Às vezes ainda penso nela. Já se passaram anos, eu conheci diferentes mulheres e vivi outras coisas, mas nenhuma habitou meus pensamentos tantas vezes quanto aquela.
E tinha acabado de fazer 18 anos quando quando conheci Evelyn. Tinha recém-saído do ensino médio e começando no primeiro emprego, era completamente imaturo e despretensioso e Evelyn era um pouco mais velha do que eu, já tinha nos seus vinte e cinco; uma mulher caucasiana, cabelos e olhos castanhos, seios pequenos e com leve sobrepeso. Seria considerada pela maioria dos homens uma mulher bonita, mas de aparência comum, se não fosse por um detalhe: sua maravilhosa e grande bunda. A bunda fazia sua forma física parecer até mais estética pelos contornos que dava ao corpo, e o fato de seus seios serem pequenos, algo que normalmente não seria um atrativo para mim, dava a ela um aspecto “bottom-heavy” maravilhoso.
O emprego era para trabalhar em escritório. Pagava pouco, era entediante, mas todos compensavam passando 70% da carga horária conversando sobre aleatoriedades das mais diversas. Quando cheguei, não foi difícil me enturmar com todo mundo. A tal da Evelyn foi encarregada de me mostrar como as coisas funcionavam por lá e, por conta disso, passamos bastante tempo juntos no começo e desenvolvemos uma certa amizade. Eu ficava tarado pensando naquela bunda, mas infelizmente para mim ela já era casada e não parecia ter nenhum interesse por mim. As conversas no escritório variavam; iam desde as séries do momento até assuntos pessoais, e foi numa dessas que eu ouvi Evelyn falando umas sacanagens com as outras mulheres que fizeram meu pau ir na testa.
Evelyn era descontraída e falava desses assuntos naturalmente, mas ao mesmo tempo tinha um certo controle sobre sua exposição e mesmo as brincadeiras a respeito de sua forma física, que eram recorrentes entre os colegas, pareciam respeitar um certo limite e intuitivamente as pessoas sabiam qual era.
Com o passar dos meses nossas interações foram ficando mais descontraídas e sempre ficávamos conversando nos horários de intervalo. Acho que parte dela gostava de estar numa interação com um moleque mais novo, com um ar juvenil e desajeitado. Certa vez, numa das nossas conversas, ela se queixou do fato de não achar calças num tamanho adequado para ela. A gostosa sabia qual era o seu ponto forte. Eu não disse nada a respeito, mas ela fez questão de me perguntar se a calça que estava usando ficava bem nela.
— Fica bem, mas acho que prefiro a outra.
— Qual outra? A legging?
Respondeu ela com um tom meio engraçadinho. Ela sabia que mexia com a minha cabeça e parecia gostar disso, e eu, naquela altura, estava louco de tesão nela. Eu me acabava na punheta todo dia quando chegava em casa e pensava nos cenários mais pervertidos envolvendo aquela mulher.
Em determinado momento lembro de notar que Evelyn estava um pouco mais magra. Cheguei a pensar que talvez a perda de peso fizesse sua bunda ficar menor, o que seria uma grande perda para a humanidade, mas não parecia estar acontecendo. Eu saberia, estava observando atentamente.
Através de colegas de trabalho descobri que ela e o marido estavam à beira do divórcio. A informação me deixou animado, finalmente existia a possibilidade de rolar alguma coisa entre a gente, mas ao mesmo tempo a hipótese parecia fantasiosa. Ela podia até gostar de conversar comigo, mas qualquer coisa a mais parecia fora da realidade para um moleque inseguro.
— Não tô mais acostumada a ficar sozinha. Saio do banho pelada e esqueço que deixei as janelas completamente abertas e a porta destrancada.
Disse ela em uma das nossas conversas de intervalo.
— E o teu marido?
Perguntei, me fazendo de desentendido. Pareceu apropriado, considerando que eu descobri da separação através de terceiros.
— A gente ta dando um tempo. A relação não tava lá essas coisas, era briga quase todo dia. Tava insuportável. Ele vai ficar na casa da mãe dele até a gente decidir o que fazer.
— Que coisa. Bom, talvez tu precise de companhia para evitar esse tipo de situação.
Respondi, dando uma de esperto. Mas ela não disse nada, apenas sorriu.
Voltamos ao trabalho, e eu, me sentindo meio constrangido pela situação que criei, decidi ficar na minha. Fiquei assim por uns dias, interagindo só o necessário. A verdade é que eu já não gostava do trabalho, e a pessoa com quem eu mais interagia ali era uma gostosa que parecia completamente fora do meu alcance, o que me deixava desanimado.
Evelyn deve ter notado minha mudança de humor, pois, passados alguns dias, ela veio interagir comigo de maneira mais ativa. Conversamos sobre as mesmas coisas de sempre, até que em certo momento ela me perguntou, com um ar despretensioso, se eu queria ir à casa dela no final de semana assistir alguma coisa. Pode até parecer óbvio o que ela queria com isso, mas diante da situação eu não tinha muita certeza. Em todo caso, aceitei o convite, e a partir desse momento minha cabeça só conseguia pensar em putaria, não prestei para nada até o final de semana.
Sábado chegou e eu mandei mensagem confirmando se estava de pé. Ela disse que sim e me falou que, quando chegasse lá, era só entrar; me passou a senha da portaria e o número do apartamento. A verdade é que eu estava um tanto ansioso com a situação, pensando que talvez eu estivesse antecipando demais, mas decidi que iria transmitir segurança, mesmo que fosse fajuta, e ia fazer o possível para comer aquela gostosa.
Mas, se eu tinha alguma dúvida, ela logo iria embora.
Cheguei no local, subi até seu apartamento e toquei a campainha. Ninguém respondeu da primeira vez. Respirei fundo e toquei de novo, eis que ouço sua voz falando lá de dentro:
— Tá destrancada! É só entrar.
Com o coração acelerado entrei, mas ela não estava por perto. Só dava para ouvir o barulho do chuveiro vindo do banheiro, com a porta entreaberta.
Minha excitação começou ali. Fiquei me questionando se aquilo tinha sido premeditado ou se eu tinha chegado antes do que ela previa. De todo modo, o fato de ela ter me chamado para entrar e deixado a porta entreaberta era um sinal bem claro e talvez minhas fantasias sórdidas finalmente se tornassem realidade. Enquanto esperava na sala, escutei o chuveiro desligar e, alguns minutos depois, ela apareceu usando só uma calcinha branca e sentou na outra ponta do sofá.
— Gostei do jeito que você veio me receber.
Falei enquanto encarava seus seios pequenos e apetitosos e sentia meu pau endurecer.
— Tô vendo que tu gostou.
Disse ela com voz de safada, enquanto esticava a perna e tocava meu pênis por cima da calça com o pé. Me levantei, tirei a roupa e fiquei em pé na sua frente, pronto para mandar ver, mas ela não reagiu. Sem se levantar do sofá, ela me puxou em sua direção e segurou meu pênis. Ficou mexendo nele, fazendo o movimento de vai e vem com as mãos por alguns segundos, até que o levou em direção à sua boca e começou a passar a língua em volta da glande, sem abocanhar tudo de uma vez.
Foi uma sensação maravilhosa e meu tesão estava nas alturas, mas eu precisava me segurar, pois não podia ter chegado até ali para acabar já nas preliminares. Seus mamilos enrijecidos indicavam que ela também estava excitada com aquela brincadeira, até que, em dado momento, ela parou, colocou as mãos por baixo dos seios e os balançou na medida que seus seios modestos permitiam.
— Acho que não é isso aqui que tu quer, né?
Levantou do sofá e, sem explicar nada, foi em direção ao quarto. Fiquei uns segundos sem entender, até que fui atrás dela. Ao chegar no quarto, vi que ela já estava sem calcinha, de quatro na cama, com aquele bundão virado para a porta, mostrando o cu mais lindo que já vi na minha vida. Era pequeno e de tonalidade rosada, quase escondido pela imensa bunda e complementado pela visão de sua buceta carnuda, que formavam um belo conjunto.
— É nisso aqui que tu tá interessado, que eu sei.
Disse ela, abrindo com as duas mãos aquela bunda majestosa de forma convidativa.
Fui na direção dela e, a cada passo, a visão daquela bunda se tornava cada vez mais deslumbrante. Ela olhava para mim através do espelho de uma maneira provocativa. Ali eu tive certeza de que ela sabia exatamente o quanto mexia com a minha cabeça e conhecia a extensão do seu poder.
Agachei-me perto da cama e, depois de encarar aquela bunda com a admiração e o entusiasmo de uma criança depois de ganhar o tão sonhado brinquedo, coloquei minhas mãos em cada lado daquela magnífica bunda, abaixei minha cabeça e afundei minha cara naquela buceta.
Eu era completamente inexperiente sexualmente e nunca tinha percebido até então que, ao chupar uma mulher naquela posição, o nariz fica posicionado quase que diretamente sob seu cu. O que me deixou ainda mais excitado, especialmente diante do contexto. Aquele cu era especial: limpo, rosado, sem odores, e tinha sido fonte do meu desejo por muitos meses até aquele ponto.
Comecei a alternar entre chupar sua buceta e seu cu. Evelyn gemia e seus lábios vaginais apetitosos babavam, como se estivessem me convidando a entrar.
— Mete em mim! Vem!
Disse ela, excitada. Peguei meu pau, que a essa altura já estava quase explodindo de tanto tesão, e coloquei na entrada da sua buceta, enquanto ela ajudava a encaixá-lo com as mãos. Comecei os movimentos de vai e vem e foi uma sensação indescritível.
Ver aquela mulher naquela posição entregue para mim estava sendo uma das experiências mais incríveis da minha vida, e penetrá-la então era um sonho se realizando. Ela estava com a parte da frente do corpo na cama, com a cara afundada no travesseiro para abafar os gemidos e o bundão lá em cima, aberto para mim.
Nunca tinha parado para pensar no tamanho do meu pau e sempre achei que ele estivesse na média, mas naquele momento, vendo ele entrando e saindo daquela buceta enquanto aquele mulherão gemia e se entregava para mim, pensei que talvez eu tivesse algo a mais.
Estava gostoso demais. Nossos corpos se movendo sincronizadamente, aquele bundão gostoso indo e voltando, batendo ferozmente em meu corpo. Estava tão bom que eu, sem conseguir me controlar, gozei dentro dela com uma intensidade que me deixou amortecido. Foi mais cedo do que eu deveria, mas mais tarde do que eu achava ser possível.
Ela não pareceu gostar muito. Não sei se por interromper a foda ou se pelo fato de eu não ter avisado nada. Ela se jogou na cama e, depois de limpar meu pau na pia, deitei ao seu lado, envolvendo-a em meus braços.
Ficamos assim sem falar nada por uns minutos, e confesso que apreciei aquele momento de intimidade pós-sexo mais do que devia. Meu tesão por aquela mulher já estava se transformando em afeto. Meu ego estava inflado. Não só Evelyn me recebera em sua casa daquela forma, mas a nossa foda tinha sido espetacular, ainda que tivesse durado menos do que o esperado.
Logo depois, Evelyn calmamente se levanta, me dá um beijo no canto da boca e segue em direção ao banheiro, enquanto eu fico ali admirando aquela bunda enorme e imponente balançando enquanto ela se distanciava.
Ela entrou no banheiro do quarto e, sem fechar a porta, apenas se sentou na privada.
Algo ali mexeu comigo. Por algum motivo, ver ela sem nenhum pudor sentada na privada daquela forma com aquela sua "máquina de alta potência", mexeu com a minha imaginação de maneiras que eu não pensava serem possíveis. Meu pau começou a enrijecer novamente vendo aquela cena, e Evelyn apenas olhava para mim lá do banheiro com uma expressão que eu não conseguia decifrar.
Ela se limpa, volta para a cama e se deita com a bunda para cima, aparentemente não muito interessada em conversar.
Comecei a pegar na sua bunda e a beijá-la desde o pescoço até chegar perto do seu cu, que piscou para mim. Ela estava meio bobinha. Acho que me atiçar tinha virado um esporte para ela.
— Faz uma coisa para mim?
Perguntou com uma voz suave.
— Claro.
Respondi.
— Come meu cu?
Ela não esperou resposta. Acho que a pergunta era retórica. Se esticou para alcançar a gaveta da cômoda ao lado da cama, pegou um gel lubrificante e colocou na minha mão.Sem pedir instruções espalhei nos dedos e comecei a passar o gel no seu cu. Enfiava meu dedo indicador lá dentro e tirava, como se tivesse descoberto uma nova brincadeira. Enquanto fazia isso, ela começou a massagear seu clitóris com as mãos.
Fiquei hipnotizado enfiando meus dedos no seu cu e devo ter ficado uns dois minutos só fazendo isso, quando ela simplesmente empinou o bundão na minha cara.
— Vem.
Posicionei meu pênis na entrada de seu orifício e empurrei. Para minha surpresa, já entrou na primeira tentativa, algo que me deixou mal-acostumado por muitos anos. O cu de Evelyn estava acessível e disposto a ser penetrado de uma maneira que só um cu já experiente estaria. Meu pau já estava totalmente dentro daquela bunda e sua bunda engolia meu pau quase que completamente. Fui aumentando as estocadas e Evelyn não escondia seu tesão; ela gemia e falava obscenidades sem abafar com o travesseiro dessa vez, dando um show para os vizinhos.
— Ai, que gostoso! Mete!
— Arregaça o meu cu!
O fato de eu ter gozado como um touro poucos minutos antes me permitiu render mais nesse momento crucial e nesse frenesi delicioso eu olhei para baixo e notei que, enquanto aquela bunda maravilhosa ia e voltava, ela estava se tocando. Seus gemidos eram como música para meus ouvidos e, se eu morresse ali, morreria feliz.
— Que gostoso! Vai! Eu vou gozar no seu pau!
Em seguida ela se jogou na cama gemendo intensamente, ainda massageando seu clitóris enquanto o suco escorria de sua buceta. Eu, ainda em pé, comecei a me masturbar; estava quase chegando lá. Ela se deitou de frente para mim, com aqueles seios lindos e as pernas abertas, e ficou se tocando.
Quando avisei que ia gozar ela pegou meu pau com as mãos, enquanto ainda pulsava, e colocou na portinha do seu cu. Foi tão intenso que eu até tonteei.
Me joguei na cama com o pau ainda gozado. Ficamos ali, quietos, sem intimidade dessa vez. Ela se levanta e senta novamente na privada e fala de forma meio ríspida, sem olhar diretamente para mim:
— Acho que é melhor você ir para casa.
— Agora? Como assim?
Ela não respondeu e continuou lá sentada. Peguei minhas roupas e pertences e parti. Não sabia o que tinha dado nela, mas sabia que tinha tido uma ótima noite.
Na semana seguinte a vi no trabalho e ela agiu como se nada daquilo tivesse acontecido. Tentei conversar com ela a sós e falar sobre o final de semana, mas ela não me deu papo. Eu não estava entendendo nada, mas achei que eventualmente as coisas voltariam ao normal ou, no melhor cenário, conversaríamos sobre aquela foda e repetiríamos a dose.
Mas nada disso aconteceu e as semanas seguintes foram bem frias.
Um dia, quando eu já não tinha mais nenhuma espectativa, ela me chamou e me puxou para o banheiro. Achei que ia rolar ali. Tentei beijá-la, mas ela me empurrou para o chão, abaixou a calça e pressionou a bunda contra a minha cara com um ar meio autoritário enquanto se apoiava com as mãos na parede do banheiro.
Era no meio de um dia de trabalho. Ela não estava tão limpinha lá atrás quanto da outra vez que eu estive naquela mesma situação, mas seu odor natural de alguma forma me deixou mais excitado e eu simplesmente meti a cara ali no meio sem pensar. Ela se tocava e suspirava enquanto eu afundava minha cara na sua bunda alternando entre sua buceta e seu cu enquanto batia uma.
Gozei ainda com a bunda dela na minha cara e fiquei ali, amortecido no chão. Ela sentou na privada na minha frente se tocou por alguns segundos e, depois de urinar, apenas subiu a calça e saiu, sem me dar explicações.
Foi um momento de submissão, mas foi gostoso, e eu não me arrependo.
Evelyn saiu do trabalho no dia seguinte e eu nunca tive explicações e foi através de terceiros que eu soube que ela se mudou para uma grande cidade. Tentei contato com ela algumas vezes em busca de algum fechamento para aquela situação mas ela nunca me respondeu e assim eu fiquei, com mais perguntas do que respostas e um desejo incontrolável por aquela mulher.
Anos se passaram e eu ainda penso nela, e nenhuma experiência jamais se equiparou àquela. Às vezes eu procuro por ela nas redes sociais, mas ela é discreta em relação à sua vida pessoal e o que tem são algumas fotos dela de uns anos atrás. Será que ela casou de novo? Será que ela pensa naquela foda? Não sei, mas só de ver o rosto dela já me vem um tesão incontrolável e eu acabo tendo que me aliviar.
Hoje eu vejo que nunca tive controle nenhum daquela história. foi ela que fez tudo. Eu só estava ali e fui usado por ela. Talvez ela estivesse brincando comigo desde o começo e aquele fosse o tesão dela. Talvez fosse só curiosidade. Mas a essa altura eu já aceitei que eu nunca irei saber de fato.
Mas a verdade é que eu faria tudo de novo. Eu pagaria para ser usado por aquela mulher de novo.
E eu ainda sinto falta daquela bunda.
Aquela grande e maravilhosa bunda.