Apuros com a dupla personalidade de minha filha, uma recatada, outra vadia – 03 – Minha acompanhante de luxo no Hotel

Um conto erótico de Pai Protetor
Categoria: Heterossexual
Contém 4451 palavras
Data: 13/03/2026 08:14:42

Quando eu e minha filha Diana chegamos ao carro deixando a balada onde a fodi mais uma vez aquela noite no banheiro de mulheres, abri a porta para que ela entrasse e então fui para meu lado tomando meu lugar. Diana não deixou passar.

– Você é cavalheiro até com vadias. A maioria dos homens não faz isso nem com namoradas e esposas por quem se dizem apaixonados.

– Não é justa essa comparação, pois você é minha filha.

Diana aceitou meu argumento e logo ela estava no celular. As pesquisas em celular ainda não eram tão eficientes naqueles anos entre 2012 e 2015, mas não demorou e ela deu um grito me assustando assim que saí do estacionamento em direção ao hotel.

– Papai, eu encontrei.

– Encontrou o que?

– Uma farmácia 24 horas e não é longe do hotel, falou com cara de safadinha.

Ela não tinha esquecido de nossa conversa enquanto eu encoxava sua bunda gostosa.

– Tem certeza filha? Mesmo entre as mulheres que quiseram fazer isso comigo, poucas aguentaram.

– Papaiiii, gritou olhando brava para mim.

Achei que fosse porque estivesse pensando que eu tentava evitar comer sua bunda naquela noite, mas era algo melhor.

– O que foi filha? Não estou falando que não dev....

Ela me cortou.

– Não é nada disso. Sei que você teve minha mãe e depois outras mulheres, mas não quero que fale mais sobre elas quando estiver comigo. Nem para dizer que sou melhor que elas em tudo. Sinto um ciúme enorme.

– Prometo que não vou mais falar até porque você me faz as apagar da memória. Vamos comprar o gel.

Passamos na farmácia e quando paguei a caixa sorriu para mim comprando somente um KY àquela hora da madrugada e ela tinha visão de meu carro com Diana dentro dele. Me despedi e depois de 2 minutos já estávamos no hotel e quando descemos do carro o manobrista já olhou para Diana com aquela saia curta demais, mas que na verdade só mostrava uns 10 centímetros de suas coxas com a bota vindo até em cima.

Lá dentro a recepcionista que fez o check-in também não conseguia parar de olhar para Diana e as vezes para mim, talvez pensando que eu era um homem de muita sorte ou muito rico para pagar uma acompanhante daquelas.

Estávamos sem bagagem e para tentar normalizar a situação Diana disse que éramos de outra cidade, que eu era seu namorado e que tínhamos vindo para a balada. A recepcionista respondeu que entendia porque muita gente que vinha de longe para aquela balada famosa ficava no hotel e ela esperava ainda 5 casais de hospedes que chegariam assim que a balada fechasse.

Com certeza, ela poucas vezes viu uma cliente como aquela vestida ao estilo de garotas de programa, a não ser quando realmente eram acompanhantes, mas poucas poderiam usar aquela roupa tendo que ter o corpo perfeito e escultural de Diana.

De mãos dadas fomos para o elevador e quando entramos revelei minha preocupação.

– Amanhã vai ser diferente aos sairmos porque o Lobby do hotel vai estar mais cheio. Talvez eu deva ir a uma loja perto e comprar algo para você sair do quarto.

– Quando eu disse que poderíamos ficar em casa fodendo, você disse que manteria o plano de sair para poder mostrar ao mundo que sou sua vadia, então deixe que me vejam ao seu lado. Todo mundo que olhar para nós saberá que você me fodeu, só não vão saber que foi com um pau imenso e delicioso e que você assim lindo e jovem é meu pai.

Até onde iria sua safadeza? Diana fazia aquilo por saber que não precisaria prestar contas pois poderia sumir algum dia ou era mesmo de sua natureza ser tão vadia? Meu papel era a manter segura e com grandes benefícios e mesmo que odiasse expor minha filha era o que eu precisava fazer.

– Você tem razão e nada melhor do que te mostrar ao mundo tendo fodido também sua bunda. Vai ser a primeira coisa que faremos porque não sei até onde vou aguentar e quero garantir, falei sorrindo com a porta do elevador já abrindo em nosso andar.

– É melhor papai. Por mim faria sexo a noite toda, mas nossa noite foi intensa e estou cansada.

– Só sua bunda e vou te querer com essa roupa de puta. Depois um banho e dormir.

Na verdade, tinha a intenção de a foder de 4 antes, porque deveria ser magnifica a vista, mas só ela gozaria para que eu tivesse como gozar em seu cuzinho se conseguisse o penetrar depois.

Quando entramos no quarto e trancamos a porta nos pegamos em um beijo voraz. A beijando a peguei no colo e a levei para aquela cama, sendo a primeira vez que a comeria em uma, mesmo depois de um sem fim de primeiras vezes daquela noite.

– De bruços.

Diana se colocou como eu ordenei.

– Abra as pernas.

Enquanto eu admirava aquele avião de mulher me atendendo e se expondo a mim daquela forma com sua sainha não escondendo nada de sua calcinha roxa enterrada na bunda fui tirando minha roupa e assim que estava nu, peguei o gel e subi de joelhos.

Para o anal, sendo sua primeira vez usaria a posição mais confortável e menos dolorida para a penetração segundo as mulheres que fizeram anal comigo, mas antes sua surpresa e a vendo com aquela roupa naquela posição me deixou tarado como se fosse a primeira vez da noite. Era a visão mais chocantemente erótica que já tinha visto e ela nem estava nua, mas sua calcinha encharcada de meu esperma era de outro mundo.

– De 4. Nenhuma vadia é verdadeiramente vadia se não foder de 4. E adorar foder assim.

Tremendo de excitação Diana se colocou de 4 com o pescoço torcido e olhando para mim por cima do ombro transtornada de excitação.

– Abra as pernas. Primeiro quero te foder assim e te fazer gozar porque sei que só de assistir terei um dos maiores prazeres de minha vida.

Quietinha e ansiosa, me obedeceu e mais uma vez naquela noite afastei sua calcinha que não tinha mais nenhuma função de tão encharcada, ao não ser me excitar. Seu cuzinho clarinho acima de sua fenda inchada de tanto ser fodida, não parecia que iria aguentar meu pau, mas Diana era uma vadia e com certeza não desistiria fácil.

Desta vez fui penetrando devagar, apenas pelo fato que demorasse bastante me deixando assistir meu pau grande e grosso esticar seus labiozinhos ao máximo e ir se afundando neles.

Quando ela tentou se empurrar excitada querendo mais, eu a contive e dei um tapa em seu bumbum.

Pá.

– Aaaaaahhhiiiiiii, ela gemeu.

– Se contenha vadiazinha. Para ter meu pau, você tem que me obedecer.

– Está bem papaiiii. Continua, por favor. Bate mais, pediu não me surpreendendo.

Pá. Pá. Pá. Conforme ia me afundando devagar ia dando tapas em seu bumbum branquinho, mas grande e esculpido a perfeição. Infelizmente ela já gozou com meu pau ainda na metade.

– Estou gozaaaando papai. Me bate. Bate em sua vadiazinha.

Dei mais alguns tapas estimulando seu forte orgasmo e fui enterrando até que senti o fundo faltando perto de um centímetro para colocar tudo, mostrando que o útero de Diana ia se moldando a meu pau.

Segurando sua cinturinha por cima da microssaia levantada eu a estocava mais uma vez sem dó, mas não tão forte como no banheiro da balada. Certo que Diana era bem jovem, mas não sabia onde arrumava energia para tantos orgasmos tão intensos.

Depois de longos segundos gozando e me dando aquela visão imensamente erótica, deu sinais de cansaço e começou a perder as forças no braço e fui atrás dela ainda a estocando esperando o final de seu orgasmo.

– Ammmmmmmmmmmmm, papai. Foi muito forte. Amei essa posição. Entra muito.

– Não mais do que eu com a visão que estava tendo. E desta vez só faltou um pouquinho para entrar tudo. A buceta de minha vadiazinha está se moldando a meu pau e logo aguentará tudo, a provoquei.

– Ahhhh papai. Eu quero te aguentar inteiro dentro de mim. Na minha bucetinha, no meu bumbum e na minha boca, mas acho que na boca não vou conseguir.

– Não precisa filha. Você não vai ser menos vadia se não o conseguir engolir tudo. É fisicamente impossível.

– Então agora tenta em meu bumbum papai. Sei que você quer minha bunda.

Eu ri.

– Como não querer? Sei que sou seu pai, mas nunca vi uma bunda com as proporções mais perfeitas. De perfil, de costas, de cima, por baixo e de 4, ela é mais gostosa que já vi. Em fotos.... emendei para que ela não pensasse que falava das mulheres que tive.

– Só falta ela para eu ser uma vadia por completo.

– Sim, só falta ela e vou usar a posição mais fácil nessa primeira vez

Me levantei de suas costas me ajoelhando diante daquela imagem diabolicamente provocante. O fato de estar vestida, vestida com aquela roupas e a bota, deixava tudo mais safado mesmo que eu ansiasse por ver seu corpo totalmente nu.

Comecei a manipula-la a colocando na posição que eu queria. Primeiro abri bem suas pernas e coloquei um joelho entre elas e outro por fora de sua coxa esquerda. A segurando em suas ancas puxei um pouco o lado direto para cima a deixando quase de lado na posição que muitos dormem. Dobrei sua perna direita a deixando confortável.

De onde eu estava se sua calcinha não impedisse eu teria total visão de sua fenda e seu cuzinho e a puxei para que ficassem expostos. Ver meu sêmen escorrendo era impactante sendo a buceta de minha jovem filha. Ela puxou um travesseiro e deitou o rosto de lado sobre ele para poder me enxergar se quisesse só dando uma dobradinha em seu pescoço.

– Confortável, perguntei.

– Muito. Eu dormiria assim se não soubesse o que vai acontecer.

– Preparada?

– Papai, acabe logo com isso. Você quer minha bunda e quero seu pau enorme dentro dela. Claro que vai doer, mas sou uma vadia que ama seu pau. Não fique com melindres e nos dê o que queremos.

Diana era corajosa e decidi dar a ela muito mais do que ela queria. Seria para fechar com chave de ouro nossa primeira noite de sexo e a perda de todas suas virgindades.

Espirrei direto da bisnaga em seu rego espalhando por seu cu e sua buceta pois ela entraria na brincadeira. Por alguns minutos trabalhei em seu anelzinho fechado o massageando, o penetrando com um e depois dois dedos e os abrindo para o alargar.

Diana só gemia excitada parecendo estar tensa esperando a penetração. Com muita dificuldade consegui enfiar um terceiro dedo deixando seu rabo aberto e esticado. Antes de tirar meus dedos, com a outra mão besuntei meu pau com muito gel e após a retirada dos dedos espirrei mais gel indo lá para o fundo de seu cu terminando a preparação.

– Pronto, agora seja uma boa vadiazinha e aguente tudo, mas se estiver insuportável me peça para parar.

Diana nem respondeu não parecendo mais tão corajosa quanto antes. Aquela posição para o anal é boa em tudo, do conforto ao ângulo de penetração, mas também porque dá para iniciar a penetração ainda ajoelhado tendo a visão e controlando para não ir rápido demais.

Encostei em suas preguinhas e coloquei pressão e mesmo com muita dificuldade a preparação anterior ajudou e a glande foi entrando devagarinho me dando a visão daquela preguinhas se esticando e acomodando meu pau.

– Papaiiiiiiiiiiiii. Você é tão grande.

Para a descontrair enquanto eu empurrasse mais, brinquei com ela.

– Com certeza seria melhor para você se fosse menor, falei conseguindo encaixar minha glande.

– Aaaaaaaahhhhhhhhhhuuuuuuuuu. Não papaiiiiiiii. Ele é perfeito. Vadias gostam de paus grandes e o seu deve ser o maior de todos. Meu deus, parece que vou explodir.

Encaixado não precisava ficar mais ajoelhado porque não escaparia, então me deitei sobre seu corpo me apoiando sobre o antebraço esquerdo e levei minha mão direta sob o vão que seu corpo inclinado proporcionava espalmando sua buceta.

– O que você vai fazer, perguntou curiosa.

– Já, já você vai saber. Não poderia deixar minha vadiazinha sem a experiencia completa, falei começando a me afundar em seu cuzinho indo um pouco, tirando menos do que foi e enfiando mais.

– Aiiiihhhh. Está tão esticado papai. Parece que vai me rasgar falou tentando respirar para amenizar as dores.

– É bem mais elástico do que imaginamos.

Isso veio de minha experiencia pessoal com as mulheres que aguentaram meu pau na bunda, pois se no começo parecia impossível, elas aguentaram tudo, algumas quase tudo.

– Não pare papaiiiii. Sei que vou adorarrrrr.

Diana era de verdade uma vadia. Muito se fala que todas as mulheres, por mais recatadas que sejam, tem uma vadia dentro delas e no caso de Amanda foi essa personalidade que emanou do fundo de sua mente. Ela não sabia disso pois Diana surgiu quando ela era ainda uma criança, mas quando chegou a puberdade Diana se transformou naquilo. Talvez porque adolescente Amando fosse por demais recatada e tímida.

Minha filha Diana expunha esse lado vadio sem pudores, mas diferente de outras mulheres que poderiam ter os benefícios de liberar seu lado vadia, Amanda nunca teria esses ganho.

Meu pau avançava destruindo a última virgindade de minha filha e se eu esperasse muito para fazer o que pretendia, nem conseguiria enfiar meus dedos quando seu volume ocupasse tudo. Decidido enterrei meu indicador e meu dedo médio em seu buraco encharcado e escorregadio antes que fosse tarde demais até o base. Meu polegar ficou em seu clitóris.

– Papaiiiiiiiiii. O que você está fazendo? Assim vou gozar. Ohhhuuuuu.

– Goza vadiazinha. Goza. Assim você sentirá menos dores. Vou te dar uma penetração tripla porque é o que você merece por ter me ameaçado dar para qualquer um me deixando triste.

– Perdão papaiiiiii. Estou gozaaaaaandoooooooooooo. Tão.... tão.... tão....

Diana não conseguiu terminar e aproveitando fui enterrando meu pau com menos resistência devido o relaxamento de seu orgasmo. Estava apertado demais doendo meus dedos, meu pau e certamente seu cuzinho hiper esticado.

Talvez ela tenha pensando que a penetração tripla fosse dois dedos em sua buceta e meu pau em seu cu, mas não era isso porque penetraria seus 3 buracos.

Diferente do barulho ensurdecedor da balada, naquele hotel a uma hora do sol nascer o silencio era absoluto e os gritos e gemidos de Diana ficavam cada vez mais altos e eu ia abafa-los.

Mexendo um pouco o antebraço esquerdo levei minha mão por baixo de seu pescoço e juntando o indicador e o dedo médio como os na buceta os empurrei entre seus lábios carnudos com batom vermelho os enfiando em sua boca.

Seu corpo escultural começou a convulsionar sob o meu em um orgasmo ainda mais intenso.

– Pronto, uma vadia adora seus buracos preenchidos e você está com os três cheios. Só falta terminar de enterrar meu pau nessa bunda deliciosa. Ohhhhhhhhh, comecei a enfiar mais rápido porque queria gozar enquanto ela ainda estivesse gozando.

Sua língua lambia meus dedos como lambeu meu pau no carro parecendo querer extrair deles o esperma que infelizmente não tinham, mas mesmo assim minha filha estava em um orgasmo avassalador e alucinante porque eu via seus olhos girando em seus globos oculares.

Para também abafar meus gemidos mordi seu pescoço por trás como uma fera e assim que me senti inteiro dentro, puxei metade para fora, enterrei de novo e gozei. Era um gozo inimaginavelmente poderoso àquela hora depois de tantos outros, mas era a consumação final de minha relação com minha filha após tirar todas suas virgindades e estar penetrando em todos os buracos não mais virgens.

Eu rosnava em seu pescoço gozando como um leão inseminando a leoa. Eu nem tinha muito esperma e nem a engravidaria gozando em seu cuzinho, mas a correlação era perfeita.

Depois de uns 30 segundos nossos orgasmos terminaram e por ser a estreia de seu bumbum não queria abusar mais do que já tinha abusado, então o deixei, mas primeiro me ajoelhando atrás dela para desfrutar daquela visão extremamente safada com ela de bruços usando aquela roupa e aquela bota, com a calcinha de lado vazando esperma pelo cuzinho e pela buceta.

Ela adoraria se ver daquela jeito mostrando o quanto era vadia, mas ficaria só para mim aquela visão sempre presente em minhas lembranças. Me deitei a seu lado e Diana estava imóvel, esgotada, mas para sua higiene intima tinha que tomar um banho.

Sem que ela tivesse forças para reagir e falar a despi peça por peça as arrumando pois teria que vesti-las na manhã seguinte para sair do Hotel. Divinamente nua de bruços e depois de frente eu babava e me orgulhava de ter produzido um espécime tão perfeito. Obra de deus sem dúvida, mas me usando e usando sua mãe como instrumentos.

A peguei no colo e quando cheguei no banheiro ela despertou um pouco me ajudando e ficando em pé enquanto eu abria a água. Diana estava mesmo esgotada porque quase não conseguia manter os olhos abertos e as pernas firmes.

Dando banho naquele banheiro bem iluminado foi que tomei noção de vez da perfeição daquela escultura. Sua pele macia era lisa e sem marcas. Nem em seus seios enormes estufados como bexigas haviam estrias, porque eles crescerem pouco a pouco desde antes da puberdade.

Seu tamanho grande estava em perfeita harmonia com as formas e curvas fluidas de seu corpo e seu bumbum também grande no tamanho perfeito. Nem sua mãe tão jovem, linda e gostosa, se comparava mostrando que aquele corpo de minha filha era a verdadeira evolução da espécie humana.

Sabia que me divertiria muito com ele me fazendo aceitar ter que terminar logo aquele prazer de lavar suas formas o mais rápido possível para que ela pudesse dormir. Assim que terminei dando atenção especial ao interior de sua buceta após inúmeras cargas de esperma e a seu cuzinho para evitar infecções, a tirei do banho, a enxuguei mais ou menos e a levei na cama a cobrindo com o lençol. Quando pensei que já tinha caído no sono, ela me encheu de felicidade.

– Eu te amo papai. Não existe uma mulher mais feliz do que eu nesse momento e não só pelo sexo maravilhoso, mas pela forma que você cuida de mim.

Nem deu tempo de agradecer e ela já roncava. Aproveitei ir tomar meu banho e enquanto pensava em tudo o que tinha acontecido lavei sua calcinha roxa, testemunha de todos aquelas momentos.

Quando terminei a estiquei em uma cadeira e também fui me deitar e antes de dormir, programei o despertador porque o horário de saída era ao meio-dia, mesmo que eu soubesse que se atrasasse um pouco ninguém reclamaria por ser um sábado com pouco movimento em hotéis como aquele para gente de negócio.

SÁBADO PELA MANHÃ

Fui despertado sentindo meu pau duro sendo levantado e quando abri os olhos Diana estava sobre meu ventre ajoelhada e com uma perna dobrada para se encaixar em meu pau lá em cima. Me vendo de olhos abertos, deu um sorriso lindo com sua esplêndida beleza natural sem aquela maquiagem de vadia.

– Não aguentei o ver duro papai. Aproveite que eu vou fazer tudo, falou feliz.

Fechei os olhos sentindo aquelas paredes aveludadas e quentes de sua buceta envolverem pouco a pouco meu pau. As vezes abria os olhos para observar aquela imagem celestial de meu pau a invadindo mais uma vez, mas de outro ângulo de visão.

Eu curtia abrindo e fechando os olhos, mas quando senti o fundo de sua buceta eles estavam fechados.

– Papai, abra os olhos. Tenho uma novidade. Unnnhhnn

Assim que abri ela me mostrou o encaixe de nossos sexos.

– Foi tudinho. Devagar você moldou minha buceta para seu pau. Agora só serve para ele, falou feliz.

– Nunca o senti tão comprimido em cada ponto. E por isso agora só ela me satisfaz, falei a fazendo sorrir.

– Tão grande papai. Parece que vai sair por minha boca, mas por mim nunca mais me desencaixaria de você. Você é tão gostoso. Tão lindo e te amo tanto.

– Sempre que você o quiser, vai tê-lo filha.

Devagar ela começou a subir até onde seus joelhos esticavam que não passava da metade de meu pau. A visão daqueles lábios esticadíssimos na luz do dia era impressionante, mas já era a quinta vez que estava lá dentro mostrando que eles foram projetados para isso, ou melhor para os bebês que ela viesse a ter.

Estiquei os braços parando de ficar só na plateia e peguei seus melões deliciosos os apertando.

– Ohhhuuuu. Não acredito que tudo isso é meu.

– Tudinho seu papai. Você fez, você usufrui. Só você tem esse direito. Aaaaaahhnnnn.

– Não vou enjoar de usufruir. Dia após dia.

– Só tenho uma preocupação papai. E quando eu não estiver? Tenho medo que você fique muito necessitado e não consiga me esperar voltar. O melhor seria você foder a Amanda também para não passar necessidade. Nem que o sexo seja careta com ela, mas pelo menos você goza, se satisfaz e nós te bastamos.

– Cada mulher atinge sua maturidade sexual em um momento diferente. A Amanda pode ainda não ter chego ao ponto de querer sexo.

– Temos o mesmo corpo e as mesmas necessidades, mas sei que ela é muito careta e muito tímida pelas roupas que usa e pelos recados que me deixa. Talvez só a timidez a impeça. Ahhh papai, ela ia adorar esse pauzão e as dores mais fortes já fui eu quem sentiu.

– Você me basta filha. Não é como seu eu tivesse mulheres o tempo inteiro. Passei meses sem sexo.

– Você me disse que quer me foder todos os dias. Sinal que você precisa se satisfazer. Essa bucetinha apertada também é da Amanda. Sei que ela vai adorar seu pau. Ohhhuuu.

Diana falou mudando os movimentos do sobe e desce para o escorregar para trás e para frente em minhas coxas. Meu pau duro parecia que ia quebrar naquela posição inversa de sua natureza, mas os movimentos eram muito mais longos e deliciosos.

– Eu te prometi ser fiel e vou ser. Não vou trair você de forma alguma. Como vou trair uma mulher como você? Ainda mais sendo minha filha.

– Está bem papai, mas só para avisar, com a Amanda não é traição. Agora goza em mim, goza. Vamos passar naquele Lobby com sua vadiazinha cheia de seu esperma papai.

Diana não era só uma vadia qualquer, era a deusa da luxuria e do pecado com aquele corpo divinamente delicioso, além de seu jeito de ser.

Ela acelerou o vai e vem e se inclinou sobre meu peito apoiando as mãos neles com minhas mãos presas naqueles seios magníficos e meus dedos torcendo forte seus pequenos mamilos.

– Ohhhhh filha. Papai vai gozar muito forte e tem muita porra.

– Me dê tudo papai. Me encha e me faça vazar. Sua vadia adora ter seu esperma escorrendo. Ahhhhhhhhhhhhuuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmm.

– Estou gozandooooooo, falei explodindo em um turbilhão produzido durante aquela noite/manhã.

Safada ela olhou em meus olhos, os dois gozando.

– Gostaria que minha pílula tivesse falhado. Adoraria ficar gravida de você em uma das deliciosas vezes que você me fodeu desde ontem à noite. Mesmo gravida..... sei que vou continuar sendo vadia..... e adorando seu pau.

Meu gozo foi a estratosfera, só porque eu também gostaria de tê-la engravidado naquelas fodas, mas como pai preferia que não acontecesse por ser muito jovem e ter um futuro fabuloso a sua espera se resolvesse seu TDI.

Quando terminou, ela se deitou em meu peito, ou melhor apoiou os seios em meu peito, porque seu tronco ficava lá em cima devido a seu tamanho. Eu a acariciava amorosamente como o pai, ainda que meu pau estivesse enterrado em sua buceta ainda pulsando.

– Não se preocupe. É um desejo real, mas ei que sou muito nova. Eu e a Amanda não vamos deixar de tomar as pílulas.

– Eu me excitei com o que você falou, mas como pai, com certeza sei que é ainda muito jovem.

– Vamos embora. Não vou tomar banho porque já tomamos.

– Hoje é dia e está bem claro. Se vazar por sua coxa podem ver.

– Não me importo de verdade. Nunca mais vou ver essas pessoas e se vazar, o que vão pensar? Que transei com meu namorado lindo?

– Então vamos filha. Dormimos muito pouco e você pode tirar um cochilo a tarde quando chegarmos em casa. Um banho antes e um cochilo, brinquei.

Assisti de boca aberta aquela deusa vestindo suas roupas. Primeiro aquela calcinha roxa limpa, mas assim que a vestiu já manchou de nossos fluidos. Depois a microssaia e a blusinha me despedindo temporariamente daquelas seios fantásticos.

A ajudei a colocar a bota e depois ela fez uma maquiagem levinha, bem diferente da noite anterior. Na verdade, nem combinava com aquela roupa. Desde a saída do quarto demos as mãos como namorados, pois era o melhor jeito de a proteger dizendo a todos que era minha.

Demos sorte e nem no corredor e nem no elevador encontramos alguém, mas assim que saímos no Lobby havia um bom número de pessoas, homens e mulheres e todos olharam para Diana, com certeza todos pensando que fosse uma acompanhante, nunca minha filha.

Fazer o checkout com ela a meu lado em cima daquelas botas e com a saia tão curta atraia todos olhares em nossa direção, para mim também para todos verem o sortudo de ter aquela acompanhante super vip.

Diana não se intimidou e agarrou meu braço e ficou me chamando de meu amor até que saímos e entramos em meu carro deixado na porta pelo manobrista.

Ao sair do hotel pegando o rumo de casa, brinquei com ela.

– Você não teria tido nenhuma dificuldade de foder o primeiro que encontrasse ontem à noite se tivesse saído. Se durante o dia te cobiçaram como cobiçaram, imagine a noite.

– E estaria arrependida pelo resto de minha vida. Você me salvou papai. Ao invés de lembrar com raiva dessa noite, vou me lembrar como o melhor dia de minha vida, o dia que me entreguei a quem amo.

Durante todo o trajeto falamos de tudo o que aconteceu naquela noite empolgados com o futuro. Diana mostrava sua canseira pescando os olhos, quase dormindo.

Ao chegarmos na segurança de nossa casa, ela disse que iria tomar um banho e cochilar um pouco para mais tarde assistirmos uma série juntos bem abraçadinhos. Fui tomar meu banho e me lembrando novamente de tudo desde o momento que me ameaçou dar para o primeiro que encontrasse até ela montada em mim naquela manhã e depois sair pelo Lobby do Hotel com todos olhando para minha garotinha, não consegui dormir e fiquei vendo algo na TV.

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