Era uma quinta-feira de fim de tarde, calor grudando a camiseta nas costas. Eu estava no supino reto, suando. Terminei a série, soltei a barra com um barulho metálico, sentei e peguei a garrafa d’água. O celular vibrava no banco ao lado.
Três mensagens da minha mãe no WhatsApp.
Primeira: “Filho, a Laura vai prestar vestibular de medicina sábado e domingo em SP. Ela e o namorado Lucas vão ficar no hotel, mas pensei que talvez pudessem dormir aí no seu apartamento. É mais perto do local da prova, e eles são tranquilos. A Laura tá nervosa, primeira vez prestando para medicina é o sonho dela.”
Segunda: “Chegam sexta à noite de ônibus, por volta das 21h. Você pode buscar na Tietê? Ou eles pegam Uber, mas seria bom você receber. A Laura te adora, sempre fala de você.”
Terceira: foto anexada. Laura sorrindo pro celular, cabelo castanho liso preso num rabo de cavalo alto, óculos de armação fina, blusa polo branca marcando o peito. Ao lado, Lucas: magro, cabelo curto cacheado, sorriso certinho. Legenda: “Eles estão estudando feito loucos. Me ajuda, filho? Beijo da mãe.”
Li duas vezes. Laura, minha prima de 18 anos, filha do tio Maurício. Magrinha, pele clara, olhos castanhos grandes atrás dos óculos. Cresci vendo ela nas reuniões de família, mas nunca fomos muito próximos.
Agora ela tinha 18, prestando medicina, vindo com o namorado pra dormir no meu apartamento.
Não gostava da ideia de ter um casal no meu apartamento, mas para a minha mãe não tem como ficar recusando favor.
Respondi: “Claro, mãe. Pode vir. Busco eles na Tietê sexta às 21h. Manda o horário certinho do ônibus e o número deles pra confirmar. Beijo.”
Guardei o celular, peguei a toalha e fui pro vestiário. Tomei banho rápido, vesti roupa limpa, joguei a mochila no ombro e desci pro carro. Trânsito na Marginal começando a engarrafar.
Cheguei no apê, joguei a mochila no sofá, abri uma cerveja gelada e mandei mensagem pra Laura:
“Oi prima! Minha mãe falou que vocês vêm sexta. Chegam 21h10 na Tietê? Eu busco vocês lá. Confirma o número do ônibus e se precisam de algo. Tô arrumando tudo aqui. Boa sorte no vestibular, vai arrasar. Abraço!”
Enviei. Uns minutos depois, ela visualizou e respondeu:
“Oi primo! Sim, ônibus das 18h30 de Campinas, chega 21h10. Número do Lucas é (11) 9xxxx-xxxx, mas eu mando localização quando estivermos saindo. Obrigada mesmo por nos receber! Tô nervosa pra caramba, mas animada. O Lucas tá estudando mais que eu kkk. Beijos, te vejo amanhã!”
Tomei um gole longo da cerveja e olhei a foto do whatsapp dela.
Era ela abraçada com o Lucas na beira da praia, os dois de lado pro mar, sol batendo de lado. Dei zoom na Laura, de biquíni azul simples, top triangular pequeno marcando peitos pequenos e empinados, calcinha de cintura alta cobrindo a barriga lisa, corpo magrinho mas já com curvas definidas nas coxas finas e na bunda pequena arrebitada. Cabelo escuro solto voando com o vento, pele clara bronzeada de leve, óculos deixados de lado, sorriso bonito aberto mostrando os dentes alinhados.
Não era mais aquela fedelha magrela das reuniões de família, estava bonitinha, corpo de 18 anos, jeito de quem fazia academia. Fechei a foto, terminei a cerveja e fui dormir pensando na chegada deles amanhã.
O dia passou rápido no escritório, saí tarde, peguei o carro e fui direto pra Tietê. Cheguei por volta das 21h15, vi os dois já esperando na saída, cada um com uma mochila pequena nas costas. Parei o carro, buzinei leve, eles vieram rápido e entraram. Laura na frente, Lucas no banco de trás.
“E aí, primo!”, falei, virando pra trás e dando um abraço rápido no ar.
“Oi, Rick!”, Laura respondeu sorrindo, ajustando a mochila no colo.
“Boa noite, cara. Obrigado por vir buscar”, Lucas disse, voz neutra, apertando minha mão por cima do encosto.
“Como foi a viagem?”
“Tá tudo bem, mas tô nervosa pra caralho”, Laura respondeu primeiro, rindo baixo.
“Eu também. A prova é amanhã cedo, né?”, Lucas completou, olhando pela janela.
“Vai dar tudo certo, vocês estudaram pra cacete”, falei, ligando o carro e saindo do terminal.
Laura se inclinou e disse “O Lucas tá mais nervoso que eu. Gato, o primo Henrique é o mais lindo e legal da família, sempre ajudando todo mundo, vai nos ajudar também”
Lucas virou o rosto de leve, voz baixa: “É, legal.”
Fiquei quieto um segundo, depois falei: “Tô feliz em ajudar vocês. Relaxem que amanhã vocês arrasam na prova.”
Chegamos no prédio uns 25 minutos depois. Subimos de elevador em silêncio, entrei primeiro e acendi a luz da sala.
“Aqui é a sala, sofá-cama já aberto pra vocês. O quarto de hóspedes é ali no corredor, cama arrumada com as toalhas limpas em cima, banheiro. Usem à vontade.”
“Obrigado mesmo, primo”, Laura disse, olhando ao redor.
“Valeu pela estrutura”, Lucas acrescentou, largando a mochila no chão.
“Vou pedir uma pizza agora. Vocês querem tomar banho antes? Eu vou depois.”
“Boa ideia, tô suada da viagem”, Laura respondeu.
“Eu também”, Lucas disse, já indo pro quarto com ela.
Fui pra cozinha, abri o app e pedi duas pizzas grandes, uma calabresa, uma frango com catupiry. Enquanto esperava, entrei no meu banheiro, tirei a roupa e liguei o chuveiro quente. A água batendo, ouvi vozes abafadas vindo do quarto deles pelo duto de ventilação.
Lucas: “Que porra foi aquela no carro? Você cantando ele na minha frente?”
Laura: “Para, Lucas, foi brincadeira. Ele é meu primo, relaxa.”
Lucas: “Brincadeira uma ova. Mal chegou e já fica de gracinha com o cara.”
Laura: “Você tá exagerando. Ele só tá ajudando.”
Fechei a torneira devagar, pensando “moleque otário”. Sequei o corpo, vesti short e camiseta, e voltei pra sala esperando a pizza chegar.
Comemos a pizza rápido na mesa da sala, sentados em silêncio quase, só mastigando e comentando o sabor da calabresa. Eles agradeceram de novo, disseram que iam deitar logo porque a prova era cedo. Laura pegou a mochila, Lucas a dele, entraram no quarto de hóspedes e fecharam a porta. Eu fui pro meu quarto, apaguei a luz, deitei na cama e tentei dormir.
Uns vinte minutos depois, ouvi vozes abafadas pela parede fina. Discussão de novo, outro motivo besta, ele reclamando que o ar-condicionado tava forte demais, ela dizendo que precisava do frio pra dormir melhor. A voz dela subiu um pouco: “Para, Lucas, amanhã tem prova cedo. Dorme logo, por favor.” Ele resmungou algo baixo, depois silêncio. Fiquei quieto na cama, pensando que o moleque era chato pra caralho.
Meio da noite, acordei com barulho. Primeiro um rangido leve do colchão, depois respiração ofegante, gemidos fininhos dela escapando abafados.
“Ai… devagar…”, voz baixa, quase sussurro, mas clara o suficiente pra atravessar a parede.
O som ritmado, lento no começo, acelerando um pouco. Ela gemia baixo, fininho, como se tentasse segurar mas não conseguisse. “Assim… vai…”, um gemidinho mais alto no final, depois silêncio de novo.
Fiquei deitado imóvel, pau endurecendo devagar na cueca.
Antes não tinha pensado nela assim, era só a prima certinha, nervosa com vestibular. Mas agora, ouvindo aqueles gemidinhos finos, imaginando o corpo magrinho dela se mexendo embaixo dele, os peitos pequenos balançando, a buceta apertada engolindo o pau do namorado, o tesão veio forte.
Fiquei duro pra caralho, mão descendo devagar pra apertar por cima do tecido, sem me tocar de verdade, só sentindo o latejar. A imagem dela na foto da praia voltou, biquíni azul, sorriso bonito, corpo magro. Me masturbei vendo aquela foto.
Acordei cedo, por volta das 6h30, o sol já filtrando pelas cortinas da varanda. Levantei, fui pra cozinha e preparei café forte na cafeteira, pão na torradeira, queijo e presunto na mesa. Laura saiu primeiro, cabelo preso num rabo de cavalo bagunçado, pijama curto de short e camiseta larga, pés descalços, olhos ainda inchados de sono. Lucas veio atrás, já vestido com camisa polo e calça jeans, mochila nas costas.
“Bom dia, primo. Cheiro bom de café”, Laura disse, sorrindo e sentando na banqueta da cozinha.
“Bom dia. Fiz pra vocês. Sirvam-se. A prova é às 8h, né?”
“É. Mas o local do Lucas é diferente, ele vai de Uber pra outro colégio”, ela respondeu, pegando uma xícara.
Lucas assentiu, tomando café rápido. “Vou descer agora pra chamar o carro. Obrigado pelo café e pela hospedagem, cara.”
“Tranquilo. Boa sorte na prova.”
Ele deu um beijo rápido na Laura, apertou minha mão e saiu. Ficamos só nós dois na cozinha. Ela comeu uma torrada devagar, olhando pro celular.
“Você tá linda assim de manhã, prima. Cabelo bagunçado, cara de sono… fica natural”, falei em tom de deboche, encostando na bancada e olhando pra ela.
Ela corou um pouco, riu baixo e levantou os olhos castanhos atrás dos óculos. “Para, primo… você que tá bonito de manhã cedo, todo arrumadinho pra levar a prima na prova. Sempre foi o mais gato da família, sabia?”
Fiquei quieto um segundo, sentindo o ar mudar. “Sério? Nunca pensei que você achava isso.”
“Eu?”, ela disse, voz mais baixa, mordendo o canto da torrada. “Você sempre foi o primo que as meninas da família comentavam.”
O silêncio se estendeu e ficou só o barulho da cafeteira pingando. Ela terminou o café, levantou e veio perto pra pegar a mochila no sofá. O short subiu um pouco nas coxas finas quando se abaixou, pele clara brilhando de leve.
“Vamos? Te levo agora.”
No carro, trânsito leve de sábado cedo. Ela no banco do carona, pernas cruzadas, short subindo mais nas coxas. Coloquei uma playlist baixa, sertanejo suave.
“Tá nervosa ainda?”
“Um pouco. Mas tô animada. Obrigada por tudo, primo. Você facilitou muito.”
“Disponha. Você merece. Vai passar de primeira, tenho certeza. Corpo são mente sã!.”
Ela virou o rosto pra mim, sorriso pequeno. “Você acha que meu corpo tá “são”, hahaha?”
“Vi a foto da praia no seu Whats. Tá são sim. Magrinha, tudo no lugar.”
Ela riu, corando mais, mão no joelho. “Você também… forte, alto, jeito de homem. Dá vontade de… sei lá.”
Não respondi, só acelerei um pouco, sentindo o pau dar um pulo discreto na calça. Chegamos no portão do colégio uns 15 minutos depois. Estacionei, desliguei o motor.
“Boa prova, prima. Arrasa.”
Ela se inclinou, me deu um beijo na bochecha, demorado, lábios quentes roçando a pele. Ficou ali um segundo a mais, respiração perto do meu ouvido.
“Obrigada, primo. Vem me buscar depois?”
“Claro. Te pego aqui mesmo às 13h. Me manda mensagem quando acabar.”
Ela assentiu, abriu a porta, desceu com a mochila nas costas. Virou uma última vez, acenou com um sorriso. Fiquei olhando ela entrar no portão, short marcando a bunda pequena arrebitada, pernas finas mas firmes andando. Liguei o carro de novo, pau ainda semi-duro.
Busquei a Laura no portão do colégio por volta das 13h15. Ela saiu sorrindo, mochila nas costas, cabelo solto agora, óculos na testa, blusa polo um pouco amassada do dia. Entrou no carro aliviada, jogou a mochila no banco de trás e se encostou no assento.
“Primo, acho que foi bem. As questões caíram do que eu estudei. Tô leve agora.”
“Que bom, prima. Sabia que você ia arrasar. Parabéns.”
Ela riu, mão no joelho, olhando pra mim de lado. “Obrigada por tudo. Sem você eu tava perdida.”
Chegamos no apê uns 30 minutos depois. Estacionei no subsolo, subimos de elevador. Ela entrou primeiro, largou a mochila no sofá e foi pegar água na cozinha. Eu sentei na sala, liguei a TV baixa.
Uns 10 minutos depois, a campainha tocou. Lucas. Entrou com cara fechada, mochila no ombro, nem tirou o tênis.
“E aí, cara. Como foi a prova?”, perguntei.
“Foi uma merda. Errei tudo que eu sabia. Tô puto”, ele respondeu seco, jogando a mochila no chão.
Laura veio da cozinha, xícara na mão. “Oi, amor. A minha foi boa, acho que passei.”
Ele virou pra ela, voz grossa. “Que bom pra você. Eu tô ferrado, e você aí toda sorridente.”
“Lucas, calma. A gente ainda tem a segunda fase”, ela tentou, voz baixa.
“Calma uma porra. Eu estudei mais que você e tirei menos. Tô cagando pra sua prova boa.”
Eu levantei do sofá. “Ei, moleque. Ela não tem culpa da sua nota. Trate ela direito na minha casa.”
Lucas me olhou de lado, bufou. “Não se mete. É entre nós.”
Dei um passo para frente e ele recuou um passo no mesmo instante.
Laura ficou quieta, olhos baixos. Ele virou pra ela de novo. “Vou pegar minhas coisas.”
Eles entraram no quarto, porta fechada. Ouvi vozes altas abafadas, ele reclamando da prova, dela tentando acalmar, depois choro baixo dela. Uns minutos depois, a porta abriu. Lucas saiu com a mochila, rosto vermelho.
“Obrigado pela estadia, cara. Adiantei a passagem, vou embora agora.”
Nem apertou minha mão, só passou reto para o elevador. Fechei a porta atrás dele.
Laura saiu do quarto chorando, olhos vermelhos, nariz escorrendo. Sentou no sofá, abraçou os joelhos.
“Terminamos. Ele disse que não aguenta mais, que eu sou imatura, que fico me achando melhor que ele. Foi embora.”
Ela soluçou baixo, corpo tremendo. Fiquei parado um segundo, depois me sentei ao lado dela e coloquei a mão no ombro.
“Ei, prima. Ele que é otário mesmo. Você tem 18 anos, tá começando a vida, prestando medicina, bonita pra caralho, inteligente, tudo pela frente. Tem que estar com alguém que te valorize de verdade, que fique feliz quando você vai bem, não que fique puto e te diminua. Não perde tempo namorando um idiota desses. Você merece coisa melhor. Vai passar, e vai passar rápido. Tô aqui pra você.”
Ela ficou quieta um tempo no sofá, soluçando baixo, depois limpou o rosto com a manga da camiseta e olhou pra mim.
“Primo… obrigada por ficar aqui comigo. Eu não queria ficar sozinha hoje.”
“Tranquilo, prima. Você não tá sozinha.”
Ela respirou fundo, tentou sorrir fraco.
“Sabe… eu tô aliviada de ter terminado. Ele era chato pra caralho. Mas agora tô sem graça, sem saber o que fazer.”
“Você merece sair, relaxar. Que tal a gente ir tomar uma? Tem um bar aqui perto, meio baladinha, toca eletrônico. Nada pesado, só pra distrair.”
Ela pensou um segundo, depois assentiu.
“Tá bom. Me dá uns minutos pra trocar de roupa?”
“Vai lá. Eu espero.”
Ela entrou no quarto, saiu uns 15 minutos depois, jeans justo marcando as pernas finas, blusa preta de alcinha fina que mostrava os ombros claros e o colo pequeno, tênis branco, cabelo solto escuro caindo pelas costas, batom leve nos lábios. Linda pra caralho, olhos castanhos ainda um pouco vermelhos, mas brilhando de novo.
Chegamos no bar por volta das 22h. Luz baixa, neon piscando, eletrônico, pista meio cheia de gente dançando. Pedimos duas caipirinhas de limão, sentamos num canto alto perto da pista. Ela bebeu o primeiro copo rápido, rindo de nervoso.
“Tá bom isso aqui, primo. Nunca saí assim.”
“Você merece. Relaxa.”
Segunda rodada. Ela começou a mexer o corpo na cadeira no ritmo da música, quadril balançando leve. Terceira caipirinha, ela levantou.
“Vem dançar comigo?”
Fui. Na pista, música alta, luzes piscando.
Ela dançou perto, rebolando devagar, mãos nos meus ombros, corpo magrinho colando no meu a cada batida. Peitos pequenos roçando no meu peito por cima da blusa fina, coxas finas entre as minhas pernas. Eu pus as mãos na cintura dela, apertando leve, sentindo a curva do quadril. Ela jogou o cabelo pra trás, olhou pra mim com um sorriso safado, olhos brilhando no neon.
“Você dança bem, primo.”
“Você que tá linda dançando.”
Ela chegou mais perto, rosto perto do meu, respiração quente no meu pescoço. Beijei ela devagar, lábios se tocando primeiro, depois língua entrando quente. Ela gemeu fininho na minha boca, mão na minha nuca, puxando mais. Mãos bobas, eu desci pra bunda dela, apertando por cima do jeans, sentindo os músculos firmes.
Ela apertou meu peito, desceu pra cintura, roçou a mão no pau duro por cima da calça. Beijo ficou urgente, línguas se enroscando, corpos colados na pista, música batendo no peito.
Ela se afastou um pouco, ofegante, lábios inchados.
“Vamos voltar pro apê?”
“Vamos.”
Saímos do bar de mãos dadas, pegamos Uber rápido. No carro, ela encostou a cabeça no meu ombro, mão na minha coxa, dedos roçando devagar. Chegamos no prédio, subimos no elevador em silêncio, olhares fixos um no outro. Porta do apê abriu, entramos, luz baixa da sala acesa. Ela virou pra mim, sorriso pequeno.
“Primo… a gente vai mesmo fazer isso?”
Apenas a agarrei e beijei forte.
Entrei no quarto arrastando-a pela mão, porta fechando atrás de nós com um clique.
Tirei a blusa preta dela num puxão rápido, alças caindo pelos ombros, e vi que não tinha sutiã, peitos lindos, pequenos e empinados, mamilos rosados já duros apontando pra mim.
Comecei a lamber devagar, língua circulando um mamilo, chupando forte o outro, sentindo-a curvar as costas e gemer fininho.
Puxei ela para perto, corpo colando no meu, pau duro roçando na barriga dela por cima da calça.
Desci a mão pro jeans, abri o botão, zíper descendo, calcinha pequena preta de renda aparecendo, até safada demais pra ela, fio dental sumindo entre as nádegas pequenas.
Chupei por cima da calcinha, boca aberta no tecido fino, língua pressionando o clitóris inchado, sentindo o gosto salgado da umidade. Ela gemeu mais alto, mão na minha nuca: “Primo… por favor… mete em mim…”.
Tirei o pau pra fora, duro e latejando, ela pegou com a mão magrinha, masturbando devagar, polegar na cabeça molhada de pré-gozo. Comecei a esfregar a glande na buceta por cima da calcinha, molhando tudo, depois afastei o tecido para o lado, cabeça roçando os lábios inchados.
Ela gemeu forte, corpo tremendo: “Vai devagar…”.
Eu falei baixo: “No seu ritmo, prima”.
Ela trançou as pernas por trás das minhas costas, puxando meu quadril pra perto, calcinha de lado, entrada apertada abrindo devagar ao redor da cabeça.
“Mais forte… acelera…”, pediu ofegante.
Puxei o cabelo dela pra trás, apertei a bunda com força, meti fundo de uma vez, meu pau inteiro na buceta quente e molhada. Ela gemeu alto, unhas cravando nas minhas costas, quadril rebolando de encontro a cada estocada.
Ela se afasta e muda de posição de repente. Deita de barriga para cima na cama, pernas abertas, calcinha ainda de lado, buceta inchada e vermelha de tesão. “Vem, primo… assim”, murmurou ofegante, pegando minhas mãos e puxando pra cima dela.
Colocou os pés pequenos nos meus peitos, plantas quentes pressionando a pele, dedinhos curvados, unhas pintadas de vermelho claro brilhando na luz fraca do abajur.
Eu me posicionei entre as coxas finas dela, pau duro roçando a entrada molhada, entrei devagar de novo, sentindo ela apertar ao redor. Comecei a meter ritmado, fundo a cada estocada, mãos segurando os quadris dela pra puxar mais forte.
Ela gemeu alto, fininho, olhos apertados: “Assim… vai…”.
Peguei um pé dela, levei pra boca, língua lambendo a sola macia, chupando os dedinhos um por um, sentindo o gosto salgado da pele quente
Ela tremeu inteira, gemido escapando rouco, mão descendo rápido pro clitóris, dedos circulando rápido enquanto eu metia mais forte, pau batendo no fundo, som molhado enchendo o quarto. “Primo… me fode… porra… tô gozando assim…”, gemeu ela, corpo curvado, pés apertando mais forte no meu peito, unhas cravando na pele.
Eu acelerei as estocadas, chupando o arco do pé dela com força, língua entre os dedos, enquanto ela se masturbava frenética, buceta pulsando ao redor do meu pau, gemidos virando gritos abafados no travesseiro.
Ela ficou parada um tempo parada, buceta ainda pulsando ao redor do pau, respirando forte, olhos apertados, corpo magrinho tremendo nos resquícios do gozo.
Depois de uns segundos, saiu devagar, o meu pau molhado escorregando pra fora, brilhando de tesão dela. Virou de bruços na cama, bunda pequena arrebitada, olhou pra trás com cara safada, lábios inchados: “Deita, primo… quero te chupar agora”.
Eu deitei de bruços, ela se posicionou entre minhas pernas, pegou o pau duro com a mão magrinha, lambendo da base até a glande devagar, língua circulando a cabeça inchada, chupando forte a ponta enquanto masturbava com punho apertado subindo e descendo.
Bolas na boca dela, chupando leve, depois voltando pro pau inteiro, garganta relaxando pra engolir mais fundo. Gemidos abafados vibrando no pau, saliva escorrendo pelos cantos. Eu gemi rouco, quadril mexendo devagar: “Porra, prima… assim…”.
Ela acelerou a punheta junto com a boca, chupando forte a glande, língua pressionando a fenda.
Gozei forte, jatos quentes enchendo a boca dela, ela engoliu tudo sem tirar, garganta mexendo, depois lambeu a cabeça pra limpar o resto, olhando pra mim com cara safada, lábios brilhando, sorriso torto: “Gostou, primo?”.
Depois que ela lambeu o resto e sorriu com os lábios brilhando, deitou do meu lado, corpo quente colado no meu, perna jogada por cima da minha coxa.
Ficamos quietos um tempo, só respirando pesado, cheiro de sexo no ar. Ela passou a mão no meu peito devagar e murmurou: “Isso fica entre a gente, primo. Ninguém pode saber”. Eu assenti, puxei ela mais pra perto.
Dormimos assim, enrolados um no outro. No dia seguinte ela pegou o ônibus de volta pra Campinas, mochila nas costas, sorriso tímido na despedida. Mensagem dela chegou horas depois: “Obrigada por tudo… e pela noite. Te amo, primo”.