mulher de gelo, transformava-se em uma fêmea faminta, implorando para que eu gozasse na sua garganta para que ela pudesse "beber o néctar do seu dono".

E quando a casa ficava vazia, o pacto de sábado se tornava real no tapete da sala. Eu, no centro de um furacão loiro, possuindo as duas simultaneamente. Eu comia a buceta apertada e úmida da Mariana enquanto a Ana Beatriz cavalgava no meu rosto, criando um emaranhado de línguas e suor que cheirava a pecado original. Eu as levava ao ápice juntas, assistindo àquelas duas irmãs se devorarem sob o meu comando, selando uma união que nenhuma lei humana poderia explicar.

Mas o meu maior troféu, a minha dose mais forte de adrenalina, era o escritório da imobiliária. Camila havia abandonado qualquer vestígio de negação. A "Rainha" agora era uma devota. Regularmente, após o expediente, o som da tranca do escritório era o sinal para o desmonte da sua dignidade. Camila não apenas cedia; ela implorava.

A experiência madura dela era uma armadilha. Em uma noite, ela me fez sentar na sua cadeira de couro e se ajoelhou à minha frente, abrindo meu zíper com os dentes. Ela usava sua técnica de décadas para me chupar até a alma, envolvendo a glande com uma maestria que me fazia revirar os olhos. Depois, eu a possuía sobre a mesa de mogno, entre processos e contratos. O sexo com minha mãe era visceral: eu a esfolava de costas para a janela, puxando seus cabelos loiros enquanto via o reflexo daquela mulher impecável toda aberta para o filho. Camila gozava chorando e sorrindo, um transe de pura perversão onde ela sussurrava: "Me usa, João... acaba com a sua mãe... me faz sentir que eu sou sua puta!". Eu descarregava jatos quentes no fundo do seu útero, selando nossa aliança de sombras.

E, para manter a fachada de sanidade, eu ainda tinha a Vitória. Com ela, eu buscava a luz, mas uma luz que queimava. Frequentemente ia para a casa dela, onde a morena me recebia com um amor puro e uma sede real. Eu a possuía com uma fúria que misturava carinho e possessão. No quarto dela, eu a jogava na cama e devorava aquela pele canela, sentindo o perfume floral se misturar ao cheiro do nosso suor.

Vitória era intensa; ela se arqueava sob o meu corpo, as pernas morenas e torneadas trancadas na minha cintura enquanto eu a penetrava com força, sentindo o aperto úmido e quente da sua buceta me acolher. Eu a virava de quatro, segurando firme naquele bunda enorme e firme, esfolando-a com estocadas secas que a faziam gritar o meu nome, o rosto enterrado no travesseiro. Às vezes, eu a trazia para a Tijuca. Comer a Vitória no meu quarto, a poucos metros de onde minhas irmãs e minha mãe dormiam, era o ápice do cinismo. Eu a possuía com uma urgência animal, observando pelo espelho do quarto, o contraste do meu corpo branco contra o moreno dela, enquanto ela cavalgava sobre mim, os seios fartos balançando e os olhos revirando de prazer. No auge, eu a puxava pelos cabelos e descarregava jatos quentes sobre o seu ventre, limpando o rastro da "luz" antes de voltar para o corredor onde o "pecado" me esperava.

Eu estava vivendo no limite do colapso. O vigor de 19 anos era testado diariamente. Eu era o amante, o filho, o irmão e o namorado. Eu era o Dono da República, e o mundo ao meu redor era um banquete de carne que parecia nunca ter fim. Mas no fundo, eu sabia que aquele equilíbrio era frágil como vidro, e a queda, quando viesse, seria devastadora.

Tudo naquela casa parecia, milagrosamente, ter encontrado um eixo. O ódio que antes envenenava o corredor da Tijuca fora substituído por uma harmonia solar. Camila vivia sorridente, com um brilho na pele que só o preenchimento real de uma mulher pode dar. Ela e as meninas se davam melhor do que nunca; trocavam confidências, planejavam jantares e pareciam uma propaganda de família perfeita.

Elas não sabiam que a cola que as mantinha unidas era o meu sêmen, distribuído estrategicamente entre os quartos e o escritório.

Mas o destino é um mestre sádico. Em uma tarde de terça-feira, a autoconfiança me pregou uma peça. Eu e Camila estávamos no escritório da imobiliária. O expediente havia acabado para os outros funcionários, e a urgência do desejo nos tomou com uma força bruta. Pela primeira vez em meses, na pressa de possuí-la, esquecemos de trancar a porta principal.

Eu a coloquei de quatro sobre a mesa de mogno, a saia lápis levantada até a cintura, revelando a pele clara das suas nádegas monumentais. Eu a esfolava com vontade, sentindo o calor daquela buceta madura me apertar, enquanto ela gemia abafado contra os braços.

O que não sabíamos é que Ana Beatriz e Mariana haviam decidido fazer uma surpresa. Queriam levar a mãe para um jantar especial e apareceram sem avisar. Elas giraram a maçaneta devagar, com sorrisos cúmplices, prontas para dar um susto na "chefe".

Pelo reflexo do vidro da estante, eu as vi. Meus pulmões travaram. Mariana e Ana Beatriz pararam no batente, congeladas. Elas viram tudo: o meu caralho entrando e saindo com força do rabo da mãe delas, o balanço violento dos seios da Camila e a minha mão apertando o pescoço dela com posse. Fiquei pálido, o sangue fugindo do rosto, mas o instinto de sobrevivência me impediu de parar bruscamente. Camila, absorta no próprio delírio e sem ver a porta, continuava empurrando o quadril contra mim, alheia ao fato de que o seu maior pavor acabara de acontecer.

Mariana abriu a boca para gritar, o rosto transfigurado em choque, mas Ana Beatriz, com um reflexo gélido de advogada, a impediu, tapando a boca da irmã e puxando-a para fora. Elas fecharam a porta em silêncio e saíram dali como se tivessem visto um espectro.

Terminei o ato mecânico, sentindo o coração martelar na garganta. Meu semblante era o de um condenado.

— "O que foi, João? Parece que viu um fantasma..." — Camila murmurou, ajeitando a roupa com aquele sorriso pós-orgasmo, ainda tonta de prazer.

— "Nada, mãe... só cansaço. Muita informação hoje," — menti, com a voz falhando. Saímos da imobiliária e o trajeto para casa foi um corredor para a forca.

Ao pisarmos no apartamento, o ar estava carregado. Ana e Mari estavam na sala, rígidas. Assim que Camila entrou no banho, as duas me cercaram e, com uma desculpa qualquer sobre "documentos da faculdade", me arrastaram para o quarto da Ana. Elas trancaram a porta e a fúria explodiu.

— "VOCÊ ENLOUQUECEU, JOÃO VÍTOR?!" — Mariana sibilou, as lágrimas de raiva brilhando nos olhos cor de mel. — "A NOSSA MÃE?! Você está comendo a nossa mãe na mesa do escritório?!"

— "Isso é o cúmulo da perversão, João! Você passou de todos os limites!" — Ana Beatriz gritava baixo, andando de um lado para o outro. — "A gente aceitou o seu jogo, a gente se dividiu por você... e você faz isso com ela?"

Eu as encarei de frente, deixando o pânico de lado e assumindo o controle da narrativa.

— "Escutem bem!" — disse, a voz firme. — "Vocês viram a Camila hoje? Viram o sorriso dela no café da manhã? Ela vivia sofrendo, carente, humilhada por aquele lixo do Ricardo e abandonada por todos. Ela precisava de amor e de um homem tanto quanto vocês duas! Eu trouxe a paz para essa casa. Eu trouxe a felicidade de volta para ela. Ela merecia essa paz tanto quanto vocês mereciam o prazer no motel. Eu não sou um monstro, eu sou o único que realmente cuida de todas as mulheres desta família!"

Elas pararam, o choque dando lugar a um receio confuso. Elas olhavam uma para a outra, processando a verdade nua: a casa realmente estava em harmonia por causa daquela loucura. Mas o cansaço da vida tripla me atingiu em cheio naquele momento. Eu não aguentava mais as portas trancadas, as mentiras cruzadas e o medo constante.

— "Eu não aguento mais esses segredos," — confessei, sentando na beira da cama. — "Essa rotina está me matando. Eu tenho uma ideia, e é a única forma de todos nós sobrevivermos a isso sem enlouquecer: a unificação total."

— "Você é louco, João Vítor! Você é completamente demente!" — Ana Beatriz sibilou, os olhos verdes injetados de horror e uma ponta de ciúme que ela não conseguia camuflar. — "Isso que você propõe é impossível. A mamãe nunca, em sã consciência, aceitaria uma coisa dessas. Você ultrapassou todos os limites... você comeu a nossa mãe, João! Ela te deu a vida!"

— "É, João! Uma coisa é a gente... outra coisa é ela!" — Mariana completou, a voz trêmula, gesticulando freneticamente. — "Isso é um sacrilégio, você não tem noção do que está dizendo!"

Eu me levantei, encarando as duas com uma calma que parecia cortante no silêncio do quarto.

— "Sacrilégio? Impossível?" — soltei um riso seco, amargo. — "Qual é a diferença real, Ana? Qual é a diferença, Mari? Vocês são minhas irmãs, o mesmo sangue corre nas nossas veias, e isso não impede vocês de gritarem o meu nome no travesseiro quase toda noite. Por que com ela é diferente? Por que ela é obrigada a viver na castidade e na solidão enquanto a gente se delicia no escuro?"

Elas hesitaram, o argumento batendo na lógica distorcida que já habitava aquela casa.

— "Eu tive uma ideia," — continuei, baixando o tom de voz para um sussurro conspiratório. — "Vamos marcar um dia. Vocês entrarão no escritório de novo, exatamente como fizeram hoje, e me pegarão possuindo a mamãe novamente. Mas dessa vez, ela vai ver vocês entrando. Obviamente, ela vai entrar em pânico, vai se sentir a pior mulher do mundo, vai achar que a vida dela acabou ali. É nesse momento que vamos derrubar todas as cartas. Nós vamos revelar a ela o nosso segredo. Vamos mostrar que o pecado já mora nessa casa há muito tempo e que ela não está sozinha."

— "Você quer corrompê-la... de vez," — Ana Beatriz murmurou, a mente jurídica processando a magnitude do caos.

— "Eu quero a unificação total," — sentenciei. — "Chega de trancas, chega de mentiras cruzadas, chega de eu ter que lavar o cheiro de uma para entrar no quarto da outra. Ninguém mais precisará se esconder de ninguém. Seremos nós quatro, um elo que ninguém no mundo poderá quebrar."

Mariana sentou-se na beira da cama, as mãos trêmulas. — "Isso vai dar uma merda colossal, João... a mamãe pode ter um colapso."

— "Ou ela pode finalmente se sentir liberta," — rebati. — "Vocês viram como ela está. Ela está viciada em mim tanto quanto vocês. Ela só precisa do empurrão certo para perder a vergonha diante das filhas."

Houve um longo silêncio. Ana Beatriz olhou para Mariana, e uma cumplicidade sombria brilhou entre as duas. Elas estavam receosas, apavoradas, mas o vício na adrenalina que eu injetava naquela família era maior que o medo.

— "Tudo bem..." — Ana disse, num suspiro de rendição. — "Nós aceitamos. Vamos fazer do seu jeito, Dono da República. Mas e a Vitória, João? Como fica a 'santinha' nessa sua utopia perversa?"

Olhei para a janela, onde as luzes do Rio de Janeiro piscavam como testemunhas silenciosas da minha ambição.

— "Vamos por partes, Ana. Primeiro, trazemos a mamãe para o nosso santuário. Depois que a fundação da casa estiver sólida e sem segredos entre nós quatro, eu dou um jeito na Vitória. Ela é a luz lá fora, mas vocês são o meu fogo aqui dentro. Eu não vou abrir mão de nada."

Saí do quarto da Ana Beatriz sentindo o peso do destino nos meus ombros. O Triatlo do Pecado estava prestes a se tornar uma religião doméstica. Eu tinha o plano, tinha o vigor e tinha as peças posicionadas. Junho de 2015 terminaria com o maior escândalo que aquelas quatro paredes já testemunharam, e eu seria o mestre de cerimônias do despertar final de Camila.

A Casa das Três estava prestes a cair de vez. E das suas ruínas, eu ergueria o meu império de seda, suor e sangue.

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