Beta da Helô - Um cara como eu - Part 8

Um conto erótico de Augusto
Categoria: Heterossexual
Contém 1407 palavras
Data: 14/03/2026 09:19:26

Fiquei quase uma hora jogando Clash Royale sozinho, logo pensei em pedir um lanche e acabei pedindo um pra mim e outro pra ela, o lanche demorou quase 2 horas e comendo observei que no relógio já fazia quase 4 horas esperando ela. Eu já tinha jogado e agora estava assistindo filme e jantado, quando eu estava pra ir embora Helô chegou.

“Demorei muito?”

“Não, de boa.”

“Ah tá.”

Ela ficou me olhando, esperando eu dizer algo.

“Comprei um lanche pra você.”

Ela me abraçou e me deu um beijo na bochecha “como você imaginou que eu estava morrendo de fome.”

Simplesmente não tive muita resposta, mas meu pensamento era (transar dá fome), ela me olhou como se tivesse lido meu pensamento, me sentia pequeno diante dela, e ao mesmo tempo com tesão.

“Eu sei como está se sentindo agora, um pouco é culpa sua.” ela falou.

“Culpa minha?”

“Fiquei com medo de você se masturbar em todo qualquer canto da minha casa, mas olhando agora acho que não aconteceu isso.”

“É sério que você achou isso?”

“Eu saí de casa e você estava de pau duro.”

“Não fiz nada, tá bom? Não sou um maluco.” Fiquei irritado.

Ela rindo começou a comer o seu lanche e eu fiquei olhando por uns 20 minutos enquanto ela me contou como foi o encontro, eles foram em um barzinho e beberam por horas e ele ficou bêbado e que no final só deram uns beijos dentro do carro.

“Então vocês não transaram?” falei com um nó na garganta.

“Não.”

Ela se levantou: “seria mancada se eu transasse, você vem chupando por uns 15 dias.”

“Pelo jeito que vocês saíram eu pensei iam transar.”

“Eu também pensei, pra falar a verdade se ele quisesse transar, eu não iria negar, só não aconteceu.”

“Entendi.” Mais por dentro estava feliz “então vocês vão sair de novo?”

“Talvez, hum… não sei, se parar pra pensar ele só é um bêbado e frouxo.”

Eu fiquei olhando, ela me olhou “você quer que eu ligue pra ele?”

Na hora minha ficha caiu, e eu me plantei de joelhos e abri os botões da sua calça, eu realmente precisava confirmar ou até mesmo marcar território. Helô com a mão dominante na minha cabeça mostrava o controle sobre mim e de um jeito inocente. “O que você está fazendo?”

Puxei a sua calça junto com a sua calcinha fio dental que mostrava que realmente estava para maldade, o cheiro da bucetinha era uma delícia, o calor que emanava era incrível, parecia que estava mais excitada do que eu, beijei a sua bucetinha, eu ainda de joelhos quase com todo o meu rosto dentro de duas pernas, o ângulo era ruim eu beijava e lambia superficial, mas mesmo assim eu gostava de estar ali.

Eu explodindo de tesão a peguei ela pelos braços e coloquei na cama e tirei seus tênis e depois calça.

“Isso tudo é vontade?” ela pergunta com um sorriso no rosto.

“Desde o momento em que você saiu eu não consigo tirar você da cabeça.”

Ela me puxou e me beijou e ficamos um pouco abraçados na cama, pra mim aquele era o melhor momento da minha vida.

Foi quando ela começou a abrir minha calça, eu não me contive de alegria, estava realmente feliz, ela passando a mão no meu pau era um delícia, e com dois dedinho segurou ele de forma humilhante, mais eu gostava, “meu pequenino.” Ela falou.

“Amor, sabe como é humilhante falar assim dele.”

Ela abriu um sorriso “amor, me chamou de amor? Humm?”

“Ah foi tão rápido que nem percebi.” falei morrendo de vergonha e medo.

Ela sorriu “e porque humilhante? Gostaria que fosse maior?”

Meu Deus, porque ouvir aquilo me deixava com tesão.

“Sabe o que eu penso.” eu falei.

“O que?” ela me perguntou de forma inocente e manipuladora.

“Eu gostaria de ter o melhor pau do mundo, assim você não teria olhos para ninguém.” Aquilo foi estranhamente humilhante que chegou a dar dó de mim mesmo.

“Estou sendo muito cruel?”

Eu estava respondendo tudo na lata sem filtro.

“Eu gosto de você cruel.” O pior que eu gostava, só que eu não poderia dizer tão facilmente, ela iria se aproveitar disso, mais agora era tarde.

“Eu gosto de ser cruel…só um pouquinho.”

“Só um pouquinho?” para realmente confirmar eu perguntei

“Sim.”

Ela deu uma mordida na minha barriga com força até ficar as marcas dos seus dentinhos.

“Muito cruel?” Falou com um sorriso.

“A sua doida.”

Ela continuou brincando com o meu pau na sua mão, e depois me beijou.

“Se eu tivesse mentindo você teria me chupado mesmo depois de dar a outro.” ela me pergunta com uma aura maliciosa.

“Séria bem ruim… bom já te beijei depois de chupar outro.”

Fiquei pensando (eu seria o que?)

“Acho que você está me dando permissão para continuar” ela falou com um sorriso safado.

Juro que nesse momento sua bucetinha estava com calor tão grande que não senti ciúmes, talvez eu senti a excitação de não querer parar, coloquei minha mão no meio de suas pernas e enfiei meu dedo na sua bucetinha, ela me olhava e gemia.

“Seja sincera comigo.” eu perguntei.

Ela me olhando nos olhos, parecia que me dava permissão para socar meu dedo fundo nela até mais dedos.

“Você me dá confiança para ir a fundo aos meus desejos, perto de você me sinto uma mulher de verdade, sem sofrer julgamentos, estava até agora beijando outro e agora você, é mesmo se eu tivesse transando com ele, você estaria aqui.”

Eu fiquei vermelho, ela começou a subir em cima de mim, sua buceta estava tão melada que podia lubrificar meu pau inteiro.

“Admita!”

“Sim.”

Ela sentou no meu pau, eu sentia sua bucetinha, era a melhor de todas, a sua bucetinha estava a 15 dias sem ver um pau, estava apertadinha.

“Que delícia.”

“Está gostando?”

“Sim.”

“Aproveita, que amanhã vou transar com um pau bem grande… você sabe o tanto que eu preciso né.”

“Eu sei.”

Enquanto eu falava segurava na sua bunda que era uma perfeição.

“Sabe é?” Ela falava com ar de vitória. “Será que vai gostar da minha bucetinha?”

“Vai sim.”

Ela fez algo de tirar o fôlego, ela rebolou no meu pau enquanto tirava sua blusa e sutiã, como eles eram lindos, eu abracei aquele corpo e coloquei os peitos dela no meu rosto.

“Acho que você merece um agrado.” Quando ela falou isso eu fiquei nas nuvens.

Ela saiu de cima de mim e veio com a boca até o meu pau, ela ficou passando a língua na cabeça sem colocar na colocar na boca, aquilo me deixava louco, meu pau pulsava.

“Põe na boca.”

Ela colocou na boca envolvendo seus lábios no meu pau que me fez gemer de tesão, ela fez algo incrível, ela colocou o meu pau inteiro na boca e conseguiu passar a língua nas minhas bolas, ai fui a loucura, eu simplesmente não aguentei e acabei gozando na boca de Helô, foi diretamente na sua garganta, talvez ela estava com tanta vontade que aceitou até última gota engolindo tudo.

Ela colocou a mão na minha coxa “quer dormir agarradinho comigo.”

“Quero.”

Eu abracei e perguntei “tá tudo certo? Não quer que eu faça você gozar?”

“Não, tá ótimo assim, amanhã vou transar.”

“Entendi.”

“Só tenta respirar mais devagar.”

“Tô me recuperando ainda.”

“Fraco.”

Fiquei em silêncio, ela desligou a luz.

E ficamos abraçados pelados na cama como namorados.

“Sempre quis um cara como você.”

“Como eu?”

“Você nasceu para servir uma mulher como eu e fazer tudo o que eu pedir.”

Deu um frio na barriga, o quarto todo escuro e sua voz macia na minha orelha.

“Sempre desejei um cara submisso.”

Fiquei em silêncio.

“Eu saí com um desconhecido para transar, e você aceitou numa boa, ficou em casa me esperando e ainda comprou minha janta, tudo isso pra me agradar, como estou feliz… me escuta com atenção.”

Eu não sabia como reagir.

“Amanhã vou sair com outro, e mesmo que eu volte depois de transar com cheiro de outro vai dormir assim comigo bem agarradinho, e se ele não conseguir me satisfazer… você vai chupar.”

Caramba parecia que tinha entrado dois litros de sangue no meu pau, nunca tinha visto uma recuperação tão boa, em menos de 1 minuto eu estava duro de novo.

“Você quer que eu seja o seu submisso.”

“Acho que você entendeu, agora vamos dormir.”

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