CHANTAGEEI MEU PAI PRA COMER A MINHA MÃE E ACABEI FAZENDO UM BOM ACORDO COM ELE PT 2

Um conto erótico de GABRIEL SILVA
Categoria: Heterossexual
Contém 1967 palavras
Data: 13/03/2026 10:59:53

A ideia de chantagear minha mãe não saía da minha cabeça. Rodava o dia todo, como um filme que não para de passar. Meu pai sempre foi o esperto da casa — astuto, rápido pra sacar as coisas, aquele tipo que lê as pessoas antes delas abrirem a boca. Mas minha mãe... Inês... ela era tapada pra caralho em matéria de tecnologia. Celular pra ela era só WhatsApp, Instagram e agenda de aula. Não sabia o que era nuvem, não entendia backup, mal conseguia trocar senha. Isso jogava a meu favor. Pesado. Mas jogava.

Pensei: vou começar pelo simples. Pegar o celular do pai, ver as conversas antigas com ela. Fotos que ela mandava pra ele, aquelas coisas de casal que ficam guardadas anos. Não ia ser difícil. Ele deixava o celular na mesa da cozinha toda hora, sem senha complicada — só o dedo.

Naquela tarde, esperei ele sair pro banho. Peguei o aparelho. Abri o WhatsApp Web no meu notebook. Conectei. Lá estavam. Mensagens de anos atrás. Ela mandando foto de biquíni novo, de lingerie preta que comprara pra surpreender ele. Corpo todo na tela: bunda empinada, seios apertados no sutiã de renda, barriguinha sequinha brilhando. “Pra você, amor... o que acha?” Ele respondia com corações e “tô louco pra te comer agora”.

Salvei tudo. Uma pasta só minha. Depois veio o passo mais sujo. Abri um site de IA de imagem. Upload das fotos reais dela. Prompt simples: “mulher loira malhada, bunda grande, rosto igual, gozada na cara, pau preto na boca, porra escorrendo”. Gere uns cinco. Ficaram realistas pra caralho. Ninguém ia duvidar à primeira vista. Salvei em um celular barato que comprei no camelô da 25 de Março, chip pré-pago de segunda mão. Criei um número fake. Instalei WhatsApp. Pronto.

No dia seguinte, esperei ela chegar da academia. Chegou suada, short colado na bunda, top molhado marcando os mamilos. “Oi, filho. Tô morta. Vou tomar banho.”

“Beleza, mãe. Descansa.”

Fiquei na cozinha, celular fake na mão. Mandei a primeira foto. A original dela de lingerie, seguida de uma editada: rosto dela, porra branca escorrendo na cara, pau na boca. Mensagem: “Você é safada demais, Inês. Isso vai pro seu marido, pro seu filho, pras suas amigas... a menos que obedeça.”

Ela tava na sala, sentada no sofá, olhando o celular. Vi pela porta entreaberta. O rosto dela mudou na hora. Mão na boca. Lágrimas subindo. Digitou rápido: “Isso não sou eu! Quem é você? Apaga isso!”

Respondi: “É você sim. Olha o rosto. A bunda. Tudo igual. Quer que eu mande pro João agora? Ou pro Leandro?”

Ela chorou baixo. Corpo tremendo. “Por favor... não... o que você quer?”

“Vai pro seu quarto agora. Sozinha. Liga o vídeo. Eu te vejo e pronto.”

Ela levantou devagar, pernas bambas. Foi pro quarto. Fechou a porta. Eu corri pro meu quarto, tranquei. Liguei o WhatsApp no PC. Chamei vídeo. Tampei minha câmera com fita preta. Ela atendeu. Apareceu no meu monitor. Rosto vermelho, olhos inchados.

“Tira a roupa”, falei, voz baixa, distorcida um pouco no app.

Ela balançou a cabeça. “Não... por favor... isso é loucura...”

“Tenho o zap do seu marido. Do seu filho. Até da sua mãe no sítio. Coitada, imagina ela vendo a filha nua, gozada na cara. As amigas da academia. Seus clientes. Quer isso pra vc?”

Ela pestanejou. Lágrimas escorrendo. Mãos tremendo. Começou a tirar o top. Peitos lindos saíram. Firmes, mamilos rosados duros de nervoso. Depois o short. Calcinha bege fina. Tirou devagar. Ficou nua na frente da câmera. Corpo perfeito. Nenhuma imperfeição. Seios no ponto, barriguinha marcada, bunda gigante branca, coxas grossas de malhação.

Quase caí da cadeira. Meu pau latejou forte. “Coloca uma perna na cadeira. Mostra a buceta melhor.”

Ela obedeceu. Perna esquerda na cadeira. Buceta depilada, rosa clarinha, lábios finos, clitóris aparecendo. Perfeita. Parecia de modelo pornô. “Abre mais... com as mãos.”

Ela abriu os lábios. Bocetinha rosinha brilhando de umidade involuntária. Meu pau foi à loucura. Comecei a bater punheta ali mesmo, devagar. “Vira de costas. Abre a bunda.”

Ela virou. Empinou. Mãos abrindo as nádegas. Cu apertadinho, rosa também. Bunda tremendo de vergonha. Gravei tudo. Uns dez minutos. Ela chorando baixo, mas obedecendo.

“Boa menina. Agora vai dormir. Isso é só o começo. Sua próxima missão: seduzir o seu filho. Você tem uma semana. Ou isso vai pra todo mundo. Internet toda.”

Ela gritou baixo: “Jamais! Isso nunca! Você tá louco!”

“É isso ou o vídeo vai. E as fotos. E os outros que eu tenho. Escolhe.”

Desliguei. Ela ficou trancada no quarto. Chorando alto.

Saí do meu quarto depois. Bati na porta dela. “Mãe? Tá tudo bem?”

Ela abriu um pouco. Olhos vermelhos. “Tô cansada, filho. Preciso dormir.”

Dei um beijo na testa dela. Cheiro de suor e perfume misturado. “Descansa, mãe. Te amo.”

Saí. Meu pai chegou à noite. Perguntou baixo: “Como tá o plano?”

Mostrei o vídeo. Ele assistiu. Riu baixo. “Caralho... você é foda, moleque puxo pra min certeza. Enquanto você bateu uma aí, vou lá comer esse mulherão que você filmou.”

“Faz assim pai. Liga seu celular no vídeo. Quero ver ao vivo.”

Ele riu. “Safadinho vc em.”

Foi pro quarto dela. Colocou o celular em cima da cômoda, câmera virada pra cama. Deitou do lado dela. Ela ainda chorando baixo. Ele abraçou por trás. “Calma, amor... o que houve algum problema ?”

Ela murmurou algo da academia. Ele beijou o pescoço. Mão descendo pro peito. “Deixa eu te fazer esquecer...”

Ela resistiu um pouco. “João... hoje não to cansada...”

Ele insistiu dizendo que fazia 2 meses sem sexo. Virou ela de frente. Beijou a boca. Língua devagar. Ela cedeu. Corpo relaxando. Ele tirou a roupa dela de novo. Peitos livres. Chupou os mamilos. Ela gemeu baixo. “Ai... João...”

Ele abriu as pernas dela. Dedos na buceta. “Tá molhada, safada...”

Ela gemeu mais alto. “Vai devagar...”

Ele meteu dois dedos. Ela arqueou as costas. “Ai... assim...”

Depois tirou a calça. Pau descomunal pra fora. Posicionou. Entrou devagar. Ela gritou baixo: “Ai... delicia... me arromba...”

Ele metia forte. Ritmo pesado. Cama rangendo. “Toma, Inês... sente meu pau na sua buceta...”

Ela rebolava contra ele. “Fode... mais forte... tô precisando disso...”

Ele virou ela de quatro. Bunda empinada. Metia fundo. Saco batendo na buceta. “Que buceta gostosa... minha loira...”

Ela gemia rouco: “Ai... João... vai... me arromba...”

Ele acelerou. “Vou gozar... toma...”

Gozou dentro dela. Porra escorrendo. Ela gozou junto, tremendo toda. “Ai... que delícia...”

Ele tentou virar ela de novo. Mão no cu dela. “E se eu meter aqui hoje...?”

Ela negou rápido. “Nunca. Meu cu é só meu. Nem você ganha nen hoje nen nunca.”

Ele riu. “Tá bom, amor. Um dia você vai cede.”

Deitou do lado dela. Abraçou. Ela adormeceu.

Eu assisti tudo. Punheta forte. Gozei na mão vendo meu pai destruir minha mãe na cama. Enquanto ela dormia, eu pensava: uma semana. Ela vai seduzir o filho. Ou o vídeo vai.

O plano tava rolando. E ela nem imaginava que o filho era o chantagista. No dia seguinte, o clima em casa tava diferente. Pesado. Minha mãe andava quieta, olhos baixos, respondendo só o necessário. Quando eu falava, ela sorria forçado, daqueles sorrisos que não chegam nos olhos. Eu percebia. Por dentro, ria. O plano tava funcionando. O medo tava comendo ela por dentro.

Cheguei perto dela na cozinha. Ela lavando louça, costas viradas. “Mãe, tá tudo bem?”

Ela virou devagar. Olhou meu corpo todo — de cima a baixo, rápido, mas eu peguei. Olhos azuis demorando um segundo a mais na minha bermuda. “Tô sim, filho. Só cansada da academia.”

Puxei conversa. e ela perguntou “Mãe... você tem namorada? Tipo... alguém?”

“Eu não tenho namorada. Tô me guardando pra pessoa certa.”

Ela me olhou séria. “Parabéns, filho. Isso é raro hoje em dia.”

Por dentro eu pensava: “Isso deve estar mexendo com ela pra caralho.” Ria sozinho, imaginando o conflito na cabeça dela. Medo do vídeo vazando. Vergonha. E talvez... um tesão que ela nem queria admitir.

“Mãe, vamos tomar um banho de piscina juntos? Faz tempo que a gente não relaxa.”

Ela negou na hora. “Não, filho... tô cansada.”

“Você tá precisando. Vem. Só um mergulho.”

Puxei ela pela mão. Ela resistiu um pouco, mas foi. Entrou na piscina de short e blusinha que já tava usando. Água fria. Eu entrei atrás. Comecei a massagear as costas dela. Mãos devagar, ombros tensos. Ela relaxou. Suspirou baixo. “Ai... que delícia...”

Ela tirou a blusinha. Ficou só de sutiã molhado. Peitos marcando o tecido fino, mamilos endurecidos pelo frio. “Filho... posso ficar assim perto de você?”

“Sim, mãe. Só não fica sempre assim... porque a senhora é muito bonita.”

Ela riu nervosa. “Isso, filho... já sou velha. Ninguém me quer mais.”

Eu ri também. “Mãe... a senhora é melhor que todas as mulheres que eu já vi.”

Ela se assustou. “Não fala assim da sua mãe, Leandro. Me sinto até... jovem de novo.”

Rimos. Saímos da piscina. Ela enrolada na toalha, bunda marcada molhada. Eu fui pro PC. Abri o número anônimo. Mandei: “E aí? Já pensou no que vai fazer? Vai transar com seu filho?”

Ela respondeu rápido: “Não. Jamais. Isso nunca.”

“Então posso mandar as fotos e o vídeo agora.”

“Espera... vamos fazer um acordo. Só uma chupada nele. E tá tudo certo.”

“Sim. Coloca o celular pra gravar. Hoje à tarde, 14 horas. Chupa pelo menos 20 minutos. Se ele gozar antes, recomeça.”

“Ok.”

Meu coração disparou. Fui tomar banho. Saí cheiroso, bermuda folgada. Sentei na sala vendo TV. Ela tava no quarto. Recebi a notificação: vídeo iniciado. Corri pro meu quarto. Liguei o PC. Abri o link. Lá tava ela. Ajeitando o celular na cômoda, câmera virada pra cama. Short curto, sutiã. Nervosa. Mãos tremendo.

Pensei: “E agora... vai rolar mesmo.”

Ela gritou da porta: “Filho! Vem cá! Tem uma barata no meu quarto!”

Fui. Ela tava de calcinha e sutiã, cassando a barata imaginária com chinelo. Bunda balançando. Peitos tremendo. “Aqui, filho! Mata ela!”

Não tinha barata nenhuma. Ela parou. Olhou pra mim. Olhos vermelhos. “Filho... me perdoa... pelo que a mãe vai fazer...”

Ajoelhou na minha frente. Mãos tremendo. Puxou minha bermuda pra baixo. Meu pau saiu meia-bomba, grosso, preto, veias marcadas. Ela arregalou os olhos. “Meu Deus... filho... que pau grande...”

Começou devagar. Mão na base. Lambida na cabeça. Língua quente, molhada. “Ai... que gosto...”

Engoliu metade. Garganta apertando. Subia e descendo. Eu gemia baixo. “Mãe... que boca quente...”

Ela mamava com fome. Olhos pra cima, lágrimas escorrendo. “Filho... não acredito que tô fazendo isso...”

Aumentou o ritmo. Mão batendo punheta na base. Boca sugando forte. Língua na glande. Eu segurava os cabelos loiros.

Dez minutos. Meu pau latejava. “Mãe... vou gozar...”

Ela acelerou. Garganta funda. Eu gozei forte. Porra jorrando na boca dela. Ela engoliu tudo. Lambia a cabeça, limpando.

Continuou. Mamava de novo. Pau endurecendo rápido. “Mãe... continua...”

Ela chupava gulosa. Mão no saco, massageando. Língua nas bolas. Subia e descia. Eu gemia rouco. “Que delícia... mãe... mama mais...”

Quinze minutos. Meu corpo tremia. “Vai... de novo...”

Ela sugou forte. Garganta apertando. Gozei outra vez. Porra enchendo a boca. Ela engoliu, tossindo um pouco, mas continuou lambendo até a última gota.

Levantou devagar. Olhos baixos. “Pronto... acabou.”

Saí dali sem dizer nada. Fui pro meu quarto. Fechei a porta. No PC, vi ela pegando o celular. Digitou: “Feliz agora?”

Respondi: “Isso é só o começo. Mas vou deixar você descansar. Tem 3 dias até a próxima instrução.”

Ela não respondeu. Ficou quieta.

Eu tava duro de novo. Mesmo tendo gozado duas vezes na boca dela. Bati mais uma punheta ali. Lembrando da boca quente, da língua lambendo, dos olhos azuis cheios de lágrimas e vergonha. Gozei forte na mão. Porra escorrendo pelos dedos.

Por dentro, tesão misturado com culpa. Mas o tesão ganhava. Sempre ganhava.

Três dias. Próxima instrução.

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Foto de perfil genéricaGabriellllContos: 322Seguidores: 430Seguindo: 28Mensagem Escritor nas horas vagas se tiver ideias de conto me mande no e-mail lxvc1987@gmail.com ou lxvc1987@hotmail.com

Comentários

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Esse conto e incrível veremos qual será a próxima instrução que Inês irá ceder

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Que conto delicioso,você podia postar a foto dela chupando.

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