Amigo Pauzudo de Namorado meu, pra mim, é Homem! Capítulo 3.

Um conto erótico de drjakyll6
Categoria: Heterossexual
Contém 3659 palavras
Data: 14/03/2026 12:04:09

Os dias depois daquela conversa no banheiro foram estranhamente normais. Pelo menos na superfície.

Ana acordava, tomava café com André, ia trabalhar, voltava, via televisão, dormia. A rotina seguia seu curso como se nada tivesse acontecido. Como se as imagens não estivessem gravadas na memória dela. Como se a cada vez que fechava os olhos não visse aquele pau enorme, as bolas pesadas, os jatos intermináveis.

**Aquele tamanho. Aquele volume. Aquela quantidade. E a pergunta que não calava: como seria sentir?**

Ela se pegava pensando nisso nos momentos mais inapropriados – no trabalho, durante reuniões, enquanto respondia e-mails. A mão dela, tocando. O corpo dela, recebendo. Imaginava o peso, a textura, o calor. Imaginava a própria mão envolta naquela grossura, os dedos mal se encontrando. Imaginava o que sentiria se aquilo deslizasse entre suas pernas, se abrisse caminho, se instalasse dentro dela como se sempre tivesse estado lá.

E quando imaginava isso, uma onda de calor subia do ventre, molhava a calcinha, fazia as pernas se apertarem.

**Ana não, para com isso, não é certo.**

Mas não conseguia.

André notava que ela estava diferente. Várias vezes ele a pegou olhando para o nada, os olhos perdidos em algum ponto da parede, e perguntava o que tinha. Ela sempre respondia a mesma coisa: nada, cansaço, semana puxada. Ele aceitava. André sempre aceitava. Confiava nela cegamente, e isso doía mais do que se ele desconfiasse.

Na quarta-feira, Jonas apareceu na kitnet para ver um jogo com André, como sempre fazia. Ana abriu a porta e lá estava ele – jeans preto, camiseta cinza, cabelo meio bagunçado. O coração dela disparou, mas ela tentou manter a compostura.

— E aí — ele disse, simples, sem o brilho habitual nos olhos.

— E aí — ela respondeu, seca.

Ele entrou, cumprimentou André com um abraço, sentou no sofá. Durante o jogo, ele ficou mais calado que o normal. Respondia André, ria quando precisava, mas algo nele parecia distante. Seus olhos não a procuravam como antes. Quando ela passava na frente, ele desviava o olhar rapidamente.

Ana serviu cerveja, colocou petiscos na mesa, tentou agir naturalmente. Mas cada movimento era consciente demais. Cada vez que ela se aproximava, sentia o corpo dele ficar tenso.

No intervalo, André foi ao banheiro. Ficaram os dois na sala. O silêncio pesou.

— Você vai ficar assim pra sempre? — ela perguntou, olhando pra ele.

— Assim como?

— Quieto. Distante. Me tratando como se eu fosse uma estranha.

— Não tô te tratando como estranha.

— Tá sim.

Ele virou o rosto para ele.

— O que você quer que eu faça, Ana?

Ele a encarou por um longo momento.

— Não sei. Talvez que a gente volte a ser o que era. Antes daquela noite.

— E a gente consegue?

— Não custa tentar.

André voltou do banheiro e o momento se desfez.

Quando Jonas foi embora, deu um beijo no rosto dela. Rápido, seco. Quase formal.

— Até mais.

— Até.

A porta fechou. Ela encostou a testa na madeira e ficou ali por um longo tempo.

**Por que ele está tão diferente?**

---

Na sexta, André chegou do trabalho animado.

— Lembra da galera da faculdade? Vai ter um churrasco amanhã na república do Tiago. Piscina, música, cerveja. Vai geral, o pessoal do curso, uns amigos do Tiago, o Jonas...

**Claro. O Jonas.** O nome ecoou na cabeça dela como um sino.

— Não tô muito afim, André. Tô exausta.

— Amor, vai ser bom. Faz tempo que a gente não sai com a galera. Você mesma reclama que a gente não faz nada.

Ela olhou para ele. O jeito como pedia, como queria agradar.

— Quem mais vai?

— Todo mundo. A Jéssica, o pessoal da engenharia, o povo do Tiago. Vai ser bom, você vai ver.

Ela suspirou.

— Tá bom. Vamos.

---

No sábado, o sol estava a pino quando chegaram na república. Casa antiga no bairro universitário, quintal grande, piscina de azulejo azul, churrasqueira de tijolos, som alto tocando funk. Gente espalhada por todos os lados, risadas, gritos, cheiro de carne assando.

Ana vestia um biquíni preto por baixo de um short jeans desfiado e uma regata solta, branca, fina. O biquíni era pequeno, mínimo, a parte de cima mal segurava os peitos médios e empinados, os mamilos marcando o tecido. A parte de baixo era uma calcinha fina, que subia no quadril largo e se perdia no meio da bunda enorme, deixando duas curvas perfeitas à mostra. A pele branca brilhava sob o sol, lisa, macia, com algumas celulites que ela odiava mas que ninguém reparava – ninguém conseguia desviar o olhar daquela bunda tempo suficiente para reparar em qualquer outra coisa.

Sabia que estava bem. Sabia que o corpo chamava atenção.

Quando ela entrou no quintal, procurou Jonas com os olhos. Ele estava perto do churrasco, conversando com uns amigos. Vestia bermuda de praia e uma camiseta aberta, o peito moreno brilhando de suor, os ombros largos, os braços fortes.

Ele olhou para ela. Os olhos encontraram os dela por um segundo – apenas um – e ele desviou primeiro. Voltou-se para os amigos, forçou uma conversa. Fez questão de não olhar de novo.

Ela sentiu um aperto no peito.

— Vou cumprimentar o pessoal — André disse, já se afastando. — Já volto.

Ela ficou sozinha perto da piscina. Pegou uma cerveja, sentou na borda, os pés dentro d'água.

Jonas estava longe, do outro lado do quintal. Não a procurou. Não se aproximou. Toda vez que ela olhava, ele estava de costas.

O dia correu. Ana bebia sem perceber a quantidade. Uma lata, duas, três. O calor do sol, a água da piscina, a música alta – tudo contribuía para que ela fosse perdendo o controle aos poucos.

Ela percebeu que, sempre que pegava uma cerveja nova, seus olhos procuravam Jonas. Sempre que ria de alguma coisa, seu olhar escapava para ver se ele estava vendo. Sempre que se movia, era consciente de onde ele estava.

**Por que não consigo parar?**

Em determinado momento, a música mudou. Um funk mais lento, mais pesado, começou a tocar. A batida entrava no corpo, pedia movimento, pedia soltura.

Algumas meninas se reuniram perto da piscina, começaram a dançar.

— Vai, Ana! — a Jéssica chamou. — Vem dançar com a gente!

Ana hesitou. Olhou para André, que estava perto do churrasco. Ele viu, sorriu, incentivou.

— Vai, amor! Mostra pra elas como se faz!

Ela respirou fundo. A cerveja já tinha soltado suas inibições. Levantou-se devagar, sentindo o olhar de algumas pessoas se voltarem para ela. Tirou a regata. O biquíni preto apareceu, pequeno, mínimo. Os peitos médios e empinados ficaram à mostra, os mamilos já endurecidos. A pele branca brilhava sob o sol. Ela sentiu os olhos. Muitos olhos. Mas procurou um específico.

Jonas estava longe, perto do muro, de costas. Não estava olhando.

Ela começou a dançar.

No início foram movimentos tímidos, mas a música pedia mais. Ela foi se soltando. Os quadris começaram a descrever círculos largos, a bunda balançando no ritmo.

Ela fechou os olhos por um momento. Quando abriu, seus olhos foram direto para o local onde Jonas estava. Ele ainda estava de costas.

**Ele não quer olhar. Ele tá tentando.**

Isso a provocou mais.

Ela rebolou mais forte. As mãos subiam pelo corpo, pelos cabelos. As outras meninas dançavam ao lado, mas ela sabia que era nela que os olhos se fixavam. A bunda dela era maior, mais redonda, mais empinada. Cada movimento era um espetáculo à parte.

Quando ela descia, agachando, a curva se abria, imensa, o short ameaçando ceder. Quando subia, balançando, a carne tremia, hipnótica.

A música continuava. Ela suava, o corpo pegando fogo.

Então, num momento de pura provocação, ela colocou as mãos no short. Desabotoou devagar. Puxou o zíper. O short desceu, revelando o biquíni por baixo – a calcinha preta, fina, que mal cobria a bunda.

Ela ficou só de biquíni.

O corpo inteiro à mostra. A cintura fina, o quadril largo, as pernas compridas, e aquela bunda enorme, redonda, perfeita, coberta apenas por um triângulo de tecido que se perdia no meio da curva.

Ela olhou de relance para o lado do muro.

Jonas estava lá. Tinha virado. Os olhos fixos nela, vidrados. O copo esquecido na mão, a cerveja escorrendo pelo chão sem que ele percebesse.

Ela sentiu uma onda de calor. **Ele olhou. Ele não aguentou.**

Ela sorriu e continuou.

Rebolou mais forte. Mais perto do chão. Mais devagar. Mais provocante. Cada movimento parecia feito para ele.

André assistia, orgulhoso, mostrando para os amigos. "Olha minha namorada, olha que raba."

Mas era nos olhos de Jonas que ela procurava. E nos olhos dele ela via tudo: desejo, admiração, uma fome que ela reconhecia porque sentia igual.

Ela girou, de costas para ele, e rebolou devagar, a bunda enorme se movendo em ondas, as coxas se abrindo. Sabia exatamente o que ele estava vendo. Sabia que ele imaginava as mesmas coisas que ela imaginava.

A música terminou. Ela parou, ofegante, o suor escorrendo pelo corpo, escorrendo entre os seios, descendo pela barriga, molhando o biquíni.

As meninas aplaudiram. André assobiou.

Ela olhou para Jonas mais uma vez.

Ele ainda estava lá. O copo no chão agora, esquecido. Os olhos ainda nela, queimando. Quando viu que ela olhava, ele não desviou. Ficou olhando, como se quisesse gravar cada detalhe.

Depois, pegou o celular, digitou algo, guardou.

O celular dela vibrou.

"Vem no quarto dos fundos. Preciso falar com você."

Ela leu e guardou. O coração disparou.

Foi sentar ao lado de André, que a abraçou.

— Minha rabuda — ele sussurrou no ouvido dela. — A mais gostosa da festa.

Ela riu, um riso nervoso, e pegou outra cerveja. Bebeu mais. Esperou.

O sol se pôs. A música continuava. A galera dançava perto da piscina iluminada.

André bebeu mais do que devia. Em determinado momento, apoiou a cabeça no ombro dela.

— Amor, tô muito tonto.

— Vai deitar um pouco.

— Onde?

— No quarto do Tiago. Ele falou que a gente podia usar.

Ela o acompanhou até o quarto, ajudou a deitar. Em segundos, ele apagou.

Ela ficou ali, olhando para ele. **Mais uma vez. Dormindo. Alheio.**

— Me desculpa — ela sussurrou.

Saiu do quarto fechando a porta devagar.

Atravessou o quintal, passando pelas pessoas que ainda dançavam. Foi em direção aos fundos, onde ficava o quartinho.

---

Ele estava lá. Sentado no chão de cimento, a cabeça baixa. A porta rangeu quando ela abriu. Ele levantou a cabeça devagar.

— Obrigado por vir — ele disse.

— O que foi?

Ele a encarou por um longo tempo.

— Eu tentei.

— Tentou o quê?

— Ficar longe. Não pensar. Não sentir. Depois da última conversa, eu jurei pra mim mesmo que ia conseguir. Que ia respeitar ele. Respeitar você.

Ela não respondeu.

— Passei os últimos dias tentando não te procurar com os olhos. Tentando não pensar no seu corpo, na sua voz, no seu cheiro.

— E conseguiu?

— Não. Você tava lá, dançando, rebolando. E eu não consegui desviar o olhar. Quando você tirou o short, quando ficou só de biquíni... eu não aguentei.

Ela sentiu o coração acelerar.

— Eu vi você me olhando.

— Claro que olhei. Como não olhar? Você é a mulher mais linda desse quintal. Essa bunda... Meu Deus, Ana. Essa bunda é uma obra de arte.

Ela sorriu.

— E você, hein? Com esse seu tamanho todo.

— Você gosta?

— Adoro. Não consigo parar de pensar. No tamanho, na grossura, nas bolas enormes. Em como deve ser...

— Deve ser o quê?

— Não sei. Perfeito.

Ele se aproximou.

— Você quer medir?

— O quê?

— Meu pau, você estava curiosa, quer ver o tamanho dele?

— E por que acha que estou aqui?

Ele a puxou para perto. Apertou o corpo dela contra o dele. Sentiu o calor, a pele macia, o cheiro.

— Você é louca.

— Louca por você. Por esse pau.

Ela deslizou a mão pelo peito dele, pela barriga, até a bermuda. Sentiu o volume, o calor, a dureza. Já estava duro. Muito duro.

— Duro assim deve medir uns 25 cm — ela perguntou.

— Veja você mesma.

Ela puxou a bermuda dele para baixo.

O pau apareceu no escuro. Mesmo com pouca luz, ela podia ver o tamanho, a grossura. A haste longa e espessa, as veias saltadas percorrendo todo o comprimento, pulsando. A cabeça grande e rosada, lisa, brilhando com um pouco de líquido que já escorria. As bolas pesadas abaixo, cheias, tensas, volumosas.

Ela ficou hipnotizada.

— Meu Deus — ela sussurrou. — Como pode ser tão perfeito? Tão grande, tão grosso. Olha essas veias. Olha essa cabeça.

— Perfeita é você. Essa bunda então...

— Cala a boca e deixa eu admirar.

Ela ajoelhou na frente dele sem pensar. O chão de cimento era frio contra seus joelhos, mas ela não sentia. Só sentia o calor irradiando daquele pau na sua frente.

Aproximou o rosto. Sentiu o cheiro – másculo, forte, excitante. Ficou ali admirando, envolveu o pau dele com a mão, não conseguia fechar, era grosso, lindo, duro, olhava e se aproximava até que não resistiu.

Passou a língua devagar pela lateral, da base até a ponta. Sentiu o gosto salgado da pele, o leve amargo do líquido que escorria.

— Tão gostoso — ela murmurou. — Tão perfeito.

Lambeu de novo. Dessa vez mais devagar, mais exploratória. A língua percorreu cada veia, cada centímetro da pele. Sentiu a textura, o calor, a dureza.

Abriu a boca e envolveu a cabeça. Chupou devagar, sentindo o formato, a maciez, o líquido escorrendo. A cabeça era grande, ocupava toda a boca, e ela adorou. Adorou a sensação de estar cheia, de ter que abrir bem a boca para caber.

— Que pau lindo — ela disse, com a boca cheia. — O pau mais lindo que eu já vi. Maior também. Muito maior.

Ele gemeu, as mãos apertando os cabelos dela.

Ela continuou. A boca deslizava pela haste, subia e descia, cada vez mais fundo. A mão dela segurava a base, apertando, sentindo as veias pulsando. A outra mão desceu, tocou as bolas.

Elas eram enormes. Pesadas. Cheias. Ela apertou de leve, sentindo o peso, o volume. Levou uma delas à boca, chupando devagar, sentindo a pele fina, o conteúdo lá dentro.

— Tão pesadas — ela murmurou. — Tão cheias. Daqui que sai tudo, né?

— Tudo.

Colocou uma inteira na boca, sentiu o gosto fundo na sua garganta, podia sentir a porra acumulada la dentro, ficou ali babando muito nelas alternando elas na sua boca.

— Tanta porra guardada aí dentro. Mal posso esperar pra ver.

Voltou a chupar o pau. Dessa vez com mais vontade. A cabeça ia e vinha, a saliva escorria, escorria pelo pau, pelas bolas, pelo chão. Ela babava nele, lambuzava cada centímetro, queria ele todo molhado, todo brilhando.

O pau estava escorregadio de saliva, babado, brilhando no escuro. Ela passava a língua por toda a extensão, lambia as veias, sugava a cabeça, voltava às bolas, chupando cada uma com cuidado.

— Ana... Delícia — ele dizia. — Tão gostoso. Essa boca, meu Deus...

Ela olhou para cima, os olhos encontrando os dele no escuro. A boca ainda cheia, a saliva escorrendo pelo queixo, escorrendo pelos peitos, molhando o biquíni. Ele viu aquela imagem – ela ajoelhada, babando no pau dele, os olhos marejados de tesão, a bunda empinada no ar – e gemeu mais alto.

— Você é tão linda assim — ele disse. — De joelhos, com meu pau na boca, toda molhada.

Ela gemeu em resposta, a vibração percorrendo a haste.

Depois de muito tempo, ela parou, ofegante. Levantou-se, virou-se de costas para ele.

— Agora é minha vez — ela disse.

— Sua vez de quê?

— De te provocar.

Ela se levantou, apoiou as duas mãos na parede, arqueou as costas e empinou a bunda na frente dele. O biquíni ainda estava molhado da saliva, grudado na pele.

— Gosta dessa bunda, pauzudo?

— Sua rabuda gostosa, você vai ver agora.

Ele se levantou, colou o corpo nela. O pau enorme, escorregadio, babado, deslizou entre a bunda, roçou na entrada.

Ela gemeu alto.

— AAhhnn... Jonas... Porque... porque Isso é tão bom? — ela disse.

— É bom demais sentir essa raba.

— Meu pau favorito na minha bundona.

— Combinação perfeita.

Ele começou a se mover. O pau deslizava entre a bunda dela, quente, escorregadio da própria saliva dela. Não entrava, mas roçava, pressionava, enlouquecia.

No meio do movimento, ela parou por um segundo. A respiração ofegante.

— Jonas — ela disse.

— O quê?

— O que a gente tá fazendo?

Ele hesitou. O movimento parou.

— Não sei. Só sei que não quero parar.

— Eu também não.

Ele voltou a se mover. Mais forte. Mais rápido. As mãos dele apertavam os quadris dela, puxavam para perto a cada movimento. O pau enorme deslizava, quente, escorregadio, pressionando a entrada.

— Mais — ela pedia. — Mais rápido.

Ele acelerava. Os tapas na bunda dela ecoavam no quartinho. Ela gemia, pedia mais, xingava de tesão.

— Assim, seu pauzudo. Bate mais. Aperta essa bunda.

— Sua rabuda gostosa. A bunda mais linda que eu já vi.

— E seu pau é enorme. O mais lindo.

— Quer ver ele gozar?

— Quero. Na minha bunda. Toda.

— Vai ser muito.

— Quero tudo. Quero sentir cada gota.

Ele acelerou ainda mais. O som dos corpos, os gemidos, a respiração ofegante preenchiam o quartinho.

— Tô perto — ele avisou.

— Goza. Goza tudo na minha bunda.

— Vou gozar Ana... recebe toda minha porra de novo rabuda...

Ele gemeu alto. O corpo tremeu. E os jatos vieram.

O primeiro foi tão forte que atingiu as costas dela, quente, espesso, escorrendo. O segundo na bunda, cobrindo a pele. O terceiro, quarto, quinto – uma enxurrada interminável de porra cobrindo as costas, a bunda, escorrendo, pingando no chão, formando poças.

Ela gozou junto. O corpo inteiro vibrou, os olhos se fecharam, a boca se abriu num gemido longo. Jatos dela também, molhando o chão, as pernas.

Ficaram assim, imóveis, a respiração pesada, os corpos colados.

Depois, caíram juntos no chão de cimento, ofegantes, exaustos. Ela deitada de lado, ele por trás, ainda abraçada. A respiração voltando ao normal aos poucos. O suor escorrendo. O cheiro de sexo preenchendo o quartinho.

Ficaram assim por um longo tempo, apenas existindo, recuperando o fôlego.

— Meu Deus — ela sussurrou.

— O quê?

— Você gozou tanto. É muita porra.

— Essa tua bunda me da muito tesão.

Ela riu, tonta.

— E eu gozei junto. Nunca gozei assim.

— Nem eu.

Ficaram em silêncio por mais um tempo.

Então ela se levantou. Olhou para ele, deitado no chão, ofegante. Para o pau dele, ainda meio duro, ainda molhado.

Ela tirou o biquíni. Ficou completamente nua na frente dele.

A pele branca brilhava no escuro. Os peitos empinados, os mamilos duros. A cintura fina. O quadril largo. A bunda enorme, ainda marcada dos tapas, ainda escorrendo o gozo dele.

— Olha pra mim — ela disse.

Ele olhou.

— Perfeita — ele sussurrou.

— Quero mais.

— Mais?

— Quero você de novo.

Ela se ajoelhou na frente dele, pegou o pau dele na mão. Estava molhado, escorregadio, ainda quente. Começou a masturbar devagar, sentindo ele endurecer de novo, crescer, ficar duro.

— Você é doida — ele disse.

— Doida por você. Doida por esse pau.

— Você vai me deixar duro de novo assim.

— Gosta de me ver idolatrando esse caralho? Vai me dar mais porra desse pauzão?

— Isso sua puta, continua.

— Vem gostoso, quero esse pau inteiro pra mim, me da porra me da...

Ele ficou duro rapidamente. Ela continuou masturbando, a mão subindo e descendo, sentindo cada veia, cada centímetro.

— Tá duro de novo — ela disse, com um sorriso. — Tão rápido.

— É você. Você me deixa assim.

— E agora vou sentir ele na minha bucetinha.

Ela então em um movimento brusco subiu. Montou nele. Ficou por cima, o corpo colado no dele. A buceta dela roçando no pau dele, deslizando na extensão, sentindo o calor, a grossura.

Ela começou a se mover. A buceta deslizava sobre o pau dele, na superfície, sem entrar. Sentia cada centímetro, cada veia, cada pulsação.

— Finalmente ela ta sentindo teu pau Jonas, isso é tão bom — ela gemeu.

— Sua doida, continua vai.

— Teu pau é tão grande. Sinto ele todo com minha bucetinha.

Ele apertou a bunda dela com as duas mãos, amassou, deu tapas. Ela gemeu mais alto.

— Gostou, rabuda?

— Gostei, seu pauzudo.

— Sua bunda é minha.

— E teu pau é meu.

Ela acelerou. A buceta deslizava mais rápido, mais forte. O pau dele escorregava entre os lábios, quente, duro, provocante. A cabeça roçava no clitóris, fazia ela tremer.

— Quero enfiar — ela disse.

— O quê?

— Quero enfiar. Só a ponta.

Ele apertou a bunda dela.

— Tem certeza?

— Tenho. Quero sentir. Só um pouquinho.

Ela se levantou um pouco, pegou o pau dele na mão, guiou até a entrada. A ponta roçou na buceta, quente, molhada, pulsando.

Ela foi descendo devagar. A ponta começou a entrar.

Os dois prenderam a respiração.

— Meu Deus — ela sussurrou. — É tão grosso.

— Devagar.

— Tô indo.

A ponta abriu caminho. Ela sentiu a pele esticar, o calor, a pressão.

Foi então que ela ouviu.

Lá fora, no quintal, uma voz conhecida chamando.

— Ana? Ana, cadê você?

**André.**

O coração dela parou por um segundo, depois disparou num ritmo desesperado.

— Meu Deus — ela sussurrou. — É ele.

Jonas ficou tenso. Se levantaram e observaram, ele estava ali perto quando entrando no quarto.

— Calma. Eu saio primeiro. Distraio ele. Você espera, se limpa e sai.

— Tá. — disse envergonhada e com muito tesão.

Ele se levantou rápido, vestiu a bermuda, abriu a porta e saiu.

Ela ficou ali, no escuro, nua, molhada, tremendo, a ponta do pau dele ainda latejando na lembrança.

Ouviu vozes lá fora. Jonas e André conversando.

— Jonas, você ta ai. Tava procurando a Ana, você viu ela?

— Vi.. vi sim mano. Ela tava lá na frente, dançando. Deve estar por perto. Vem, vamos pegar uma cerveja.

— Boa mas acho que vou querer uma água haha.

Os passos se afastaram.

Ela contou até duzentos. Vestiu o biquíni às pressas, saiu, foi para o banheiro, se limpou.

Quando voltou para o quintal, André estava lá, com Jonas, rindo.

— Amor! Cadê você?

— Banheiro. Tava enjoada.

— Senta aqui.

Ela sentou.

Jonas não olhou para ela. Ela não olhou para ele.

Mas o corpo ainda ardia. A buceta ainda pulsava. A ponta ainda lembrava.

NOTA DO AUTOR:

QUEM QUISER DAR UMA CONVERSADA E/OU VER FOTOS DOS PERSONAGENS NAS SITUAÇÕES DOS CONTOS, MINHAS REDES ABAIXO.

INSTA: @DR.JAKYLL6

LARANJINHA GRATUITO: DRJAKYLL6

LARANJINHA VIP: DRJACK66

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 9 estrelas.
Incentive Dr.Jakyll6 a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Mais uma vez, muito boa a construção do jogo de sedução de Jonas e Ana.

Eles parecem em transe e mesmo tentando, se importam pouco com os sentimentos do André.

Veja, sentir desejos e tentação é natural de todo ser humano. Agora, tomar uma ação é uma escolha. E Jonas e Ana são pessoas ruins por isso.

Espero que meu mano André, sem culpa de não ter um pau grande, consiga flagrá-los, se vingar e seguir em frente.

0 0
Foto de perfil genérica

Nota 10 para esse capítulo e três estrelas novamente. O amigo escreve muito bem.

0 0