Carnaval da secagem 2026

Um conto erótico de Karen e Jean
Categoria: Grupal
Contém 1001 palavras
Data: 15/03/2026 01:54:37
Assuntos: Grupal

Vou contar uma história que aconteceu com a gente no Carnaval deste ano.

Me chamo Karen, tenho 35 anos, 1,65 m de altura. Sou branca, tenho cabelos pretos lisos, um corpo que sempre chamou atenção: seios naturais e uma bunda bem generosa. Meu marido se chama Jean, tem quase 40 anos, é um homem grande — 1,85 m, cerca de 100 kg — e daqueles que impõem presença.

Naquela noite de Carnaval decidimos viver algo diferente. Fomos para um camarote na Sapucaí. Como moramos no interior, saímos de casa cedo e fomos até o local onde retiramos o abadá. Lá mesmo nos arrumamos, entramos no clima da festa e pegamos o micro-ônibus que nos levaria até o sambódromo.

Eu já estava me sentindo maravilhosa. Sabe quando a autoestima está lá em cima? Era exatamente assim. O cabelo arrumado, maquiagem perfeita, o corpo marcado pela roupa do camarote… eu me sentia linda.

A noite começou tranquila. Assistimos aos desfiles, tiramos fotos, comemos bastante e curtimos o ambiente. Eu estava bebendo alguns drinks enquanto meu marido preferiu não beber, já que depois voltaríamos dirigindo para nossa cidade.

Com o passar das horas e alguns drinks a mais, comecei a ficar mais leve, mais solta… e também mais provocante. Estávamos longe de casa, sem ninguém conhecido por perto. Aquela sensação de anonimato, misturada com o clima do Carnaval, deixava tudo mais intenso.

Por volta das duas da manhã, percebi que meu celular estava quase sem bateria. Fui até um espaço do camarote onde havia sofás e algumas tomadas para carregar o aparelho. Meu marido ficou mais atrás, assistindo ao desfile, mas de um lugar onde ainda conseguia me ver.

E foi ali que a história começou.

No sofá havia uma moça sentada e dois homens em pé. Cumprimentei educadamente:

— Boa noite, posso usar essa tomada?

Ela sorriu e respondeu que sim. Um dos homens — um moreno alto, barbudo, tatuado — me observou com um olhar demorado. Então disse, brincando com a mulher:

— Mãe, chega um pouquinho pra lá, assim dá pra vocês duas sentarem.

Sentei ao lado dela. O rapaz continuou me olhando com curiosidade e simpatia.

Não demorou muito para ele puxar conversa.

Em algum momento, a mãe dele disse que iria ao banheiro e o pai foi junto. Ficamos apenas nós dois ali.

Ele então perguntou, com um sorriso meio tímido:

— Posso sentar aqui do seu lado?

Eu sabia muito bem o que estava acontecendo… e, com um sorriso malicioso, disse que sim.

Pouco depois meu marido se aproximou para perguntar se eu queria beber algo. Pedi um drink, mas ele me olhou de um jeito que dizia tudo. Ele percebeu minha expressão, percebeu o clima… e eu apenas retribuí com um olhar que confirmava: eu tinha gostado do moreno.

Ele piscou para mim, como quem diz “está tudo bem”, e saiu para buscar a bebida.

O rapaz perguntou meu nome. Eu perguntei o dele. A conversa fluiu naturalmente até que ele perguntou:

— Aquele cara que foi buscar seu drink… é seu amigo?

— Não… é meu marido.

Ele ficou surpreso por um instante. Então expliquei que meu marido era tranquilo e que nós dois tínhamos uma mente aberta, que curtíamos o mundo liberal.

Vi nos olhos dele uma mistura de surpresa, curiosidade e desejo.

Depois de alguns segundos de silêncio, ele perguntou:

— Posso te beijar?

Sorri.

E respondi que sim.

Nos beijamos ali mesmo no sofá, no meio da festa, com o som do Carnaval ao fundo.

Quando meu marido voltou, me viu ali e apenas sorriu. Apresentei os dois. Eles se cumprimentaram com naturalidade, como se aquilo fosse completamente normal.

Logo depois subimos para a boate do camarote — os três juntos.

O resto da noite passou como um borrão de música, dança e beijos. Eu me sentia livre, desejada, vivendo algo diferente. Às vezes beijava um, às vezes o outro. Em determinado momento, meu marido se aproximou do meu ouvido e disse baixinho:

— Vai ao banheiro… tira a calcinha.

Obedeci sorrindo.

Quando voltei, abracei o moreno e, provocando, pedi para ele colocar a mão por baixo da minha saia. Quando ele percebeu que eu estava sem nada por baixo e com a buceta molhada de tesão, ficou completamente surpresoe ainda mais envolvido no clima.

Confesso que foi uma das noites mais intensas da minha vida.

Já perto das cinco e meia da manhã, quando o desfile estava terminando, decidimos ir embora. Eu já estava um pouco alterada pela bebida, mas feliz, rindo de tudo o que tinha acontecido.

Pegamos a condução até o estacionamento para buscar nosso carro. Paramos em um posto para comprar água.

O moreno acabou entrando no banco de trás enquanto meu marido dirigia. Eu, ainda tonta, deitei a cabeça no colo dele e fiquei rindo da situação que estávamos vivendo, foi quando ele abriu a bermuda e colocou o pau pra fora, um pau gigante, grosso e bem veiudo, eu não perdi tempo e já caiu de boca me lambuzando naquele mastro envolvente enquanto meu marido dirigia e olhava a gente pelo retrovisor do carro, não demorou muito para o moreno colocar a camisinha e começar a me socar bem gostoso com o carro em movimento, foi desse jeito que atravessei a ponte Rio Niterói.

Até que meu marido com muito tesão acabou parando em um motel no caminho.

Ali, finalmente, toda aquela energia acumulada da noite encontrou espaço para se soltar. Já entrei no quarto chupando os 2, entre os olhares cúmplices e muita intensidade, passamos horas vivendo aquele momento improvável que o Carnaval tinha nos proporcionado, revezando os 2 paus bem duros.

Quando tudo acabou, já estávamos exaustos. Deitamos, rimos de toda a loucura que tinha sido aquela noite e percebemos que tínhamos acabado de criar uma memória que jamais esqueceríamos.

Uma noite intensa, inesperada e cheia de liberdade.

Pagamos a conta, entramos no carro, deixamos o moreno um pouco mais à frente porque já era caminho para a casa dele e seguimos viagem.

Uma daquelas histórias que o Carnaval, às vezes, escreve para a gente

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