Encarando Um Superdotado - Descobrindo os limites do corpo.

Um conto erótico de Tito JC
Categoria: Gay
Contém 2338 palavras
Data: 13/03/2026 17:43:52

O Conto anterior pode te ajudar a entender melhor o que segue, abaixo. Lembrando sempre que o mesmo pode ser lido isoladamente.

*****

Depois de ser fodido pelo caminhoneiro grandão, que rasgou meu cuzinho e me fez gozar gostoso, eu fiquei na beira da rodovia, caminhando pelo acostamento, em direção à oficina de meu pai. Era uma distância de pouco mais de um quilômetro, do local onde eu tinha sido fodido, até à oficina de meu pai.

Saber que aquele local era usado para foda dos caminhoneiros, me despertou muita curiosidade e eu sabia que voltaria logo àquele local. Alguma coisa me dizia que eu ainda ia gostar muito das minhas férias na casa de meu pai.

Estava nesse devaneio, sentindo meu cu arder, quando ouvi uma voz me chamando:

— Sandrinho! Sandrinho! O que você está fazendo por aqui, moleque? – Parei e vi o Joaquim, filho do ajudante de meu pai, ao meu lado, descendo de uma bicicleta velha, na qual estava montado.

— Eu estou indo pra oficina, e você? – Perguntei, olhando para cara dele, que estava suado, sem camisa, com uma bermuda folgada e surrada. Mesmo por trás daquela imagem desleixada e aquele jeito de caipira, dava pra enxergar um jovem bonito, vigoroso, jeito de macho. Mesmo tendo apenas vinte anos, dava pra ver masculinidade naquele rapaz.

— Estou indo pra lá também. Estava sem fazer nada e resolvi vir pra cá, pra matar o tempo, depois eu volto com meu pai. – Ele me respondeu, prendendo a camiseta no guidão da velha bicicleta. Seu corpo exalava um cheiro leve de suor, quando ele se movimentava, e isso me excitava um pouco, mesmo eu tendo gozado há pouco tempo e ainda estar com o cuzinho aberto e dolorido.

— Eu estava indo lá na vila, mas desisti e resolvi voltar. – Eu disse, mentindo.

— Você foi lá na clareira? Ali no recuo? – Ele me perguntou, apontando para o local de onde eu tinha saído, após foder com o caminhoneiro.

— Que clareira? Não sei onde é isso não. – Me fiz de desentendido.

— É um local ali pra dentro, onde alguns carros e caminhões entram para os motoristas descansarem, e até foderem com as putas que eles pegam na estrada. Às vezes, durante a noite, dá pra se esconder no mato e ver os caras fodendo. É como se fosse um motel a céu aberto. – Ele me disse dando risada, mostrando um sorriso branco, bonito, contrastando com a simplicidade de suas feições.

— Não sabia disso. – Eu falei.

— Pouca gente sabe, é melhor assim, tanto pros motoristas, como pra quem vai lá olhar. Assim não vira bagunça. Cuidado hein! Não vai aparecer por lá sozinho, novinho assim e com essa bundinha carnuda que você tem, pode ser arrombado por algum motorista, ou malandro que esteja por lá. – Ele me falou dando risada. Eu não respondi, apenas ri com uma carinha de desentendido, mal sabia ele que eu já tinha sido arrombado justamente no local do qual ele falava.

— Você estuda, Joaquim? Gosta de viver por aqui? – Eu perguntei, querendo saber mais da vida daquele jovem que tinha quase a mesma idade que eu.

— Gosto daqui não. Estudei um pouco, mas não gosto de escola. Não tenho paciência, quero mesmo é ir para a capital, ganhar dinheiro fácil. – Ele falou com uma cara de sonhador.

— Mas não existe dinheiro fácil não Joaquim, ainda mais para quem não estuda. – Eu respondi, tentando entender qual a lógica dele.

— Tem sim Sandrinho, é só ser esperto. Eu estudei até o primeiro ano do ensino médio, já é o suficiente. Eu tenho um primo que morava por aqui, um cara bonito, quase da minha idade. Ele foi embora pra capital e, depois de dois anos, veio passear aqui dirigindo uma moto novinha, com dinheiro no bolso e umas roupas maneiras, todo malhado de academia, precisa ver. E ele estudou menos do que eu. – Eu ouvi aquilo e resolvi perguntar:

— E como ele conseguiu esse milagre?

— Comendo cu de veado. Ele me contou tudo. Disse que trabalhava como garçom num boteco do centro e foi paquerado por um coroa, que ofereceu dinheiro pra ele deixar chupar o pau dele. A partir daí conheceu uns caras que apresentaram outros pra ele, e logo ele estava com uma clientela boa. Fez academia e começou a foder uns veados coroas e até a dar a bunda, de vez em quando, em troca de dinheiro. E agora está bem de vida. Ele me disse que se eu for pra lá ele me ajuda. “Eu não sou bonito como ele, mas tenho uma coisa que leva muita vantagem.” – Ele falou com malícia.

— E o que é? – Eu perguntei curioso.

— Tenho pauzão, Sandrinho. Desde pequeno que todo mundo fica admirado com o tamanho do meu pau. Até já ganhei dinheiro por aqui, estourando o cu de um veado que vinha passar férias na vila e me dava dinheiro para arrombar o cuzão dele, mas depois ele foi embora pra outro estado e faz tempo que não aparece por aqui. Eu estou juntando dinheiro e logo eu vou embora pra capital, quero ganhar dinheiro fácil. – Ele falou me olhando e dando uma apertada no pau, por cima da bermuda surrada, me deixando curioso.

— Sobe aqui no quadro da bicicleta que eu te levo, vamos pedalando, melhor que andar até lá. – Eu sentei de lado no quadro e, conforme ele ia pedalando, eu sentia o pau dele roçando meu braço, percebi um volume crescendo na bermuda dele, aumentando minha curiosidade sobre o tamanho de seu pau.

Logo chegamos na oficina e meu pai se admirou de eu ter voltado tão rápido. Ele estava muito ocupado com o pai do Joaquim, montando um motor, e pediu pra gente se afastar para não atrapalhar. Nós fomos para a casa, ver o que passava na televisão.

Assim que entramos eu fui até ao banheiro e me abaixei no vaso, forcei o cuzinho e senti ainda sair alguma coisa de dentro. Depois lavei bem na pia, enfiando os dedos dentro para deixar tudo limpinho. Senti que estava meio inchado e também dolorido, mas na minha idade essas coisas passam rápido, tudo que a gente quer é gozar, ainda mais quando se está descobrindo novidades, como eu estava.

Voltei para a sala e vi o Joaquim largado no velho sofá de meu pai, com as pernas abertas e um volume grande caído de lado. Resolvi retomar o assunto sobre o tamanho do pau dele.

— É verdade que você tem o pau muito grande mesmo? Ou você estava mentindo pra mim, só pra contar vantagem? – Perguntei sorrindo.

— É verdade moleque, tô mentindo não. Mas você também tem um bom material, tem uma bundinha redondinha, parece bunda de menina, dá pra ganhar dinheiro com o cuzinho. – Ele disse isso em tom de zoeira e passou a mão em meus cabelos.

— Sai fora meu. Você tá é zoando comigo. – Eu disse, desafiando-o.

— Quer ver? Eu te mostro. Fecha aí a porta.

— Eles podem achar estranho a gente aqui trancado. – Eu falei, pensando em nossos pais lá na oficina.

— Eles vão demorar com aquele motor, moleque. Aquilo dá muito trabalho, eu sei como é. A gente também pode ficar de olho pela janela, se eles vierem a gente abre a porta. – Ele falou, despertando a minha curiosidade e safadeza.

— Tá bom, mostra aí. – Eu disse, me levantando e passando a chave na porta.

— Vou te mostrar, mas se ele ficar muito duro você vai ter que me ajudar a acalmá-lo. – Eu senti maldade em suas palavras, uma certa armação no ar, mas topei. Então, ele desatou o nó da bermuda e ela caiu no chão, ele abaixou a cueca e eu pude ver um pau mole, longo e grande, uma coisa que eu jamais imaginei ser possível, ainda mais num rapaz tão jovem. Era uma anomalia. Ele viu minha cara de espanto e sorriu.

— Te falei que era verdade, moleque. – Disse pegando no pauzão e balançando.

— É muito grande mesmo, cara! E fica maior ainda, né? – Perguntei com espanto na voz.

— Fica sim, é só deixar ele durão. Mas preciso de incentivo pra ele ficar durão. – Ele falou e começou a mexer no pau, arregaçando a pele da cabeça, como se fosse bater uma punheta.

— Que incentivo? Bate aí uma punheta que ele já fica duro. – Eu falei, bancando o inocente.

— Mostra aí tua bundinha, moleque. Me deixa ver esse rabinho redondo que logo ele fica duro. – Falou me olhando com malícia.

— Não cara, é perigoso. Melhor a gente parar com isso. – Eu falei, sem conseguir tirar os olhos daquele pauzão que não parava de crescer.

— Pega nada não moleque! Fica ali de joelho no sofá, com a cabeça pra fora da janela, que dá pra controlar tudo. Só quero ver essa tua bundinha de menina. – Eu pensei em encerrar aquela brincadeira, mas já estava picado pelo mosquitinho da safadeza. Fui até o sofá, arranquei minha bermuda e cueca fora e fiquei ajoelhado com a bunda exposta para ele, que falou com espanto:

— Caralho, Sandrinho! Bunda linda que você tem, moleque! – Ele disse isso e se aproximou, passando a mão em minhas nádegas.

— Não é pra tocar não, você disse que ia só olhar. Teu pauzão já tá duro? – Eu perguntei.

— Dá uma olhada você mesmo, moleque. Olha como tua bundinha me deixou! – Eu virei pra trás e realmente era um espanto, um jovem com um corpo normal, com uma estaca enorme, grande e dura, no meio das penas. Aquilo nem parecia ser de verdade.

— Caralho Joaquim, é grande demais, cara! Como alguém aguenta isso no rabo? – Eu falei espantado e curioso.

— Pois é; moleque, tem gente que aguenta sim, principalmente veado guloso. O cuzinho tem facilidade de se alargar. Pena que aqui não tenha veado pra pagar pelo meu pauzão, mas essa tua bundinha eu tenho certeza que muitos caminhoneiros famintos pagariam para foder. – Ele disse isso e se aproximou de mim, passando o pau em minha bunda. Eu senti aquela quentura e me arrepiei.

— Para Joaquim, vamos nos vestir. – Eu disse sem muita convicção na voz.

— Quer tentar, moleque? Eu te falei que se ficasse duro você ia ter que me ajudar a acalmar. – Ele esfregou ainda mais o pau em minha bunda, deixando minha cabeça pirada de desejo e medo ao mesmo tempo.

— Bate uma punheta que logo amolece. – Eu disse, sem conseguir sair da posição em que estava.

— Me deixa esfregar a cabeça do meu pau em sua bundinha, que logo eu gozo. – Ele insistiu, já roçando o pau em minha bunda, colocando a cabeça no meu reguinho. Eu senti meu corpo arrepiar e nada respondi. Ele foi esfregando mais e eu me abri o máximo possível, ele sentiu uma certa permissão e logo forçou a cabeça na minha entradinha, mas aquilo era tão grosso que me fez gemer só com o toque.

— Vamos parar, Joaquim. Bate uma punheta e goza. Pode gozar em cima de minha bunda, eu deixo. – Eu falei, torcendo para que ele não me obedecesse, e empurrasse aquela estaca em meu rabinho, só pra ver até onde eu aguentaria. Ele abriu as minhas bandas, deu uma olhada e me ordenou:

— Fica assim, moleque! Espera um pouquinho. – Ele se afastou, indo em direção à cozinha e logo voltou. Não entendi muito o que ele fez, até sentir o pauzão dele escorregando entre minhas bandas da bunda, e um cheiro de margarina, ele tinha lubrificado o pau e estava forçando em meu buraquinho. Tentei travar o cuzinho, mas ele segurou em minha cintura e forçou o pauzão, que deslizou pra dentro de meu cuzinho, rasgando as minhas pregas, me arrancando um grito.

— Tira cara! Tira do meu cu! Tá doendo muito! – Falei com desespero na voz.

— Calado moleque! Fica de olho na janela e empina o rabo. Eu vi que teu cuzinho tá todo estourado, alguém te arrombou, deve ter sido algum caminhoneiro. Eu já tinha sacado que você é veadinho. Empina o rabo que eu não vou colocar tudo não. Vou por só a metade. – Ele disse isso e empurrou mais um pouco, senti tudo me arder, mas resolvi aguentar.

— Goza logo Joaquim! Teu pau é muito grande, eu não aguento. – Ele começou a meter e, como havia prometido, não socou tudo, mas a metade daquele pau já fazia um estrago grande.

— Vou gozar, moleque. Empina o cuzinho que eu gozo logo. Vou encher teu cuzinho de leite. Se você quiser a gente pode ganhar dinheiro com o teu cuzinho, enquanto você tiver por aqui. – Ele falava isso e socava em meu cu, a dor era grande, mas eu estava orgulhoso e sentindo um certo prazer em ser arrombado por um pauzão daquele tamanho.

Ele meteu mais um pouco, começou a gemer e o pauzão pulsava dentro de meu cu, gozando, enchendo tudo de porra. Era tanto leite que escorria pelas minhas pernas. Ele gozou muito. Tirou o pau de dentro e foi para o banheiro, em seguida eu fui também, tendo o cuidado para não sujar o sofá.

Ele se limpou, se vestiu e foi para a oficina. Eu entrei embaixo do chuveiro e comecei a tomar banho. Me abaixei e senti o leite escorrendo de dentro de mim.

Meu cuzinho ardia, sangrou um pouco e ficou muito inchado. Eu ainda bati uma punheta pensando no pauzão do Joaquim. Depois deitei em meu quarto e resolvi tirar um cochilo.

Meu cuzinho levou uns dois dias para ficar bem, sentia que estava meio aberto, minhas preguinhas estavam rompidas, mas estava bem.

Três dias depois do ocorrido, eu estava tomando um café, no meio da tarde, quando o Joaquim entrou na cozinha e me falou:

— E aí moleque, tudo bem? Vamos ganhar uma grana com essa bundinha gostosa?

Olhei para a cara de safado que ele fazia e dei um sorriso amistoso.

*****

Mais um conto para vocês se divertirem lendo. Votem e comentem, para que eu me sinta incentivado a escrever e postar mais histórias.

Abraços a todos!!!!

Conto Registrado no Escritório de Artes e protegido pela Lei 9.610 de Fevereiro de 1998. Não pode ser reproduzido sem autorização do autor.

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Foto de perfil de Tito JCTito JCContos: 185Seguidores: 566Seguindo: 72Mensagem "Eu sempre sonho que algo gera, nunca nada está morto. O que não parece vivo, aduba. O que parece estático, espera". Eu li esse poema, aos 15 anos e nunca esqueci, essas palavras me definem muito. Sou um cara vivido, que gosta de ler, escrever, cerveja gelada e gente do bem. Chega aí!!! Vamos curtir as coisas boas da vida. Gosto escrever histórias curtas e envolventes, nem sempre consigo. Dificilmente escrevo contos em vários capítulos, gosto de dar a conclusão logo para o leitor. Na minha modesta opinião não existe escritor sem leitores. Por isso me dedico a oferecer sempre um bom produto para quem tira um tempinho para ler um texto meu. Quer saber mais sobre mim, é só perguntar. Abraços a Todos!!!😘😍🥰

Comentários

Foto de perfil de Dani Pimentinha CD

Nossa... Senti doer em mim... Mas deve ter sido tããããããããããão bom ser colocada para chorar por alguém assim... kkkkkkkkkkkkkkkkk..... Tirou até sangue do menino.

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