A Esposa do Amante - Parte 2

Um conto erótico de Contos APP
Categoria: Heterossexual
Contém 1159 palavras
Data: 14/03/2026 12:15:28

A noite mal dormida cobrou seu preço e Felipe acabou se atrasando. Ele pretendia chegar logo cedo e surpreender o amante da sua esposa antes que ele saísse para o trabalho, mas, em vez disso, foi recebido pela esposa dele, Mércia. Seu primeiro pensamento foi se desculpar pelo engano e voltar para casa, adiando sua vingança mais uma vez, mas a raiva era tamanha que decidiu ir em frente assim mesmo e resolveu improvisar. Depois de se apresentar como marido de uma colega de trabalho de Olavo, iniciou uma conversa que não sabia muito bem como apresentar, mas aos poucos foi encontrando as palavras certas.

Mercía, impassível e confusa, ouvia atentamente, mas sem dar qualquer indicação de acreditar no que ouvia, enquanto Felipe narrava todo o acontecido algumas noites antes. Contou da sua revolta e sua surpresa e como tinha conseguido identificar e localizar o endereço do amante de sua esposa.

— Eu sinto muito, realmente. Não estou nem um pouco feliz de estar lhe contando isso, mas o seu marido e a minha esposa estão tendo um caso. Eu não sei há quanto tempo isso vem acontecendo, mas não tenho a menor dúvida do que estou falando. Corretamente, não tenho nenhuma prova aqui comigo, porque as fotos e as mensagens estão no celular da minha esposa, mas, pelo que vi, não vai ser difícil pegar os dois em flagrante. Eles não fazem muita questão de se esconderem.

— Felipe, não que esteja duvidando da sua raiva. Dá pra ver em seu rosto que acredita mesmo que meu marido e sua esposa estejam envolvidos, mas não espera que eu acredite apenas na palavra de um desconhecido. Eu e o Olavo somos felizes. Somos casados há mais de 10 anos e não posso colocar isso em dúvida apenas pelo que acabou de me contar sem mostrar nenhuma prova.

-Parece justo. Vamos conseguir provas, então.

Nos dias seguintes, Felipe e Mércia mantiveram contato e aos poucos foram se acostumando à estranha ideia daquela parceria forçada. O objetivo era algo que não agradava a nenhum dos dois, mas ficou claro que, embora não admitisse com tanta facilidade, Mércia também não colocava a mão no fogo pelo marido, mesmo que nunca tivesse visto nada de mais explícito. Mas a semente da suspeita é algo que brota com facilidade e cresce com ainda mais rapidez e, conforme os dias foram passando, era só questão de juntar os fatos e prestar atenção aos indícios que antes passavam despercebidos.

Ficou combinado que, assim que um ficasse sabendo de algo, avisaria o outro e foi assim que, menos de uma semana depois, quando sua esposa foi novamente visitar a mãe, Felipe passou na casa de Mércia e os dois ficaram de vigia no estacionamento da mesma boate onde ele tinha visto a esposa pela primeira vez com seu amante.

Enquanto esperavam no escuro do interior do carro, Felipe não pôde deixar de sentir um certo conforto naquilo tudo, pois agora podia dividir o peso daquela situação revoltante com outra pessoa. Embora acreditasse cada vez mais nas palavras de Felipe, Mércia ainda tinha esperança de que tudo não passasse de um grande engano. Mas sua esperança se desfez em fumaça quando viu o carro do marido entrando lentamente no estacionamento e parando poucos metros à frente. Ele estava acompanhado pela esposa de Felipe, que também sentiu um furacão se formar em seu interior. Nem ele nem Mércia disseram mais nada a partir de então e se limitaram a observar atentamente tudo o que aconteceu em seguida.

Olavo e Selma saíram do carro e agiam como se fossem entrar na boate, mas estavam tão eufóricos e visivelmente excitados que começaram a se beijar ali mesmo. O estacionamento estava lotado e não notaram que estavam sendo observados. Na verdade, não agiam como se estivessem preocupados. Após alguns minutos de carícias intensas, Selma ficou de costas e colocou uma das pernas sobre o capô do carro e, sem qualquer cerimônia, Olavo abriu o zíper e a penetrou sem maiores dificuldades.

— A vagabunda já estava sem calcinha — comentou Mércia.

Magoado e enfurecido, Felipe não respondeu. Em silêncio, assistiram aos seus cônjuges transarem como um casal de adolescentes diante de seus olhos. Felipe estava prestes a finalmente sair e dar o flagrante, mas Mércia começou a chorar enquanto seu marido gozava, encaixado atrás da parceira.

-Aquele filho da puta! É isso o que eu ganho por todos esses anos dedicados ao nosso casamento? Um par de chifres com uma prostituta do trabalho!

Mércia dava vazão a toda sua fúria com lágrimas escorrendo sem se dar conta de que suas palavras atingiam também a Felipe, que ouvia tudo e a consolava em silêncio. Ela tinha ficado tão transtornada que decidiu trazê-la para casa e deixar o confronto com Selma e Olavo para outra oportunidade.

-Ohhhh, Felipe... Me perdoe. Ela é sua esposa, mas eu não consigo me conformar com isso. Estou com tanto ódio daqueles dois...

-Está tudo bem. Infelizmente ela merece tudo isso.

Felipe estava se sentindo estranho. Ele tinha planejado descarregar toda sua raiva aquela noite, mas, ao invés disso, estava consolando a esposa do amante de sua mulher. Mércia chorava e tremia copiosamente e suas lágrimas escorriam pelo rosto, caindo sobre os próprios joelhos e aquilo, de alguma forma que Felipe não sabia explicar, o forçava a deixar sua própria dor de lado. Ele se via obrigado a demonstrar solidariedade e firmeza quando, na verdade, também se sentia desolado. Notou em si mesmo uma estranha atração pela mulher que chorava ao seu lado, uma estranha que conhecera recentemente numa situação tão inusitada.

Pela primeira vez notou como Mércia era bonita. As lágrimas que molhavam seu decote a tornavam ainda mais atraente. Havia naquela cena uma força inexplicável que o atraía e se sentia mal por esses pensamentos. O vestido de Mércia não era assim tão curto, mas ela estava tão desolada e imersa em sua dor que não percebia o quanto suas coxas apareciam. Ele se surpreendeu ao notar o quanto estava excitado e se perguntava de onde vinha aquele desejo, sendo que há poucos instantes tinha flagrado outro homem com a sua esposa. Em busca de conforto, Mércia deitou a cabeça no colo do amigo e ambos ficaram num impasse quando notaram o contato com a vigorosa ereção sob as calças de Felipe.

Felipe imediatamente se desculpou e começou a se levantar, mas foi impedido no mesmo instante por Mércia, que olhava com uma expressão de carência no rosto.

— Me desculpe. Eu não queria que...

-Está tudo bem. Fique. Acho que é justamente disso que estamos precisando...

Enquanto se olhavam diretamente nos olhos, Mércia abria o zíper de Felipe e libertava sua ereção vigorosa.

Continua...

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