Fumaça Derretida no Quarto

Um conto erótico de AndressaMR
Categoria: Heterossexual
Contém 954 palavras
Data: 13/03/2026 01:25:07

Terceira noite da conferência no Mirage, 22h30. Marcelo abriu a porta trancada, encontrando Luciana já esparramada na cama king size, grinder prateado na mão, buds densos de erva indica espalhados no lençol branco. Cheiro terroso doce saturava o ar condicionado. "Erva pra derreter nossos limites. Strain pesada, nunca testamos sexo assim. Primeiro baseado nosso", sorriu ela, mamilos rosados visíveis através da camisola transparente, coxas entreabertas insinuando buceta depilada já úmida de antecipação.

Ele acendeu o beck grosso com isqueiro do hotel, tragada longa queimando garganta, passando pra ela. "Inala fundo. Vamos dissolver nessa fumaça." Fumaram lado a lado, pernas nuas coladas, fumaça azulada dançando nos espelhos do teto. Aos 12 minutos, o high indica os pegou: músculos liquefeitos, riso mole escapando, pele hipersensível vibrando em câmera lenta. Cada roçar de dedos na coxa dela disparava ondas de calor preguiçoso. "Minha buceta formiga... toca devagar", sussurrou Luciana, voz arrastada, pupilas dilatadas.

Baseado boca a boca entre beijos pastosos, fumaça exalada quente nos seios fartos dela enquanto Marcelo chupava mamilos com língua circular preguiçosa – sugando suave, dentes roçando areola rosada, fazendo-a gemer baixo e longo: "Hmmm... tua boca vibra gostoso com a erva". Ela deslizou mão na calça dele, palma massageando pau grosso por cima do tecido, sentindo pulsar lento e pesado. Abriu zíper devagar, libertando o membro veiado rígido, punhetando com lubrificação própria – saliva escorrendo da palma, glande inchada brilhando, veias saltando a cada bombeio ritmado. "Teu pau parece pulsar em câmera lenta... tão grosso nas minhas mãos".

Ela lambia abdômen definido com língua plana e molhada, traçando V da virilha centímetro por centímetro. Marcelo abriu coxas cremosas dela, dedos indicador e médio separando lábios rosados babados, revelando entrada melíflua pingando fio viscoso. Inclinou rosto, inalando cheiro doce misturado à erva, língua achatando no clitóris inchado – lambida longa de baixo pra cima, sugando como pétala macia, depois mergulho profundo na entrada quente, nariz pressionado no osso púbico. "Tua buceta tem sabor eterno... mel grosso escorrendo na minha língua", murmurou, três dedos curvados penetrando suave no ponto G carnudo, girando em círculos demorados. Ela arqueou devagar, gemendo arrastado: "Aiiih... erva faz teus dedos parecerem minha buceta inteira... mais lento".

Aos 30 minutos do pico indica, high relaxado os fundiu. Ela agachou devagar sobre ele esticado, esfregando entrada inchada no shaft inteiro – de bolas à glande, mel viscoso lubrificando veias pulsantes, clitóris roçando freneticamente. Desceu enfim: primeiro só glande dilatando entrada apertada, pausa sentindo pressão, depois mais centímetro por centímetro, paredes quentes abraçando cada veia em espasmo individual. "Hmmm... sente cada parte do teu pau me preenchendo? A erva faz tudo durar hooooras", gemeu rouco, quicando preguiçoso – descidas longas, subidas lentas esfregando clitóris na base dele.

Peitos balançando suaves no ritmo hipnótico, ela inclinou pra frente, mamilos roçando peito dele, unhas traçando ombro enquanto rebolava em círculos amplos – pau girando dentro dela como hélice lenta, batendo colo úmido em ângulos novos. Slap molhado baixo e ritmado ecoava, fluidos escorrendo em rio contínuo pelas bolas dele, encharcando lençol em poça crescente. Orgasmo dela cresceu platô: tremores internos prolongados, paredes pulsando longas ondas suaves, leite pingando fio grosso pelas coxas trêmulas unidas, corpo ondulando como água, gemidos arrastados intermináveis: "Vou... gozar... eternamente... hmmmm".

Ele rolou mantendo pau dentro, abraçando por trás – bunda carnuda dela pressionando colo, pau deslizando fundo em estocada languida. Mão esquerda massageando clitóris inchado em círculos largos preguiçosos, polegar pressionando uretra dela suavemente. "Teu pau me alisa o útero... aperta meu peito assim, devagar". Ela rebolava contra, bunda quicando mole em ondas, suor colando peles escorregadias. High estendia controle dele – cada saída revelando entrada vermelha esticada brilhando mel, cada entrada batendo fundo com squelch úmido. Orgasmo duplo sincronizado: tremores lentos percorrendo-a primeiro, paredes sugando-o em pulsos demorados, ele segurando gozo pra depois.

Ela empinou bunda perfeita, joelhos afundados colchão, entrada piscando mel viscoso. Marcelo atrás, mãos macias nos quadris suados, glande roçando entrada antes de penetrar suave – primeiro centímetro por centímetro, pausa sentindo contração interna, depois tudo, bolas descansando lábios babados. Fudeu em ondas profundas: fundo lento, quase saindo demorado, dedos traçando clitóris em círculos lentos. "Me enche devagar... deixa a erva nos fundir inteiros... tua glande massageia meu colo". Ela empurrava bunda contra, quicando mole e ritmada, paredes internas massageando cada veia individualmente.

High indica esticava insano – pau inchado máximo, veias pulsando visíveis entrando/saindo entrada esticada vermelha. Prelúdio orgasmo dela: gemendo contínuo, corpo tremendo em ondas, fluidos frescos jorrando contínuo. Clímax avassalador: ela convulsionando suave, paredes apertando como anel vivo ordenhando-o, mas ele resistiu, pau latejando no limite.

Finalização na boca: Exaustos de tanto prazer prolongado, Luciana deslizou pra baixo, joelhos no colchão encharcado, olhos vidrados fixos no pau melado de fluidos misturados. "Agora goza na minha boca... quero teu leite quente escorrendo garganta com erva". Lambeu devagar da base às bolas macias, sugando cada uma com língua rodando preguiçosa, depois engoliu shaft inteiro – garganta dilatando em espasmo fundo, nariz na virilha suada. Chupou ritmada lenta, bochechas afundando em vácuo suave, mão punhetando base enquanto língua girava glande inchada. "Porra, tua boca é paraíso derretido", gemeu Marcelo, mãos nos cabelos guiando vaivém hipnótico.

High erva amplificava sucção – ela acelerou sutil, garganta gorgolejando mel e pré-porra, até ele inchar máximo. "Vem... enche minha boca!", implorou, selando lábios carnudos na glande. Ele explodiu em jatos espessos quentes – 8 pulsos salgadinhos enchendo boca dela, bochechas inflando levemente, porra escorrendo cantos dos lábios. Engoliu em golfadas ruidosas e lentas, saboreando cada gota sob o rush indica, lambendo veias sensíveis limpa, beijos finais na glande trêmula. "Hmmm... teu gozo tem gosto de erva eterna", riu mole, deitando peito dele, fumaça ainda no ar.

Amanhecer: enrolados lençóis impregnados erva/sexo, Luciana inalou última tragada: "Conferência espera. Amanhã, outra strain?" Marcelo beijou lábios com resquícios: "Vício derretido. Só aqui dentro, infinito."

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