Me chamem aqui de John, eu sou o senhor das cócegas, dono desta conta, desde pequeno tenho um desejo incansável por adorar pezinhos femininos e fazer cosquinhas neles, na medida que fui crescendo o fetiche só foi se desenvolvendo e se intensificando enquanto eu pegava nos pés da minha mãe, madrasta, tias, primas, amigas e namoradas.
Dia 18 de fevereiro desse ano, 2026, eu estava completando 37 anos, era quarta-feira de cinzas da semana de carnaval, por esse motivo quase nenhum dos meus amigos lembrou de me parabenizar, mas não me importei, eu mesmo me presentei.
Estava de folga do trabalho, pesquisei na internet e encontrei um site de acompanhante de luxo, nome dado pra garotas de programa bem arrumadas e independentes de hoje em dia, encontrei várias na minha cidade e fui olhando os perfis, eu queria com belos pezinhos deliciosos e gostosos para saborear em meu aniversário, sempre que tinha no perfil “Podolatria” ou “Realiza fetiches”, eu iniciava uma conversa no whatsapp no número que o site direcionava pra contato, vocês devem imaginar que não é toda mulher que gosta de ter os pés adorados e principalmente judiados com cosquinhas, certo? É verdade, depois de olhar as fotos e conversar com umas cinco diferentes, eu consegui uma que topou, seu nome, pelo menos o do site, era Eduarda, uma coroa de 41 anos, ruiva, pelas fotos, bem gostosa, me mandou duas fotos dos seus pés e eu já me encantei, calçava 34, pezinhos pequenos, unhas redondinhas e na cor cinza prateado, o pezinho direito tinha uma tatuagem de flores se espalhando, amei!
Negociamos o valor e na conversa ela soltou:
- Vai ser a primeira vez que eu deixo pegarem nos meus pés pra fazem cócegas, só recebi beijos e lambidas, vamos ver como vai ser querido!
Combinamos o horário, foi de meio dia num kitnet onde ela estava vivendo num prédio razoável situado num bairro mediano, ela abriu o portão pequeno, entrei e fui a seguindo e subindo as escadas até chegar no primeiro andar e bem nos fundos entrou num quartinho, o kitnet, tinha pouca coisa, uma geladeira, um fogão, uma cômoda com as roupas dela, uma sapateira num canto cheia de chinelos, tênis e sandálias, mas por último, não menos importante, uma cama grande com lençóis arrumados e três travesseiros grandes, clima confortável, tinha ar-condicionado e estava no 20ºc. Desde da caminha pelas escadas eu reparei bem na Eduarda, baixinha, mas nem tanto, deveria ter 1.60m de altura, cabelo ruivo arramado, estava com uma camisola de botão cobrindo o corpo e nos pés uma sandália de dedo com plataforma de 5cm.
- Vamos começar? – perguntou ela!
- Vamos começar – confirmei, ela tirou a camisola e ficou somente de calcinha e sutiã, soltou os cabelos ruivos curtos e foi se deitando devagar na cama, era uma coroa baixinha muito gostosa, assim que se deitou, Eduarda levantou o pezinho direito para mim e sorrindo foi dizendo:
- Vem querido, vem se acabar com meus pezinhos!
E eu fui, avancei rápido, segurei pezinho direito que estava no ar e comecei a beijar a parte de cima do peito do pezinho descendo até a ponta dos dedos, depois comecei a beijar os dedos e lamber entre eles, nesse instante ela remexeu o pezinho e rindo gargalhou falando:
- AAI AI NÃAAO AHAHAHAHAHAHA... FAZ COSQUINHA!
Fui descendo minha língua que foi lambendo dos dedos até o calcanhar do pezinho que segurava, depois subi novamente agora deslizando a língua pela lateral e dando algumas mordidinhas, ela foi gemendo e se arrepiando, dando gritando e às vezes gargalhadas:
- HUMMMM... AAAAI... AAAI... AHAHAHAHAHA... AAAAI... AHAHAHAHA...
Comecei a lamber e beijar forte salivando toda a solinha do pezinho direito que segurava, enquanto isso já estava de pau duríssimo só de cueca ali quase explodindo, o pezinho esquerdo de Eduarda deslizava massageando meu pau que estava quase rasgando a cueca apertado lá dentro, estava delicioso demais, no meio dos beijos e lambidas fortes na solinha do pezinho direito, eu dava pequenas mordidinhas na parte fofa abaixo dos dedos e isso fazia Eduarda dar pulos na cama gritando e gargalhando:
- AAAAAI... AHAHAHAHAHA AAAAI... AHAHAHAHA ASSIM NÃAAO... AHAHAHAHA PARA!
Ainda no pezinho direito, comecei a lamber lentamente os dedinhos e as regiões entre eles, Eduarda se contorcia e tentava puxar o pezinho, ela dizia entre gargalhadas que ali nos dedos era muito sensível:
- AHAHAHAHAHAAHAHAHAHA... DEVAGAR QUERIDO... AHAHAHAAHAHA AI É SENSÍVEL... AHAHAHAHAHAHAHAHA NOS DEDINHOS NÃAAO... AHAHAHAHAHA...
Houve então um momento que parei de lamber entre os dedos e comecei a enfiar um por um os dedinhos do pezinho direito em minha boca, até ter todos os cinco dedos lá dentro e ficar com a boca cheio os chupando, nesse momento Eduarda gemia e dizia coisas me atiçando ainda mais:
- HUMMM... ISSO GOSTOSO... ENGOLE MEU PEZINHO... HUMMMM... CHUPA TUDIMHOOO.... HUMMMM...
Quando eu finalmente tirei os dedinhos do pezinho direito da minha boca, tinha se passado cinco minutos que eu estava ali naquele pezinho, mas parecia uma eternidade de tanto que tinha me aproveitado, eu então segurei o pezinho pelo tornozelo e sem nenhum avisou com a outra mão comecei a dedilhar e fazer cócegas no meio da solinha e depois subindo até os dedinhos, Eduarda começou a se contorcer gargalhando alto e me chutando com o outro pezinho livro, tentando soltar o pezinho que recebia cócegas enquanto ela gargalhava desesperada:
- AHAHAHAHAHAAHAHAHAAHAHAHAHAHA... SOLTA SOLTAAA... AHAHAHAHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUUS... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA...
- Eu avisei que iria brincar de cosquinhas com seus pezinhos, lembra? Tem que aguentar! – eu falei pra Eduarda a lembrando que ela já sabia que recebia muitas cócegas nos pés durante aquela horinha, foram três minutos de cosquinhas e quando parei, passei uns dois minutos só beijando e cheirando o pezinho gostoso enquanto a coitada se recuperava, então passado isso, soltei o pezinho direito e peguei o pezinho esquerdo e comecei a lamber intensamente a solinha indo do calcanhar até a ponta dos dedinhos, como estava delicioso, enquanto lambia subindo e descendo o meio da solinha, Eduarda ria baixinho se tremendo toda, ela aparentemente era mais sensível naquele pezinho esquerdo:
- Ahahahahahaha... Querido... Ehehehehehehe... Ahahahahahahahaha...
Depois de muito lamber, comecei a esfregar meu rosto na solinha do pezinho a enxugando, então fui dando beijinhos e cheiros fortes principalmente ali na almofadinha, a parte fofa abaixo dos dedinhos, Eduarda se arrepiava toda nisso, estava tão gostoso tudo, meu pau já estava pra fora da cueca e era alisado pela solinha do outro pezinho que estava livre, como era maravilhoso tudo aquilo!
Os pezinhos tamanho 34 de Eduarda tinham o dedão e o segundo dedo quase do mesmo tamanho, quase, o segundo dedo era milímetros menor, os demais dedos seguiam em escadinha até o mindinho sendo o menor, as solas dos seus pezinhos era de um tom creme um pouco escuro, puxado para o marrom claro, eram macias e bem cuidadas, mas notava-se que precisava de uma esfoliação para ficarem mais lisinhas, eram pés de uma mulher madura, 41 anos, eles estavam me matando de prazer.
Tudo que eu fiz no pezinho direito, eu repeti no pezinho esquerdo, incluindo as cosquinhas no final para o desespero de Eduarda:
- NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... QUERIDOOO PARA... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... MEU DEUUUS... AHAHAHAHAHAHAHAHA...
Quando parei, massageei um pouco o pezinho e dei alguns beijinhos, então o soltei, fazia agora vinte minutos que tínhamos começado.
Pedi que Eduarda se virava com a barriga e rosto voltados para a cama, então colocasse os dois pezinhos pra cima, fiquei atrás dela e segurei seus pezinhos com as minhas duas mãos, então comecei a lamber, beijar e cheirar intensamente as duas solinhas ali que estavam submissas a minha vontade, às vezes eu lambia forte as solinhas, depois beijava dando chupadas e mordidinhas, às vezes eu cheirava as solas intensamente esfregando meu nariz e rosto inteiro nas solas juntas, outras vezes no meio de tudo isso eu segurava com uma mão só os pezinhos sobre meu peito e com a mão livre fazia cócegas rápidas, coisa de segundos até no máximo um minutinho e parava voltando a me deliciar lambendo, cheirando, beijando e chupando bem os pezinhos, no meio disso Eduarda alternava entre gemidos, elogios, gargalhadas e mais gemidos:
- HUUMMM... AH QUERIDO VOCÊ SABE MESMO CUIDAR DOS MEUS PEZINHOS... HUMMM... AAAI AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... COSQUINHAS NÃAAO... AHAHA AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA... SEU MALVADO... EHEHEHEHE... HUMMM...
No meio dessa degustação com cócegas dos dois pezinhos de Eduarda, eu de vez em quando dava fortes palmadas na sua bunda gostosa, sempre que eu acertava uma palmada a Eduarda provocava dando um gemido alto com grito:
- AAAAAAAAAAAI... HUMMMMM... SEU MALVADO... AAAAHHH... HUMMM...
Quando finalmente soltei os pezinhos de Eduarda, já tinham se passado mais quinze minutos, estávamos com trinta e cinco minutos de sessão já, eu peguei uma sacolinha e tirei de dentro alguns objetos os deixando do meu lado ali na cama, eram:
• 1 Escova de cabelo daquelas que se passa girando no cabelo
• 1 Pente fino preto
• 1 pena vermelha bem acabadinha
• 1 escova de unhas
Expliquei pra Eduarda que iria usar nos pezinhos dela e ela com uma cara de “é sério?” falou:
- MEU DEUS, VAI ME MATAR DE RIR!
Separados os brinquedinhos, deixei Eduarda deitada virada de bruços ainda com o rosto e barriga virados para baixo e recuada para trás um pouco de modo que seus pés ficaram para fora da cama, eu então me sentei na beira da cama sobre os tornozelos de Eduarda, dessa forma imobilizando seus pezinhos e evitando dos mesmos fugirem, então comecei pegando a escovinha de unhas e anunciando:
- HORA DAS COSQUINHAS!
- MEU DEUS! – falou Eduarda e se preparou agarrando e abraçando forte o travesseiro mais próximo dela, então fui começando bem devagar a deslizar a escovinha de unhas primeiro nos calcanhares, depois a esfregando subindo pelo meio das solas, até ir chegando nos dedinhos, nisso Eduarda começou a rir no início bem baixinho e controlada:
- Ahahahahahahaha... aí faz cosquinhas, mas cosquinhas gostosas... Ahahahahaha...
De fato, fazia poucas cosquinhas nela aquela escovinha, mesmo nos dedos, ela foi rindo só um pouco mais:
- Ahahahahahahahaha... malvado... Ehehehehehehehehe... Ahahahahahaha...
Depois de dois minutos com a escovinha de unhas, comecei a deslizar lentamente no meio das solinhas e entre os dedinhos dos pezinhos, a peninha vermelha, aqui as risadas foram ficando mais fortes um pouco e os pezinhos começaram a se remexer engiando as solinhas e encolhendo os dedinhos de vez em quando para evitar o toque da pena entre eles:
- Ahahahaha... AI NÃAAO... AHAHAHAHAHAHAHA... Ehehehehehe... NÃAAO... AHAHAHAHAHAHAHAHA... ENTRE OS DEDOS NÃAAO... AHAHAHAHAHA...
Foram três minutos com a peninha, quando parei, deixei Eduarda se ajeitar e ela se virou ficando deitada normal voltada pra cima, estava cansada da posição anterior, eu coloquei os dois pezinhos em meu colo, os segurei com uma mão e comecei a deslizar o pente fino do calcanhar até os dedinhos, alterando um momento num pezinho e depois refazendo no outro, nisso Eduarda já gargalhava alto:
- AAAAAI... AHAHAHAHAHAHA! ASSIM FAZ CÓCEGAS... AHAHAHAHAHA! ASSIM NÃAAAO... AHAHAHAHAHAHAHA! AAAAI... AHAHAHAHAHAHAHA!
Foram apenas dois minutinhos divertidos com o pente fino, então peguei a escova de cabelo, Eduarda disse com uma cara de nervosa e com medo:
- AI NÃO POR FAVOR!
- Deixa vai, prometo deslizar bem devagarinho ela, vamos!
- Tá certo, mas devagarinho viu querido! Devagar, não quero infartar de tanto rir – falou ela brincando e rindo, autorizado, eu então peguei a escova de alisar cabelos, daquelas com cerdas grosas que se passava rodando no cabelo, com os pezinhos de Eduarda em meu colo, os segurei com mão sobre eles e com a outra mão foi deslizando a escovinha de cabelo sobre as solinha, mas bem devagar, as cerdas grossas e o movimento rotatório que eu fazia girando a escova ao mesmo tempo que fazia ela andar deslizando sobre as solinhas, principalmente as laterais e o meio, isso foi fazendo Eduarda baixinho controladamente, mas beirando o seu limite, de vez em quando no meio dos risos controlados, ela não aguentava e tentava puxar um dos pés enquanto gargalhava forte, suas gargalhadas estava me deixando louco de prazer:
- Ahahahahaha... Ehehehehehe... Meu Deus... Ahahahahahaha... AHAHAHAHA... Devagar por favor... Ahahahahahahahaha... Ehehehehehehe... AHAHAHAHA... Ahahahahahahahaha...
- Calma querida, calma, são só cosquinhas! – eu falava isso repitas vezes.
Com três minutinhos gostosos usando a escovinha, entre gargalhadas Eduarda implorou:
- AHAHAHAHAHA... PARA POR FAVOR... AHAHAHAHA... Por favor... Ehehehehehe... Ahahahahahahaha… AAAAAHAHAHAHAHAHAHA PARA…
Então parei, Eduarda tinha começado a se mijar um pouco, dava parar ver a calcinha levemente molhadinha, sorrindo, ela me falou:
- Malvado viu, queria me matar era? E agora vamos fazer o que?
Olhei para o relógio, faltavam uns doze minutos, me deitei na cama e ordenei:
- Me masturbar com seus pezinhos!
- Com prazer querido!
Eduarda tinha me dito nas conversas no whats antes de nos encontrarmos que era experiente com podolatria, de vez em quando um doidinho por pezinhos aparecia querendo os pezinhos dela, mas cócegas iria ser a primeira vez, só deixou porque pelas mensagens a minha voz passou confiança e carinho, gentileza, por isso deixou. Logo depois das cosquinhas e de tudo que fizemos, um footjob era bem tranquilo para ela parar, eu fiquei deitado na cama e ela se deitou do outro lado ficando de costas para mim e com as solinhas pra cima juntas segurando meu pau grande e deslizando sem parar subindo e descendo, escorregando gostoso as solinhas macias sobre meu pau, na medida que os minutos passavam eu gemia alto sentindo um prazer crescente com meu pau sendo masturbado por aquele pezinhos deliciosos, no auge do prazer, com quase batendo a hora de terminarmos, o orgasmo veio forte, as solinhas cor de creme escuro ficaram bem brancas com meu leite grosso, ainda gozando, me levantei e as últimas gotas pinguei entre os dedinhos dos pezinhos, então me limpei e enquanto me vestia, falei:
- NÃO LIMPE OS PÉS AGORA! Quero que calca sua chinela com os pezinhos gozados e me acompanhe até o portão lá embaixo!
- HUMMMM... MEU DEUS... DELICIA – falou Eduarda, então fez como ordenei, se cobriu com a camisola, calçou as chinelas sentindo os pés ali bem gozados e me acompanhou até a saída descendo as escadas comigo.
Nos despedimos no portão e Eduarda subiu voltando para o seu kitnet.
No meio de tudo que descrevi, teve alguns momentos extras de pausa que Eduarda permitiu eu tirar algumas fotos dos seus pezinhos e fazer alguns vídeos curtinhos, todos sem pegar o seu rosto, a mantendo anônima.
O valor foi um pouco alto, mas dado tudo que ela me permitiu, valeu a pena. Quem desejar o conteúdo, por favor avalia e comenta deixando seu email que eu enviarei o link para acessar as fotos e vídeos.
Esse foi apenas o 1º de uma série de encontros que eu me viciaria.
