Êxtase Tátil no Quarto

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 659 palavras
Data: 13/03/2026 01:21:28

A conferência matinal foi um borrão – palestras sobre supply chain ignoradas enquanto Marcelo e Luciana trocavam mensagens ardentes debaixo da mesa: "Noite passada foi só o aquecimento. Tenho uma surpresa nova na bolsa." De volta ao quarto dele ao meio-dia, porta trancada, cortinas blackout, o ar ainda cheirava a sexo e uísque do dia anterior. Lençóis trocados, mas memórias vivas. Luciana tirou da bolsa uma pílula rosa pequena, inconfundível: MDMA puro, comprada de um contato discreto no lobby. "Nunca fizemos isso juntos. Dizem que transforma toque em fogo líquido. Topa virar coelhos?"

Marcelo, olhos acesos, pegou a pílula. "Primeira pra nós dois. Engole e me mostra o que essa merda faz com teu corpo." Engoliram secas, água depois, sentando na cama king pra esperar o rush. Aos 20 minutos, veio: euforia borbulhante, pele hipersensível, desejo amplificado sem pressa. "Minha pele tá viva, Marcelo. Toca em mim", sussurrou ela, tirando a blusa sozinha, seios fartos livres, mamilos eriçados como nunca. Ele roçou os dedos no braço dela – faíscas elétricas, gemidos instantâneos. "Porra, é como se cada nervo gritasse."

Preliminares viraram sinfonia tátil: mãos explorando devagar, como amantes virgens. Marcelo massageou os ombros dela, descendo pros seios pesados, polegares circulando mamilos em ondas lentas – ela arqueou, boca aberta em suspiros longos, MDMA estendendo cada sensação. "Teus dedos queimam gostoso... mama neles." Ele chupou os mamilos rosados, língua rodando suave, sugando com vácuo leve enquanto mãos apertavam as curvas laterais. Luciana retribuiu, punhetando o pau dele exposto – shaft grosso latejando na palma úmida, glande sensível pulsando a cada deslize. "Sente como tá grosso? Essa pílula te deixou eterno." Desceram juntos: ela lambendo abdômen salgado, ele beijando coxas internas cremosas, dedos traçando lábios da buceta já melada.

O pico chegou aos 45 minutos – corpos colados na cama, pele suada grudando, euforia os fazendo rir entre gemidos. "Deita de lado. Quero te comer conchinha, sentindo cada centímetro." Ele se encaixou atrás, pau rígido roçando a entrada dela antes de deslizar devagar, paredes quentes dilatando em abraço perfeito. MDMA tornava tudo eterno: estocadas lentas e profundas, mão dele no clitóris inchado circulando ritmado, outra apertando seio. "Me fode assim pra sempre, Marcelo... teu pau me preenche inteira", gemeu ela, rebolando contra, quadris girando pra aprofundar. Slap molhado baixo ecoava, fluidos escorrendo coxas, orgasmo dela construindo em ondas suaves – corpo tremendo leve, paredes contraindo em pulsos longos, leite pingando sem fim.

Não pararam. "Minha vez de mandar." Ela montou cowgirl, descendo no pau dele com gemido gutural, peitos balançando hipnóticos no espelho do teto. O ecstasy amplificava: ela quicava devagar primeiro, sentindo veias roçarem paredes internas, clitóris esfregando base dele em círculos. "Olha no espelho como eu te engulo... aperta minha bunda." Ele obedeceu, mãos afundando na carne carnuda, guiando descidas mais fortes – slap-slap acelerando, suor pingando. Orgasmo duplo dela veio em platô: corpo convulsionando suave, fluidos encharcando o colo dele, prolongado pela droga em minutos de prazer flutuante.

Viraram de quatro, instinto animal guiado pela euforia: ele atrás, mãos nos quadris largos, pau martelando fundo em ritmo hipnótico, dedos voando no clitóris babado. "Enche minha buceta, Marcelo, me faz tua com essa onda infinita!" Ela empurrava contra, bunda quicando, paredes sugando-o em espasmos. MDMA esticava tudo – ele segurou o gozo, fodendo por 10 minutos insanos, até explodir dentro: jatos quentes enchendo o útero, transbordando em fios cremosos pelas coxas trêmulas dela. Ela gozou junto, clímax triplo reverberando, corpo mole caindo na cama rindo e ofegante.

Horas rolaram em carícias pós-pico: 69 lento na cama encharcada, línguas devorando sexos sensíveis – ele chupando clitóris como doce eterno, ela engolindo pau melado de sêmen e mel. Missionário final, pernas dela nos ombros, estocadas preguiçosas profundas, sussurros: "Essa substância nos reinventou... tua buceta é lar agora." Gozo final dele dentro, misturando-se ao caos úmido, abraço colado até o down suave.

Ao entardecer, enrolados nus, Luciana traçou o peito dele: "Conferência à noite. Mas amanhã, caçamos mais dessa rosa." Marcelo beijou o pescoço suado: "Novo vício. Só nós dois, eterno."

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