Casada caindo em tentação com o primo - Parte 1

Um conto erótico de Janaína
Categoria: Heterossexual
Contém 2842 palavras
Data: 15/03/2026 04:25:50

*** Essa é a primeira parte dessa série que criei aqui sobre Janaína. Como detalho em meu perfil, a história é verídica, mas prefiro escrevê-la com a narrativa da mulher, como sempre gosto de ler os contos por aqui. Espero que gostem deste início.

Meu nome é Janaína, tenho 22 anos, moro em uma cidade do interior de São Paulo. Sou branquinha, 1,69 de altura,tenho cabelo liso, tingido de loiro com algumas mechas pretas até o meio das costas.Meu corpo é chamativo, peitos médios, quadril largo, coxas grossas e uma bunda grande, que chama atenção em qualquer lugar que eu esteja. Não sou aquele tipo de cavalona sarada de academia,mas tambem não sou gorda.

Sou casada há três anos com Caio. Ele é mecânico de automóveis, trabalha numa oficina no centro de cidade. Ainda não temos filhos. Caio é quatro anos mais velho que eu. Nos conhecemos quando eu tinha 18 anos, começamos a namorar e estamos juntos e felizes até hoje.

Meus pais são separados, minha mae mora com meu padrasto numa cidade vizinha. Moro numa casa grande, dividida em quatro. Um sobrado que meus avós construíram. Meu avô infelizmente já é falecido. Então a casa da frente é onde mora minha avó, a casa tem sala, cozinha, banheiro e dois quartos. Nos fundos dessa casa, mora o meu pai, mesmo número de cômodos. No andar de cima, na casa da frente é onde moro com Caio. Também com um bom espaço dois quartos, sala, banheiro e cozinha. Nos fundos da minha casa, há mais uma divisão que não mora ninguém. Já alugamos, mas atualmente ela só está mobiliada, mas sem inquilinos.

Trabalho no RH de uma transportadora. Ganho um bom salário. Tenho um carro que se não é do ano, nunca me deixa na mão.

Minha avó é uma senhorinha muito simpática, com quase oitenta anos, cabelos bem grisalhos e ainda muito lúcida e com bastante disposição. Sempre que posso a ajudo nos afazeres de casa.

Um dia estava arrumada pra trabalhar e como de costume, tomo café da manhã na casa da minha avó e meu pai em sua cozinha. Lhes dei bom dia me sentei. Meu pai está na casa dos cinquenta anos,e trabalha numa fábrica como empilhador. Assim que me servi, ele perguntou:

-- E aí filha,con você saindo de férias segunda, você e o Caio não vão viajar mesmo?

-- Não dá,pai. Ele não conseguiu pegar férias na oficina. Talvez em algum final de semana, a gente deva ir pro litoral, sair na sexta a noite e voltar no domingo.

-- Que coisa, filha.

-- Ah pai, só de poder a partir de amanhã acordar tarde, e passar o dia jogada no sofá assistindo Netflix, já me deixa feliz.

Minha avó que acompanhava a conversa, iniciou um novo assunto:

-- Gente, estava me esquecendo. A Lucia me ligou ontem, me dizendo que o Augusto vai fazer um curso aqui na universidade federal da cidade e ela me perguntou se ele poderia ficar hospedado aqui. É por uma semana. Ele vem domingo e vai embora no outro sábado. Claro que aceitei. Faz tempo que não vemos o Augusto. Ele tá sempre viajando nas vezes em que fomos pra Sao Paulo e faz anos que ele não nos visita.

Meu pai comentou:

-- Poxa, que legal, mãe. Saudades do Augusto. Bom saber que ele vai ficar aqui uma semana conosco.

Eu assenti, mas nao comentei. Augusto é filho da irmã mais nova de minha avó, (mimha tia Lucia).Ele está na casa dos trinta anos, é divorciado e tem uma filha que mora com a mãe.

Depois daquele papo, me despedi do meu pai que também estava saindo pro trabalho, e de minha avó. Entrei no carro e fui pro trabalho, feliz da vida, por ser meu último dia antes das férias.

Caio, meu marido sempre é o primeiro a sair de casa, sai muito cedo, pois entra as 7 horas na oficina, e por isso nao toma café da manhã conosco.

Trabalhei o dia todo, deixando tudo em ordem para quem fosse fazer o meu serviço nas minhas férias. O RH nao é tão grande, somos em oito profissionais, mas temos umas buchas que só por Deus.

Finalmente deu 18:00 e abracei todos, que me desejaram boas férias.

Cheguei em casa, passei pela casa da minha avó que assistia TV na sala. Perguntei se estava tudo bem e ela me falou:

-- Está tudo ótimo, querida. Dei una arrumada na casa de trás, e está tudo certo pra quando o Augusto chegar. Ele poderia ficar num dos quartos, mas é bom ele ter a privacidade dele, já que a casa ta vazia mesmo. Dá uma olhada depois, se tá tudo em ordem, sabe como é a cabeça da sua avó, né?

-- Claro vó. Vou ver depois. O pai já chegou? Sim, ta lá nos fundos da casa dele.

-- Tá bom. Qualquer coisa grita. Boa noite, Bença Vó!

-- Deus te abençoe, minha neta.

Saí da casa, dei a volta pelo quintal e cheguei nas escadas que dão acesso ao corredor estreito onde fica a minha casa.

Caio já estava em casa. Ele costuma sair entre 16:00 e 17:00. É um bom marido, prestativo, arca com as despesas da casa e ainda ajuda meu pai e minha avó com o que precisam. Ele estava na cozinha preparando o jantar. Sem camisa e de bermuda, com seu 1,75 de altura e pele morena. Me deu um sorriso quando me viu abrir a porta. Senti o cheiro de feijão no fogo e falei:

--Nossa, mas que cheiro gostoso, amor.

--Ta quase pronto. Quando você sair do banho a gente já pode jantar.

Cheguei perto e lhe dei um beijo. Segui sua orientação e fui pro meu banho. Tirei o terninho preto que estava usando e fui pra chuveirada.

Assim que tomei banho, coloquei um vestido solto na cor branca que ia até os joelhos e fui até a mesa de jantar. Caio ja havia preparado arroz, feijão e carne com batatas. Conversamos sobre como foi o meu último dia no trabalho antes das férias...

Como disse antes, Caio é uma ótima pessoa, prestativo até demais. Ele nos fins de semana, tem o hábito de ir até o bar da esquina jogar sinuca com os amigos e beber uma pinguinha. Nunca chega bêbado em casa, mas sei que toma uma cachaça durante o jogo.

Como havia terminado, depois que jantamos, falei que eu lavaria a louça, que ele poderia ir pro bar.

Sempre levei numa boa, nunca achei ruim ele ir pro bar numa sexta-feira tomar uma com os amigos. Além de ser na esquina da rua de casa.

Lavei a louça, e ia me jogar no sofá, mas me lembrei do pedido de minha avó e fui até a casa dos fundos ver se estava tudo em ordem.

Destranquei a porta e minha avó tinha deixado a casa um brinco. Piso branco da cozinha brilhando, o fogão e geladeira funcionando. Liguei a TV, testei a Internet se o Wi-Fi estava chegando lá, fui pro quarto e estava tudo em ordem. Augusto terá um bom conforto enquanto estiver por aqui.

No sábado, Caio me levou no mercado, fizemos compras e ele disse que iria comprar carne e bebidas, pois Augusto chegaria no domingo e seria legal fazermos um churrasco.

Ainda no sábado, Caio disse que ia jogar uma partida de sinuca, mas voltava logo. Eu assenti e continuei assistindo uma série na Netflix.

Como havia me lembrado que meu primo chegaria no dia seguinte, entrei no Instagram e fui dar uma olhada em suas fotos.

Augusto é um homem alto, deve ter em torno de 1,90, pele branca, cabelo raspado, fortinho, nao como um marombeiro de academia, mas estava em forma, vi uma foto dele sem camisa e notei seu abdômen com uns gominhos, trapézios salientes e um peitoral bem definido. Os braços também chamavam a atenção.

Bom, pelo menos um homem bonito andando por aqui, vai ser bom pras minhas vistas, pensei abrindo um sorriso com o canto da boca.

Logo Caio chegou da sua sinuca. Disse que estava com um pouco de dor de cabeça e falou:

-- Amor, seu pai pediu pra eu ir buscar o Augusto amanhã na rodoviária, ele chega às 10:00. Eu fiquei de fazer um conserto por fora no carro de um freguês logo cedo, é uma grana boa e já tinha combinado. Será que não dá pra você ir? Tem algum problema?

-- Claro que não meu amor. Eu busco ele sim.

Depois fui até minha avó dizer que eu iria buscar o Augusto. Ela disse que ele ligaria no telefone fixo dela para avisar que estava chegando.

No domingo, acordei cedo junto com Caio, que antes de sair, falou:

-- Devo chegar na hora do almoço, já pra começar o churrasco.

-- Tá bom, meu amor. Até mais tarde.

Caio saiu, eu tomei um banho, pois o verão por aqui é muito quente logo cedo e mesmo com ar condicionado, acordei suada.

Depois do banho, vesti uma saia preta colada, um pouco acima dos joelhos,ela realçava minhas curvas, me olhei no espelho, fiquei de lado e reparei na curvatura da minha bunda saliente. Coloquei uma baby look branca com uns desenhos vermelhos, deixei meu cabelo solto e fui tomar café na casa de minha avó.

Meu pai ja tinha saído cedo também, pois o velho ainda joga futebol com os veteranos em um campo da cidade.

Depois do café, lavei a louça para a minha avó e por volta das 9:30 o telefone tocou, minha avó atendeu e era Augusto, dizendo que o ônibus já havia chegado na cidade e logo estaria na rodoviária.

Entao tratei de sair para a garagem e entrei no carro. Minha casa fica há quinze minutos da rodoviária. Assim que estacionei pude ver Augusto sentado em um dos bancos em frente aos ônibus. Quando me viu de longe, ja se levantou e veio em minha direção. Pude notar a medida que chegava mais perto, que ele estava mais gostoso do que vi nas fotos do seu instagram. Um homem grande, forte, cabelo raspado usando uma regata preta e uma bermuda de tactel azul escura.

-- Prima, que saudades como você está linda, meu Deus! Disse Augusto ao se aproximar com um belo sorriso.

Me deu um beijo no rosto, e um abraço forte. Senti suas mãos grandes na lateral da minha cintura.

Um pouco envergonhada com o elogio, falei:

-- Ai primo, que nada. Você que tá bonitão aí. Sempre grandão né.

-- Nem tanto prima.

Fomos em direção ao carro, ele largou sua mala no banco de trás e se sentou no banco do passageiro. Conversávamos agradavelmente sobre suas coisas, seu trabalho e o curso que faria naquela semana. Mas enquanto dirigia e ouvia atentamente o seu relato, notei que ele nao tirava seus olhos das minhas coxas. Senti um certo calafrio ao notar que ele estava reparando no meu corpo. Quando o assunto sobre ele terminou ele soltou uma piadinha que me arrepiou toda.

-- Nossa Jana, eu não lembro de você ser tão gostosa assim. Última vez que te vi, você era uma menina ainda... hoje é um mulherão. Seu marido deve ser o homem mais feliz desse mundo.

-- Ai primo, assim você me deixa sem graça.

Respondi, sentindo meu corpo tremer com aquelas palavras.

Assim que paramos num semáforo, olhei pra ele e notei um volume colossal naquela bermuda. Aquilo me fez sentir até uma leve umidecida na minha buceta. O que diabos estava acontecendo comigo? Augusto agia normalmente, mas não disfarçava o volume da rola virada pra mim. Finalmente chegamos em casa. Notei que ele afastou a bermuda, que ainda mostrava o volume, mas sabia que precisava disfarçar aquilo.

Eu fingi que nao havia visto nada e assim que estacionei na garagem, ele desceu do carro, pegou sua mala no banco de tras e entrou na casa de minha avó, dizendo:

-- Tia Rose, que saudades da senhora!

Minha avó estava muito feliz em rever seu sobrinho. Ela lhe deu um abraço, falando em tom de brincadeira que o Augusto era o sobrinho desnaturado que não vinha nos visitar. Logo minha avó nos fez subir atrás dela, para mostrar a casa onde Augusto iria ficar naquela semana.

Mostrou tudo e Augusto falou:

-- Aí tia, muito obrigado por me acolher aqui.

-- Família são pra essas horas, meu sobrinho. Você pode ficar aqui o quanto precisar. O café da manhã, almoço e janta, eu faço questão de fazer.

-- Nossa, tia, nem sei como agradecer vocês,viu...

Depois de um tempo Caio e meu pai chegaram e após aquele papo de introdução, os três começaram a fazer o churrasco. Caio ja nas latinhas de cerveja. Notei que Augusto nao bebia muito, abriu uma longneck e ficou horas com ela dando alguns goles. Bem diferente do meu pai e de meu marido.

Ajudei minha avó com a comida, e fizemos o churrasco no quintal mesmo, jogando conversa fora.

Nao tinha como não notar os olhares de Augusto no meu corpo, e eu também não conseguia deixar de reparar nele. Com aquele calor, ele sem camisa, o abdômen definido, com o peitoral saliente. Não é todo dia que via um homem daquele por essas bandas.

Durante a conversa, Augusto perguntou pro meu pai:

-- João, sabe onde acho uma locadora de carros aqui?

-- Ah Augusto, acho que tem uma no centro. Por que?

-- Vou precisar de um carro pra ir pro curso esses dias. Pensei em alugar um carro.

Caio que ouviu a conversa falou:

-- Mas você precisa de um carro, só pra ir e voltar?

-- Sim. Eu sou atrapalhado em pegar ônibus, prefiro alugar um carro.

-- Mas se é só por isso, a Janaína está de férias este mês. Ela pode te levar e te buscar se você quiser.

-- Nossa, gente. Mas não vou incomodar vocês com isso? Ja vou ser um estorvo a semana inteira, agora a prima vai ser minha motorista?

-- Deixa de fuleragem cara. É só uma semana. Ela ta em casa. Pode fazer isso.

Eu assenti. Não havia mesmo problema em levá-lo e buscá-lo na Universidade Federal. Nem era muito longe mesmo. O problema era outro. Mas nem passou pela minha mente citar o que estava sentindo.

-- Ah gente, tudo bem

Mas nao faz sentido vocês terem tanta despesa comigo a semana toda. Pera aí.

Augusto tirou a carteira do bolso, deu uma nota de 200 reais pra mim e outra pra minha avó.

-- Fiquem com isso, ajuda na gasolina e na comida.

Nós tentamos não aceitar, mas ele insistiu. Realmente ida e volta todos os dias da semana era normal que ele quisesse pagar a gasolina.

A noite caiu, meu marido que dorme cedo, e ja estava com algumas cervejas a mais na cabeça, pediu licença a todos e foi tomar banho para ir dormir. Logo minha avó também disse que iria se recolher. Foi a vez de Augusto falar para meu pai e para mim.

-- Bom família, estou muito feliz de estar por aqui com vocês, sendo tão bem tratado, mas preciso descansar pra amanhã. Prima, amanhã as sete horas eu bato na sua porta.

-- Nem vai precisar, eu ja estarei acordada pra tomarmos café.

Meu pai também fez a menção de ir dormir. Subimos as escadas ele deixou que eu fosse na frente. Sabia que queria ver minha bunda naquela saia colada que estava usando. Quando chegamos olhei pra tras no corredor estreito que dá acesso às casas do andar de cima e notei que seu pau estava duro como no carro. Eu fiquei em êxtase, mas apenas falei:

-- Boa noite primo, até amanhã.

-- Boa noite prima

Ele me deu um beijo no rosto e um abraço, senti aquele volume endurecido na minha coxa esquerda.

Se afastou e o vi caminhando até a casa dos fundos. Esperei pra ver ele entrar, ele tentou abrir a porta e falou:

-- Jana, tá trancada!

-- Ah, desculpe. O hábito de trancar aqui. Melhor deixar ela destrancada enquanto você tiver por aqui. Fui até a porta com a chave na mao, quando fui destrancá-la com aquele corredor estreito, dei uma inclinada,seu corpo atrás do meu, pude sentir uma leve encoxada na minha bunda saliente. Durou segundos, mas senti uma forçada daquele pau duro na minha bunda. Fingi que nao percebi nada e dei um sorriso abrindo a porta.

Lhe dei novamente o boa noite e voltei pra casa da frente, nem olhei pra tras. Entrei em casa e Caio já roncava na cama. Tadinho. Trabalhou no domingo e logo teria que acordar pra trabalhar de novo.

Eu fui pro banheiro, tirei a saia e senti minha calcinha ensopada. Não aguentei, não queria acordar o Caio, entao tratei de enfiar dois dedos na minha buceta que latejava de tão molhada. Como aquele meu primo era gostoso. Mas aquilo só podia ficar na minha imaginação. Ja me sentia culpada, apenas imaginando aquele homem me tocando, imagina se fizesse algo com ele. Jamais me perdoaria. Gozei gostoso no banheiro, tomei uma chuveirada rápida, vesti um shortinho e fui pra cama.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Matildense a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.
Foto de perfil genéricaMatildenseContos: 1Seguidores: 0Seguindo: 46Mensagem Depois de muito tempo lendo contos por aqui, resolvi começar a escrever. As séries serão baseadas em acontecimentos reais, os nomes de pessoas e lugares obviamente serão trocados. Como sempre preferi ler contos com a narrativa feminina, farei a escrita desta forma. Vou escrevendo aos poucos e espero que apreciem sem moderação.

Comentários