O Padrasto Tarado quer me Enrabar - Parte 6

Um conto erótico de AuroraMaris
Categoria: Heterossexual
Contém 3525 palavras
Data: 13/03/2026 16:31:00

Acordei no dia seguinte com o despertador das 6h. Ainda estava escuro lá fora. Fernando não havia vindo ao meu quarto durante a noite, o que, de certa forma, me aliviava.

Levantei devagar e me vesti sem pensar muito: top preto e shortinho de academia cinza. A bunda ocupava o short inteiro, o tecido sumindo no meio, delineando todo o contorno.

A academia ficava a três quadras de casa. Caminhei no ritmo acelerado, o ar fresco da manhã batendo na pele. Já na entrada, senti os primeiros olhares. O cara da recepção, um gordinho de uns 30 anos, levantou os olhos do celular quando passei pela catraca. Acompanhou minha bunda até eu desaparecer na sala de musculação.

Respirei fundo. Era só academia. Era só treino.

Comecei pelo alongamento, depois fui para os aparelhos. Mesmo de fone, mesmo olhando pro chão, eu sentia. Os olhares grudavam em mim como se eu fosse imã. Cada vez que eu me abaixava para pegar um halter, cada vez que me inclinava sobre o banco, cada vez que virava de costas.

No leg press, três caras no banco ao lado, todos de regata, todos me olhando descaradamente. Um deles, mais velho, uns 40 anos, nem disfarçava mais. Ficava com os olhos fixos na minha bunda enquanto eu empurrava o peso, as coxas trabalhando, o short subindo ainda mais a cada repetição.

Me levantei, fui para o agachamento livre.

Peguei a barra, coloquei nos ombros, posicionei os pés. Agachei. Subi. Agachei. Subi. E atrás de mim, no reflexo, eu vi. Um cara moreno, bonitinho, talvez tivesse minha idade, com o celular na mão. Ele estava encostado na parede, mexendo no telefone, mas a câmera... a câmera estava apontada pra mim. Ficou ali, fingindo que mexia em alguma coisa, mas eu tinha certeza que estava me gravando.

Agachei de novo. Mais devagar dessa vez. A bunda descendo, subindo. No reflexo, vi a tela do celular acompanhando o movimento.

Minha buceta pulsou.

Terminei a última série de agachamento e fui direto para o banheiro feminino. Precisava de um minuto. Só um minuto para respirar, para tentar entender por que meu corpo respondia daquele jeito toda vez que alguém me olhava.

O banheiro estava vazio. Apoiei as mãos na pia e encarei meu reflexo no espelho. Rosto corado, respiração acelerada, os olhos brilhando de um jeito que eu conhecia bem. Passei água fria no rosto, depois no pescoço. A toalha de papel absorveu o excesso, mas não absorvia o calor.

Foi quando a porta se abriu.

Pensei que fosse alguma mulher, mas não. Era ele. O cara que estava me filmando enquanto eu fazia agachamento. Ele entrou como se fosse a coisa mais natural do mundo, como se não houvesse uma placa enorme escrito "feminino" na porta.

- Oi - ele disse, a voz calma, os olhos escuros fixos em mim.

- Esse banheiro é feminino - respondi, instintivamente dando um passo para trás.

Ele deu de ombros, um sorriso torto no canto da boca.

- Sei disso. Mas você estava demorando, fiquei preocupado.

- Preocupado? - minha voz saiu mais aguda do que eu queria. - Você nem me conhece.

Ele se aproximou devagar, os olhos passeando pelo meu corpo. Do rosto aos pés, subindo de novo, parando no meio do caminho. No shortinho cinza que mal cobria a bunda. Na costura da frente que dividia minha buceta.

- Ainda. Mas eu estava te observando lá fora - disse, agora mais perto. - No agachamento.

- Você não pode estar aqui - tentei de novo, mas a voz saiu fraca.

Ele riu baixo.

- Posso sim. E você não tá gritando, não tá pedindo ajuda. Quer dizer que no fundo você gosta, né?

Meu rosto queimou. Porque ele tinha razão. Eu não estava gritando.

Ele deu mais um passo. Estava a um braço de distância agora. Dava pra sentir o cheiro do perfume, misturado com suor de academia.

- Te vi chegando. Te vi treinar. Vi todos os caras te olhando, babando, e você fingindo que não via - a voz dele era baixa, macia, cheia de veneno. - Mas você via, sim. Eu sei que via. Até empinou mais a bunda no agachamento quando começou a me ver filmando.

- Eu não fiz isso - menti.

Ele riu de novo.

- Eu gravei tudo. Essa bunda gigante descendo e subindo, o short sumindo no meio, a pele lisinha... Porra, é a bunda mais gostosa que eu já vi na vida.

A mão dele subiu, devagar, e tocou no meu quadril. Só um toque leve, os dedos roçando o cós do short. Eu não me mexi.

- Você é muito gostosa, sabia? - ele disse, os olhos nos meus. - Muito. Todo homem aqui quer comer você. Eu quero comer você.

- Para - consegui dizer, mas a palavra não tinha força.

Ele inclinou o corpo, aproximando o rosto do meu. O nariz quase tocando o meu.

- Por que? Você sabe que é gostosa. Sabe que todo mundo te quer. E sabe que no fundo você gosta de ser desejada. Gosta de provocar.

- Não provoco ninguém - falei, mas a voz saiu trêmula.

Ele riu, um riso baixo, cheio de malícia.

- Não? Esse shortinho que enterra no meio da bunda não é provocação? Esse top que quase não segura os peitos não é provocação? O jeito que você rebola quando passa pelos caras não é provocação?

Não respondi. Não conseguia.

- Sabe o que eu acho? - ele continuou, a boca agora perto do meu ouvido. - Eu acho que você adora. Adora ver os caras babando. Adora saber que todo mundo quer enfiar a cara nessa bunda gigante. Aposto que você vai pra casa toda molhada depois do treino, pensando nisso.

Prendi a respiração. Ele acertou em cheio. Não respondi. Mas meu silêncio era resposta.

Ele segurou meu rosto com uma mão, virando pra ele, me obrigando a olhar nos olhos dele.

- Me responde. Tô certo?

- S-sim... - a voz saiu num sussurro.

Ele sorriu. Vitorioso. Triunfante.

- Sabia.

A boca dele veio na minha sem aviso. Colou nos meus lábios com uma fome que me assustou e me excitou ao mesmo tempo. A língua invadiu, quente, mandona, e eu não resisti. Respondi. Minhas mãos subiram pro peito dele, mas não empurraram. Só seguraram.

Ele apertou meu corpo contra o dele, uma mão descendo direto pra minha bunda. Agarrou fundo, os dedos afundando na carne macia, separando as nádegas, puxando minha pélvis contra o volume duro que já estava formado na bermuda.

- Caralho - ele murmurou contra minha boca. - Que bunda perfeita.

A mão apertava, moldava, como se quisesse decorar cada centímetro pelo tato. Ele me puxava, me apertava, me devorava com a boca e com as mãos.

De repente, ele se afastou só o suficiente pra falar:

- Quer ir ali no box comigo? Rápido. Ninguém vai ver.

Meu corpo inteiro tremeu. A ideia. O perigo. A possibilidade.

- Não - consegui dizer, mas a voz saiu fraca. - Não posso. Não aqui. Não agora.

Ele franziu a testa.

- Por que não?

- Porque... porque não. Muita gente. Alguém pode entrar.

Ele me olhou por um longo segundo, os olhos escuros queimando. Depois suspirou, soltou minha bunda devagar, como se custasse.

- Tá bom. Mas não vou desistir de você, não - disse enquanto tirava o celular do bolso. - Me passa seu número.

Hesitei. A razão gritando pra não fazer isso. O tesão gritando mais alto.

- Vai, gostosa. Só o número. A gente conversa. Se você não quiser, a gente não faz nada. Mas me dá uma chance de pelo menos te conhecer.

Mordi o lábio. A buceta latejando. A boca ainda quente do beijo dele.

Falei o número. Ele digitou, rápido, salvou, guardou o celular.

- Vou te mandar mensagem - disse, passando o dedo no meu queixo. - E aí a gente vê o que acontece.

Deu um último beijo na minha boca, mais devagar, mais gostoso, e depois virou as costas e saiu do banheiro como se fosse a coisa mais normal do mundo.

Fiquei paralisada, apoiada na pia, o coração batendo tão forte que eu conseguia ouvir. No espelho, minha imagem refletida: rosto corado, lábios inchados, olhos brilhando. E entre as pernas, o short cinza totalmente enfiado na minha bunda e marcando na frente a buceta.

Respirei fundo três vezes antes de conseguir sair do banheiro.

Atravessei a academia em direção à saída, sentindo os olhares dos homens como sempre. Mas agora tinha um diferente. O moreno estava no banco perto da porta, me olhando com um sorriso de canto.

Caminhei de volta pra casa com a buceta latejando mais do que nunca. O celular vibrou no bolso quando eu estava quase chegando. Era mensagem de número desconhecido: "Safada. Mal posso esperar pra te ver de novo."

Salvei o contato: "Academia". Não respondi.

Quando entrei em casa, o cheiro de café já tomava a cozinha. Fernando estava sentado à mesa, uma xícara na mão, o celular na outra. Levantou os olhos quando entrei.

- Bom dia, mocinha. Já voltou da academia?

- Bom dia - respondi seca, indo direto pra geladeira pegar água.

Ele me olhou de cima a baixo. Demorou no short. Na bunda.

- Tá usando um short novo? - a voz dele saiu casual demais.

- É o mesmo de sempre.

- Hum... parece menor hoje. Ou sua bunda tá maior - ele deu um gole no café, os olhos fixos. - Tá mostrando tudo, Lu. Tá maravilhosa. Dá até pra ver até a polpa da bunda.

Não respondi. Enchi o copo d'água, virei de uma vez, e fui pro banho.

Debaixo d'água, deixei a mente vagar. A academia. Os olhares. O cara gravando e depois me beijando e elogiando no banheiro. A buceta pulsando. Passei a mão no grelinho, só de leve. Estava todo inchado, querendo alívio. Mas eu não tinha tempo pra isso. Precisava estudar sobre direito penal. Tentar me sobressair na empresa e não ser vista apenas como um par de coxas e uma bunda grande.

Saí do banho, me enxuguei, coloquei um vestido leve, azul claro, soltinho. Voltei para a cozinha, encostando na pia pra lavar a louça suja. Minha mãe ainda não tinha saído do quarto. Devia estar se arrumando.

Fernando ainda estava na mesa, agora com o celular de lado, tomando mais café.

- Ficou linda com esse vestido, Lu - ele disse, quando passei por ele. - Combina com você.

- Obrigada - respondi.

Abri a torneira, peguei a esponja. Água correndo, esponja ensaboando, o som tranquilo da manhã.

Foi quando senti.

Duro. Totalmente duro. Pressionando no meio da minha bunda, por cima do vestido. Olhei por cima do ombro. Fernando mordia os lábios enquanto me encoxava ali mesmo, na cozinha.

- Fernando... - comecei, as mãos paralisadas na pia.

- Shh - ele murmurou perto do meu ouvido, as mãos segurando meus quadris. - Fica assim mesmo, filha. Continua lavando.

- Minha mãe...

- Tá no quarto se arrumando. A gente tem uns minutinhos.

Ele começou a se mexer, a rola deslizando por cima do tecido, encontrando a fenda da minha bunda, pressionando.

- Não consegui ir no seu quarto ontem - ele disse, a voz baixa, rouca. - Sua mãe ficou me alugando a noite inteira com conversa chata. Não deu chance.

- Fernando...

- Mas agora eu quero dar um presente especial pra você.

Uma das mãos dele soltou meu quadril e puxou a barra do meu vestido para cima. O tecido subiu até ficar amontoado na minha cintura. Minha bunda ficou exposta. Só a calcinha preta de renda cobrindo quase nada.

- Caralho - ele murmurou, atrás de mim. - Que bunda, meu amor. Olha isso.

A mão dele passou por cima, alisando, apertando. Os dedos afundaram na carne macia.

- Tão grande. Tão macia. Tão gostosa. Essa bunda é uma obra de arte.

Ele deu um passo pra trás, só o suficiente para descer o zíper e puxar a rola pra fora. Depois voltou. Senti a pele quente contra a minha. A rola, agora livre, deslizou por cima da calcinha, encontrando o caminho, pressionando no meio.

- Tá sentindo, filha? - ele murmurou, os braços envolvendo minha cintura por trás, me puxando contra ele. - Tá sentindo a rola do papai? Fica parecendo uma pedra só de encostar em você.

Minhas mãos tremiam segurando o copo na pia. Eu devia gritar. Devia empurrar. Devia sair correndo. Mas minha buceta latejava. Eu já estava toda molhada.

- Para, Fernando - minha voz saiu fraca, sem convicção.

- Papai - ele corrigiu, a boca no meu ouvido. - Me chama de papai.

A rola deslizava entre minhas nádegas, por cima da renda, pressionando de leve.

- Tão gostosa - ele repetia, como um mantra. - Tão gostosa.

Uma mão saiu da minha cintura e puxou a calcinha pro lado. O ar frio atingiu minha buceta exposta. A rola dele encontrou o caminho, deslizando por cima, se melando na minha entrada, e subindo de novo. A cabeçona que mais parecia um cogumelo estava em cima do meu cuzinho.

- Nunca fez isso, né? - ele perguntou, a voz grossa.

- N-nunca - eu falei baixo.

- Sabia. Mas uma menina com uma bunda gigante dessas precisa ter o cu arrombado. É pecado deixar esse cuzinho virgem.

A cabeça da rola pressionou. Doeu. Ardeu. Eu tentei me afastar, mas ele me segurou firme.

- Calma - ele disse. - Vou enfiar com carinho.

Entrou mais um pouco. Só a cabecinha. Senti a pressão, o ardor, a invasão.

- Assim - ele murmurou, a testa encostando nas minhas costas. - Assim, devagar. Vai abrindo.

- Fernando... tá doendo... - eu falei entre gemidos ofegantes e baixos.

- Vai passar. Relaxa.

Ele empurrou mais um pouco. Minhas mãos apertaram a borda da pia. O copo ainda estava lá, esquecido.

- Que cuzinho apertado - ele grunhiu. - Delícia.

A rola começou a entrar. Devagar. Centímetro por centímetro. A dor e o tesão se misturando num nó no meu estômago. Eu não conseguia mais pensar. Só sentir.

Ele empurrou fundo, até o talo. Até as bolas baterem na minha buceta melada.

- Caralho - ele gemeu baixo, a testa enterrada nas minhas costas. - Que cuzinho é esse, Lu? Tão apertado. Tão gostoso. Parece que foi feito pra isso.

Ficamos parados um segundo, eu tentando respirar, ele sentindo. Depois ele começou a mexer. Devagar no começo, estocadas curtas, sentindo cada centímetro, cada resistência.

- Tá doendo ainda? - ele perguntou, a voz mais macia.

- Tá... mas tá bom - a resposta saiu antes que eu pudesse pensar.

- Sabia que você ia gostar. Putinha do papai.

As estocadas foram ficando mais firmes. Mais fundas. Cada entrada parecia que ia me partir ao meio, mas a dor ia dando lugar a outra coisa. Uma pressão estranha, diferente, que subia pela barriga.

- O seu melzinho tá melando minhas bolas - ele murmurou no meu ouvido. - Sua safada. Toda molhada, toda putinha, deixando o papai arrombar seu cuzinho.

Vergonha e tesão se misturaram dentro de mim. Eu estava quietinha tomando a pica do marido da minha mãe, bem fundo no cuzinho, e ainda por cima estava toda melada.

- Que filha vagabunda eu tenho - ele continuou, a voz um sussurro rouco. - Tão novinha, tão gostosa, deixando o papai comer seu cu na cozinha de manhã. Sua mãe se arrumando, e você aqui, gemendo na pica do papai.

- Não é assim... - tentei protestar, mas a voz saiu fraca.

- É sim. Tá com o cu cheio de pica, e adorando. Adora ser a putinha particular do padrasto, não adora?

Não respondi. Não conseguia. A rola dele enchia meu cu inteiro, cada estocada me empurrando contra a pia, o copo esquecido.

- Esse cuzinho é divino - ele grunhiu, acelerando. - Vou arrombar ele sempre que puder. Todo dia. Toda hora. Sempre que eu quiser, você vai virar e dar esse cu pro papai. Entendeu?

- Entendi... - a voz saiu num gemido.

- Entendeu o quê? Fala.

- Que o papai... vai arrombar meu cu sempre que quiser.

Ele deu uma estocada mais forte, que me fez arquejar.

- Isso mesmo, filha. Agora geme baixinho. Geme pro papai.

Eu gemia, abafando os sons contra o braço, tentando não fazer muito barulho. Ele tirava a rola quase toda e socava fundo, cada vez mais rápido, mais forte. Meu cu já não doía mais.

Foi quando ouvimos. Passos se aproximando.

- Fernando! - sussurrei. Meu desespero foi imediato. - Ela tá descendo! Para! Pelo amor de Deus, para!

Meu corpo tentou se soltar, mas ele me segurou firme.

- Calma - a voz dele estava calma, controlada. - Fica tranquila. Não precisa se estressar, gostosa.

Num movimento rápido, ele tirou a rola do meu cu. Mas não me soltou. Me puxou pela mão. Me arrastou pra longe da pia, em direção à mesa de jantar.

- O que você tá fazendo? - minha voz era pânico puro.

Ele sentou numa cadeira. Me puxou pro colo. Antes que eu pudesse entender, senti a rola dele abrindo o caminho de novo. Entrou de uma vez, até o fundo.

Sentei na rola dele, apoiada na mesa, com o vestido cobrindo tudo: a calcinha pro lado, a rola atolada até as bolas dentro do meu cu. Meu corpo inteiro tremia. Minha respiração era curta, acelerada. Meus olhos fixos na porta da cozinha.

Ela entrou.

- Bom dia, meus amores! - minha mãe cantarolou, vindo em nossa direção.

Parou perto da mesa. Olhou pra gente e sorriu. Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que ela ia ouvir.

- Que fofos! Que bom que vocês estão se dando tão bem - ela disse, com um sorriso carinhoso. - Olha só, abraçadinhos. Parecem até pai e filha. Sempre sonhei com isso, sabia? Com minha filha e meu marido se dando bem.

Fernando apertou meu quadril de leve.

- Ela é uma menina especial, Célia - ele disse, a voz macia. Passou os braços pela minha cintura, me fazendo ficar colada nele. - Tô feliz de ter ela em casa. E pode ter certeza que eu vou cuidar muito bem da sua filha. Vou estar sempre pertinho dela. Sempre.

Minha mãe sorriu, derretida. Depois virou de costas e foi até a pia, pegando uma xícara. Ficamos ali. Eu no colo dele, a rola enterrada no meu cu, latejando dentro de mim. Minha mãe de costas, preparando o café.

Ele começou a se mexer. Quase imperceptível. Pequenos movimentos dos quadris, fazendo a rola deslizar dentro de mim, entrando e saindo um pouco, bem devagar. Meu corpo congelou. Meu olhos se arregalaram. Olhei pra ele em pânico. Ele sorriu. Aquele sorriso torto.

- Fica quietinha - ele murmurou, tão baixo que só eu ouvi. - Deixa o papai brincar um pouquinho.

A mão dele no meu quadril apertou, guiando o movimento. Eu sentia cada centímetro. Cada deslize. Cada entrada. Minha mãe ali, de costas, cantarolando uma música enquanto mexia o café, e meu padrasto tarado socando a pica toda no meu cu.

Cada movimento era um risco. Cada entrada um perigo. E eu estava ali, sentada no colo do dele, tomando no cuzinho enquanto minha mãe preparava seu café a poucos metros de distância.

O pior era que eu estava adorando.

- Pronto! - minha mãe anunciou, deixando a xícara na pia.

Ela se virou e deu um passo na nossa direção. Meu coração parou. Ela estava vindo. Ela ia ver de perto, ia perceber. Fernando parou com as estocadas, mas ainda estava com a rola grossa inteira dentro de mim, sentindo minhas preguinhas se contraírem de medo.

Minha mãe deu um passo para o lado e pegou a bolsa que estava pendurada na cadeira.

- Bom, gente, vou indo. Já estou atrasada.

- Tchau, mãe - consegui dizer, a voz saindo num fio.

Ela passou a bolsa no ombro, veio até a gente e se inclinou. Meu corpo tremeu inteiro quando ela encostou os lábios na minha testa, num beijo leve.

- Tchau, filha. Estuda bastante, hein?

- Tchau, amor - Fernando disse, e ela se inclinou para beijar ele também.

Na boca. Um selinho demorado.

E eu ali, no colo dele, sentindo a rola pulsar dentro de mim enquanto ele beijava minha mãe.

Ela se afastou, sorriu para nós, e finalmente saiu da cozinha. Seus passos no corredor, a porta da frente abrindo, fechando. O silêncio.

Ficamos ali. Eu imóvel. Ele imóvel. Só a respiração pesada dos dois.

- Caralho - ele murmurou finalmente.

Levantou da cadeira e começou a me foder. Sem cuidado. Sem medo. Sem silêncio. As estocadas eram violentas, fundas, rápidas. Eu me agarrava na mesa, que tremia e rangia conforme ele enterrava a rola na minha bunda.

- Sua putinha - ele grunhiu, a voz cheia de tesão. - Sua putinha safada. Quase gozei ali, na frente da sua mãe. Quase gozei dentro do seu cu enquanto ela me beijava.

- Aii, Fernando... - gemi, sem forças.

- Papai - ele cravou os dentes de leve no meu ombro. - Me chama de papai, porra.

- Papai... - obedeci.

Ele acelerou mais. As estocadas eram tão fortes que eu achava que a mesa ia quebrar. Meu cu ardia, mas o tesão era maior. Muito maior.

- Vou gozar - ele avisou, a voz rouca. - Vou gozar bem fundo nesse seu cu gostoso, filha. Quero meu leite escorrendo de você o dia inteiro.

- Goza - eu pedi, sem pensar. - Goza, papai. Enche meu cu.

Ele gemeu. Um gemido longo, gutural, que ecoou na cozinha vazia. Senti a rola pulsar, pulsar, pulsar, e o líquido quente jorrando lá dentro, me preenchendo, escorrendo pelas paredes do cu, quente e pegajoso.

Ficamos ali, ofegantes, suados, colados um no outro. A rola dele ainda dentro de mim, murchando aos poucos. O leite escorrendo pelas minhas coxas, molhando o vestido.

- Puta que pariu - ele murmurou contra meu cabelo.

Eu não respondi. Só fiquei ali, sentindo, processando, tentando entender como minha vida tinha chegado naquele ponto.

Mas no fundo, no fundo mesmo, eu já sabia.

Era exatamente onde eu queria estar.

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Comentários

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Que padrasto sortudo,cumendo um tão gostoso,que vontade de vê esse seu rabo e assistir o seu padrasto enrabando você.Luana você deve ser linda ❤️❤️.

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Que tesão! Luaninha se revelando uma vadia de primeira, todos os tarados vão se aproveitar desse rabão.

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Pqp que foda sensacional e esperada. Agora, tudo é lucro. Parabéns

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Tive que ativar a suspensão da descrença porque a mãe ser tão idiota assim deixa tudo meio irreal, quase sai do ponto. Sei que existem mulheres e homens totalmente alheios a realidade mas ver a filha no colo do padrasto seria muito sem noção pra mãe. Gozei com a cena na academia. Inclusive estou indo para a minha academia agora e quero olhar para um rabo como se fosse o cuzão dessa putinha.

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