Gravei Minha Irmã Na Igreja e as Coisas Saíram Totalmente do Controle - 4

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 837 palavras
Data: 14/03/2026 19:17:17

Algumas semanas depois do episódio do banheiro, a igreja organizou uma quermesse.

Era quase uma festa junina. Só faltava o quentão, uma fogueira, as bandeirinhas de decoração e uma música que não fosse um louvor.

Ainda assim, era o mais próximo que eu teria de uma festa junina, já que, segundo o louco do meu padrasto, essas eram uma afronta direta a Deus por glorificar santos católicos.

Eu estava encostado numa parede, observando.

Ester conversava com um grupo de amigas perto de uma barraca de comida.

Ela usava uma calça legging e uma blusa branca simples, o cabelo preso num rabo de cavalo alto.

Estava tão distraído olhando para ela que até tomei um susto quando senti alguém cutucar meu braço com o cotovelo.

— Presta atenção. Vê se aprende alguma coisa.

Era o Natanael.

Ele estava segurando um copo de refrigerante e olhando na mesma direção que eu.

Para a minha irmã.

Antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ele foi direto até ela.

Eu apenas me aproximei um pouco, tentando ouvir a conversa.

Natanael interrompeu o que ela falava e ela virou o rosto para ele.

— Oi, Ester.

Ela pareceu surpresa por um segundo, mas logo abriu aquele sorriso educado que usava com praticamente todo mundo.

— Oi, Nat. Como você tá?

Ele se aproximou para se cumprimentar, e deu um abraço nela.

Ester deu uns tapinhas nas costas dele, sinalizando amizade ou até mesmo desconhecimento.

Natanael apertou o abraço mais do que precisava, segurando ela por alguns segundos a mais.

Enquanto isso, olhava direto para mim.

E piscou, como se dividisse um segredo comigo.

Só então soltou.

— Já experimentou a canjica? Tá boa demais.

— Eu acabei de pegar — disse Ester, levantando o copinho de plástico.

— Então você tem um gosto refinado.

Ela deu um empurrãozinho leve no braço dele.

— É só canjica, Natanael. — Não, não. — ele fez um gesto sério com a cabeça. — Existem decisões importantes na vida. E escolher a barraca certa numa quermesse é uma delas.

Ester soltou uma risada curta.

— Nossa, que dramático. — disse, revirando os olhos de brincadeira.

Natanael deu um gole no refrigerante, avaliando a situação.

— Falando em drama… — ele disse fazendo uma pausa para aumentar o suspense — eu queria te perguntar uma coisa.

— O quê?

— Você gosta de filmes?

— Gosto, óbvio. Quem não gosta, né?

— Eu tenho um muito bom lá em casa. Se você quiser, qualquer dia desses a gente pode assistir.

— Claro! É só marcar. — Ester disse sorrindo.

Natanael estendeu o celular.

— Passa seu número aí.

Ester pegou o aparelho, digitou rapidamente e devolveu.

Minha irmã nem imaginaria o que poderia ter naquele aparelho.

— Pronto.

Ele olhou para a tela por um instante.

Depois bloqueou o celular e guardou no bolso.

— Então a gente marca.

— Claro que sim.

Natanael se despediu com um aceno curto e começou a voltar na minha direção.

Quando passou por mim, diminuiu o passo.

Tirou o celular do bolso e virou a tela na minha frente.

O contato novo estava salvo.

Ester 💙🍆💦👄

Natanael riu baixo, satisfeito consigo mesmo.

— Gostou?

Ele balançou o celular de leve na minha frente, exibindo seu troféu.

— Vai querer assistir quando eu fizer essa putinha mamar?

Nem tive chance de responder. Natanael me deu as costas, ainda rindo, achando aquilo a coisa mais engraçada do mundo.

Naquela mesma noite eu recebi uma mensagem.

Era um print.

Uma conversa entre ele e a Ester.

Sério, eu não entendia se aquele cara tava realmente querendo algo com minha irmã, ou só estava obcecado por mim.

Natanael:

Boa noite, adorei te ver hoje.

Ester:

Boa noite, Nat! Hoje foi muito legal mesmo.

Natanael:

Quando a gente vai ver aquele filme, hein?

Passei um tempo olhando para a tela, esperando pelo resto.

Estava curioso para saber se Ester realmente iria sair com aquele babaca.

Depois algumas horas, nenhuma mensagem nova.

Na minha cabeça só tinha um motivo para isso acontecer.

Ester deveria estar dando um gelo nele.

Tudo que ela tinha falado na quermesse não passava de uma cena para parecer simpática na frente de todo mundo.

Comecei até a achar engraçado.

A ideia daquele bully confiante tomando um toco da minha irmã era quase reconfortante.

No dia seguinte eu mesmo mandei mensagem para provocar.

Matheus:

Ué. Não vai ter mais prints?

A resposta veio rápido.

Natanael:

Ela é difícil, não é?

Se acha uma princesinha

Que tem escolha.

Matheus:

Acho que é só com você mesmo…

Natanael:

Depois que ela experimentar, tenho certeza que vai viciar.

Matheus:

Acho que nunca saberemos, não é mesmo?

Natanael:

Você vai ter que me ajudar então.

Marca um cinema na sua casa pra nós três.

Eu fiquei olhando para a tela por alguns segundos.

Parte de mim até considerou o pedido.

Minha curiosidade era forte demais. Eu queria ver até onde aquilo ia.

Mas respondi:

Matheus:

Nem fodendo.

Natanael:

Dado tudo que eu sei

e tudo que eu tenho aqui no meu celular…

não sei se você pode se dar ao luxo de falar nãoQuer os próximos capítulos? Tem de graça no ouroerotico.com.br

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